30 de julho - Calendário Mágico

Os incas também acreditavam que a deusa tinha 3 aspectos.
Mama Quila, Mama Ogllo e Mama Cocha.
Acenda 3 velas brancas para as deusas e entoe um cântico às senhoras da palavra e do poder, pedindo-lhes que estejam sempre ao seu lado, fortale-cendo seus encantamentos.

Mama Killa era a irmã e esposa do deus Inti.
Esta deusa representada pela lua acompanhava Inti em igualdade na corte celestial.
A Tríplice Deusa Inca, a grande deusa da mitologia inca, desdobra-se em três:
Mama Killa, Mama Ogllo e Mama Cocha. Era a mãe do firmamento, tinha uma estátua sua no Templo do Sol, onde uma Ordem de Sacerdotisas a cultuavam. Naturalmente a deusa Mama Killa estava ligada ao fervor religioso das mulheres, eram elas que formavam o núcleo de suas fiés seguidoras, já que a deusa Mama Killa podia compreender seus desejos e temores e dar-lhes o amparo buscado.


Mama Ogllo[1] foi deificada como mãe e deusa da fertilidade.
Há uma lenda escrita pelo Inca Garcilaso de la Vega que diz que ela era filha do deus-sol Inti e de Mama Quilla; em outra lenda, porém, a colocam como filha de Viracocha e Mama Cocha.
De acordo com a primeira, portanto, ela era irmã e esposa de Manco Cápac.
Ambos emergiram das cavernas de Pacaritambo junto com outros casais de irmãos e irmãs para ajudarem a povoar e civilizar o mundo.
Mama Ocllo e Manco Capác são geralmente considerados como fundadores lendários da cidade de Cuzco, capital do império Inca.
Foi a responsável por ensinar às nativas a arte de fiar e tecer.





Mama Cocha, Mama Qocha: Mar; oceano. Mãe do Mar, a deusa do mar e dos peixes, protetora dos marinheiros e pescadores.
Seu marido foi Wiracocha.

Ilustração de Mama Cocha ou Cochamama, deusa dos lagos e so oceano nos tempos de Tahuantinsuyo.
desenho:
Genzoman

29 de julho - Calendário Mágico


Dia da Espada Interior

A espada é um poderoso instrumento mágico e você pode ter sua espada interior para ajudá-la a vencer.
Nesta noite, invoque a sua Mãe Interior.
Acenda um incenso de cravo e faça um círculo com cravos à sua volta.
Imagine uma espada brilhante cravada numa pedra e peça a ajuda da Mãe para retirá-la.
Mentalmente, retire-a e contemple-a.
A partir de hoje, você vencerá seus medos e terá mais coragem para lutar pelo que quer.

28 de Julho - Calendário Mágico

Na antiga Europa pagã, o grande deus do trovão - Thor - era homenageado nesta data.
Onde era requisitado para proteger as colheitas contra tempestades destruidoras.
Ele é o filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord a deusa dos seres humanos.
Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo.
Os fazendeiros apreciavam sua honestidade simplória e sua repugnância contra o mal e veneravam Thor em vez de Odin.
Os animais de Thor eram o carneiro, o bode e a águia.
Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday ou seja "Thor´s day" (quinta-feira, em inglês).
Quem nasce nesse dia recebe a ajuda de Thor para conquistar a prosperidade material.texto retirado de:  http://bemzen.uol.com.br/horoscopo-viking/quinta




Abaixo texto retirado de :http://xum.blogspot.com

Campeão dos Aesir (Deuses Asgardianos), defensor dos homens comuns e inimigo dos Gigantes e Trolls.
Thor é muito pesado e quente, por isso não pode cruzar Bifrost (Ponte do Arco-Íris que conecta Asgard - "Paraíso" , Terra dos Aesir" com Midgard - "Terra dos Humanos".
Ele é possuidor do grande martelo de Guerra, Mjölnir "Esmagador ou Destruidor" que acerta todos e sempre retorna para a mão do usuário, ele também reduz seu tamanho e pode ser pendurado no pescoço, para utilizar o martelo ele precisa usar pesadas luvas de aço e o seu cinto  de aço chamado Megingjardar que duplica sua força e também sua fúria.
Ele é marido de Sif.
Ele é muitas vezes nervoso e rápido em seus julgamentos, mas é um ótimo amigo e companheiro de batalha.
Teve dois filhos com Jarnsaxa:  Magni  ("Poder") e Modi (" Fúria").

Thor é o príncipe de um outro mundo existente numa dimensão acima de Midgard (Terra).
Nesse mundo existem 9 reinos como por exemplo a terra dos gigantes de gelo e Valhalla, o lugar para onde vão os espíritos dos guerreiros que morrem em combate.
Os nove mundos de Asgard são ligados pela Ponte do Arco-Íris, que é guardada por Heindall o eterno guardião da ponte.
Thor possui um irmão adotivo chamado Loki, o traiçoeiro deus das trapaças e mentiras.
Devido à sua má índole e à inveja que sente por Thor ser o filho mais querido de Odin, Loki está sempre tramando a morte do irmão e a posse de Asgard.

Odin criou para Thor a mais fiel e potente arma possível, o martelo Mjolnir.
Feito de um aço especial chamado uru e forjado pelos anões de Asgard.
Mjolnir é capaz de criar tempestades e furacões, gerar raios, abrir portais entre dimensões, desferir golpes poderosos, e possibilita que Thor voe, além dos mais diversos encantamentos misteriosos.
Mas sem ele o deus do trovão não está desprotegido, pois ainda conta com sua força descomunal e sua resistência.
Isso sem contar os muitos séculos de experiências em batalhas.

27 de julho - Calendário Mágico


FURRINÁLIA

Celebração em honra de FURRINA, Deusa Mãe-Terra, associada às águas, mais especificamente, às fontes, é como que uma continuação da festa em honra do Seu esposo, NEPTUNO.
Deusa romana das águas misteriosas, Furrinália pode ajudar você a ver o futuro através do oráculo das águas.
Acenda uma vela lilás, que deve ser a única luz do local.
Concentre-se numa bacia branca cheia d'água e veja as imagens que surgirão.

26 de julho - Dia de Nanã

Dia de Nanã- Orixá da sabedoria da calma e evolução é considerada a mais velha, como uma avó.
Elemento água e terra, ponto de força nos lagos.
Sincretismo com Santa Ana (Mãe de Maria - Avó de Jesus)

NANÃ-BURUQUÊ (Trono Feminino da Evolução)
A orixá Nanã rege sobre a maturidade e seu campo preferencial de atuação é o racional dos seres. Atua decantando os seres emocionados e preparando-os para uma nova “vida”, já mais equilibrada.

A orixá Nanã Buruquê rege uma dimensão formada por dois elementos, que são: terra e água. Ela é de natureza cósmica pois seu campo preferencial de atuação é o emocional dos seres que, quando recebem suas irradiações, aquietam-se, chegando até a terem suas evoluções paralisadas.
E assim permanecem até que tenham passado por uma decantação completa de seus vícios e desequilíbrios mentais.
Nanã forma com Obaluaiyê a sexta linha de Umbanda, que é a linha da Evolução.
E enquanto ele atua na passagem do plano espiritual para o material (encarnação), ela atua na decantação emocional e no adormecimento do espírito que irá encarnar.
Saibam que os orixás Obá e Omulu são regidos por magnetismos “terra pura”, enquanto Nanã e Obaluaiyê são regidos por magnetismos mistos “terra-água”.
Obaluaiyê absorve essência telúrica e irradia energia elemental telúrica, mas também absorve energia elemental aquática, fraciona-a em essência aquática e a mistura à sua irradiação elemental telúrica, que se torna “úmida”.
Já Nanã, atua de forma inversa: seu magnetismo absorve essência aquática e a irradia como energia elemental aquática; absorve o elemento terra e, após fracioná-lo em essência, irradia-o junto com sua energia aquática.
Estes dois orixás são únicos, pois atuam em pólos opostos de uma mesma linha de forças e, com processos inversos, regem a evolução dos seres.
Enquanto Nanã decanta e adormece o espírito que irá reencarnar, Obaluaiyê o envolve em uma irradiação especial, que reduz o corpo energético, já adormecido, até o tamanho do feto já formado dentro do útero materno onde está sendo gerado .
Este mistério divino que reduz o espírito ao tamanho do corpo carnal, ao qual já está ligado desde que ocorreu a fecundação do óvulo pelo sêmen, é regido por nosso amado pai Obaluaiyê, que é o “Senhor das Passagens” de um plano para outro.
Já nossa amada mãe Nanã, envolve o espírito que irá reencarnar em uma irradiação única, que dilui todos os acúmulos energéticos, assim como adormece sua memória, preparando-o para uma nova vida na carne, onde não se lembrará de nada do que já vivenciou.
É por isso que Nanã é associada à senilidade, à velhice, que é quando a pessoa começa a se esquecer de muitas coisas que vivenciou na sua vida carnal.
Portanto, um dos campos de atuação de Nanã é a “memória” dos seres.
E, se Oxóssi aguça o raciocínio, ela adormece os conhecimentos do espírito para que eles não interfiram com o destino traçado para toda uma encarnação.
Em outra linha da vida, ela é encontrada na menopausa.
No inicio desta linha está Oxum estimulando a sexualidade feminina; no meio está Yemanjá, estimulando a maternidade; e no fim está Nanã, paralisando tanto a sexualidade quanto a geração de filhos.
Nas “linhas da vida”, encontramos os orixás atuando através dos sentidos e das energias.
E cada um rege uma etapa da vida dos seres.
Logo, quem quiser ser categórico sobre um orixá, tome cuidado com o que afirmar, porque onde um de seus aspectos se mostra, outros estão ocultos.
E o que está visível nem sempre é o principal aspecto em uma linha da vida.
Saibam que Nanã em seus aspectos positivos forma pares com todos os outros treze orixás, mas sem nunca perder suas qualidades “água-terra” …
Nanã é passiva e atrai todos os seres que não estão aptos a alcançar os estágios superiores.
Ela recolhe, esgota suas doenças (vícios) e no barro do fundo de seu lago os assenta e os imobiliza até que decantem suas impurezas (emoções e sentimentos viciados) quando então estarão maleáveis como o barro (lodo) e prontos para serem recolhidos por Obaluaiyê que os remodelará e numa nova forma (encarnação) crescerão novamente.
…Simbolicamente representamos Nanã com a meia-lua, ou lua minguante pois é também a forma de uma bacia ou lago onde os seres pesados afundarão e decantarão em seu fundo.

