Aprendi que existem diversos assuntos que me encantam... Pouco a pouco, vou deixando aqui as minhas "descobertas"... Espero sinceramente que acrescente algo de conteúdo na sua estrada. Muito obrigada por estar aqui, comigo, compartilhando esses momentos... Muita Luz e Paz no seu caminho, Mirhyam
Sabat - Faça seu pedido, prepare um delicioso pão e atraia boas energias
Sabbats
Encante-se com as celebrações da
natureza em todas as épocas do ano
Isto indica a grande dependência que os homens têm em relação à Terra, ao Sol e à Lua, e os efeitos das estações em nossa vida.
Denominada como a Roda do Ano, a celebração de cada Sabbat (ou Festival) é uma experiência espiritual intensa e sublime que permite-nos permanecer em equilíbrio harmonioso com as forças da Mãe Natureza.
Yule ou Solstício de Inverno (21 de junho): onde na noite mais longa do ano, percebemos o quão conectados estamos com a Deusa e o seu filho que nasce (o retorno do Sol).
Ostara (21 de setembro): o Deus (Sol) cresceu, tornando-se um jovem adulto. Ele está passando pela puberdade e suas forças são refletidas na vitalidade e no crescimento das plantas. Ele está crescendo novamente. A Deusa é agora uma bonita Virgem da Primavera, jovem, donzela dos novos ventos e esperanças que cobre a terra com seu manto de fertilidade; despertada de Seu repouso, enquanto o Deus se desenvolve e amadurece. Ele caminha pelos campos a verdejar, e delicia-se com a abundância da natureza. Na Natureza acontece uma explosão de cores, de flores, de energia e vitalidade. Em nós, este é um período de iniciar, de agir, de plantar para ganhos futuros, e de cuidar dos jardins.
Litha ou Solstício de Verão (21 de dezembro): momento em que o poder do Sol chega ao seu ápice, onde o poder da luz se encontra acima da escuridão, garantindo poder e proteção. Ele é um adulto e tornou-se Pai (dos grãos), devido a sua união com a Deusa


Lammas ou Lughnasadh, o meio do verão (2 de fevereiro): Marca o início da decadência do Deus. Ele inicia sua despedida. É a época da primeira colheita, quando as plantas da primavera murcham e derrubam seus frutos ou sementes para garantir nosso consumo e para assegurar futuras safras. O verão está mais ameno; podemos sentir isso no alaranjado do céu, na sensação de "fim de férias" e a volta aos afazeres tradicionais. Nós vamos percebendo a mudança de atitudes, a fase das férias acabou e a tranqüilidade e rotina voltam a nossas vidas. Não só o Sol começa a enfraquecer, mas todos nós vamos ficando mais introspectivos à medida que o outono vai se aproximando.
Mabon ou Equinócio de Outono (21 de março): o Deus se prepara para abandonar Seu corpo físico e iniciar a grande aventura rumo ao desconhecido, em direção à renovação e ao renascimento em Yule pela Deusa. Na Natureza acontece o término da colheita iniciada

Samhain (1 de maio): A Deusa chora diante da morte do Deus, mesmo sentindo o fogo que queima dentro de Seu útero. Ela sabe que é um adeus temporário. Ele não está envolto em trevas eternas, mas prepara-se para renascer novamente através dela em Yule e re-iniciar o ciclo... A natureza retrocede, recolhe sua fartura, preparando-se para o inverno e seu período de repouso. Nós ficamos mais friorentos, pensativos, reflexivos... É tempo de aquietar a mente e o coração...
Até que Yule retorne...
E quanta "magia" ela contém...
Lammas - Sabat em homenagem ao Deus-Sol.
Em 2 de fevereiro (no hemisfério sul, e em 1º de agosto no
hemisfério norte) acontece o Lughnassadh, Lammas ou Lunasa: Sabat em homenagem ao Deus-Sol. O nome Lughnasadh vem em honra ao deus céltico Lugh (Deus-Sol), o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos.
Já o nome Lammas é a contração de loaf=naco/pedaço e mass=massa/pão, que significa pedaço de pão.
Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.
Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.
É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais.
Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.
É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.
Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).
Pão encantado de Lammas
Símbolo do alimento, o pão encantado é feito com grãos, representando a 1ª colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros da família ou mesmo entre amigos.
