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Comemorando a chegada do Verão!! Festival de Litha!!



Litha é uma celebração essencialmente do Fogo, assim como todos os rituais de Verão.
Litha ocorre no Solstício de Verão, momento em que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, as folhagens e os gramados encontram-se em abundância na Natureza.

É o dia longo do ano, no qual o poder da luz se encontra acima da escuridão, garantindo poder e proteção.

O Sol é considerado como reflexo do Grande Criador ou da Grande Fonte.

Portanto, dada a sua grande proximidade neste dia,  este é o momento ideal para atrair esta luz Divina para o interior da nossa alma e fazer com que ela ilumine o coração.

A celebração de Litha procura atrair o Sol para junto dos homens e armazená-lo, de alguma forma, para quando a escuridão do inverno começar a se aproximar. 

Neste festival tentamos, simbolicamente, guardar toda a fartura do verão.
Litha é a materialização de todas as nossas esperanças, onde projetos, sonhos e desejos que foram lançados na época do plantio começam a dar seus frutos, tornando-se realidade. 

Celebre e agradeça aos Deuses por mais este ciclo de renovação.
É o dia mais longo do ano.
O deus chega ao ponto máximo de seu poder.
Este é o único Sabbat em que às vezes se fazem feitiços, pois o seu poder mágico é muito grande.
A Deusa e o Deus estão no êxtase de sua união e vemos a Natureza cheia de flores e belos frutos.
É o ápice do amor passional entre ambos: a Deusa reina como a Rainha do Verão e o Deus aproveita seu auge
Nesse Sabbat, a Deusa está grávida por ter co-habitado com o Deus em Beltane.

Ele é um adulto e tornou-se Pai (dos grãos), devido a sua união com a Deusa em Beltane. Celebramos a sua paternidade.
O ritmo eterno do Sol é o mesmo da vida humana, e o mesmo que mês a mês repete a Lua.

Esta data é especial para ritos de passagem, portanto, devemos celebrar as futuras mamães e os bebês que virão.

Nesse período celebramos a abundância, a luz, a alegria, o calor e o brilho da vida proporcionados pelo Sol. 

Nesse instante o Sol transforma as forças da destruição com a luz do amor e da verdade.

Em toda a sua plenitude e poder ele traz o calor do Verão e a promessa total de fertilização do solo, dos grãos, para que haja uma colheita farta e abundante.

Animais crescem livres e sabem que os raios protetores do Sol irão prover suas necessidades.

Há muitas lendas e ritos que envolvem a noite do Solstício de Verão.

Um dos costumes mais populares em toda a Europa e Norte da África é a tradição de colher ervas medicinais e mágicas nesse dia, já que a força e o poder mágico estão no auge por causa do momento astral, que contém todo o poder curador do Sol e toda a plenitude da Terra.

Visco, basílico e outras plantas são colhidas ritualisticamente e usadas para preservar a energia nos tempos frios em encantamentos e sortilégios.

Há também uma infinidade de lendas mágicas que nos falam de Antigas Tradições de banhos purificadores e curas milagrosas realizadas nas noites do Solstício de Verão em fontes, rios e cachoeiras.

Acredita-se que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite da Litha se tornará realidade.

Os antigos povos da Europa acreditavam que, nessa noite, Puck, Pã e todos os Elfos, Fadas, Duendes e Gnomos andavam correndo pelos campos e florestas e poderiam ser facilmente vistos e contatados.

É costume acender uma grande fogueira, e pular sobre ela para livrar-se dos infortúnios e negatividade.
Litha é o melhor momento para fazer rituais na praia, ao ar livre, praticar divinação e brincadeiras, assim como cantar em homenagem aos Deuses Antigos, dançar e contar histórias em volta da fogueira.

Essa é a noite do Poder Mágico.

Correspondência de Litha

Cores: laranja, amarelo, verde, azul, branco.
Deuses: todos os Deuses Solares e Deusas da fertilidade.
Ervas: sálvia, menta, basílico, cebolinha, salsa, alecrim, tomilho, hissopo, madressilva, urze vermelha, urze branca, lavanda, samambaia, visco, verbena, musgo, íris, sorveira, carvalho, abeto, pinheiro, sementes de anis, aveleira.
Pedras: rubi, diamante, conchas do mar, quartzo branco, âmbar, citrino, olhos-de-gato, topázio amarelo, turmalina amarela, peridoto, cornalina, calcita.
Comidas e Bebidas Sagradas do Sabbat:
Frutas frescas, vegetais frescos, patê de ervas, pães de cereais, vinho, suco, cerveja e água.


Fazendo um Roda Solar

A Roda Solar é utilizada desde tempos remotos como símbolos do Sol.
É especialmente feita em Litha para representar o apogeu do Sol e colocada na Natureza como oferenda aos elementais ou pendurada em nossa casa como um amuleto protetor.

Para fazer uma Roda Solar você vai precisar de: 
Galhos e ramos maleáveis,
Fitas e símbolos mágicos relacionados à proteção.

