30 de Outubro - Calendário Mágico


Dia de Morrigan

Patrona das sacerdotisas e bruxas na tradição celta. Morrigan rege nossas batalhas internas, quando uma parte de nós deve morrer para que outra viva. Neste dia, acenda uma vela escura e um incenso de absinto, pedindo por renovação. Quando essa vela acabar, acenda uma outra de cor laranja, pois representa uma nova fase, muito melhor, que está começando para você

Dia 26 de Outubro - Agenda Mágica





Dia da Grande mãe Negra

Hoje é mais um dia dedicado à Grande Mãe que nunca abandona os seus filhos.
Você pode enxergar a Grande Mãe hoje de maneiras muito sutis e mágicas, basta estar atento e aberto.
Acenda em sua honra uma vela verde e seja especialmente gentil com todos hoje.


Antiga celebração egípcia das sete divindades Kine, descritas como precursoras de Hathor, originárias das deusas assírias com cabeças de vaca. Essas deusas eram representadas ou com um disco solar entre os chifres ou com cabeça de vaca e corpo de mulher.
Por terem criado o universo, elas detinham o poder de vida e de morte, determinando os destinos dos homens e protegendo, principalmente, as mulheres e as crianças.

Hathor possuía vários títulos, entre eles o de Vaca Celestial, Rainha do Céu e da Terra, Mãe da Luz e Guardiã dos Cemitérios.
Hathor era a mãe do deus solar Ra, assim como de outras diversas divindades.
Nas celebrações, suas estátuas eram expostas aos raios solares enquanto as pessoas, adornadas de flores, cantavam e dançavam o dia todo, celebrando os prazeres e as alegrias da vida.

 
Hathor era deusa das mulheres, do céu, do amor, da alegria, do vinho, da dança, da fertilidade e da necrópole de Tebas, ela era mãe adotiva de Hórus dando alimento a ele enquanto Ísis escondia ele de Set, Hathor era conhecida como a dama da embriaguez e por isso muito celebrada em festas.
Hathor era conhecida como uma deusa muito poderosa sendo que o faraó era reconhecido como filho de Hathor ou seu consorte,
Hathor é personificação das forças benéficas do céu, depois de Ísis é a deusa mais venerada no Egito.
Hathor depois de Hórus estar maior foi reconhecida, como amante de Hórus, as mulheres solteiras oravam a Hathor para enfeitiçar seus espelhos de metal (pois acreditavam que era uma maneira de seduzir os homens).
Hathor se disfarçava de várias formas todas muito parecidas, uma era como uma mulher com chifres na cabeça portando o disco solar, outra era como uma mulher com orelhas de vaca, também como uma mulher com cabeça de vaca portando o disco solar, ou como uma vaca com o disco solar e plumas nos chifres.


texto copiado de Histórias Mitológicas 




Na Escandinávia, celebrava-se Nat, a noite, deusa da Lua, da noite, dos metais, das estrelas e dos planetas.
Nat era representada atravessando o céu em sua carruagem feita de todos os metais e adornada com pedras preciosas.
Ela conferia a inspiração e a criatividade e, quando invocada, removia as preocupações e a tristeza.

Comemoração da deusa irlandesa Macha, a tríplice manifestação da Grande Mãe como atleta, guerreira e rainha.
Segundo alguns historiadores, Macha era uma faceta de Morrigan ou Badb, ambas deusas da guerra, cujos animais sagrados também eram os corvos.
Macha regia os pilares nos quais eram empaladas as cabeças dos guerreiros mortos em combate, originando assim, o culto celta da cabeça.

copiado de Teia de Thea

31 de Outubro - Samhain – A Morte do Deus

Samhain - 31 de outubro no hemisfério Norte & 1º de maio no hemisfério Sul

Samhain (pronuncia-se Sou-ein), é o Ano-Novo dos Bruxos.
No dia 31 de Outubro, comemoramos o antigo "Festival Celta dos Ancestrais".
Essa noite era considerada a "Noite Entre os Tempos", porque nem fazia parte do ano que se encerrava, nem do que começava.
Era um tempo mágico, de pausa, em que os véus entre os mundos dos mortos e dos vivos se esgarçava e o contato com nossos ancestrais torna-se mais fácil.
Os Portões das Sidhe estão abertos e nem humanos nem fadas precisam de senhas para entrar e sair.
O poder de magia pode ser sentido no ar, nessa noite.
O Outro Mundo se coaduna com o nosso conforme a luz do Sol baixa e o crepúsculo chega. Os espíritos daqueles que já partiram para o outro plano são mais acessíveis durante a noite de Samhain.