Preparando o pãoAcenda uma vela branca e ofereça à Deusa-Terra e ao Deus-Sol.
Enquanto prepara a massa de um pão bem gostoso, agradeça por todas as bênçãos concedidas durante o ano.
5 elementos
O pão é composto pelos 5 elementos: combina as dádivas do elemento Terra (farinha, aveia), com a Água (substância que deu origem a todas as coisas), o Ar (o fermento).
Se no momento em que sovamos a massa, fizermos nossos agradecimentos pela prosperidade, fartura e saúde, querendo que cada um que partilhe desse alimento prospere e seja feliz, estaremos encantando esse pão com o nosso amor, a nossa intenção (o 5º elemento).
Por fim, o elemento Fogo (quando o pão vai ao forno, transformando os outros elementos em alimento).
Para servi-lo, enfeite a mesa com flores e frutas da estação, de forma bem bonita, convide familiares e amigos para partilhar com você das bênçãos da vida, saboreando esse delicioso e simbólico pão encantado.
21 de dezembro - Solstício de Verão - Bem Vindo Deus
Sou o radiante Rei dos Céus, inundando a Terra com calor encorajando a semente oculta da criação a germinar-se em manifestação. Receita de Lammas
No tempo antigo, uma parte dos primeiros grãos, frutas e legumes maduros eram oferecidos para o Deus e Deusa em agradecimento.
Ao mesmo tempo, as primeiras frutas silvestres das colinas eram um presente da Mãe Terra para nós.
Aldeias inteiras subiam na madrugada de Lughnasadh para colher as bagas.
Enquanto colhiam, também participavam de grandes piqueniques com jogos e onde eram contadas as histórias ancestrais.
Assim, as frutas silvestres (framboesas, morangos, cerejas) fazem parte das festividades Lughnasadh desde tempos muito antigos!
Trifle de Morango
Trifle é uma sobremesa, antiga e tradicional da Inglaterra.
É geralmente servido em uma travessa de vidro de modo que as adoráveis camadas de cores possam ser admiradas.
O Trifle de Morango e Framboesa é uma deliciosa sobremesa feita com camadas de morangos, framboesa, pão de ló, chantilly e sorvete de creme.
O sabor levemente azedo do morango e da framboesa contrasta com o suave doce do chantilly.
O sorvete de creme dá o toque final.
Para decorar, uma pequena folha de hortelã.
INGREDIENTES:
1 bolo (pão de ló)
1 porção de morangos e 1 porção de framboesas
suspiros
Sorvete de creme
Chantilly adoçado
PREPARAÇÃO:
Divida o bolo ao meio longitudinalmente, coloque uma fatia como base (no fundo da travessa) e alterne camadas de sorvete de creme, os morangos e framboesas, suspiros.
Repita as camadas e termine cobrindo com chantilly.Faça 2 ou mais camadas.
180 g de manteiga
¼ de xícara de leite
1 xícara de açúcar
3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
½ xícara de maizena
6 colheres de sopa de sementes de papoula
1 xícara de suco de maçã
1 colher de sopa de fermento em pó
1 xícara de maçãs picada em cubinhos regadas com suco de limão.
Misture as sementes de papoula com o leite e deixe descançar 20 minutos.
Para a calda
2 maçãs raladas no ralo grosso
½ xícara de vinho tinto seco
3 colheres de sopa de água
½ xícara de açúcar cristal
Misture o vinho e a água
Coloque na panela as maçãs raladas com ½ xícara do açúcar cristal.
Meditação de Lammas
Nas searas da vida, saboreamos aquilo que amadureceu. Observamos o que colhemos, repensamos o que semeamos, medimo-nos entre o que somos e o que queremos ser.
Somos nós a semente de nós próprios.
É um tempo de reflexão e libertação, em que se fecham ciclos e se dissolvem padrões de existência.
É tempo de abrir novos caminhos, numa festa de alegria e de despedida.
Curiosamente, Lammas (ouLughnasadh) tem também um nome mais antigo - Brón Trogain - que se refere ao doloroso trabalho de parto.
Pois nesta época do ano, a Terra dá à luz os seus primeiros frutos, para que os seus filhos possam viver.
Esta é assim uma festa de dor e de luz.
E é verdade que a segunda não chega, sem se ter atravessado a primeira.
Feliz Lughnasadh!