Entrelace os ramos maleáveis fazendo uma circunferência.
No interior dessa circunferência estabeleça uma linha vertical, utilizando mais galhos e ramos. Faça uma linha horizontal, cruzando a vertical, formando assim uma cruz de braços iguais dentro da circunferência.
Enfeite sua Roda Solar com as fitas e os símbolos escolhidos.
Pendure-a em uma árvore, numa porta ou parede de sua casa, enquanto diz:


Pela Terra e pelo Ar,
Pelo Fogo e pela Água,
Esta Roda Solar será pendurada.
Que Ela possa me proteger e todo o mal afastar
E que a Deusa e o Deus possam me abençoar.
Pela força e pela Magia e pelos poderes das Graças,
Que assim seja e que assim se faça!



Feliz Litha a todos!!!
Texto postado no site de Ana Maria Braga em 20-12-2009

Sabbats

Encante-se com as celebrações da natureza em todas as épocas do ano


Os povos primitivos baseavam sua cultura na própria Natureza e as mudanças eram percebidas e celebradas. 
Os rituais eram formas de conexão com a espiritualidade, e por danças, cantos e reflexões, o homem se ligava às divindades, agradecendo pela colheita, fazendo pedidos e vivenciando simbolicamente os ciclos naturais. 
Isto indica a grande dependência que os homens têm em relação à Terra, ao Sol e à Lua, e os efeitos das estações em nossa vida.
Num eterno ciclo de nascimento, morte e renascimento, representado pelo também eterno romance entre a Natureza (Deusa) e o Sol (Deus). 
Através dessa simbologia tão singela, as estações do ano e as mudanças climáticas eram reconhecidas e respeitadas.
Para os povos que dependiam das colheitas para seu sustento, o ponto principal deste ciclo místico é a produção de alimentos por meio da união entre o Deus e a Deusa. 

Denominada como a Roda do Ano, a celebração de cada Sabbat (ou Festival) é uma experiência espiritual intensa e sublime que permite-nos permanecer em equilíbrio harmonioso com as forças da Mãe Natureza.

A Roda do ciclo anual possui oito datas de celebrações especiais que são denominadas sabbat (ou Festivais) que tem por objetivo sincronizar a nossa energia com as Estações do Ano, ou seja, com os ciclos do Planeta terra e do Universo. 
Ela descreve o caminho do Sol durante o ano, representando as várias fases do Deus: seu nascimento, crescimento, união com a Deusa, e, finalmente, seu declínio e morte. 

Da mesma forma que o Sol nasce e se põe todos os dias, e da mesma forma que a Primavera faz a Terra renascer após o Inverno, o Deus nos ensina que a Morte é apenas um ponto no ciclo infinito de nossa evolução para podermos renascer do Útero da Mãe.

Nesses festivais, celebramos a Natureza, dançando, cantando, consumindo alimentos da época, agradecendo, relembrando e honrando deidades da Antiguidade. 

Os Sabbats, também conhecidos como a "Grande Roda Solar do Ano", têm sido celebrados sob formas diferentes por quase todas as culturas no mundo. São conhecidos sob vários nomes e aparecem com freqüência na mitologia.
Tudo o que é dito no mito da Roda do Ano é um reflexo do que acontece na Natureza, tanto em humanos quanto em animais ou plantas. 
É a famosa frase: Tanto em cima quanto embaixo. 
Ou seja: o que acontece na Natureza acontece conosco...
A partir da época em que estamos, seguem as próximas celebrações:


Yule ou Solstício de Inverno (21 de junho): onde na noite mais longa do ano, percebemos o quão conectados estamos com a Deusa e o seu filho que nasce (o retorno do Sol). 
Na Natureza, a terra está em período de repouso.
Os animais hibernam, é tempo de quietude... 
Em nós, é tempo de reflexão, introspecção, acalentar novas esperanças, idealizar projetos. 
A escuridão nos remete ao renascimento de todas as coisas, inclusive de nossas próprias atitudes e sentimentos.







Imbolc ou Candlemas (1° de agosto): a Deusa após o período de resguardo do parto aparece como a Mãe nutridora O Deus (Sol) está lentamente aumentando sua força a cada dia... Na Natureza, os dias vão ficando mais longos e o frio vai diminuindo, dando lugar a um Sol meio tímido . A terra sob nossos pés acolhe a semente. Vamos "acordando" do sono do Inverno, querendo sair mais, estar em contato com os outros, respirando o ar menos gelado.











Ostara (21 de setembro): o Deus (Sol) cresceu, tornando-se um jovem adulto. Ele está passando pela puberdade e suas forças são refletidas na vitalidade e no crescimento das plantas. Ele está crescendo novamente. A Deusa é agora uma bonita Virgem da Primavera, jovem, donzela dos novos ventos e esperanças que cobre a terra com seu manto de fertilidade; despertada de Seu repouso, enquanto o Deus se desenvolve e amadurece. Ele caminha pelos campos a verdejar, e delicia-se com a abundância da natureza. Na Natureza acontece uma explosão de cores, de flores, de energia e vitalidade. Em nós, este é um período de iniciar, de agir, de plantar para ganhos futuros, e de cuidar dos jardins.