Oferenda à mãe Nanã:

…-Velas brancas, roxas e rosa; champanhe rose, calda de ameixa ou de figo; melancia, uva, figo, ameixa e melão, tudo depositado à beira de um lago ou mangue.

Parte do texto retirado do Livro: “O CÓDIGO DE UMBANDA”
Obra psicografada por Rubens Saraceni.

Ofereço a vovó Nanã essas violetas, com muito carinho

dia 26 de Julho - Dia dos Avós

hoje é dia dos avós

Avós de Jesus Cristo : Santa Ana e São Joaquim

Ana era uma mulher nazarena que apesar de não ser mencionada nos Evangelhos, pela tradição da Igreja Católica seria a mãe da Virgem Maria e, portanto, avó materna de Jesus Cristo.
De acordo com a tradição, era filha de Natã, sacerdote belemita, e de Maria, e foi a mais jovem de três irmãs bíblicas.
Suas outras irmãs mais velhas seriam Maria de Cleofas, mãe de Salomé, e Sobé, mãe de santa Isabel, que geraria são João Batista.
Casou-se com Joaquim e por muitos anos permaneceu estéril, só dando a luz a Maria em avançada.
Teria morrido pouco depois de apresentar Maria no Templo, consagrando-a a Deus, quando a filha contava apenas três anos de idade.
Seu culto difundiu-se no Oriente, e no século VI o imperador Justiniano mandou erguer-lhe um templo em Constantinopla.
Nos séculos seguintes a veneração expandiu-se também pela Europa.
Em uma bula (1584) o papa Gregório XIII instituiu que sua festa seria comemorada no dia 26 de julho, mês que passou a ser denominado mês de sant'Ana.
Venerada como padroeira das mulheres casadas, especialmente das grávidas, cujos partos torna rápidos e bem-sucedidos, é também protetora das viúvas, dos navegantes e marceneiros.

Oração a Santa Ana, Mãe de Maria Santíssima

Oh, tu que não és bendita entre todas as mulheres,

Mas que geraste aquela que é;

Tu que és, plenamente, uma de nós, irmã de nossas misérias e partícipe de nossas humilhações,

Estéril, cujo nome nos chega, entre as brumas da lenda,

Tu que alcançaste aquela que alcançou graça diante de Deus,

Fonte da fonte e mãe da Mãe que nos foi dada,

Roga por nós e pelos pobres frutos de nossos ventres,

Doces e amargos frutos que, como tu, queremos dar a Deus.

Tu que guiaste a que foi guia do Caminho,

Indica-nos a via.

Tu que ensinaste a que foi mestra daquele que é a Verdade,

Ensina-nos a ensiná-los.

Tu que deste à luz a Mãe da Vida,

Mostra-nos como gerá-los para a vida eterna.

Amen.

26 de julho - Calendário Mágico

Dia de SLEIPNIR

Na mitologia germânica, Odhin tinha um cavalo que o levava de Asgard (Céu) e Midgard (Terra).
O lendário corcel de oito patas é o ser mais rápido entre os planos.
O seu nome significa suave ou aquele que plana no ar.
Ele também é associado com as palavras esguio e escorregadio.
O nome desse cavalo mágico era Sleipnir e hoje é um bom dia para um ritual em homenagem a ele, que pode levá-lo aonde você quiser, seja nos reinos mágicos, seja numa viagem ao exterior, seja a uma posição social.

Deixe na janela hoje alguns cubos de açúcar e uma cenoura bem bonita, pedindo a Sleipnir que o leve onde você deseja ir.


25 de Julho - Calendário Mágico

DIA DE SANTIAGO DE COMPOSTELA

Na tradição cristã, Santiago, Patrono da Espanha, percorreu o caminho sagrado que ficou conhecido depois como um caminho místico de encontro com as forças superiores.

Hoje, acenda uma vela branca para Santiago e a luz acompanhará você durante suas buscas místicas, assim como acompanhou Santiago em seu caminho sagrado.
Escolha um caminho iniciático para você.
Não precisa ser na Espanha ou em Jerusalém.
Vá a um longo passei sozinho (a) e a pé e ouça sua voz interior, prestando atenção em todos os sinais que encontrar.

Abaixo, texto copiado do site: http://360graus.terra.com.br/biking

O caminho começa com o apóstolo Tiago (Santiago). Após a crucificação de Jesus ele pregou o evangelho na Galícia, região que aprendeu logo a amar.

De regresso a Jerusalém, foi decapitado pelo Rei Herodes, e seus restos mortais, segundo a lenda, foi levado de volta à Espanha em um barco de pedra, transportado por anjos numa viagem que durou 7 dias, sendo enterrado na Galícia.

Em princípios do milênio atual, continua a lenda, um camponês chamado Pelayo, guiado por muitas estrelas, encontrou em um grande campo a sepultura do apóstolo.

A notícia correu o mundo, lançando uma legião de cristãos a peregrinar até Santiago de Compostela, cidade que se formou na região.

A palavra Compostela, provém de campo de estrelas, ainda segundo a lenda.

O Caminho de Santiago de Compostela é uma ancestral rota de peregrinação que se estende por toda a Península Ibérica até a cidade de Santiago de Compostela, no extremo oeste do Reino da Espanha.

Esta rota une diversas zonas da Europa à Compostela, e é seguida por milhões de pessoas das mais variadas procedências.

Hoje em dia, pessoas de todas as idades imitam os passos medievais e percorrem este antigo traçado; uns por espírito religioso-cristão, outros por misticismo ou como uma grande aventura.

A todos os que apreciam a natureza, as artes, e os esportes de aventura, acrescidos de pitadas de magia e religiosidade, existentes nessa rota milenar que conduz os peregrinos, o caminho é perfeito.

23 de Julho - Calendário Mágico

DIA DO FESTIVAL DE NEPTUNÁLIA

Este festival romano durava dois dias e homenageava Netuno, Senhor do Elemento Úmido, o deus dos mares e dos terremotos.
Nesse dia, realize este ritual para livrar sua vida dos tremores e abalos.
Num cálice com água, salpique com os dedos um pouco de sal.
Acenda uma vela azul com o símbolo do tridente desenhado, mergulhe as pontas dos dedos indicadores na água, enquanto mentaliza seu pedido de proteção, passe a água salgada na vela. Coloque-a acesa em um altar com vários objetos marinho, tais como conchas, areia, etc


O texto abaixo foi retirado do site: dichiaroluna.multiply.com:

O festival anual da Neptunalia em honra de Neptunus Pater, também conhecido como Pai Netuno na Stregheria.
Esse festival antigo tem sido celebrado há muito tempo, mesmo antes dos romanos.
Hoje, perpetuamos essa celebração para o grande deus Netuno, fazendo uma peregrinação até um local de águacorrente (na Natureza) para fazer esse ritual.
Claro que não nos limitamos a visitar esses locais de água apenas uma vez por ano, mas nessa oportunidade, tomamos mais tempopara podermos dividir com nosso amado Netuno, a sua energia e bençãos, através dos segredos das águas e do mar.