Copiado de oventonaspapoilas.blogspot.com
Sabat de Lammas - 02 de Fevereiro
O nome Lughnasadh vem em honra ao deus céltico Lugh (Deus-Sol), o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos.
Já o nome Lammas é a contração de loaf=naco/pedaço e mass=massa/pão, que significa pedaço de pão. Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.
Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.
É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais. Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.
Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.
É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.
Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).
Pão encantado de Lammas
Símbolo do alimento, o pão encantado é feito com grãos, representando a 1ª colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros da família ou mesmo entre amigos.
Preparando o pão
Acenda uma vela branca e ofereça à Deusa-Terra e ao Deus-Sol. Enquanto prepara a massa de um pão bem gostoso, agradeça por todas as bênçãos concedidas durante o ano.
5 elementos
O pão é composto pelos 5 elementos: combina as dádivas do elemento Terra (farinha, aveia), com a Água (substância que deu origem a todas as coisas), o Ar (o fermento). Se no momento em que sovamos a massa, fizermos nossos agradecimentos pela prosperidade, fartura e saúde, querendo que cada um que partilhe desse alimento prospere e seja feliz, estaremos encantando esse pão com o nosso amor, a nossa intenção (o 5º elemento).
Por fim, o elemento Fogo (quando o pão vai ao forno, transformando os outros elementos em alimento).
Para servi-lo, enfeite a mesa com flores e frutas da estação, de forma bem bonita, convide familiares e amigos para partilhar com você das bênçãos da vida, saboreando esse delicioso e simbólico pão encantado.
Faça o seu pão, convide os amigos e atraia boas energias!!!
Lammas – O Sacrifício do Pai - 2 de fevereiro no hemisfério Sul & 1º de agosto no hemisfério Norte

Lammas, ou Lughnashad, o festival céltico em homenagem ao Deus Sol, ocorre em 1º de agosto no hemisfério Norte e 2 de fevereiro no hemisfério Sul. É a celebração das primeiras frutas da colheita.
Durante esse tempo você poderá honrar a Deusa como a Senhora da Abundância e o Deus como o Sol que caminha para a morte.
Você poderá celebrá-los deixando libações de pão e cidra em Sua homenagem.
O trabalho do Verão e da Primavera está finalmente terminado nessa primeira colheita.
O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia às sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara para assumir seu aspecto de Anciã.
Agora é o tempo de ensinar o que você aprendeu, com os frutos colhidos.
Ramos de trigo assim como bonecas de milhos são símbolos tradicionais desse Sabbat.
O pão é colocado sobre o Altar de decorado com frutas e vegetais da colheita.
Isso representa o início do ciclo da colheita.
No Paganismo Ocidental, esse é um festival dos grãos e por isso é chamados muitas vezes de
“o Sabbat das primeiras frutas”.
Oferendas de pão são servidas ao Povo das Fadas e deixadas para os animais.
Lammas honra o Deus céltico Lugh, que é o Deus das colheitas, do Fogo, da luz e do Sol.
Ele foi o Rei dos Tuatha de Danan e consorte de Dana, a primeira Grande Mãe da Irlanda.
Dana, como a rainha de Lugh e a Deusa Mãe, é também honrada nesse Sabbat.
A Morte sacrificial e o renascimento de Lugh, assim como a colheita dos grãos, estão sempre conectados a Lammas, simbolizando que sempre o Deus morrerá para renascer novamente através da benevolência da Deusa. Em Lammas o Sol está começando a declinar no céu, mas o grande calor do dia não evidencia a diminuição da luz.
É momento de celebrar a generosidade da colheita com poderosos ritos de gratidão.
O Deus lentamente debilitado se sacrifica para alimentar seu povo.
Outros aspectos desse Sabbat contêm a representação do crescimento do nascimento, da honra e do agradecimento à Deusa, pelo seu ventre que cultivou as sementes, e a Lugh, em seu aspecto de Deus Sol, pelas bênçãos e fertilização do ventre da Deusa com seu calor e luz.
Lammas é um dos festivais célticos do Fogo.
Na Irlanda corridas e jogos eram feitos em nome de Lugh e sua mãe criadora Talitu.
Lammas, que significa “massa”, é um nome mais recente para se referir a Lughnashad e começou a ser utilizado na Idade Média.