Beltane (31 de outubro): marca a chegada da virilidade dos jovens Deuses. Agitados pelas energias em ação na natureza, os dois jovens (o Deus e a Deusa) se apaixonam: O calor (Deus-Sol) fertiliza a terra (a Deusa), fazendo com que as sementes germinem e brotem. Deus e Deusa deitam-se entre a relva e os botões de flores, e se unem. A Deusa fica grávida do Deus. A Natureza transborda vida. Em nossos corações é tempo de retorno da vitalidade, da paixão e da consumação das esperanças; momento de nos mostrarmos e anunciarmos a que viemos.









Litha ou Solstício de Verão (21 de dezembro): momento em que o poder do Sol chega ao seu ápice, onde o poder da luz se encontra acima da escuridão, garantindo poder e proteção. Ele é um adulto e tornou-se Pai (dos grãos), devido a sua união com a Deusa em Beltane. Nesse instante o Sol transforma as forças da destruição com a luz do amor e da verdade. As flores, as folhagens e os gramados encontram-se em abundância na Natureza. É o dia mais longo do ano. Em toda a plenitude e poder, o Sol traz o calor do Verão e a promessa total de fertilização do solo, dos grãos, para que haja uma colheita farta e abundante. Nesse período celebramos a abundância, a luz, a alegria, o calor e o brilho da vida. Animais crescem livres e sabem que os raios protetores do Sol irão prover suas necessidades.







Lammas ou Lughnasadh, o meio do verão (2 de fevereiro): Marca o início da decadência do Deus. Ele inicia sua despedida. É a época da primeira colheita, quando as plantas da primavera murcham e derrubam seus frutos ou sementes para garantir nosso consumo e para assegurar futuras safras. O verão está mais ameno; podemos sentir isso no alaranjado do céu, na sensação de "fim de férias" e a volta aos afazeres tradicionais. Nós vamos percebendo a mudança de atitudes, a fase das férias acabou e a tranqüilidade e rotina voltam a nossas vidas. Não só o Sol começa a enfraquecer, mas todos nós vamos ficando mais introspectivos à medida que o outono vai se aproximando.








Mabon ou Equinócio de Outono (21 de março): o Deus se prepara para abandonar Seu corpo físico e iniciar a grande aventura rumo ao desconhecido, em direção à renovação e ao renascimento em Yule pela Deusa. Na Natureza acontece o término da colheita iniciada em Lammas. Mais uma vez o dia e a noite tem a mesma duração, equilibrados. Nós também ajustamos o nosso movimento interno, equilibrando atitudes.













Samhain (1 de maio): A Deusa chora diante da morte do Deus, mesmo sentindo o fogo que queima dentro de Seu útero. Ela sabe que é um adeus temporário. Ele não está envolto em trevas eternas, mas prepara-se para renascer novamente através dela em Yule e re-iniciar o ciclo... A natureza retrocede, recolhe sua fartura, preparando-se para o inverno e seu período de repouso. Nós ficamos mais friorentos, pensativos, reflexivos... É tempo de aquietar a mente e o coração...







Até que Yule retorne...
Dessa forma alegórica e muito singela, comemoramos cada mudança de estação, percebendo a Natureza e percebendo a nós mesmos, conhecendo um pouco mais sobre esse grande mistério que é a vida. 

E quanta "magia" ela contém...


Agradecimento - A terapeuta holística Mirhyam Conde Canto escreve periodicamente no site da Ana Maria Braga. E você também pode entrar em contato com ela, por meio do blogwww.mirhyamcanto.blogspot.com, e-mail mirhyamcanto@uol.com.br ou telefones (11) 2296-9255 ou (11) 98489-3858.
texto publicado no site de Ana Maria Braga em 19-06-2009



Celebração de Litha!!

As tradições e celebrações que coincidem com estas datas são originariamente pré-cristãs e têm pretendido ser cristianizadas, como a celebração da natividade de São JJoão Batist.
Têm muita importância na Letónia, Lituânia, Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Estónia, ainda que também se podem encontrar amplas influências desta celebração na Irlanda, algumas zonas de Bretaña (Cornualles especialmente), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha e em algumas zonas fora da Europa, como Canadá, Estados Unidos e inclusive no hemisfério sul (Argentina, Brasil), onde esta celebração européia importada tem sido chamada mais apropriadamente "solsticio de inverno".
Dentro da comunidade pagã podemos encontrar o nome de "Litha" provindo dos textos do fraile Bede titulado De temporum ratione no qual ele mesmo apilidou os nomes anglo-saxões para os meses que aproximadamente correspondiam com junho e julho como "se Ærra Liþa" e "se Æfterra Liþa" ("anterior mês Litha" e "posterior mês Litha") com um mês intercalado após "se Æfterra Liþa" em anos bisiestos.