Netuno é geralmente igualado a Poseidon, e ambos dividem muitos aspectos e atributos, porém Poseidon tem uma ligação com o mar muito maior que Netuno.
Netuno é o deus de todas as águas.
É o Deus dos oceanos, mares, lagos, rios, fontes.
Ele se faz presente por seus muitos filhos que vivem nos corpos de água ao redor da terra.
E claro que cada um desses corpos de água também é abençoado com a presença de diversos espíritos da água, com fadas e ninfas que brincam e trazem mais beleza às águas.
Quando olhamos para uma paisagem de água e sentimos aquela falta de ar, de tomada pela beleza, é o presente de beleza das ninfas ao lugar.

Padre Nettuno,
Neptunus Pater,
Deus dos oceanos, mares, rios, lagos e fontes.
Deus dos lagos e dos terremotos.
Treme-terra, Segurador de terra,
O que traz o crescimento das plantas, Senhor dos Cavalos.
Que sua presença esteja conosco todos os dias,
que sua força traga cura,
entendimento, compaixão, profecia, inspiração e metamorfose.
Hoje, todos O honramos.
E que nossos sucessos sejam nossas oferendas,
pois O amamos muito!


20 de Julho - Dia do Amigo


A todos os meus amigos virtuais

Obrigada por fazerem parte da minha caminhada...

19 de Julho - Calendário Mágico

BODAS DE VÊNUS E ADÔNIS

Neste dia, em Roma, celebrava-se o casamento de Adônis e Vênus e é um bom dia para um ritual de equilibrio de energias.
Acenda uma vela azul representando Adônis em uma concha aberta, representando Vênus. Assim, você estará equilibrando suas energias Yin e Yang, feminino e masculino, negativo e positivo, pois somente através do equilibrio podemos viver em completa harmonia.

Entre moitas de rosa e jacintos,
Muitas vezes repousa o jovem Adonis
Amortecida a dor, e a seu lado
Jaz a triste rainha dos assírios...

Brincando certo dia com seu filho Cupido, Venus feriu o peito em uma das setas de seu filho.
Afastou a criança, mas a ferida era mais profunda do que pensara, antes de curá-la, Venus viu Adonis e se apaixonou por ele.
Assim parou de freqüentar seus lugares favoritos, se afastou até do céu, só para ficar perto de Adonis, o seguiu e lhe fez companhia.
Adonis era um caçador, Venus preocupada recomenda Adonis para ter cuidado com tão perigosos animais:
" Sê bravo com os tímidos.
A coragem contra os corajosos não é segura.
Evita expor-te ao perigo e ameaçar minha felicidade.
Não ataque os animais que a natureza armou.
Tua juventude e beleza que encanta Venus não enternecerão os corações dos leões e dos rudes javalis!"

- Feito essa advertência, Venus subiu ao seu carro puxado por cisnes e partiu através dos ares. Adonis porém não segui seus conselhos.
Um javali estava solto e o jovem lançou seu dardo, ferindo o animal de lado, a fera arrancou o dardo com os dentes e correu para atacar Adonis, ele virou de costa e correu, mas o javali o alcançou e o matou.
Venus ainda não tinha chegado a Chipre, quando ouviu o gemido de dor de seu amado e voltou para socorre-lo.
Mas era tarde demais, quando o viu morto no chão, desceu de seu carro e se jogou sobre Adonis, arrancou se cabelos e acusou as parcas (são as deusas que controlam o destino dos homens e decide quando irá morrer):
"Sua ação, porém constituiu um triunfo parcial.
A memória de meu sofrimento perdurará,
e o espetáculo de tua morte e tuas lamentações, meu Adonis
será anualmente renovado.
Teu sangue será mudado numa flor..."


- Assim disse Venus, e espalhou nectar sobre o sangue e ao se misturar os liquidos, nasceu uma flor cor-de-sangue, mas uma flor de vida curta.
O nome da flor é anêmona ou flor-do-vento, pois o vento é a causa de seu nascimento e sua morte.
Levantaram-lhe templos e elevaram-no à categoria dos deuses e, em sua honra , instituídas as festas chamadas adonias.

19 de Julho - Calendário Mágico

Dia de Ísis

A mais ilustre das deusas egípcias.
É representada à procura de Osíris, seu irmão-esposo defunto, que ressucita com seu sopro; ou aleitando seu filho Hórus; ou acompanhando ritos funerários.
Ísis protege os mortos debaixo de suas asas e ressucita-os.
Parece ter simbolizado, de início, a deusa do lar, por sua fidelidade e devotamento.
Mas, depois de ter roubado, segundo uma lenda, o nome secreto do deus supremo, Ra, seu poder se estendeu sobre o universo, como poder divino.
Todo ser vivo é uma gota do sangue de ísis. com efeito, tanto no Oriente Médio quanto na Grécia e em Roma, e em toda a bacia do Mediterrâneo, Ísis foi adorada como a deusa suprema e universal.

eu sou a mãe e a natureza inteira,
senhora de todos os elementos,
origem e princípio dos séculos,
divindade suprema,
rainha da alma dos mortos,
primeira entre todos os habitantes do céu,
os sopros salutares do mar, e,
os silêncios desolados dos infernos,
sou eu quem tudo governa segundo a minha vontade

[citado por Serge Sauneron em Dictionaire de la civilisation égyptienne, Paris, 1959, pag. 140]

Em todos os circulos esotéricos, ela será considerada como a iniciadora, aquela que detém os segredos da vida, da morte e da ressureição.
A cruz ansada (ankh) ou o nó de ísis são os símbolos dos seus poderes infinitos.
Nas religiões fundadas nos mistérios, dos primeiros séculos da era cristã, encarna o princípio feminino de toda fecundidade e de toda transformação.

retirado do site: http://thahy.com

É a divina mãe, guardiã e mágica.
Irmã e esposa de Osíris e mãe de Hórus.
Uma das quatro divindades protetoras, guardiãs de ataúdes e vasos canopos.
Irmã de Néftis, com a qual agia como acompanhante divina para os mortos. Protótipo da maternidade e da esposa fiel.
Pertencia à enéade de Heliópolis.
Na antiga mitologia egípcia, Ísis era a deusa do amor e da magia, considerada também a mãe de todo Egito.
Era filha de Geb (deus da Terra) e mulher do irmão Osíris (deus da vida no além e da vegetação). Teve um filho com Osíris, Hórus (deus do Céu).
De acordo com a mitologia, Ísis tinha o poder de provocar a cheia do rio Nilo, muito importante para a agricultura nas margens do rio.

Ísis, ou Aset, da mitologia egípcia foi a mulher de Osíris, filha do deus da terra, Geb ou Gueb, e da deusa do céu, Nut.
Era ainda mãe de Hórus e cunhada de Set ou Seth.

Segundo a lenda, Ísis ajudou a procurar o corpo de Osíris, que tinha sido despedaçado por seu irmão, Seth.
Ísis, a deusa do amor e da mágica, tornou-se a deusa-mãe do Egito.

Quando Osíris, seu irmão e marido, herdou o poder no Egito, ela trabalhou junto com ele para civilizar o Vale do Nilo, ensinando a costurar e a curar os doentes e introduzindo o conceito do casamento.
Ela conhecia uma felicidade perfeita e governava as duas terras, o Alto e o Baixo Egito, com sabedoria enquanto Osíris viajava pelo mundo difundindo a civilização.

Até que Seth, irmão de Osíris, o convidou para um banquete.

Tratava-se uma cilada, pois Seth estava decidido a assassinar o rei para ocupar o seu lugar.
Seth apresentou um caixão de proporções excepcionais, assegurando que recompensaria generosamente quem nele coubesse.
Imprudente, Osíris aceitou o desafio, permitindo que Seth e os seus acólitos pregassem a tampa e o tornassem escravo da morte.

Cometido o crime, Seth, que cobiçava ocupar o trono de seu irmão, lança a urna ao Nilo, para que o rio a conduzisse até ao mar, onde se perderia.
Quando Ísis descobriu o ocorrido, afastou todo o desespero que a assombrava e resolveu procurar o seu marido, a fim de lhe restituir o sopro da vida.
Assim, cortou uma madeixa do seu cabelo, estigma da sua desolação, e o escondeu sob as roupas peregrinando por todo o Egito, na busca do seu amado.
Por sua vez, e após a urna atingiu finalmente uma praia, perto da Babilônia, na costa do Líbano, enlaçando-se nas raízes de um jovem tamarindo, e com o seu crescimento a urna ascendeu pelo mesmo se prendendo no interior do seu tronco, fazendo a árvore alcançar o clímax da sua beleza, que atraiu a atenção do rei desse país, que ordenou ao seu séquito que o tamarindo fosse derrubado, com o proposito de ser utilizado como pilar na sua casa.
Enquanto isso, Ísis prosseguia na sua busca pelo cadáver de seu marido, e ao escutar as histórias sobre esta árvore, tomou de imediato a resolução de ir à Babilônia, na esperança de ultimar enfim e com sucesso a sua odisséia.