Samhain é uma Festa de Reencontro, o mais festivo dos Sabbats para os wiccanianos.
A morte das pessoas é, como a da vegetação e das ovelhas, parte da natureza, apenas uma etapa necessária para haver o reinício dos ciclos e logo haveria um renascimento.
O Jack Lanterna, a popular máscara de abóbora escavada com uma vela dentro (que na Europa era feita em grandes nabos), era colocado no pórtico das casas ou das janelas.
Não para "espantar maus espíritos", mas sim para que os espíritos das pessoas daquela família reencontrassem facilmente as casas onde viveram.
O Samhain é um período de reflexão, de análise do ano que se finda, de ajustar contas com o fenômeno da vida sobre o qual não exercemos controle - a morte
Antigamente, o Samhain marcava um período de sacrifício.
Em alguns lugares, esta era a época de sacrifícios animais para assegurar comida durante as profundezas do inverno.
O Deus - identificado com os animais - também tombava para garantir a continuidade de nossa existência.
Samhain é o último dos 3 sabbats da colheita e nele celebramos a morte do Deus, que volta para o ventre grávido da Deusa, para renascer como a Criança Prometida de Yule.
Mas por que justamente nessa noite é que isso ocorria?
Samhain ocorre no pico do Outono também chamado a Festa das Maçãs.
É o tempo do ano em que o frio cresce e a morte vaga pela Terra.
O Sol está enfraquecendo cada vez mais rapidamente, a sombra cresce e as folhas das árvores estão caindo, numa preparação ao Inverno que chegará.
Essa era a época da terceira e última colheita, antes que a neve do rigoroso inverno europeu matasse, praticamente, toda a vegetação.
Os preparativos para a estocagem dos alimentos já estavam terminando, pois por todo o rigoroso inverno a colheita iniciada em junho deveria durar.
O que não fosse colhido até o dia de Samhain era deixado para apodrecer nos campos.
Era também o tempo em que os antigos povos da Europa sacrificavam seus gados (especialmente de ovelhas) e preservavam sua carne para o Inverno, pois esses animais não podiam sobreviver em grande escala nesse período do ano devido ao frio vindouro.
Só uma pequena parte, os mais viris e fortes, era mantida para o ano seguinte.
Assim, não é estranho entender porque as pessoas pensavam em sua própria morte e na daqueles que os antecederam.
Samhain é a noite em que o Velho Rei morre e a Deusa Anciã lamenta sua ausência nas próximas seis semanas. O Sol está em seu ponto mais baixo no horizonte, de acordo com as medições feitas através das antigas pedras da Britânia e da Irlanda, razão pela qual os Celtas escolheram esse Sabbat, em vez de Yule, para representar o Ano-Novo. Para os Antigos Celtas esse dia sagrado dividida o ano em duas estações, Inverno e Verão.
Samhain era o dia no qual começavam o Ano-Novo celta e o Inverno, por isso era um tempo ideal para términos e começos.
. Em Samhain, o Deus finalmente morre, mas sua alma vive na criança não-nascida, a centelha de vida no ventre da Deusa. Isto simboliza a morte das plantas e a hibernação dos animais, o Deus torna-se então o Senhor da Morte e das Sombras.
Samhain é um festival do fogo e é a entrada para a parte sombria e fria da Roda do Ano. É em Samhain que as fogueiras são acesas para que os espíritos do outro mundo possam encontrar os caminhos para partirem ao Outro Mundo (País de Verão).
Samhain é o tempo de lembrarmos com amor aqueles que partiram para o outro lado, por isso é chamado de a Festa Ancestral. Toda a família, ou grupo se reúne para reverenciar os que já partiram. É muito comum nesse Sabbat se realizar uma ceia em silêncio, conectando-se com aqueles que já cruzaram os portais dos mundos. É tradicional também deixar um lugar à mesa para os ancestrais e lhes servir pratos como se eles estivessem presentes á ceia.
Para aqueles que não têm família para festejar e celebrar seus ancestrais, alimentos geralmente são deixados do lado de fora de casa, na porta de entrada, em homenagem aos familiares e amigos desencarnados.
É também tradicional deixar uma vela acesa na janela da casa para ajudar a guiar os espíritos ao longo de sua caminhada ao nosso mundo para que possam encontrar o caminho de volta.
De acordo com os antigos celtas, havia apenas duas divisões do ano que iam de Beltane a Samhain (Verão) e de Samhain a Beltane (Inverno).
Samhain é um dos quatro grandes Sabbats e muitas vezes é considerado o Grande Sabbat.
Por ser o maior de todos e o mais importante também, todos os Pagãos consideram Samhain como a noite mais mágica do ano. Muitas práticas adivinhatórias foram associadas a Samhain, as mais comuns eram aquelas que prenunciavam casamentos e fortunas para o próximo ano que estava se iniciando.
Uma das tradições mais comuns praticadas pelos povos antigos era a de colocar várias maçãs em um grande barril de água. Várias mulheres se reuniam em volta do barril, e a primeira que conseguisse pegar uma das maçãs seria a primeira a casar no próximo ano.
Na Escócia, colocavam-se pedras entre as cinzas da lareira, deixando-as “descansar” durante a noite. Se alguma pedra fosse descoberta durante a noite, representaria a morte iminente durante o próximo ano de um dos moradores da residência.
Sem sombra de dúvida a prática mais famosa do Samhain é o Jack O’Lantern (máscaras de abóboras), que sobrevive até hoje nas modernas celebrações do Halloween. Vários historiadores atribuem suas origens aos escoceses, enquanto outros lhe conferem origem irlandesa. As máscaras eram utilizadas por pessoas que precisavam sair durante a noite de Samhain. As sombras provocadas pela face esculpida n abóbora tinham a virtude de afastar os maus espíritos e todos os seres do outro mundo que vinham para perturbar. Máscaras de abóboras também eram colocadas nos batentes das janelas e em frente à porta de entrada para proteger toda a casa.
O costume norte-americano de vestir-se com trajes típicos e sair pelas casas dizendo Trick or treating, nas noites de Halloween, é de origem céltica. Nos tempos antigos, o costume não era relegado às crianças, mas sim aos adultos. Em tempos ancestrais, os vagantes iam cantando cânticos da época de casa em casa e eram presenteados com agrados pelo seus habitantes. O Treat (presente) também era requerido pelos espíritos ancestrais nessa noite através de oferendas.
O Deus neste período é identificado com os animais que eram sacrificados para continuidade da vida.
Samhain é um tempo para a reflexão, no qual olhamos para o ano mágico que passou e estabelecemos as metas para nossa vida no ano que entra.
Correspondência de Samhain
Cores: preto e laranja
Nomes Alternativos: Festa de Todos os Santos, All Hallows, Mischief Night, Hallowmas, Noite de Saman, Samaine, Halloween, All Hallows Eve.
Deuses: Deuses Anciãos, a Deusa na sua face da Anciã, o Deus como o Senhor das Sombras.
Ervas: nós-moscada, sálvia, menta, mirra, patchuli, Artemísia, alecrim, musgo, calêndula, louro, mandrágora.
Pedras: obsidiana, floco de neve, ônix, cornalina, turmalina negra, âmbar, granada, hematita.
Atividades:
· Tomar resoluções para serem colocadas em prática no próximo ano que se inicia.
· Queima de pedidos.
· Confeccionar um Jack O’Lantern.
· Fazer oferendas de maçãs e pães no jardim dos ancestrais.
· Adivinhação através do Tarô, das Runas, da bola de cristal, da vidência em espelho negro e caldeirões com água.
· Fazer máscaras que expressem a sua sombra.
· Confeccionar vassouras.
·Acender uma vela laranja à meia-noite para atrair sorte no ano que se inicia.