Sobre a data eleita

As celebrações de dito solsticio centram-se concretamente no 21 de junho, convertendo no dia mais longo do ano (no hemisfério norte).
A diferença entre o Calendário Juliano (365,2500 dias) e no ano tropical (365,2422 dias) transladavam mais três dias adiante no dia associado com o actual solsticio astronómico a cada quatro séculos, até que o Papa Gregorio XIII mudou o calendário instalando o solsticio ao redor do 21 de junho.
No Calendário Gregoriano, o solsticio transladar-se-ia pouco a pouco a razão de um dia a cada 3000 anos.

História


Jaanituli põleb Valjalas.jpg
A celebração do solsticio de verão provem de tempos anteriores ao cristianismo.
Nesses tempos o povo achava que as plantas que floresciam ou germinaban em dito solsticio tinham mais poderes curativos e sanadores do habitual , razão pela qual costumavam as colectar em dita noite.
Acendiam-se fogueiras para proteger-se de espíritos malignos, os quais supostamente vagavam livremente quando o sol se punha pelo sul.
Em anos posteriores, as bruxas utilizaram esse dia para remarcar uma data que supostamente tinha um grande ônus mágico.
Na Suécia, a dita celebração realizava-se com sacrifícios rituais em honra à fertilidade.
Segundo vários antropólogos, o solsticio manteve-se como um momento especial dentro do ciclo anual desde o neolítico.
Na Suécia, Finlândia e Estônia, o solsticio de verão considera-se uma das grandes celebrações do ano, comparável só com a noite de Walpurgis , a noite de Navidade ou a de Ano Novo.

Celebração dentro do neopaganismo

Dentro das diferentes formas do Neopaganismo podem ser bastante diferentes e ter diferentes origens, apesar de compartilhar uma mesma definição.
Algumas tradições Neopagãs celebram-no acercando à maneira na que eles acham que os antigos pagãos germânicos a celebravam, enquanto outras tradições preferem celebram dito solsticio com rituais selecionados de diferentes fontes, sendo a cultura germânica uma das muitas utilizadas.
No Neodruidismo, o termo ALBAN HERUIN" utiliza-se como sinônimo do solsticio de verão.
Dito nome foi inventado no final do século XVIII pelo autor romântico de origem galesa chamado Iolo Morganwg.

Neopaganismo germânico

O soslticio de verão ou Litha figura no reconstruído calendário germânico, utilizado por alguns grupos neopagãos, quem põem ênfase na reconstrução do Paganismo Germano-anglosaxão.

Wicca

Litha é uma das 8 festividades ou Sabbat celebradas pelos wiccanos, desde que tradições provenientes de New Forest (as quais se referem à "British Traditional Wicca") começaram a usar esse nome tradicional.
A festividade considera-se como o ponto crucial onde o verão atinge seu ponto mais álgido e o sol brilha com mais intensidade e com uma duração longa em comparação com o resto de dias.
Litha é precedido pelo sabbat conhecido como Beltane, e seguido depois por Lughnasadh ou Lammas.

copiado de Encydia

Lammas - Sabat em homenagem ao Deus-Sol.

Em 2 de fevereiro (no hemisfério sul, e em 1º de agosto no hemisfério norte) acontece o Lughnassadh, Lammas ou Lunasa: Sabat em homenagem ao Deus-Sol.    O nome Lughnasadh vem em honra ao deus céltico Lugh (Deus-Sol), o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos.

Já o nome Lammas é a contração de loaf=naco/pedaço e mass=massa/pão, que significa pedaço de pão.
Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.

Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.
É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais.
Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.
Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.
É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.

Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).

Pão encantado de Lammas

Símbolo do alimento, o pão encantado é feito com grãos, representando a 1ª colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros da família ou mesmo entre amigos.

Preparando o pão

Acenda uma vela branca e ofereça à Deusa-Terra e ao Deus-Sol.
Enquanto prepara a massa de um pão bem gostoso, agradeça por todas as bênçãos concedidas durante o ano.

5 elementos

O pão é composto pelos 5 elementos: combina as dádivas do elemento Terra (farinha, aveia), com a Água (substância que deu origem a todas as coisas), o Ar (o fermento).
Se no momento em que sovamos a massa, fizermos nossos agradecimentos pela prosperidade, fartura e saúde, querendo que cada um que partilhe desse alimento prospere e seja feliz, estaremos encantando esse pão com o nosso amor, a nossa intenção (o 5º elemento).
Por fim, o elemento Fogo (quando o pão vai ao forno, transformando os outros elementos em alimento).

Para servi-lo, enfeite a mesa com flores e frutas da estação, de forma bem bonita, convide familiares e amigos para partilhar com você das bênçãos da vida, saboreando esse delicioso e simbólico pão encantado.


 Faça o seu pão, convide os amigos e atraia boas energias!!!

21 de dezembro - Solstício de Verão - Bem Vindo Deus


Sou o brilhante Deus,
Senhor do Sol,
Mestre de tudo aquilo que é Selvagem e livre,
Pai das mulheres e homens,
Amante da Deusa Lua.
Sou o som que você desconhece, mas que te chama.
Sou quem, no sono profundo, reacende os mistérios noturnos.
Resido dentro de você.
Venha, adentre em meu mundo e conhecerá a ti mesmo.