Esse é o dia em que os pães, feitos dos primeiros grãos das colheitas, são servidos e oferecidos aos Deuses antigos.
Lammas é o tempo de honrar os aspectos de fertilidade e união da Deusa com o Deus, para gerar a fertilidade.
Lammas é um dos quatro grandes Sabbats.
Ocorre a ¼ de ano da chegada de Beltane.
É um tempo tradicional para os trabalhos da Arte.
Para os magos naturais, o sentido da visão da luz que está trazendo a frutificação das sementes da Primavera é o mistério de Lammas.
Mas esse Sabbat também é um momento de espera, quando as sementes são colhidas na esperança doe novas vidas que virão.
Um dos costumes modernos dos pagãos é construir nesse dias, como parte da comemoração de Lammas, bonecas de milho, ou pequenas figuras feitas com pão.
As bonecas são colocadas no Altar para representar a Deusa Mãe que preside sobre a colheita.
Uma nova boneca é feita nesse Sabbat e a antiga é previamente queimada para trazer boa sorte.
Lughnashad (que significa literalmente “festa ou festival de Lugh”) era a festa céltica que comemorava os jogos funerais de Lugh.
Porém, não a morte de Lugh, mas os jogos que Ele instituicionalizou para honrar a morte de sua mãe adotiva, Talitu.
Por isso Lughnashad da Irlanda é chamada de “Talitu Games”.
Uma característica comum dos jogos eram os casamentos de Talitu, os casamentos informais que eram firmados por um ano e um dia ou até o próximo Lammas.
Durante esse período, o casal decidiria se queria ficar junto ou romper com o casamento para que cada um seguisse o seu próprio caminho.
Esses casamentos foram comuns até os anos de 1500 e as cerimônias eram geralmente solenizadas por um poeta, um bardo ou um Sacerdote ou Sacerdotisa da Antiga Religião.
Para muitos do Ocidente, o início de Agosto, no hemisfério Norte, prenuncia a expectativa da colheita do trigo.
Uma das lendas conta que em Lammas o Rei de Tara fez uma festa contendo um produto de cada província de seu reino. Ele não só mostrou como e quanto o seu reino era próspero, como o seu agradecimento pela colheita.
Por isso esse é o festival que dá graças por toda bondade que recebemos da Terra.
Como parte desse processo de agradecimento, a primeira colheita de grãos maduros é colocada dentro da massa do pão que é partilhado com todos os membros da comunidade que festejam o Sabbat.
As massas são moldadas na forma de Sol, simbolizando o Deus da colheita, ou simplesmente em formato redondo representando a Deusa e a Roda do Ano, ou em forma circular com um trigo no topo dele.
Pães recém-assados são parte importante da celebração de Lammas.
O pão é elemental por si: Terra, Ar, Fogo e Água são combinados em uma substância que sustentou milhares de pessoas durante séculos.
O pão combina as sementes da terra (farinha), com a água, a substância que deu origem a todas as coisas. O sal é o grande agente purificador. A levedura, o sagrado transformador dos Deuses, o segredo. Quando o sovamos, estamos trabalhando com a energia do ar, pois é assim que o pão ganha forma. Finalmente, quando ele vai ao forno, entra em contato com o elemento Fogo.
Dessa forma todos os elementos estão presentes no pão.
Simbolizando o milho colhido, o Deus assume o papel de salvador para preservar a vida na Terra.
Este é o primeiro Sabbat da parte escura do ano.
Lammas, como um festival de fogo e de colheita, assume muitos temas sacrificatórios.
Nossos antepassados sabiam que, para receber algo, deveríamos dar primeiro.
Nossos antepassados sacrificavam o melhor da primeira colheita para assegurar que as colheitas subsequentes fossem abundantes e cada vez maiores.
Essa cerimônia sacrificatória se tornou o ponto central nos rituais de Lammas.
Antigamente, nesses rituais, havia uma efígie do Deus Milho feita com vime e outros materiais.
O homem de vime era preenchido com todos os “sacrifícios” da aldeia: frutas, grãos, riquezas, vinho e outras oferendas eram colocados dentro dele.
Uma fogueira enorme era construída e consagrada.
Durante a cerimônia de Lammas, o homem de vime era lançado sobre o Fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas até o mundo dos Deuses.
Esse Poderoso ritual usa o simbolismo do Fogo como o elemento mais etéreo e primitivo na Natureza.