Erigir um Altar com a foto de seus ancestrais amados e colocar oferendas sobre ele, demonstrando seu agradecimento e reconhecimento pelos feitos deles na Terra.

Faça um altar com toalha preta, maçãs, bolos, um copo de vinho e fotos de seus ancestrais e amigos falecidos.

Na noite de Samhain, vista-se de preto, use velas pretas e brancas (que representam a Deusa da Morte, a Senhora da face Pálida).
Prepare uma grande ceia festiva, compartilhe histórias alegres sobre os que se foram - mas vivem em nossas memórias - e coloque à mesa um prato servido de toda as iguarias e um copo de sidra de maçã, para que nossos mortos queridos compartilhem conosco da festa e da refeição.

Óleo de Samhain - Em base de óleo de amêndoa coloque alecrim, calêndula, sementes de abóbora, cascas de maçã, sálvia, cascas de nozes, agulhas de pinheiro, alho e essência de vetiver e verbena.


Bolo de Samhain - Faça para os ancestrais bolo de frutas com canela.

Poção de Proteção de Samhain - Cozinhe em seu caldeirão meia xícara de água, com meia xícara de óleo de semente de uva, essência de patchouly, mirra, olíbano, pétalas de girassol, cascas e sementes de maçã, sálvia, cedro, mandrágora, pelo de cão preto, pelo de gato preto, uma pena preta. Deixe esfriar e acrescente 13 pregos de ferro, 13 cristais de quartzo pequenos e uma hematita. Enterre em seu jardim na noite de Samhain e use após 9 noites. Coloque a poção (algumas gotas) onde você desejar proteção.
Celebre Samhain consultando seus oráculos (tarot, runas, ogham).

Comidas e Bebidas Sagradas: maçã, romã, nozes, cidra, vinho quente, abóbora, chá de ervas, batata.

Queima de Pedidos :
A Queima de pedidos é um dos rituais tradicionais de Samhain. Nele banimos tudo o que tivemos de negativo e pedimos o que queremos atrair de positivo para o ano mágico que se inicia. Para isso você vai precisar de: Dois pedaços de papel em branco; Um lápis; Álcool de cereais; Folhas de louro; seu Caldeirão.
Num dos papéis escreva tudo aquilo que você quer afastar de sua vida: obstáculos, doenças, pessoas indesejadas, dificuldades, etc.
No outro escreva tudo aquilo que você quer atrair para a sua vida: saúde, prosperidade, amor, sucesso, etc.
Seja bem específico em seus pedidos e não se esqueça de no final assinar e colocar a seguinte frase: Que tudo isso seja correto e para o bem de todos.
Coloque um pouco de álcool no seu Caldeirão, acenda-o e jogue o primeiro papel, aquele que contém as coisas que você quer afastar, no fogo. Enquanto o papel queima, mentalize o mal sendo afastado. Peça à Deusa e ao Deus que todas as forças negativas sejam anuladas e que o mal seja banido.
Espere o fogo acabar, então coloque um pouco mais de álcool no Caldeirão, tomando o devido cuidado, pois o álcool quando colocado em um recipiente quente evapora e pode entrar em combustão espontaneamente. Jogue então o segundo papel, aquele que contém as coisas que você quer atrair para a sua vida, no fogo. Coloque as folhas de louro nas chamas, sempre mentalizando as boas coisas que você quer atrair para a sua vida.
Quando o fogo acabar, concentre-se na fumaça, provocada pelas folhas, subindo os céus, e peça que seus pedidos se elevem ao mundo dos Deuses.

Confeccionando um Jack O’Lantern
:
A confecção do Jack O’Lantern é uma atividade tradicional desse Sabbat.
Eles enfeitam toda a nossa casa no decorrer do dia, além de servirem de ornamentação indispensável para a cerimônia de Sabbat.
Coloque um Jack do lado de fora de sua casa na noite de Samhain para afastar o s maus espíritos e visitas indesejadas de outros planos.
Para confeccionar um Jack você vai precisar de: Uma abóbora ou moranga; Uma faca; Uma vela branca; Um óleo essencial de patchuli.
Faça uma tampa na parte superior da abóbora, retire suas sementes e com a faca entalhe uma face na abóbora da forma que você achar melhor. Unja a vela branca com a essência de patchuli e coloque-a dentro da abóbora. Acenda a vela dizendo:
Com esta vela, por esta luz e pela brisa que vem do além , Eu dou as boas-vindas aos espíritos nesta noite de Samhain.