Sou o radiante Rei dos Céus, inundando a Terra com calor encorajando a semente oculta da criação a germinar-se em manifestação.
Ergo minha brilhante lança para iluminar as vidas de todos os seres e diariamente despejar meu ouro sobre a Terra, expulsando as forças das trevas.
Sou o mestre dos animais selvagens e livres.
Corro junto ao ágil gamo e pairo como um falcão sagrado no céu cintilante.
Os antigos bosques e locais silvestres emanam meus poderes, e 
as aves voadoras cantam minha santidade.
Sou ainda a última colheita, oferecendo grãos e frutos entre a foice do tempo, para que todos sejam alimentados, 
pois sem a plantação não pode haver colheita;
Sem inverno, não haverá primavera.
Cultue-me como o Sol da criação de mil nomes, 
o espirito do gamo cornudo nos bosques, 
a infindável colheita. 

Observe no ciclo anual dos festivais o meu nascimento, minha morte e meu renascimento - 

e saiba que este é o destino de toda a criação.
Sou a centelha de vida, o radiante Sol, 
o que dá paz e descanso, 
e envio meus raios de bênçãos para aquecer os corações 
e fortalecer as mentes de todos.
 




texto retirado dos Livros:
Mistérios Wiccanos de Raven Grimassi e 
Wicca, A Religião da Deusa de Claudieney Prieto.

Que assim seja e assim é!!!
Feliz Litha para todos

Receita de Lammas

Lammas ou Lughnasadh é o Festival dos primeiros frutos da colheita.

No tempo antigo, uma parte dos primeiros grãos, frutas e legumes maduros eram oferecidos para o Deus e Deusa em agradecimento.

Ao mesmo tempo, as primeiras frutas silvestres das colinas eram um presente da Mãe Terra para nós.

Aldeias inteiras subiam na madrugada de Lughnasadh para colher as bagas.

Enquanto colhiam, também participavam de grandes piqueniques com jogos e onde eram contadas as histórias ancestrais.

Assim, as frutas silvestres (framboesas, morangos, cerejas) fazem parte das festividades Lughnasadh desde tempos muito antigos!

Trifle de Morango

Trifle é uma sobremesa, antiga e tradicional da Inglaterra.
É geralmente servido em uma travessa de vidro de modo que as adoráveis camadas de cores possam ser admiradas.

O Trifle de Morango e Framboesa é uma deliciosa sobremesa feita com camadas de morangos, framboesa, pão de ló, chantilly e sorvete de creme.

O sabor levemente azedo do morango e da framboesa contrasta com o suave doce do chantilly.

O sorvete de creme dá o toque final.

Para decorar, uma pequena folha de hortelã.

INGREDIENTES:

1 bolo (pão de ló)
1 porção de morangos e 1 porção de framboesas
suspiros
Sorvete de creme
Chantilly adoçado

PREPARAÇÃO:

Divida o bolo ao meio longitudinalmente, coloque uma fatia como base (no fundo da travessa) e alterne camadas de sorvete de creme, os morangos e framboesas, suspiros.

Repita as camadas e termine cobrindo com chantilly.Faça 2 ou mais camadas.
Regue a calda reservada sobre a coisa toda e cubra com chantilly.


Outra receita:
Bolo de maçã com calda de vinho para Lammas

180 g de manteiga
¼ de xícara de leite
1 xícara de açúcar
3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
½ xícara de maizena
6 colheres de sopa de sementes de papoula
1 xícara de suco de maçã
1 colher de sopa de fermento em pó
1 xícara de maçãs picada em cubinhos regadas com suco de limão.

Misture as sementes de papoula com o leite e deixe descançar 20 minutos. 
Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura fofa. 
Adicione os ovos um a um até obter um creme homogêneo. 
Junte a farinha, a maisena, o suco de maçã e a mistura de leite com papoula. 
Acrescente por último o fermento. 
Unte uma forma com manteiga e farinha. 
Asse o bolo em forno médio alto preaquecido por aproximadamente 35 minutos. Desenforme e banhe com a calda de maçã e vinho.

Para a calda

2 maçãs raladas no ralo grosso
½ xícara de vinho tinto seco
3 colheres de sopa de água
½ xícara de açúcar cristal

Misture o vinho e a água
Coloque na panela as maçãs raladas com ½ xícara do açúcar cristal. 
Deixe cozinhar até começar a dourar, cuidado para não queimar o açúcar. 
Acrescente o vinho com água e deixe reduzir até a calda engrossar um pouquinho. Despeje em cima do bolo quente.


Feliz Lammas a todos!!!





Meditação de Lammas

Nas searas da vida, saboreamos aquilo que amadureceu.

Observamos o que colhemos, repensamos o que semeamos, medimo-nos entre o que somos e o que queremos ser.

Somos nós a semente de nós próprios.

É um tempo de reflexão e libertação, em que se fecham ciclos e se dissolvem padrões de existência.