Enfatiza a relação do Fogo com os Deuses da vida e a centelha da criação.
Por incrível que pareça, ainda executamos isso durante o rito de Lammas, o homem de vime hoje é feito de grãos, ou milho, que é queimado no Caldeirão.
Nenhum oferecimento de qualquer fonte animal é usado.
Oferendas típicas incluem grãos, flores, frutas, incensos, ervas, pedras, perfumes, desejos escritos no papel.
Esse ritual incluí um banquete fantástico com muitos pães frescos e frutas.
Lammas é o tempo de dar gratidão pelo que você começou a receber e sacrificar o que você puder para receber mais.
Correspondências de Lammas
Cores: marrom, laranja, vermelho, amarelo.
Nomes alternativos: Lughnashad, Elembrios, Harvest Tide, Teltain, Lughnasa, Lunasa ou Laa Luanys e Véspera de Agosto (pois no hemisfério Norte esse Sabbat ocorre no início de agosto).
Deuses: das colheitas e dos grãos.
Ervas: peônia, flor de trevo, heliotrópio, verbena, murta, rosa, girassol, musgo irlandês, trigo, salga, centeio, aveia, cevada, arroz, alho, cebola, manjericão, menta, babosa, acácia, folha de maçã, folha de framboesa, folha de morango, folha de uva, azevinho, confrei, calêndula, vinheiro, hera, avelã, espinheiro-preto, sabugueiro.
Pedras: olho-de-gato, citrino, aventurina, topázio dourado, obsidiana, ágata, musgosa, rodocrosita, quartzo claro, mármore, ardósia, granito, seixos de rio.
Atividades:
· Fazer o Pão de Lammas.
· Fazer velas para honrar a Deusa e o Deus.
· Coletar água da chuva e água de tempestade para uso em feitiços e potencializar objetos mágicos.
· Criar e enterrar uma Garrafa de Bruxa.
· Fazer uma Boneca de milho e guardar para o próximo Imbolc.
· Fazer uma Roda de milho.
· Fazer um piquenique mágico com libações para a terra, de pão e vinho.
· Melhor momento para lançar feitiços que visem obter sucesso na carreira, saúde e lucro financeiro. Feitiços para abundância são muito propícios nesse Sabbat. Como o Sol está crescendo mais fracamente, é um bom tempo para fazer meditações ao crepúsculo.
· Lembre-se: a Boneca de milho que você fará agora será vestida e colocada na cama da noiva em Imbolc.
Comidas e Bebidas Sagradas: ervas frescas, frutas e vegetais, pão de milho, amoras pretas, tortas, sidra, vinho de pétalas de rosas.
Fazendo uma Garrafa de Bruxa
As garrafas de feitiço, também conhecidas como Garrafas de Bruxa, estiveram em uso na Inglaterra e nos Estados Unidos pelo menos desde 1600.
Elas foram criadas originalmente para destruir o poder mágico negativo ou para lançar um contra-feitiço ao criador de uma garrafa.
Eram freqüentemente vasilhas de cerâmicas, cheias de cabelos, unhas, e até mesmo a urina da vítima.
Também eram colocadas dentro de novas casas como Guardiões Mágicos.
Garrafas de feitiço desse tipo ainda continuam sendo usadas.
Garrafas de feitiço são aparentemente de origem inglesa.
Assim, esses dispositivos protetores certamente imigraram da Inglaterra para os Estados Unidos com os colonos.
São feitas garrafas de feitiço para uma variedade de propósitos e podem ser usadas em numerosos casos.
Algumas são enterradas ou escondidas, enquanto outras são colocadas nas janelas da casa ou em outros lugares proeminentes.
Tudo isso simboliza a concentração de energia criada e potencializada para propósitos mágicos específicos.
A garrafa de bruxa é um dos meios mais poderosos de proteger seu espaço.
É enterrada em sua propriedade (se você é um morador de apartamentos, poderá tentar enterra-la em um vaso com plantas na sua porta de entrada) para atrair todas as coisas negativas para dentro da garrafa.
Se você se mudar, desenterre-a e a destrua ou traga para sua casa nova.
O período ideal para fazer as Garrafas de Bruxa é durante o Sabbat Lammas.
A seguir algumas receitas e idéias para você criar a sua própria garrafa.