Trançando uma Corda de Bruxa:

Trançar uma Corda de Bruxa (Witch’s Cord) é um ato tradicional na noite do Samhain. Elas simbolizam o cordão que liga todos nós ao Outro Mundo, além de serem uma representação simbólica do cordão umbilical que traz todos à vida terrestre.
A Corda de Bruxa é confeccionada utilizando cores apropriadas que simbolizem aquilo que você quer atrair para sua vida no ano mágico que se inicia.
Por isso escolher a cor correta para confeccionar sua Corda de Bruxa é essencial:
Branco: Para harmonia.
Vermelho: Para afastar os inimigos, vencer os obstáculos, atrair garra e coragem.
Laranja: Para sucesso e prosperidade.
Rosa: Para atrair amor.
Preto: Para proteção e afastar o azar.
Verde: Para abundância.
Amarelo: Para atrair saúde e ter sorte no comércio.
Caso sua necessidade seja maior do que apenas uma cor pode lhe oferecer, você poderá escolher até três cores diferentes que representem os seus desejos para o próximo ano.
Pegue três barbantes na cor ou cores escolhidas e corte-os na medida de sua altura. Então comece a trançar os barbantes, sempre mentalizando aquilo que você quer atrair para a sua vida, pedindo que a Deusa e que o Deus lhe auxiliem e abençoem a corda que você está trançando. Quando tiver terminado, costure ou cole alguns símbolos no decorrer da corda que representem o seu objetivo. Por exemplo: corações para amor; moedas para prosperidade, etc. Coloque a sua Corda sobre o seu Altar durante a celebração do Sabbat e consagre-a durante a cerimônia. Pendure a sua Corda de Bruxa em um lugar de sua casa e, sempre que visualizá-la, lembre-se dos objetivos que o motivaram a confeccioná-la. Assim sua vontade será ativada.

Cordão de Samhain:
Faça uma pequena trança de lã com as cores deste Sabbat: preto, laranja e roxo. Energizando-a no dia 31 com todos os projetos que você deseja para o próximo ano e com a proteção dos Deuses para esse período. Este será o Cordão de Samhain, (Corda de Bruxa) que servirá de proteção aos seus projetos durante o decorrer do ano.

O Ritual de Samhain
Material necessário: Caldeirão; Uma vela preta; Uma vela laranja; Uma maçã; Um pão feito por você; Uma romã; Dois pedaços de papel em branco; Lápis; Alecrim; Uma colher de pau; Álcool de cereais; O Cálice com vinho.
Procedimento:
Coloque o Caldeirão sobre o Altar e disponha a vela laranja do lado direito e a vela preta do lado esquerdo.
Coloque a maçã perto da vela laranja e a romã perto da vela preta.
Trace o Círculo Mágico e então diga:
Neste dia sagrado, no qual o véu que separa os mundos se encontra mais fino, somos visitados por nossos ancestrais.
Que a Deusa Anciã e o Senhor das Sombras possam abençoar todos os amados que viverem partilhar deste Rito de Sabbat.

Acenda as velas, dizendo:
Sagrados Ancestrais, venham a mim. Nesta noite eu canto a magia e realizo este ritual em homenagem àqueles que partiram ao País de Verão. Que este Rito seja agradável aos olhos daqueles que já se foram. Abençoados sejam todos eles.
Eleve o Caldeirão, dizendo:
Este é o ventre da Mãe, o Caldeirão dos fins e recomeços.
Coloque-o novamente no lugar e pegue um pedaço de papel. Nele escreva tudo o que você quer afastar de sua vida.
Acenda-o na vela preta e deixe-o queimar dentro do Caldeirão.
Pegue o outro pedaço de papel e escreva tudo o que você quer atrair para a sua vida. Acenda-o na vela laranja e deixe-o queimar dentro do Caldeirão.
Coloque o alecrim no Caldeirão, junto com as cinzas, e comece a mexer a mistura no sentido horário, dizendo:
Que o velho morra e que o novo possa entrar.
Pelo poder da Vida e da Morte, Saúdo os espíritos desta noite de Samhaim.

Coloque um pouco de álcool no Caldeirão e então ponha fogo, dizendo:
Através desta luz e o elo mar além, Saúdo todos os espíritos nesta noite de Samhaim.
Olhe para as chamas do fogo e mentalize todos os seus desejos.
Com o seu Athame, abra a romã, coma algumas sementes, enquanto pensa em todas as coisas negativas que quer afastar de sua vida.
Coloque algumas sementes no fogo.
Parta a maçã ao meio, coma uma das partes e jogue um pequeno pedaço nas chamas do Caldeirão.
Mentalize agora tudo o que você quer atrair de positivo.
Com a sua colher de pau, mexa o conteúdo de seu Caldeirão e então diga:
Que o negativo se torne positivo, Que o mal se transforme em bem, Que a doença se torne saúde, E o ódio em amor.
Beba um gole do vinho e despeje um pouco dentro do Caldeirão, fazendo uma libação, enquanto diz:
Faço esta libação em homenagem à Deusa e ao Deus.
Homenageio também a todos os meus Ancestrais. Que assim seja e que assim se faça!
Toque o pão com o Bastão e diga:
Eu te consagro em nome dos Antigos.
Que você me traga saúde, sucesso, prosperidade e amor.

Coma um pedaço do pão.
Cante, dance e festeje em homenagem à Deusa e aos seus antepassados.
Agradeça aos Ancestrais e desfaça o Círculo.
Coloque o resto do pão no seu jardim ou aos pés de uma árvore como oferenda aos seus ancestrais.