É tempo de abrir novos caminhos, numa festa de alegria e de despedida.

Curiosamente, Lammas (ouLughnasadh) tem também um nome mais antigo - Brón Trogain - que se refere ao doloroso trabalho de parto.

Pois nesta época do ano, a Terra dá à luz os seus primeiros frutos, para que os seus filhos possam viver.

Esta é assim uma festa de dor e de luz.

E é verdade que a segunda não chega, sem se ter atravessado a primeira.

Feliz Lughnasadh!

Copiado de oventonaspapoilas.blogspot.com

Sabat de Lammas - 02 de Fevereiro

Em 2 de fevereiro (no hemisfério sul, e em 1º de agosto no hemisfério norte) acontece o Lughnassadh, Lammas ou Lunasa: Sabat em homenagem ao Deus-Sol.

O nome Lughnasadh vem em honra ao deus céltico Lugh (Deus-Sol), o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos.

Já o nome Lammas é a contração de loaf=naco/pedaço e mass=massa/pão, que significa pedaço de pão. Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.

Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.

É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais. Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.

Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.

É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.

Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).

Pão encantado de Lammas

Símbolo do alimento, o pão encantado é feito com grãos, representando a 1ª colheita, e repartido (como alimento sagrado) entre os membros da família ou mesmo entre amigos.

Preparando o pão

Acenda uma vela branca e ofereça à Deusa-Terra e ao Deus-Sol. Enquanto prepara a massa de um pão bem gostoso, agradeça por todas as bênçãos concedidas durante o ano.

5 elementos

O pão é composto pelos 5 elementos: combina as dádivas do elemento Terra (farinha, aveia), com a Água (substância que deu origem a todas as coisas), o Ar (o fermento). Se no momento em que sovamos a massa, fizermos nossos agradecimentos pela prosperidade, fartura e saúde, querendo que cada um que partilhe desse alimento prospere e seja feliz, estaremos encantando esse pão com o nosso amor, a nossa intenção (o 5º elemento).
Por fim, o elemento Fogo (quando o pão vai ao forno, transformando os outros elementos em alimento).

Para servi-lo, enfeite a mesa com flores e frutas da estação, de forma bem bonita, convide familiares e amigos para partilhar com você das bênçãos da vida, saboreando esse delicioso e simbólico pão encantado.

Faça o seu pão, convide os amigos e atraia boas energias!!!

Sabbat de Litha - Solstício de Verão !!!


21 de dezembro no hemisfério Sul


Litha é uma celebração essencialmente do Fogo, assim como todos os ritos de Verão na Wicca.
Ocorre no hemisfério Norte por volta de 21 de junho e no hemisfério Sul por volta de 21 de dezembro.

Litha ocorre no Solstício de Verão, momento em que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, as folhagens e os gramados encontram-se em abundância na Natureza.
Ele é considerado como reflexo do Grande Criador ou da Grande Fonte.
Porta
nto, dada a sua grande proximidade, este é o momento ideal para atrair esta luz Divina para o interior da nossa alma e fazer com que ela ilumine os corações.
Esta cerimônia procura atrair o Sol para junto dos homens e armazená-lo,de alguma forma, para quando a escuridão do inverno começar a se aproximar. Neste festival tentamos , simbolicamente, guardar toda a fartura do verão.

É o dia longo do ano, no qual o poder da luz se encontra acima da escuridão, garantindo poder e proteção.  
Outros nomes usados para este tempo na Roda do Ano (HN) são:
Alban Heruin (calendário Druida);
Alban Hefin (Tradição Anglo-saxão);
Bênção do Sol, Dia de Acópio (Gales);

Whit Sunday, Whitsuntilde, Vestália (Antiga Roma);

A Festa de Epona (antiga Gália);
Dia de todos os Casais (Grécia) e dia de São João.
Na tradição Italiana de Aradian Strega este Sabbath (as bruxas Str
ega as chamam de Treguendas no lugar de Sabbaths) é conhecida como a Festa dell'Estate (festa de verão).
Os escandinavos celebram esta festa em uma data posterior e a chamam Thing-Tide.

Na Inglaterra este é o dia de Cerridwenn e seu caldeirão.

Na Irlanda, este dia está dedicado a Deusa-Ninfa Aine de Knockeine.

E finalme
nte, no norte da Europa se celebra o "Dia do Homem Verde".

Nesse Sabbth, a Deusa está grávida por ter co-habitado com o Deus em Beltane.
O deus Sol é celebrado porque está em seu zênite no céu e celebramos a aproximação da paternidade.

O ritmo eterno do Sol é o mesmo da vida humana, e o mesmo que mês a mês repete a Lua.
Esta data é especial para ritos de passagem, portanto, devemos celebrar as futuras mamães e os bebês que virão.
Nesse período celebramos a abundância, a luz, a alegria, o calor e o brilho da vida proporcionados pelo Sol.

Nesse instante o Sol transforma as forças da destruição com a luz do amor e da verdade.

Agora o Deus Sol chegou ao seu pico de poder.