Garrafa de Bruxa para Proteção
Junte alecrim, agulhas, alfinetes e vinho tinto.
Encha uma garrafa pequena com os três primeiros itens, dizendo enquanto você faz isso:
Alfinetes, agulhas, alecrim;
Guarde contra dano e inimizade;
Que assim seja por toda eternidade!
Quando a garrafa estiver cheia, coloque o vinho.
Então tape ou arrolhe, pingando cera de vela vermelha ou preta até vedar completamente a tampa.
Enterre em algum lugar de sua propriedade ou coloque-a em algum lugar imperceptível.
Trace um Pentagrama evanescente sobre ela.
A Garrafa de Bruxa destrói a negatividade; os alfinetes e as agulhas afastam o mal, o vinho o submerge e o alecrim envia as energias negativas para longe de sua propriedade.
Você pode acrescentar outros itens à sua Garrafa de Bruxa.
Veja alguns:
· Jarro de vidro com tampa de metal; Sal do mar; Três garras; Alfinetes; Agulhas; Lâminas de aparelho para barbear; Espinhos de cactos; Espinhos de rosa; Vidro quebrado; Um ovo; Sálvia; Manjericão; Hortelã; Visco; Uma romã; Sândalo; Mirra; Alho; Três gotas de seu sangue; Urina em vez de vinho.
Garrafa de Bruxa para Amor
Essa garrafa deve ser feita para atrair o amor para a sua vida. Para isso você vai precisar de:
· Uma garrafa de vidro com cortiça de qualquer tamanho;
· Um punhado de pétalas de rosa secas esmagadas;
· Alecrim (para amor e força);
· Lavanda;
· Óleo ou água de rosas;
· Uma vela vermelha ou rosa;
· Uma rolha.
Esmague as pétalas de rosa e coloque na garrafa.
Ponha a lavanda e o alecrim, então adicione o óleo ou a água de rosas até o topo.
Arrolhe a garrafa e goteje a cera da vela em cima da cortiça para lacrar a garrafa.
Coloque em uma estante, cômoda ou em qualquer lugar onde não seja percebida.
Garrafa de Bruxa para Prosperidade
Essa garrafa é ideal para atrair a prosperidade para dentro de nosso lar, estabelecimento comercial, etc. para fazê-la você vai precisar dos seguintes artigos:
· Cinco moedas de cobre;
· Cinco moedas prateadas;
· Cinco moedas douradas;
· Cinco grãos de milho seco;
· Cinco sementes de gergelim;
· Cinco pedaços de canela em pau;
· Cinco cravos-da-índia;
· Cinco pimentas-da-jamaica inteiras.
Coloque os artigos em uma garrafa fina.
Feche-a firmemente.
Mexa-a com a mão de poder durante cinco minutos, enquanto diz as seguintes palavras:
Ervas e prata,
Cobre e grão;
Que a prosperidade aumente em profusão.
Coloque a garrafa em algum lugar de sua casa.
Deixe sua bolsa, carteira, talão de cheque perto dela quando estiver em casa.
Fazendo o Pão de Lammas (iniciar 4 dias antes)
O preparo desse Pão começa quatro dias antes da cerimônia.
Ponha dentro do seu Cálice grãos de cevada (representando a cor branca), trigo (representando a cor vermelha) e centeio (representando a cor negra) em tigelas pequenas sobre o Altar junto com o seu Cálice.
Faça uma lista de boas coisas que você recebeu no ano que passou e agradeça pedindo pela multiplicação no próximo ano.
Pegue uma pitada de cada um dos três grãos e ofereça à Virgem, à Mãe a à Anciã, agradecendo-lhes e declare sua vontade de ver as bênçãos multiplicadas no próximo ano.
Durante três dias, verta água sobre as sementes, escoando dia e noite e esperá-las brotar.
Um dia antes de Lammas, coloque seu Cálice ao Sol, assim os brotos começarão a germinar. Eles serão utilizados na preparação do pão de Lammas.
Então comece a fazer o pão no dia da celebração de Lammas.
Numa tigela coloque:
· Meia xícara de chá de aveia;
· Meia xícara de chá de milho cozido;
· Duas xícaras de chá de água fria;
· Uma colher de sopa de sal.
Cozinhe por cinco minutos até formar um mingau.
Adicione duas colheres de sopa de manteiga e meia xícara de chá de melado (para afazer um pão escuro) ou mel (para fazer um pão claro).