ORAÇÃO À SENHORA DO SAMHAIN
(Texto de Mavesper Cy Ceridwen)

Senhora,
Faze da minha Vida um hino a Ti
Que minha voz cante tuas canções,
Que meus dedos descrevam tuas maravilhas,
Que minha mente consiga receber e traduzir tuas palavras
Ah, Mãe, a terra é tua, como eu sou tua.
Ah, Mãe, a terra é minha, como és minha.
Senhora de Tudo o que existe,
Senhora de Tudo o que há
Ensina-me a lição mais simples:
Que por ti eu sempre saiba sonhar,
Que por ti eu aprenda a brilhar!
E no pó colorido das estrelas de teu manto
Sorrias em cada lágrima, em cada pranto.
E na centelha de vida que se esvai,
Sejas sempre amada e nos amai.

Samhain

Samhain

É a festa na qual honramos nossos ancestrais e aqueles que já tenham partido para o País de Verão.
Essa é a noite em que o véu que separa o mundo material do mundo espiritual encontra-se mais fino e o contato com nossos ancestrais torna-se mais fácil.
O poder de magia pode ser sentido no ar, nessa noite.

30 de Outubro - Calendário Mágico

Dia de Morrigan

Patrona das sacerdotisas e bruxas na tradição celta.
Morrigan rege nossas batalhas internas, quando uma parte de nós deve morrer para que outra viva.
Neste dia, acenda uma vela escura e um incenso de absinto, pedindo por renovação.
Quando essa vela acabar, acenda uma outra de cor laranja, pois representa uma nova fase, muito melhor, que está começando para você.

26 de Outubro - Calendário Mágico

Dia da Grande Mãe Negra

Hoje é mais um dia dedicado à Grande Mãe que nunca abandona os seus filhos. Você pode enxergar a Grande Mãe hoje de maneiras muito sutis e mágicas, basta estar atento e aberto. Acenda em sua honra uma vela verde e seja especialmente gentil com todos hoje.

25 de Outubro - Calendário Mágico

Dia da Fonte dos Desejos

Essa tradição vem da Islândia. Escreva o seu desejo em um papel e desenhe nele 4 luas crescentes. Pegue uma moeda e embrulhe-a com o papel, jogando-a em um regato, fonte ou poço.

22 de Outubro - Calendário Mágico

Festival de Neith

Na mitologia egípcia, Neith, a mãe dos deuses, era aquela que abria os caminhos.
Hoje, acenda 3 velas de cores claras em seu local de trabalho e Neith dissipará todas as influências negativas que possam atrapalha-lo.

20 de Outubro - Calendário Mágico

Dia da Dama do Lago

Segundo a tradição de Gales, a Dama do Lago ofertou a espada mágica a Arthur.
Hoje, visualize sua dama do lago interior saindo de um lago cristalino e entregando para você sua espada mágica.
Saiba honrá-la.

18 de Outubro - Calendário Mágico

Dia de Cernunnos

Cernunnos é o Deus celta que faz a contraparte da deusa.
É o senhor dos animais e da natureza, aquele que fertiliza a terra.
Acenda hoje 3 velas.
A 1ª deverá ser verde e você deve chamar pelas mudanças que esteja em sua vida.
A 2ª deve ser marrom, com a qual você ordenará que os obstáculos caiam e que a má sorte se afaste.
A 3ª deve ser laranja ou dourada e você deverá chamar o Sol, a prosperidade e a boa sorte para junto de você.

16 de Outubro - Calendário Mágico

Festival das Luzes de Lakshimi

Na Índia, Lakshimi é a deusa da beleza e do amor e acredita-se que quem celebra este dia, terá muita sorte nos caminhos do amor. Acenda 5 velas unidas em um circulo, untadas uma a uma com óleo de rosas.
Peça à deusa que abra seus caminhos no amor e ilumine seu coração com luz, sabedoria e magia.