Ao chegar ao seu destino, Ísis sentou-se perto de um poço, ostentando um disfarce humilde e brindou os transeuntes que por ela passavam com um rosto lindo e cheio de lágrimas.

Tal era a sua belaza e sua triste condição que logo se espalharam boatos que chegaram ao rei da Babilônia, que, intrigado, a chamou para conhecer o motivo de seu desespero.
Quando Ísis estava diante do monarca solicitou que permitisse que ela entrelaçasse os seus cabelos. Uma vez que o regente, ficou perplexo pela sua beleza, não se importou com isso , assim Ísis incensou as tranças que espalharam o perfume exalado por seu ástreo corpo. Fazendo a rainha da Babilônia ficar enfeitiçada pelo irresistível aroma que seus cabelos emanavam.
Literalmente inebriada por tão doce perfume dos céus, a rainha ordenou então a Ísis que a acompanhasse.

Assim, a deusa conseguiu entrar na parte íntima do palácio do rei da Babilônia, e conquistou o privilégio de tornar-se a ama do filho recém-nascido do casal régio, a quem amamentava com o seu dedo.

Se apegando à criança, Ísis desejou conceder-lhe a imortalidade, para isso, todas as noites, a queimou, no fogo divino para que as suas partes mortais ardessem no esquecimento.

Certa noite, durante o ritual, ela tomou a forma de uma andorinha, a fim de cantar as suas lamentações.

Maravilhada, a rainha seguiu a melopéia que escutava, entrando no quarto do filho, onde se deparou com um ritual aparentemente hediondo.

De forma a tranqüilizá-la, Ísis revelou-lhe a sua verdadeira identidade, e terminou o ritual, mesmo sabendo que dessa forma estaria a privar o pequeno príncipe da imortalidade que tanto desejava oferecer-lhe.

Observando que a rainha a contemplava, Ísis aventurou-se a confidenciar-lhe o incidente que a fez visitar a Babilônia, conquistando assim a confiança e benevolência da rainha, que prontamente lhe cedeu a urna que continha os restos mortais de seu marido.

Dominada por uma imensa felicidade, Ísis apressou-se a retirá-la do interior do pilar.

Porém, o fez de forma tão brusca, que os escombros atinginram, mortalmente, o pequeno príncipe.

Outra versões desta lenda, afirma que a rainha expulsou Ísis, ao ver o ritual, no qual ela retirou a urna do pilar, sem o consentimento dos seus donos.

Com a urna, Ísis regressou ao Egito, onde a abriu, ocultando-a, nas margens do Delta.

Numa noite, quando Ísis a deixou sem vigilância, Seth descobriu-a e apoderou-se, uma vez mais dela, com o intento de retirar do seu interior o corpo do irmão e cortá-lo em 14 pedaços e os arremessando ao Nilo.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, Ísis reuniu-se com a sua irmã Néftis, que também não tolerava a conduta de Seth, embora este fosse seu marido, e, juntas, recuperaram todos os fragmentos do cadáver de Osíris.

Em seguida, Ísis organizou uma vigília fúnebre, na qual suspirou ao cadáver reconstituído do marido:

“Eu sou a tua irmã bem amada.
Não te afastes de mim, clamo por ti!
Não ouves a minha voz?
Venho ao teu encontro e, de ti, nada me separará!”

Durante horas, Ísis e Néftis, com o corpo purificado, inteiramente depiladas, com perucas perfumadas e boca purificada por natrão (carbonato de soda), pronunciaram encantamentos numa câmara funerária, impregnada por incenso.
A deusa invocou então todos os templos e todas as cidades do país, para que estes se juntassem à sua dor e fizessem a alma de Osíris retornar do Além.
Uma vez que todos os seus esforços revelavam-se vãos, Ísis assumiu então a forma de um falcão, cujo esvoaçar restituiu o sopro de vida ao defunto, oferecendo-lhe o apanágio da ressurreição.
Ísis em seguida amou Osíris, mantendo o vivo por magia, tempo suficiente para que este a engravidasse.

Outras fontes garantem que Osíris e a sua esposa conceberam o seu filho, antes do deus ser assassinado.

Após isso ela ajudou a embalsamá-lo, preparando Osíris para a viagem até seu novo reino na terra dos mortos, tendo assim ajudado a criar os rituais egípcios de enterro.

Ao retornar à terra, Ísis encontrava-se agora grávida do filho, concebendo assim Hórus, filho da vida e da morte, a quem protegeria até que este achasse-se capaz de enfrentar o seu tio, apoderando-se (como legítimo herdeiro) do trono que Seth havia usurpado.

Ela ocultou-se, secretamente, no Delta, onde se preparou para o nascimento do filho, o deus- falcão Hórus.

Quando este nasceu, Ísis tomou a decisão de dedicar-se inteiramente à árdua incumbência de velar por ele.

Todavia, a necessidade de ir procurar alimentos, acabou deixando o pequeno deus sem qualquer proteção.

Numa dessas ocasiões, Seth transformou-se numa serpente, visando espalhar o seu veneno pelo corpo de Hórus, quando Ísis regressou encontrou o seu filho já próximo da morte.
Entretanto, a sua vida não foi ceifada, devido a um poderoso feitiço executado pelo deus-sol, Ra.
Ela manteve Hórus em segredo até que ele pudesse buscar vingança em uma longa batalha que significou o fim de Set.

A mágica de Ísis foi fundamental para ajudar a conseguir um julgamento favorável para Osíris.
Com freqüência, ela é retratada amamentando o filho Hórus.

Ísis sob a forma de serpente se ergue na fronte do rei para destruir os inimigos da Luz, e sob a forma da estrela Sótis anuncia e desencadeia as cheias do Nilo.

retirado do site:
http://www.ocultura.org.br

18 de Julho - Calendário Mágico

Dia de Néftis

Néftis é uma divindade da mitologia egípcia.
Pertencia à enéade de Heliópolis, sendo a filha caçula de Geb e Nut.
Quarta filha de Nut e Geb, representava as terras áridas e secas do deserto e a morte.
Irmã de Osíris, Ísis e Seth, desposou este último.
Irmã e esposa de Seth, o qual abandonou quando ele (Seth)
matou Osíris.
É mãe de Anúbis, cujo pai pode ser Seth ou Osíris, dependendo da versão da lenda:
Após uma briga com o marido (Seth), fantasiou-se de Ísis.
Osíris, pensando que era a sua mulher, teve relações com ela.
Dessa união, nasceu Anúbis, deus dos embalsamadores.
Quando Seth destruiu Osíris ( por quem ela era apaixonada), permanece solidária à irmã Isis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do defunto e também tomando a forma de um milhafre para velá-lo e chorá-lo.
Juntamente com Ísis, age como acompanhante divina para os mortos, protege os sarcófagos e um dos vasos canopos e usa seu nome na cabeça: um cesto colocado em um edifício.
É ainda na companhia de Isis que ela acolhe o Sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.
Era representada como uma figura feminina com o seu nome em hieróglifo na sua cabeça.
O seu nome significa "Senhora da Casa" ou "Senhora do Castelo", entende-se como casa o lugar onde Hórus vive.

Ísis e Néftis representam as coisas que já existem e as que ainda estão por vir, na mitologia egípicia.
Neste dia, plante algumas sementes num vaso e celebre o nascimento das coisas novas que vão nascer e das coisas que já cumpriram sua função e seu tempo em sua vida.