Deixe esfriar à parte.
Dissolva uma colher de sopa de açúcar em meia xícara de chá de água.
Borrife uma colher de levedura seca na água.
Deixe descansar por 10 minutos.
Quando a levedura estiver como uma cobertura fofa sobre a água, mexa rapidamente com um garfo para misturar.
Adicione o mingau e mexa em duas xícaras e meia de chá de farinha de trigo.
Bata vigorosamente durante cinco minutos.
Misturando dessa forma, você irá formar o glúten que dá ao pão uma textura elástica.
Adicione os brotos.
Adicione mais duas xícaras e meia de chá de farinha de trigo.
Vire a massa sobre uma superfície polvilhada com farinha.
Adicione outra xícara de chá de farinha se a massa estiver pegajosa.
Cante cânticos apropriados ou algo alegre, enquanto vai amassando e medite agradecendo pela colheita do ano.
Amolde a massa formando uma bola lisa e coloque em uma tigela untada com manteiga.
Cubra a tigela com uma toalha úmida.
Deixe a massa subir e dobrar de volume; isso leva de uma hora e meia a duas horas.
Divida a massa em cinco partes iguais.
Transforme cada parte em um redondo pão plano e pincele com manteiga derretida.
Se desejar, você pode traçar símbolos mágicos na massa dos pães com uma faca afiada.
Deixe-os crescer debaixo da toalha úmida durante mais 45 minutos.
Asse a 350 graus durante 25 a 30 minutos.
Enquanto você come o pão no seu ritual, medite nos presentes que você recebeu.
Ritual de Lammas
Material necessário:
· Um pão;
· Cálice com vinho;
· Uma boneca de pano recheada de grãos;
· Ramos de trigo;
· Quatro velas marrons;
· Quatro velas laranjas;
· Caldeirão;
· Álcool de cereais;
· Açafrão.
Procedimento:
Rodeie o seu Caldeirão com as quatro velas marrons, intercalando-as com as quatro velas laranja.
Enfeite o seu Altar com os ramos de trigo e coloque o Pão sobre ele.
Trace o Círculo Mágico e diga:
Hoje é o momento de festejarmos a primeira colheita.
O Deus Sol nos trouxe a abundância,
A Deusa Mãe nos presenteou com as sementes.
Comemoro o Pão da vida que sustenta a todos.
Abençoada seja a fartura da Terra.
Acenda as velas, agradecendo aos Deuses por todas as dádivas proporcionadas até o momento.
Pegue a boneca e com ela em suas mãos faça os seus pedidos.
Dê três voltas ao redor do Círculo e ao final da terceira volta coloque-a em seu Caldeirão. Salpique um pouco de açafrão sobre ela e derrame um pouco de álcool.
Ponha Fogo no Caldeirão, enquanto diz:
O Deus dos grãos se sacrifica para nos alimentar e trazer vida ao seu povo.
Mas em cada semente há a promessa do renascimento.
Abençoado seja o mistério da vida presente em cada semente.
Eleve o Cálice e diga:
Tomo este vinho em honra do Deus da fartura e abundância, o grão renascido, e da Deusa da colheita, a mantenedora da vida.
Faça uma libação e coma um pedaço de pão, agradecendo por todos os benefícios alcançados.
Dance e cante em homenagem aos Deuses.
Destrace o Círculo.
Pesquisa realizada pela internet. Infelizmente não me recordo da autoria, mas agradeço e abençôo que nos gratificou com esse belo material.
Feliz Lammas a todos e que o Deus-Pai e a Deusa estejam com todos.
Lammas - 2 de fevereiro no hemisfério Sul & 1º de agosto no hemisfério Norte
Essa é a celebração das primeiras frutas da colheita.
O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia às sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara para assumir seu aspecto de Anciã.Durante esse tempo você poderá honrar a Deusa como a Senhora da Abundância e o Deus como o Sol que caminha para a morte.
Você poderá celebrá-los deixando libações de pão e cidra em Sua homenagem.
Nossos antepassados sabiam que, para receber algo, deveríamos dar primeiro.
Durante a cerimônia de Lammas, o homem de vime era lançado sobre o Fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas até o mundo dos Deuses.
Enfatiza a relação do Fogo com os Deuses da vida e a centelha da criação.