diwali
O Diwali é um festival, originalmente hindu, com muita simbologia, difícil de ser explicado, portanto, para facilitar é sintetizado como a Festa das Luzes. Seu significado metafórico é o da iluminação da alma e da mente, de maneira que o mal e a ignorância sejam banidos da vida de cada um.
As casas são esmeradamente limpas, a seguir, recebem muitas luzes e incenso, ficando maravilhosamente iluminadas. São limpas e decoradas para o dia e iluminadas, à noite, com lamparinas de óleo. Familiares e amigos trocam presentes e doces.
Em toda a Índia há fogos de artifício e muita festa.
O Diwali também conhecido por Deepvwali, é celebrado pelos indianos, que vivem fora do país. É festejado em outras religiões como o Jainismo, o Sikhismo e o Budismo e em outros países, como Nepal. As luzes e as lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal, dentro de cada ser humano.
Esse festival traz a unidade entre as famílias e as pessoas, de modo geral (Pelo menos enquanto dura!). Toda a inimizade é esquecida. As pessoas abraçam-se umas às outras, cheias de amor. Dizem que as vibrações produzidas pelo Diwali, as quais enchem a atmosfera, são poderosas o suficiente, para produzirem mudanças no coração de todo homem e toda mulher, neste mundo.
Nesse dia, os hindus do norte da Índia abrem seus livros de contas e rezam pedindo sucesso e prosperidade, para o ano que está chegando. Todos esperam que a plenitude da iluminação interior seja realizada. E que a suprema luz das luzes ilumine o entendimento de cada um, assim como possa adquirir a saúde espiritual e que prospere tanto no plano material, quanto no espiritual.
O Festival das Luzes de Lakshmi, o Diwali homenageia a Deusa Lakshmi como esposa de Vishnu, o sustentador do universo para os hindus. Marca também o início de um novo ano.
Muitos acreditam que, nesse período, a deusa Lakshmi traz prosperidade ao mundo todo. Nessas noites, as esposas hindus dançam, em particular, para seus maridos. Lanternas de óleo são acesas por toda parte e pratos típicos são servidos. É uma temporada de boa sorte e prosperidade.
Celebrado uma vez ao ano, as pessoas devem usar roupas novas, dividir os doces e estourar rojões e fogos de artifício, comemorando a destruição das forças do mal. O povo comemora com entusiasmo e alegria o poder dos deuses. A Índia fica toda iluminada com luzes que representam o bem vencendo as trevas.
A origem do Diwali é bem remota. Segundo alguns historiadores, esse festival nasceu na Índia antiga, na época das grandes colheitas. Outros acreditam que seja a celebração da união entre Visnhu e Lakshmi. Os inúmeros significados chegam a variar de região por região, de acordo com suas lendas.
Cada dia do Festival de Luzes possui uma celebração, com um significado diferente. Os lares são iluminados com o maior número de luzes, possível, rescendem a insenso, enquanto fogos de artifício iluminam os céus por todos os lados, com o intuito de agradecer e continuar recebendo prosperidade, sabedoria, saúde, paz e riqueza. É um festival de iluminação e de renovação, pois os hindus acreditam que, nessa festa, o poder divino supera a escuridão do mundo terreno.
O Diwali é uma das principais festas do festival hindu, comemorado uma vez por ano. Tem a duração de cinco dias contínuos, onde há troca de doces e presentes, entre as pessoas. Assim se distribui durante os cinco dias:
  • 1º dia - são feitas orações à deusa Lakshmi, para pedir prosperidade no novo ano, que ora se inicia. Esse dia é muito importante para os comerciantes e empresários.
  • 2° dia  – fogos de artifícios existem, mas não em grande quantidade. Pujas (procedimentos de reverência à deidade) são feitas e, através delas, comunica-se espiritualmente o desejo de uma pessoa à deidade, na esperança que o mesmo seja cumprido. De modo que, se uma pessoa não puder ir fisicamente a um templo, ela poderá escolher alguém da sua confiança para o oferecimento do seu Puja.
  • 3º dia - é o principal dia, quando a dona da casa desenha o rangoli (um desenho feito na entrada da casa). Acendem-se velas por todos os cantos da casa, de modo que, lugar algum, fique escuro. A seguir é feito o Puja direcionado à deusa Laksmi (ou Laxmi). Logo a seguir vem a explosão de fogos de artifício nas ruas, acompanhado do alarido das pessoas.
  • 4º dia - é o dia do Gudi Padwa, que simboliza o amor entre a esposa e o marido. Há uma refeição especial, onde presentes são trocados.
  •  5° dia – é tido como o dia do irmão. As irmãs fazem um Puja para a segurança e saúde desse. E ele faz uma marca na testa delas, como símbolo de saúde e felicidade (a mulher fica de fora, novamente).
Mais uma vez deparamos com a controvérsia. Alguns dizem que os fogos funcionam como uma espécie de aviso aos deuses, para que saibam que o seu povo está muito feliz. Outros dizem que a fumaça tem a função de matar os variados tipos de insetos, que infestam a Índia, depois das monções.
São quatro dias da mais pura festividade, em que o perdão é amplamente concedido entre as pessoas. O clima da festa deve ser o de harmonia e amizade. Oportunidade em que os indivíduos misturam-se, sem preconceitos. Pena que este estado de sabedoria dure apenas cinco dias.
E depois, tudo volta a ser como dantes, no quartel de Abrantes. Ao apagarem a luz exterior, também apagam a luz interior, deixando o coração cheio de preconceitos, ganância e superioridade. ULUCAPATÁ!

Desejo muita luz aos meus leitores queridos!
Namastê!

texto  copiado de : Alma Carioca

DIWALI - FESTIVAL DAS LUZES PARA LAKSHMI - SÃO PAULO 25 A 27 DE OUTUBRO/2011



13 de Outubro - Calendário Mágico

Terceiro dia da Thesmophoria

Hoje, uma as duas velas e aceda-as, deixando-as queimarem juntas.
Esta fase celebra o reencontro das duas deusas e a criação do eterno ciclo.
Você também está criando condições para a renovação de partes de sua vida que não estão lhe fazendo feliz.

12 de Outubro - Calendário Mágico

Segundo dia da Thesmophoria

Hoje, acenda apenas a vela negra e apague-a na metade.
Esta fase do ritual representa a tristeza de Perséfone, que chorava no submundo, a ausência da mãe

11 de Outubro - Calendário Mágico

Primeiro dia da Thesmophoria

A exemplo dos mistérios de Elêusis, a Grécia relembrava através desse festival de
3 dias, o encontro de Deméter com sua filha Perséfone, levada ao Submundo por Hades.
No primeiro dia, coloque uma vela negra (Perséfone) e uma laranja (Deméter) lado a lado no altar.
Acensa a vela laranja e apague-a na metade.
Esse ritual representa a busca de Deméter pela filha, assim como a sua busca por algo que perdeu e deseja recuperar.

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09 de Outubro - Calendário Mágico

Dia de Felicitas

Felicitas é a deusa romana da felicidade e boa sorte. Hoje você pode homenageá-la acendendo uma vela azul e um incenso de flores.

08 de Outubro - Calendário Mágico

Dia da Vitória

O festival grego em homenagem à deusa do Triunfo e da Glória era realizado neste dia.
Escreva num papel algo que queira muito conquistar e queime-o em uma vela laranja em honra à deusa.
Acredite em seus sonhos, pois sua batalha, agora, terá mais uma espada a seu favor

07 de Outubro - Calendário Mágico

Dia das Fadas Borboletas

Acredita-se que as borboletas são fadas disfarçadas.
Hoje, as fadas presenteiam quem nelas acredita.
Um jardim, quintal ou parque, siga a primeira borboleta que avistar e observe onde ela irá pousar.
Aguarde que ela se afaste e aproxime-se.
Se for uma flor, uma folha ou uma pedrinha, peça permissão à mãe natureza para leva-la consigo.
Este será um grande amuleto de boa sorte que a fada lhe dá.