17 de julho - Calendário Mágico

Dia de Amaterasú Omí Kamí

O Divino Feminino na terra do Sol Nascente

No princípio era o Caos, apenas o Uno existindo no Nada.
Então, o Uno criou o casal divino, Izanaghi e Izanami, que deram origem por sua vez, às demais divindades do panteão japonês.
Da abóbada as duas deidades, segundo conta-se, atiraram uma pedra no caótico mar primevo, e ao retirá-la, surge a primeira ilha.
Para chegar a nova terra o Casal Divino constrói a “ponte sagrada”, um arco-íris que serve de ligação entre os mundos.
Utilizando-se do arco-íris as duas divindades desceram a Terra e se uniram em matrimônio, dando origem então às demais ilhas que compõem o território japonês.
Logo após o parto, Izanami que havia dado à luz o fogo (o Sol) foi queimada e morta pelo fogo ou Sol, Izanami desce ao mundo dos mortos – para onde Izanaghi segue posteriormente a fim de resgatá-la.
Após várias tentativas infrutíferas Izanaghi volta a Terra e purificando-se em um riacho dá origem, sozinho, a Amaterasu e seus dois irmãos, Yomí e Susano O, as três divindades mais importantes do Xintoismo, que na língua original significa “Via dos Deuses”.
O Sol, seu símbolo e reino ainda hoje permanecem como símbolo do povo japonês, com sua imagem estampada na bandeira dessa nação, o que nos mostra quão grande é a devoção do povo japonês por essa divindade que desde o início dos tempos permanece inalterada.
Em seu mito, Amaterasu é descrita como uma Deusa radiante e bondosa, invejada pelo seu irmão Susanowo, o Deus do Tufão, que passou a desrespeitá-la e a destruir suas criações.
Após agüentar a destruição das lavouras de arroz e a dessacralização dos seus templos, Amaterasu ficou tão magoada, que se enclausurou em uma gruta, recusando-se a sair.
Alarmados com o fenecimento da vegetação, o frio e a escuridão que se espalharam sobre a Terra, as outras divindades tentaram encontrar um meio para trazer a Deusa de volta.
Oito mil Deuses reuniram-se na frente da gruta fazendo muito barulho, enquanto Uzume, a deusa da alegria, fazia todos rirem com suas brincadeiras e os movimentos lascivos do seu volumoso ventre nu.
Curiosa com o motivo da algazarra e das risadas, Amaterasu abriu os véus que cobriam a entrada da gruta e sua figura refletiu-se em um enorme espelho de cobre, ali colocado pelas divindades. Ao se deparar com a linda imagem no espelho, Amaterasu sentiu-se enfeitiçada pela sua própria beleza e permaneceu estática, em contemplação.
Rapidamente, o Deus da Montanha fechou com rochas a entrada da gruta, enquanto deuses e mortais cantavam louvores ao esplendor de Amaterasu.
Comovida, ela cedeu aos pedidos e deixou-se conduzir de volta ao seu palácio dourado.
De lá, Amaterasu continua vigiando a Terra e suas lavouras e atende aos pedidos e orações, principalmente das mulheres que sofreram alguma violência da parte dos homens.
Considerada a responsável pelo cultivo dos campos de arroz, pelos canais de irrigação, artes têxteis e preparo da comida, Amaterasu é reverenciada até hoje no nascer e no pôr-do-sol, nos altares dos templos e das casas, principalmente pelas mulheres mais idosas.

Amaterasú, o Sol é a luz que resplandece ainda agora no céu japonês, iluminando os caminhos de seu povo e regendo com seus ciclos toda a vida dessa raça.
Amaterasu é a ancestral divina primordial, a senhora do brilho celeste e do calor solar, padroeira da agricultura e da tecelagem.
Às margens do rio Ise Wan, encontra-se um templo simples, de madeira, sem imagens, que guarda o sagrado espelho com oito braços da deusa e para onde milhares de peregrinos levam suas orações e oferendas.


Textos copiados dos sites: www.sadhana.com.br e http://brumasdotempo.blogspot.com

16 de Julho - Calendário Mágico


SONO DAS FADAS

Esta simpática tradição irlandesa diz que este é o único dia do ano em que as fadas dormem.
Por isso, era costume colocar travesseirinhos de algodão dentro das flores ou em lugares confortáveis no jardim, onde as fadas podem dormir.
No dia seguinte, basta recolher os travesseirinhos, que estarão impregnados da magia das fadas, tornando-se ótimos amuletos.

15 de Julho - Calendário Mágico

Dia de Rowana

Rowana é a "árvore da vida" nas lendas celtas.
Dizem que essa espécie de árvore crescia em Stonehenge mesmo antes dos celtas chegarem na Bretanha.
Era conhecida como "A Árvore Sussurrante" pois os anciões acreditavam que ela guardava segredos.
A Rowana cresce com mais freqüência no norte e nordeste da Escócia e é também chamada de "Dama das Montanhas".
Conhecida como a árvore- Deusa ma mitologia nórdica.
Também é a senhora das Runas e da Proteção.
Em seu dia , você pode confeccionar um poderoso talismã pessoal.
Escolha uma árvore que represente Rowana e peça-lhe permissão para retirar um pedacinho da casca.
Grave nela a sua runa preferida e passe-a num incenso de Madeira do Oriente por 3 vezes. Carregue esse precioso amuleto sempre.

O conteúdo a seguir foi copiado do blog : http://renascimentolusitano.blogspot.com/

após ter lido o seu comentário...nessa postagem



Rowan Tree (Sorbus Aucuparia), Eeno, Co. Wicklow, Ireland, 2008


PRECE A ROWAN

The spells were vain,
The hag returned
To the Queen in a sorrowful mood,
Crying that witches have no power
Where there is Rowan tree wood.

«Laidley Wood», traditional Celtic ballad


Sagrada, sagrada, ó sussurrante,
Bebedora de sangue e seio de sangue,
Mãe de tudo o que é verde, que do trovão
E do teu ventre nasceu, guardiã
Das terras dos homens, protege-me!
Com o teu sangue o druida vê, o bardo
Canta, o guerreiro inflama-se qual brasa!
Que o meu sangue se possa erguer, vívido,
Assim na morte, e a minha alma
Possa repousar, Mãe, possa repousar,
Como uma sombra quieta, no fresco
Segredo dos teus braços.


Lord of Erewhon

* O Dia de Rowan, ou da Árvore de Rowan, é um dia sagrado para os Célticos e, nos nossos dias, apenas para alguns Nórdicos.
Rowan é a Árvore da Vida.
«Rowan» tem origem no Norse, «raun» – antiga língua germânica comum aos povos da Escandinávia e às suas colônias por todo o mundo durante a Era Viking –, este termo deriva do Proto-Norse – língua comum aos germânicos mais a Norte até ao Séc. VIII –, «raudnian», que significa «tornar-se da cor vermelha», contexto semântico que se embricou com as bagas vermelhas da árvore Rowan e a mudança de cor que a folhagem ganha no Outono.
O Culto de Rowan acabou por se misturar aos cultos druídicos, ninguém sabe exactamente quando e como, mas só pode ter sido pelas incursões Vikings na Escócia, onde a pregância cultural do mito é hoje maior, e porque estas árvores sempre foram abundantes nas Ilhas Britânicas, nas quais a árvore adquiriu diversos nomes fabulosos: «Dama das Montanhas», «Árvore Sussurrante», «Bosque Circular», «Árvore da Runa», «Ajudante de Thor», «Árvore da Feitiçaria», «Expulsa Bruxas», etc.
No Gaélico chamam-lhe «rudha-an», «a vermelha».
A árvore existe também no Norte da América e nas províncias canadianas de Newfoundland & Labrador e Nova Scotia, zonas de colonização Viking.
A importância religiosa, misteriosa, mística e esotérica da Árvore de Rowan é sem fim: os cajados dos Druidas eram feitos dos seus ramos; as suas folhas são usadas em feitiços e curas; são colocadas em vasos para proteção das tempestades (na mitologia dos Finlandeses antigos, a deusa Rauni, quando viu que a terra era um deserto, desceu dos céus, copulou com Ukko, o deus do trovão, que a emprenhou com um relâmpago poderoso, e gerou todas as plantas, flores e árvores); é plantada nos cemitérios para proteger a alma dos mortos de serem assombradas; runas são feitas do poder da sua madeira; as quintas e os currais são protegidos com áleas destas árvores, que se tem fé protegerem das bruxas; no Canadá, na Finlândia e na Suécia o número das suas bagas continua a ser tomado como augúrio pelos camponeses para a quantidade de neve a cair em cada Inverno, e o resultado da produção frutícola augúrio para as condições climáticas do Verão; na Finlândia ainda se acredita que se a árvore florir duas vezes será excelente a colheita de batatas e haverá mais casamentos no Outono; na Suécia, que se a árvore perder a cor e ficar pálida o Outono e o Inverno trarão doenças.
Presentemente a espécie é mais numerosa no Norte e Nordeste da Escócia, onde os designativos «Dama das Montanhas» e «Árvore Sussurante» (porque ensina os segredos) a nomeiam.
Não esqueçamos que estas costas sempre foram sujeitas a incursões Vikings, sendo os actuais Escoceses (em parte) deles descendentes e de Celtas que migraram da Irlanda.
Na Escócia ainda se faz vinho das bagas, vinho que era usado pelos Druidas para aumentar o poder da vidência; as folhas e as bagas eram usadas em incensos com o mesmo propósito.
Na América do Norte chamam-lhe «mountain ash», porém a Rowan não é um freixo (fraxinus), é uma sorbus aucuparia, da ordem das rosales, família das rosaceae, ou seja, uma parente das roseiras… eixo do mundo.
Das suas bagas ainda é feita compota, consumida pelos competidores em jogos tradicionais celtas.
Todos os Célticos lhe têm grande devoção, mas esta permanece mais forte entre os Escoceses, apesar de os Nórdicos de modo nenhum a terem esquecido: em Vardø (o lugar em que o Oeste encontra o Este), ilha no mais extremo Nordeste da Noruega (70° 21' N, 31° 02' E, mais a Este que São Petersburgo, Kiev e Istambul) a árvore resiste, impressionantemente, ao clima árctico. Sete árvores foram plantadas em 1960, uma sobreviveu, tendo florido em 1974 e 1981, e por fim sucumbido ao frio Inverno de 2002.
Duas novas árvores foram plantadas, que os Noruegueses protegem durante o frio maior, erguendo uma casa em seu redor, aquecendo-as e alimentando-as.
São as duas únicas árvores da ilha.