Ele é um adulto e tornou-se Pai (dos grãos), devido a sua união com a Deusa em Beltane.
Em toda a sua plenitude e poder ele traz o calor do Verão e a promessa total de fertilização do solo, dos grãos, para que haja uma colheita farta e abundante.
A Deusa foi fertilizada pelo Deus.
 
Animais crescem livres e sabem que os raios protetores do Sol irão prover suas necessidades. Litha é o auge do poder do Sol, mas prenuncia também o seu declínio.

A partir de agora o Deus Sol começará lentamente a sua caminhada rumo ao País do Verão (Outro Mundo), e morrerá em Samhain.
É por isso que em algumas Tradições Pagãs esse Sabbat marca o fim do reinado do Deus do Carvalho (Senhor do Ano Crescente) e o início do reinado do Deus do Azevinho (Senhor do Ano Decrescente), que durará até Yule, no qual será substituído novamente.

Há muitas lendas e ritos que envolvem a noite do Solstício de Verão.


Um dos costumes mais populares em toda a Europa e Norte da África é a Tradição de colher ervas medicinais e mágicas nesse dia, já que a força e o poder mágico estão no auge por causa do momento astral, que contém todo o poder curador do Sol e toda a plenitude da Terra.


Visco, basílico e outras plantas são colhidas ritualisticamente e usadas para preservar a energia nos tempos frios em encantamentos e sortilégios.
Há também uma infinidade de lendas mágicas que nos falam de Antigas Tradições de banhos purificadores e curas milagrosas realizadas nas noites do Solstício de Verão em fontes, rios e cachoeiras.


Acredita-se que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite da Litha se tornará realidade.

Os antigos povos da Europa acreditavam que, nessa noite, Puck, Pã e todos os Elfos, Fadas, Duendes e Gnomos andavam correndo pelos campos e florestas e poderiam ser facilmente vistos e contatados.
Nesse dia os amuletos do ano anterior são queimados e novos talismãs de proteção, poções para sonhos proféticos e filtros são feitos para aproveitar o grande momento de poder.
É costume acender uma grande fogueira, continuando a Tradição de Beltane, e pular sobre ela para livrar-se dos infortúnios e negatividade.

Tradicionalmente a fogueira é acesa com a fricção dos gravetos de duas árvores mágicas: o abeto e o carvalho.

Litha é o melhor momento para fazer rituais na praia, ao ar livre, praticar divinação e brincadeiras, assim como cantar em homenagem aos Deuses Antigos, dançar e contar histórias em volta da fogueira.
Essa é a noite do Poder Mágico. 


Correspondência de Litha
 
Cores: laranja, amarelo, verde, azul, branco.
Deuses: todos os Deuses Solares e Deusas da fertilidade.
Ervas: sálvia, menta, basílico, cebolinha, salsa, alecrim, tomilho, hissopo, madressilva, urze vermelha, urze branca, lavanda, samambaia, visco, verbena, musgo, íris, sorveira, carvalho, abeto, pinheiro, sementes de anis, aveleira.
Pedras: rubi, diamante, conchas do mar, quartzo branco, âmbar, citrino, olhos-de-gato, topázio amarelo, turmalina amarela, peridoto, cornalina, calcita.

Atividades:

Pular uma Fogueira, um Caldeirão com chamas ou uma vela.

Pintar Runas e outros símbolos mágicos em pedaços de madeira, conchas, papel, pedras; consagrá-los e pendurá-los em suas portas e janelas para proteção.

Colher ervas e plantas mágicas nesse dia.

Fazer um Bastão Mágico.

Fazer uma Cruz Solar e pendurá-la no seu jardim ou porta, decorá-la com elementos da Natureza.

Fazer uma Coleira de Bruxa (Witch’s Ladder) que represente a necessidade que você precisa alcançar.

Acender velas, fazer oferendas e libações ao Povo das Fadas.
Pendurar ervas na lareira, sala e cozinha para secarem.

Comidas e Bebidas Sagradas do Sabbat:

Frutas frescas, vegetais frescos, patê de ervas, pães de cereais, vinho, suco, cerveja e água.

Fazendo um Roda Solar

A Roda Solar é utilizada desde tempos remotos como símbolos do Sol.
É especialmente feita em Litha para representar o apogeu do Sol e colocada na Natureza como oferenda aos elementais ou pendurada em nossa casa como um amuleto protetor.
Para fazer uma Roda Solar você vai precisar de: ·
Galhos e ramos maleáveis,
Fitas e símbolos mágicos relacionados à proteção.

Entrelace os ramos maleáveis fazendo uma circunferência.
No interior dessa circunferência estabeleça uma linha vertical, utilizando mais galhos e ramos. Faça uma linha horizontal, cruzando a vertical, formando assim uma cruz de braços iguais dentro da circunferência.
Enfeite sua Roda Solar com as fitas e os símbolos escolhidos.
Pendure-a em uma árvore, numa porta ou parede de sua casa, enquanto diz:

Pelo Terra e pelo Ar,
Pelo Fogo e pela Água,
Esta Roda Solar será pendurada.
Que Ela possa me proteger e todo o mal afastar
E que a Deusa e o Deus possam me abençoar.
Pela força e pela Magia e pelos poderes das Graças,
Que assim seja e que assim se faça!