04 de Outubro - Calendário Mágico

Dia de Baco

Em Roma, este era mais um dia consagrado a Baco, deus da alegria e do vinho.
Acreditava-se que quem agradasse Baco atrairia para si a alegria e a fartura.
Faça o seguinte ritual: pegue 11 uvas, mergulhe-as dentro e uma taça de vinho e vá comendo-as uma a uma.
Depois, faça um brinde a Baco e tome o vinho.

02 de Outubro - Calendário Mágico


Dia do Gnomo de Palha

Essa velha tradição germânica da região do Reno era feita em homenagem a Rickfillie, um gnomo que podia transformar palha em ouro.
Por isso, para agradá-lo, os aldeões colocavam palha na janela, assim atraiam uma época de fartura para seu lar.
Faça o mesmo hoje.
Coloque um pouco de palha e visualize-a dourada, com a passagem de Rickfillie.

Antiga celebração celta dos Anjos da Guarda, preservada até hoje na Espanha com festejos nas paróquias, fogueiras, dança de espadas e encenações de luta entre o bem e o mal, defronte a imagem de um anjo.
  
Festival da deusa chinesa Hsi Wang Um, a protetora das mulheres.
Essa deusa do oeste morava em um palácio de ouro nas montanhas Kun-lun, onde dava uma grande festa a cada três mil anos.
Neste dia, ela distribuía as frutas da imortalidade da árvore “p’na-t’ao”.
Wang Um representava a energia feminina, a essência do Yin.
Em sua forma antiga, ela aparecia como uma mulher selvagem, com o rosto peludo, dentes de tigre e cauda de gato.
Em vez do palácio, Wang Um morava em uma gruta.
Lá, ela era alimentada por pássaros mágicos com três pés; por meio deles, Wang Um enviava a morte e as doenças.
Posteriormente ela tomou a forma de uma linda mulher que curava as doenças e distribuía pêssegos mágicos da renovação.
Obviamente, essas formas representavam os dois aspectos – claro e escuro – da mesma deusa.

copiado do site Teia de Thea

1º de Outubro - Calendário Mágico

Festival de Fides

Quantas vezes já fizemos promessas que não cumprimos?
As promessas não são esquecidas pelos deuses e devemos manter nossa palavra.
Hoje acenda uma vela branca para Fides, a deusa romana da palavra e do destino, para obter o perdão por suas promessas não cumpridas e perseverança para cumprir as próximas.

30 de setembro - Calendário Mágico

Festival de Temis

Temis é a deusa da justiça, destino e profecias e você pode pedi sua ajuda hoje para revelar-lhe algum mistério.
Acenda uma vela lilás e um incenso de jasmim e peça a Temis que lhe mostre a resposta para suas duvidas e incertezas.
Medite por algum tempo e relaxe.
Temis trará a resposta.

texto copiado de Teia de Thea

Festival grego homenageando Themis como governante de Delos. 
Themis ou Têmis, era uma Titã, filha de Urano e Gea, mãe das Horas, das Moiras, das Hespérides, de Astrea, de Atlas e de Prometeu. 
Conselheira de Zeus, personificava a lei e a ordem, representando a consciência coletiva, o ajuste de divergências, a paz e a justiça. 
Os juramentos eram prestados em seu nome e, se alguém omitisse a verdade, a deusa o punia com a morte. 
Carregando uma balança com os olhos vendados, Têmis protegia os inocentes e punia os culpados. 
Sua equivalente romana era a deusa Justitia.
Meditrinália, comemoração da deusa Meditrina, em Roma, a padroeira das artes criativas. As pessoas iam em procissão aos lugares sagrados, levando oferendas de frutas e pedindo ou agradecendo as curas. 
Acreditava-se que essa deusa usava o poder do vinho e das ervas para curar as pessoas. Por isso, neste dia, todos bebiam vinho preparado com ervas aromáticas, invocando as bênçãos da deusa para suas vidas.

Uma deusa de cura muito mais antiga era Angitia, padroeira da tribo Oscan, no norte da Itália. 

Ela governava os poderes mágicos e de cura, sendo uma grande especialista em feitiços verbais e com ervas. 
Era invocada, principalmente, para curar mordidas de cobras e envenenamentos.
 


Dia de São Jerônimo, sincretizado na Umbanda como Orixá Xangô, senhor da vibração original ígnea, o deus da justiça, do trovão e do relâmpago.

Epitaphia, antiga comemoração grega homenageando as almas dos guerreiros mortos em combate.


27 de setembro - Calendário Mágico

Nascimento de Athena

Athena é a deusa grega da Sabedoria e hoje se celebra seu nascimento.
Acenda uma vela amarela sobre um prato de prata e concentre-se na chama refletida.
Essa chama acenderá em você a luz do conhecimento e da sabedoria.

Abaix texto copiado de Teia de Thea
 Dia das Górgonas, as deusas gregas do poder oculto.
Em número de três – Euryale, Stheno e Medusa – as Górgonas tinham rostos lindos e asas douradas, mas seus corpos eram cobertos por escamas de lagartos e seus cabelos formados por ninhos de cobras.
Dotadas de presas afiadas e garras metálicas, seu olhar era tão terrível que petrificava quem a encarasse.
As três Górgonas viviam juntas além-mar, no mundo da noite e eram protegidas por suas outras irmãs maias velhas, as Greas, que tinham apenas um olho e uma presa.
Alguns historiadores crêem que as Górgonas eram sacerdotisas lunares usando máscaras para assustar os visitantes inoportunos.
Outros acreditam que elas eram uma tribo de Amazonas da Líbia, denegridas pelos gregos como monstros.