Sagrado seja este Dia de Rowan!
Que os espíritos da noite vos protejam e a sombra da morte nunca vos toque!
Hoje é também Quarta-feira, Mittwoch, Wednesday, dia de Odin (Woden ou Wotan), um grande dia para o trovão…

13 de julho - Calendário Mágico

Nossa Senhora Rosa Mística

é o nome atribuído a Maria, mãe de Jesus,a partir de diversas aparições, cuja imagem é marcada pela presença de três rosas no peito: uma branca, uma vermelha e uma dourada.
Há relato de aparições Europa e também na América.
O principal tema abordado por Nossa Senhora nestas aparições é a vocação religiosa, e a necessidade de oração para que os religiosos do mundo inteiro cumpram sua missão evangelizadora e que sejam, de fato, instrumentos do amor de Jesus.

11 de julho - Calendário Mágico

Dia de Santa Clara

Clara era neta e filha de fidalgos guerreiros das mais ilustres e poderosas famílias de Assis.
Viviam num palácio na cidade, possuíam um castelo nos arredores e consideráveis propriedades.
O pai, Favarone Scifi, era conde e como todos os cavaleiros feudais deixava a educação das filhas a cargo de sua mulher e das numerosas damas do palácio.
Como guerreiro cabia-lhe também participar nas cruzadas contra os infiéis, mas a sua religiosidade não iria muito além destas belicosas investidas.
O avô de Clara pertencia à nobre família dos Offreducci.
Seu filho mais velho, Monaldo, tio de Clara, era um guerreiro brutal e sem escrúpulos, mas na família havia outros parentes cuja generosidade aquela menina loira e sensível iria imitar.
Ortolana Fiuni, antes mesmo da sua filha Clara nascer, pediu autorização ao marido para fazer uma peregrinação à Terra Santa, fato que era comum na época, principalmente na nobreza.
Foi acompanhada da sua grande amiga, Pacífica de Guelfuccio, e integradas num grupo maior de peregrinos.
Só a muita fé fazia esquecer a travessia do mar em más condições, as caminhadas longas sob diversos perigos, o calor, a escassez de água e alimentos.
Toda a adversidade era compensada pelo momento inesquecível da chegada a Jerusalém, e o privilégio de poderem ajoelhar-se perante o Santo Sepulcro.
Nessa viagem, Ortolana irá também a Roma.
Após o regresso a casa, sabe que vai ser mãe.
A lenda diz que a mãe de Clara de Assis ouviu um dia vozes que lhe anunciam que a criança que ia nascer iria ser um clarão de luz para todo o mundo...
Santa Clara de Assis (em italiano, Santa Chiara d'Assisi) nascida como Chiara d'Offreducci em Assis (Itália), no dia 16 de Julho de 1194, e falecida em Assis, no dia 11 de Agosto de 1253.
Segundo a tradição, o seu nome vem de uma inspiração dada à sua mãe, de que haveria de ter uma filha que iluminaria o mundo.
Aos doze anos era considerada de uma beleza fora do comum e os seus dotes artísticos eram o orgulho da mãe e do pai.
Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos.
Durante um ano, Clara vai à Capela de Santa Maria dos Anjos ouvir a pregação de Francisco e conversa com ele.
Vai vestida de maneira discreta, sobre a cabeça põe um manto pesado para não ser reconhecida e faz-se acompanhar de uma amiga de confiança.
Clara não mais vai esquecer essas conversas nem a forma humilde como ele se vestia - descalço, uma túnica de pano grosseiro, apanhada na cintura com uma corda e um cajado encimado de uma cruz e aquele olhar sereno e feliz.
Aquela felicidade que só alguns conseguem atingir.
Durante quatro anos, silenciosamente, sem mesmo dizer à mãe o que se passava no seu pensamento, Clara vai meditar na sua vida.

Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente indo ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por Francisco, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo, indo ao seu encontro na noite de 18 de março de 1212, acompanhada da amiga fiel, Filipa de Guelfuccio, descem a encosta até à Porciúnculadirige-se à humilde igrejinha de Santa Maria dos Anjos, aos pés do monte sobre o qual surge Assis, onde a aguardavam Francisco e seus frades.
Leva por baixo do manto um vestido de noiva, adornada com jóias: é o costume que ainda hoje se mantém nas tomadas de hábito das freiras que depois despem as vestes da “riqueza mundana” para envergarem o hábito da pobreza.
Neste caso a verdadeira pobreza franciscana — o véu branco da pureza e o negro símbolo da penitência.
Na cerimónia de profissão de fé de Clara, no mosteiro de Francisco, é e!e próprio quem lhe vai cortar os cabelos.
Diz-se que ao ver cair aqueles fios doirados no chão, o santo terá deixado rolar uma lágrima.
Em seguida Clara foi levada a um mosteiro beneditino...
A família, ao dar pelo desaparecimento de Clara, desencadeia as buscas, tendo à frente o tio de Clara que descobre que ela se recolhera junto da comunidade de Francisco.
Quando o tio chega ao mosteiro das beneditinas de S.Paulo, em Bastia, próximo de Assis, onde Clara se recolhera, vê a sobrinha descalça, vestida pobremente que com serenidade e segurança lhe diz que não mais voltará para casa dos pais, porque é aquela a vida que escolheu.
Fica indeciso. Ainda tenta forçá-la a segui-lo.
Porém, Clara — para que ele perceba que a sua opção não foi um impulso passageiro retira o véu e mostra-lhe a cabeça rapada.
O tio solta um grito de raiva.
Aqueles cabelos de oiro, elogiados por toda a cidade, já não cobriam a bela cabeça da sobrinha e, meio descontrolado, retira-se com os seus soldados.
Como a família de Francisco, também a de Clara teve de encarar a escolha da filha como algo mais forte que os poderes terrenos.

Mais tarde Francisco a tirou do mosteiro para conduzi-la ao paupérrimo convento de são Damião, destinado às monjas da Ordem Segunda franciscana, onde, juntamente com outras moças , deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas, da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina.
Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
A resposta da jovem Clara ao ideal franciscano de pobreza foi total.
Para estar em consonância com o mestre pediu e obteve o “privilégio da pobreza” que a privava também da possibilidade de ter qualquer coisa de seu.
Abandonando a rica morada, também a sua mãe, Ortolana, e as irmãs Beatriz e Catarina, ingressaram mais tarde no austero convento.
Clara permaneceu por toda a vida fiel e coerente com a Regra que ela havia ditado.
Não conhecia limites à caridade, ao serviço junto às irmãs, aceitando com alegria mesmo incumbência mais humildes.
Considerava honra lavar os pés das externas, quando voltavam ao convento.
Penitência e mortificação impõe a si mesma em medida tão dura que suscitava preocupação e advertências da parte de Francisco.
A moderação recomenda às outras, não a si mesma.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé.
Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro.
Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse:
"Confia em Deus!".
Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.



Em 1225, ano que precedeu sua morte, Francisco de Assis, doente e quase cego, tinha batido na porta do convento de são Damião, onde há muito tempo irmã Clara aguardava a consolação de sua visita, e pediu para ser hospedado.
Para respeitar a clausura, quis ser acomodado na terra nua numa cabana de palha, no quintal.
Foi aí que o trovador de Deus transbordou sua alma na oração de reconhecimento ao Senhor com o Cântico do Irmão Sol, o mais belo hino à alegria.
Com este gesto Francisco parece ter querido brindar a mais fiel e entusiasta intérprete do seu ideal ascético, Clara..

Oração a Santa Clara

Pela intercessão de Santa Clara,
ó Senhor Todo Poderoso
me abençõe e proteja;
volte para mim os seus olhos misericordiosos,
dê-me a paz e a tranquilidade,
derrame sobre mim as suas copiosas graças e,
depois desta vida,
aceite-me no céu em companhia de Santa Clara e de todo o santuário.