Fazendo um Coleira de Bruxa (Witch’s Ladder)


Uma coleira de bruxa é um amuleto antigo e eficaz que pode ser usado para a proteção, para criar um ambiente de paz em sua casa, para aumentar a paixão e o amor no quarto.
As penas sempre foram utilizadas com inúmeros propósitos mágicos, e talvez o mais famoso encantamento feito com elas seja a Coleira de Bruxa (Witch’s Ladder).
Com três fios de cores diferentes é feita uma trança – as cores dependem do propósito da Coleira de Bruxa – e com nove penas, nas cores associadas aos seus desejo, que são amarradas ao longo do fio entrelaçado.
Reúna seus materiais e faça a sua coleira de bruxa.

Etapa 1

Pense sobre a intenção de seu feitiço, como prosperidade, amor e tranqüilidade.
Corte um pedaço de papel manteiga em 9 pequenos pedaços, grandes o suficiente para escrever uma palavra.
Escrever uma palavra diferente que represente seu desejo em cada pedaço de papel.


Passo 2
Corte 3 pedaços de fio ou fita (um de cada cor - relacionados com seus desejos).
Vermelha, preta e branca são consideradas as cores mais poderosas na Wicca e na magia da maioria dos índios norte-americanos.
Amarre as pontas dos fios e, faça uma trança apertada enquanto se concentra em sua intenção.

Passo 3
Enrole os pedaços de papel, um por um, no final de cada uma das 9 penas e encaixe essa extremidade na trança. Quando estiverem firmes no lugar, diga:


"Fios dizer as cores, por ex:.preto, vermelho e branco tragam" paz " (a palavra escrita enrolada na pena) para mim esta noite.

Dizendo o mesmo verso com cada pena colocada na trança, substituindo a palavra-chave, até que você tenha colocado uniformemente espaçadas as 9 penas coloridas na coleira de bruxa.

Passo 4
Amarre as extremidades da trança formando um círculo, e passe o amuleto pela chama de uma vela ou pela fumaça de um defumador ou incenso.


Repita três vezes:


"Terra, Ar, Fogo e Água,
consagrem este encantamento,
com penas de nove e três cores,
peço-lhe que se manifeste."

Passo 5
Pendure a sua coleira de bruxa no seu local de trabalho, em seu carro, acima da sua porta de entrada ou acima de sua cama.
Durante toda a confecção da Coleira de Bruxa, mentalize o seu desejo e peça aos Deuses o auxílio necessário para alcançá-los. Pendure a sua Coleira de Bruxa na janela do seu quarto.
Quanto mais o vento soprá-la, mais o seu desejo estará próximo de tornar-se realidade.


Correlação das cores:
Branco: para equilíbrio, proteção, paz e as bênçãos da Lua.
Vermelho: para coragem, vigor, dinamismo, garra, conquista de algo muito difícil.
Azul: harmonia familiar e poderes psíquicos.
Amarelo: saúde, inteligência, sorte nas vendas.
Verde: prosperidade, proteção, abundância.
Laranja: sucesso.
Rosa: amor.
Violeta: Prosperidade, espiritualidade
Marrom: conquistas materiais.
Preto: proteção, afastamento da negatividade, neutralização de feitiços.


Ritual de Litha


Material necessário:
Caldeirão;
Três velas vermelhas;
Uma pedra de rio;
Cálice com vinho;
Álcool de cereais;
Canela em pau.
Procedimento:
Coloque as três velas vermelhas em forma de um triângulo, que aponte para cima.
Ponha o Cálice no meio do triângulo de velas.

Trace o Círculo Mágico e diga:

O Senhor do Sol abençoa nossa Terra
com seus raios e nos protege com a sua dança.
Que Ele abençoe os solos para que as plantações amadureçam.


Ao acender cada uma das velas, diga:
Celebro a alegria do Sol e a sua luz que abençoa a Terra com alegria e amor.
A cada vela acesa faça um pedido à Deusa e ao Deus.

Eleve a Taça, dizendo:
Este é o verdadeiro Graal da sabedoria e inspiração
e ventre condescendente da Deusa
e de suas águas fertilizadoras.
Dentro do Caldeirão derrame um pouco de vinho com um pouco de canela em pau e álcool e acenda.
Segure a pedra por alguns instantes e transfira a ela todos os seus medos, rancores e aquilo que para você atrapalha o seu sucesso e progresso.

Deixe a pedra aos pés do Caldeirão e pule-o, dizendo:
Com este pulo eu me liberto de todas as coisas que impedem o meu avanço. 

Beba um pouco de vinho e faça uma libação, dizendo:
Eu bebo este vinho em honra ao Deus Sol e à Deusa Terra

Dance e cante em homenagem aos Deuses.
Destrace o Círculo.