O MILAGRE DO SOL

Noutra ocasião, quando da invasão de Assis pelos sarracenos, Frederico II, com o seu exército composto por sarracenos, desde que fizera uma aliança com o sultão do Egito, aproxima-se do convento de S. Damião.
Na sua fúria contra a Igreja católica, tenta penetrar no mosteiro onde se encontra Clara e a sua comunidade.
Quando os soldados que tentavam o saque se aproximam, as freiras em pânico vão avisar Clara que, sem ter qualquer meio de defesa, vai à capela e pega na custódia, peça do culto onde se coloca a hóstia, normalmente de ouro ou prata, e empunhando-a com as duas mãos levanta-a de modo a que seja vista pelos invasores.
Santa Clara apanhou o cálice com hóstias consagradas dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles e, conta a lenda que, os raios de Sol, refletindo-se nela, teriam assustado os guerreiros que, em debandada, fugiram.
Por este milagre é que Santa Clara segura o cálice na mão.

“Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!
Na beleza deste nome um modo de ser.
Na grandeza deste nome a dignidade de ser mulher e santa.
Na força deste nome um programa de vida.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

10 de julho - Calendário Mágico

Dia de Holda

Deusa germânica conhecida como Senhora das Bruxas.
Senhora da noite, da Lua e da feitiçaria, é representada sempre acompanhada de seu séquito de bruxas e pássaros noturnos.
Ela costumava ser identificada como Ártemis e pode nos ajudar a obter coragem e força em nossas batalhas.
Tambem conhecida como, Holde, Holle, Hulda (benigna), Bertha, Bertcha (Dama Branca). Nome germanico para Hel. "Dama Branca", "Mãe de Terra Negra", Deusa do inverno e da bruxaria , aspecto de Anciã da Lua.
Holda é a fada Rainha que rege os ventos e as tempestades de neve.
Também é considerada padroeira das mulheres que trabalham com a fiação.
Na Alemanha aparece como uma fada doméstica que ajuda as famílias nas casas onde vive.
Entre a s tribos germânicas, dizia-se que ela cavalgava com Odin nas caçadas selvagens
para recolher as almas errantes e leva-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.
Tal Caçada Selvagem pode ter ligações com as Valquírias lideradas por Freya em seu aspecto obscuro.
Ainda no sec X, dizia-se que as mulheres cavalgavam ao seu comando em galopes selvagens pela noite.
O azevilho era sua planta sagrada.
Seus seguidores normalmente confeccionavam seus bastões de magia com esta madeira.
Trabalhava sobre as artes, destino, carma, magia negra e vingança.
Ela é associada a lagos e regatos.
Quando nevava, os antigos diziam que Holda estava virando sua cama de penas.
Ela tambem é um deusa maternal, do lar, do tear e principalmente do cultivo de linho.
Normamente ela trabalha em cojunto com seus animais especias: os lobos.
Se sentir que esta sofrendo algum tipo de ataque psíquico, sendo bombardeado por pennsamentos negativos ou em perigo físico chame por ela e por seus lobos, eles irão lhe ajudar.

A Rainha Holda se mostra como uma mulher muito bela vestida de branco, mas se for insultada, pode mostrar-se tão feroz quanto as hárpias.
Holda favorece a tranqüilidade no lar, a prosperidade, o êxito rápido e a sorte com os negócios.
Holda reina sobre os Silfos, espíritos do ar e, fala para que deixes que o vento bata em teu rosto e abrace teu corpo, para que sintas o quanto é maravilhoso estar vivo!

Neste dia pegue um anel de prata e enterre-o na base de uma vela verde.
Acenda a vela e invoque a presença de Holda.
Quando a vela acabar, retire o anel e use-o sempre.
È um anel mágico que traz a força e a coragem para combater seus inimigos e transpor seus obstáculos do dia-a-dia.

Ritual para obter seus favores:
Compre um sino de metal e ate-o com uma fita azul no alto da porta de entrada.
Toda vez que uma visita indesejada for a sua casa, basta soar três vezes o sino para invocar Holda.
Depois, deves limpar o sino com essência de frutas em sinal de agradecimento por sua proteção.

Pesquisa da internet; sites http://juboop.blogspot.com e www.rosanevolpatto.trd.br


08 de Julho - Calendário Mágico


Dia de São Nunca

Hoje é o dia para fazer um ritual pedindo aquele desejo que parece impossível...
Reza a tradição popular que as coisas quase impossíveis só acontecerão no dia de São Nunca.
Vale a pena tentar.

07 de julho - Calendário Mágico

Tanabata Matsuri - A Lenda que deu origem à comemoração

Uma lenda inglesa conta a origem do festival Tanabata:

Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (織姫) a "Princesa Tecelã".
Certo dia Tenkou (天工) o "Senhor Celestial", pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (牽牛) o "Pastor do Gado" (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram fulminantemente.
A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.
Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.
A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime.
Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.
Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano:
Vega (Orihime) e Altair (Kengyu).

A celebração

Os japoneses escrevem seus desejos em cartões de papel (Tanzaku) e os penduram entre as folhas de bambú, orando para as estrelas.
Eles acreditam que ao orar fervorosamente todos os pedidos serão atendidos.
No Dia do TANABATA MATSURI, os "tanzaku" (papeletas) são amarrados nos "sassa-dake" (ramos de bambu) e colocados junto aos enfeites típicos.
Nessas papeletas, as pessoas escrevem seus pedidos, seus sonhos, suas esperanças, que serão levados até às estrelas pelos pássaros, os ajudantes alados.
O festival tem origem chinesa, mas foi incorporado pelos japoneses à mais de 1.300 anos. Algumas cidades japonesas fazem grandes festivais que demoram dias...
Enfeitam as ruas da cidadee colocam grandes mastros de bambu cobertos de pedidos.
Mas mesmo lojas do comercio e escolas pre-primárias também fazem as suas comemorações.
É comum ver pequenos bambus cheios de pedidos dos alunos e professores, ou mesmo funcionarios do estabelecimento quando passamos pela cidade.
O legal é ver que ali estão pedidos de várias nacionalidades.
Escritos em japonês, português, castelhano, inglês...todos pedindo às estrelas do céu!!
Atualmente o Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão.
É realizado em diversas cidades, o mais tradicional é o de Miyagui, que se realiza em agosto, aproveitando as férias de verão das escolas japonesas.

No Brasil é conhecido como o Festival das Estrelas, assim o Tanabata Matsuri é realizado na cidade de São Paulo, na Praça da Liberdade, no mês de julho, desde 1979.
Esta é a principal comemoração anual do bairro, incluída no Calendário Turístico do Estado e do Município de São Paulo.
As ruas a praça são decoradas com grandes ramos de bambu ornamentados por enfeites de papel colorido que simbolizam as estrelas; tanzaku (短冊), pequenos pedaços de papel onde as pessoas colocam seus pedidos, são pendurados nesses bambus; são realizados também apresentações de tambores Taikô, danças folclóricas e shows de cantores.

O significado do sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar Tanzaku

Assim como a Cultura Maia os costumes de Okinawa consideram a existência de uma relação entre a Lua e o Sol e observam a diferença de um dia entre estes dois calendários, que no Japão corresponde ao Tanabata.
A Lua gira em torno da Terra:
A cada ano 13 vezes em ciclos de 28 dias, completando um ciclo anual de 364 dias (dividido por 7 = 52 semanas)
A Terra gira em torno do Sol num ciclo que se completa em aproximadamente 365 dias
A diferença entre estes ciclos do Sol (365 dias) e da Lua (364 dias) corresponde a 1 dia "(neutro)".
Assim, o ano teria 52 semanas mais 1 dia neutro, o Tanabata, dia 07 do sétimo mês do calendário lunar.

Datas oficiais pelo calendário lunar

A data original do Tanabata é baseada no calendário lunisolar japonês, que é um mês atrasado que o calendário gregoriano.
Com isso, alguns festivais são realizados no dia 7 de Julho e outros nos dias próximos ao dia 7 de Agosto, enquanto outros continuam comemorando no sétimo dia do sétimo mês lunar do tradicional calendário lunisolar japonês, que normalmente é em Agosto no calendário gregoriano.

copiado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tanabata

05 de julho - Calendário Mágico

DIA DE ANGUS MAC OG

Na mitologia celta, Angus é o deus da juventude e beleza.
Segundo a tradição, neste dia Angus repartia suas qualidades com os mortais merecedores.
Faça este ritual: molhe as mãos e o rosto numa bacia com leite, mel e pétalas de rosa, pedindo para ter espírito jovem e alma bela.
Sua aparência física será um reflexo de como você é por dentro.
Angus Mac Oc , cujo nome significa O Filho Mais Jovem, era filho de Dagda e Boann e fazia parte dos Tuatha de Dannan.
Também é conhecido por Aengus ou Oengus e era, para os Celtas da Irlanda antiga, um deus da juventude, do amor e da beleza.
Possuía uma harpa dourada que produzia uma música de irresistível doçura e dizia-se que os seus beijos se transformavam em pássaros que transportavam as mensagens de amor.
Uma das lendas conta que Angus se apaixonou por uma jovem que apenas viu em sonhos. Decidido a encontrá-la acaba por descobrir que ela era filha de Ethal Anbuais, um Sidh que morava em Connaught.
Angus acaba por encontrar a sua amada perto de um lago como sendo a mais alta de um grupo de 150 jovens.
Ethal conta a Angus que a sua filha é vítima de um encanto que faz com que ela se transforme em cisne a cada dois anos (durante um ano permanece mulher e durante o ano seguinte permanece cisne).
Assim, para poder desposá-la, Angus precisava transformar-se em cisne, durante a noite do próximo Samhain.
Assim foi, nessa data, Angus deslocou-se ao lago onde se encontrava a sua amada.
Ao mesmo tempo que sua futura esposa se transformava em Cisne, juntamente com as restantes jovens, também Angus se transfigurou num belo cisne.
Os dois, juntos, voaram então, ao redor do lago por três vezes, cantando uma melodia que fez o mundo adormecer por três dias e três noites.

04 de Julho - Calendário Mágico


DIA DE PAX - deusa da Paz

Dia dedicado à deusa Pax da tradição romana.
Pax é "aquela que habita sem habitar" e devemos rezar pela paz e serenidade.
Pax era a antiga deusa romana e o espírito de paz, representado na arte como uma jovem mulher que ostentam uma cornucópia ou corno da abundância, assim como um ramo de oliveira e uma penca de milho.
Ela mais tarde se tornou conhecido como Pax Romana.
Pax ( "paz") foi reconhecida como uma deusa durante o Estado de Augustus.
Seu templo estava no Fórum Pacis (Templum Pacis) construído pelo imperador Vespasiano.
Ela foi retratada na arte com uma cornucópia e um cetro.



01 de Julho _ Calendário Mágico

DIA DAS DRÍADES

Assim como os Homens Verdes Celtas protegiam a Vegetação e Pessoas, existia para a Civilização dos Celtas, também um Espírito Feminino, Protetor em especial das Árvores, as Dríades, mulheres belas que emprestavam seus poderes aos druidas.
De acordo com estas antigas lendas as Dríades, nasciam com uma Árvore e a ela estariam intrinsecamente ligadas até a sua Morte.
Estas Belas Mulheres-Árvores, também eram receptivas ao Ser Humano de Coração Puro e a ele poderiam oferecer Proteção e atender pedidos, que há ninguém nem à Natureza pudessem prejudicar.
Para aqueles, que ainda hoje acreditam nos Poderes Divinos da Mãe Natureza, um pedido Digno e Nobre a uma Dríade, jamais deixa de ser atendido.
speça-se com um longo e caloroso abraço na árvore.
Vista-se de verde.

Faça uma pequena festa para elas para conseguir seus favores.
Num lugar verde, onde exista ao menos uma árvore, faça uma festa com um bolo, um pão, vinho e música alegre.
Antes de comer, dance com as dríades alegremente, visualizando-as à sua volta.
Ofereça então os alimentos que trouxe e coma também; a parte das dríades, deixe ao pé da árvore.
Após um Dia, retorne ao local e recolha os resíduos dos Alimentos adequadamente.

Julho - Seja bem vindo!!!

Mês de Julho

Em 46 a.C., no "ano da confusão", o imperador Júlio César resolveu reorganizar o caótico calendário romano.
Em sua homenagem, Quintilis, o nome original deste mês foi modificado.
O calendário juliano permaneceu válido pelos próximos mil e seiscentos anos, sendo substituído em 1582, pelo gregoriano.
O nome deste mês continuou, como prova de admiração pelo trabalho reformador de Júlio César.
Outros nomes antigos atribuídos a este mês foram:
na Irlanda, Iuil;
nos países anglo-saxões, Aftera Litha ou "após Litha", a celebração do solstício e nas regiões nórdicas, Maedmonath ou Hevoimonath.
Os povos nativos nomearam este mês de Lua das Plantas, Lua de Sangue, Lua da Benção, Lua do Trovão, Lua dos Prados e Mês do Feno.
No calendário sagrado druidico, a letra Ogham correspondente é Coll e a arvore sagrada é a aveleira.
Na Roma antiga, este mês abrigava dois grandes festivais: Nonae Caprotinae, dedicado à deusa Juno e Neptunália, celebrando o deus Netuno e a deusa Salácia.
Comemorava-se, também, o amor de Vênus e Adonis.
Os Gregos celebravam neste mês, as Olimpíadas, as famosas competições de atletismo, drama e música.
Os ganhadores eram muito aclamados e valorizados, pois uma vitória nas Olimpíadas era uma grande conquista, tanto para o indivíduo quanto para sua cidade.
Este festival era dedicado a Zeus, e no seu decorrer, nenhuma disputa era interrompida.
Neste mês celebrava-se, também, Panathenaea, o festival dedicado a deusa Athena e as procissões para a deusa Deméter.
No Egito, celebrava-se o casamento sagrado de Ísis e Osíris com o Festival Opet marcando o início do ano novo.
Havia, também, comemorações menores em homenagem aos aniversários de Ísis, Nephtys, Maat, Osíris, Seth e Hórus.
Nos países nórdicos, havia vários festivais e celebrações, como os da deusa celta Cerridwen, da deusa solar Sunna, da senhora do mundo subterrâneo Holda, da deusa do mar Ran e das três senhoras do destino, as Nornes.
Celebrações budistas e shintoístas no Japão honravam os espíritos dos ancestrais durante o Bon, o Festival das Lanternas.
Os templos, as casas e os cemitérios eram limpos e enfeitados com flores e lanternas.
Oferendas eram colocadas nos túmulos festejando a volta dos espíritos dos mortos para perto de seus familiares durante três dias.
Também no Japão, comemoravam-se as deusas Amaterasu, Fuji e Chih Nu;
na Índia o festival Naga Panchami homenageava a deusa Manasa Devi.
No hemisfério sul, os incas abençoavam a terra para um novo plantio com a cerimônia Chahua-huarquiz.
Os índios norte-americanos festejavam a colheita e a despedida dos Kachinas, enquanto os maias celebravam vários deuses e deusas no começo do seu ano novo.

30 de junho -Calendário Mágico


Dia da Gente Antiga

Na Cornuália, os pequenos seres que habitavam os bosques eram conhecidos como "gente antiga".
Traga a alegria deles para sua vida oferecendo um prato com doces, balas e miniaturas de objetos.
Deixe tudo num jardim ou em um lugar verde perto de sua casa.

30 de Junho - Calendário Mágico

Oferendas e rituais de agradecimento para Zaramama, a Mãe dos Grãos no antigo Peru. Acreditava-se que ela encarnava na terra na forma de espiga de milho com alguma característica especial, como espigas germinadas ou cores estranhas.
As pessoas ofertavam-lhes espigas, pendurando-as nas árvores, algumas delas “vestidas” como se fossem mulheres, com saias e xales.
Depois das danças ritualísticas ao redor das árvores enfeitadas com oferendas, as espigas eram queimadas para assegurar uma boa colheita e as pessoas festejavam bebendo cerveja de milho.

Dia de Aestas, a deusa do milho e do verão celebrada em Roma durante o festival de Aestatis.

Na mitologia de vários países encontra-se a personificação do milho como mulher, mãe ou donzela.
Em outras culturas, a Deusa manifesta sua essência na última espiga escolhida, que era guardada para ser misturada às sementes para serem usadas no próximo ano.

Os povos nativos norte-americanos veneravam as Mães do Milho (Corn Mothers), enquanto os europeus faziam oferendas às Korn Mutter e às deusas Ziza e Zytniamatka.

Honre, você também, as deusas dos grãos fazendo, pessoalmente, um pão ou um bolo. Reúna seus familiares ao redor de uma mesa enfeitada com espigas de trigo e de milho e faça uma oração de agradecimento pelo seu sustento.

Agradeça a Mãe Terra, às deusas dos grãos e frutos, aos Devas e a todos os seres elementais.
Peça para que jamais lhe falte alimento e lembre-se de todas as crianças famintas no mundo, mentalizando soluções para seu sofrimento.
Reparta o pão / bolo com seus familiares e leve um pedaço a uma árvore, junto com uma espiga ou um punhado de milho e uma fruta.
Ofereça-os com gratidão às deusas dos grãos e assuma o compromisso de ajudar as crianças carentes ou abandonadas.

copiado de Teia de Thea


Este dia também é consagrado às deusas pagãs e indígenas americanas:
Ceres, Mulher Mutável, Chicomecoatl, Mães do Milho, Deméter, Gaia, Gê, Héstia, Iatiku, Oréia, Pachamama, Mulher Aranha e Tonatzin.