Festa de Ziza, a deusa germânica da colheita, Mãe Criadora da vida e da Terra, equivalente à deusa egípcia Ísis.

Na China, cerimônia anual para a Lua, com rituais celebrados apenas por mulheres, agradecendo as colheitas e homenageando a lebre lunar, o animal sagrado da deusa Chang-O.

Festival lunar Choosuk, na Coréia e em Taiwan, honrando os espíritos dos mortos e dos ancestrais.

dia 22 de setembro - Calendário Mágico

Dia de Gauri

Na Índia, celebrava-se neste dia Gauri, um dos aspectos da deusa Durga.
Acreditava-se que um ritual feito com mel neste dia levaria amor e doçura às almas.
Reviva esse antigo ritual fazendo receitas que levem mel e oferte as pessoas que deseje.
Todo mel e doçura que você distribuir voltarão multiplicados.

Dia 21 de setembro -Sabbat de Ostara – A Terra Desperta

Por volta de 21 de março no hemisfério Norte e de 21 de setembro no hemisfério Sul

Também conhecido como Sabbat do Equinócio Vernal, Festival das árvores, Alban Eilir, Ostara e Rito de Eostre,Ostara é o primeiro dia da Primavera.
É o momento do ano em que o Sol está diretamente acima do Equador, fazendo com que noite e dia tenham igual duração.
Nesse dia, escuridão e luz são precisamente iguais; então, esse Sabbat traz os sentimentos de equilíbrio e interação.
Desse dia em diante o dia dominará a noite, ou seja, os dias serão maiores que as noites e a Terra explodirá com vida.
Ostara é celebrado no hemisfério Norte por volta de 21 de março e no hemisfério Sul por volta de 21 de setembro.
Este é o tempo em que as sementes são plantas e começam os seus processos de crescimento.
Ostara é tido como um momento de união e amor entre a Deusa (Lua) e o Deus (Sol), pois é um período de igualdade e equilíbrio entre as forças da Natureza, e isso indica também que é o momento ideal para fortalecer a energia de complementaridade entre homem e mulher.
Segundo as crenças Wiccanas, em Ostara o Deus (Sol) cresceu, tornando-se um jovem adulto.
Ele está passando pela puberdade e suas forças são refletidas na vitalidade e no crescimento das plantas.
Ele está crescendo novamente.
Com a vitalidade crescente dele vem o calor da Primavera e o futuro plantio das futuras colheitas.
A Deusa é tida como uma bonita Virgem da Primavera.
Assim como em relação à Natureza esse é o momento de plantar, essa também é a hora de cultivarmos nossas “sementes” (metas e objetivos).
É o período de celebrar as mudanças de nosso corpo, pois nessa estação do ano ficamos mais ativos, dormimos menos, comemos menos e gastamos mais tempo ao ar livre.
Nesse dia, os antigos Pagãos de Europa acendiam fogueiras nos cumes de montanhas, pois acreditavam que o brilho do fogo seria capaz de tornar a terra frutífera e manter suas casas em segurança.
O fogo aceso também simbolizava iluminar os caminhos para que o Sol pudesse retornar à Terra.
A Deusa reverenciada nesse dia é Eostre (observe a semelhança do nome Eostre com Easter = Páscoa, em inglês), e o Sabbat do Equinócio da Primavera ganhou o nome de Ostara em sua homenagem.
O Cristianismo absorveu muito dos costumes e folclores Pagãos de Ostara, pois no hemisfério Norte a atual data pascal ocorre próximo à data de Ostara.
Eostre, que significa “a Deusa da Aurora”, é uma Deusa anglo-saxã da Primavera, da ressurreição e do renascimento.
Estava associada à fertilidade e aos grãos, e oferendas de pão e bolo eram feitas nessa época a Ela.
A primeira e mais preservada Tradição Pagã de Ostara é a pintura e decoração dos ovos.
Se realmente analisarmos com cautela, por que os Cristãos têm o costume de se presentearem com ovos na Páscoa?
O ovo simboliza a fertilidade da Deusa e do Deus, o símbolo de toda a criação.
Ao decora-los, estamos carregando-os como simbolos mágicos, de acordo com as cores que utilizarmos.
É um Tradição também esconder os ovos, e achá-los simboliza que a pessoa alcançará suas metas.
Outro simbolismo é o coelho da Páscoa.
Muitos nem sequer percebem que o coelho é um dos maiores símbolos de fertilidade da Deusa, pois eles levam um período de 28 dias para gestarem e darem à luz os filhotes, e 28 dia é o ciclo de uma lunação.
Além disso, a lenda do coelho da Páscoa tem uma estreita relação com a referente à Deusa Eostre, na qual um gentil coelhinho pedia favores a Deusa e em troca botava ovos, decorava-os e presenteava a Deusa com eles.
Segundo a lenda, Eostre ficou maravilhada com a beleza dos ovos e ficou tão contente que desejou que toda a humanidade pudesse partilhar de tamanha beleza e alegria. Assim, o coelho começou a viajar por todo o mundo na época do Equinócio da Primavera, presenteando a todos com seus ovos decorados.
Os símbolos desse Sabbat são as flores e os ovos coloridos.
Esses ovos enfeitam o Altar e depois são colocados aos pés das árvores ou em vasos com plantas.
Nesse dia, os antigos europeus iam até o campo para colher flores e as levavam para casa, pois acreditavam que as flores colhidas no Equinócio da Primavera eram mágicas e, através delas, seriam capazes de conectarem a energia de toda a Natureza.
Essas flores eram secas e com elas eram feitos ornamentos para enfeitar as casas, até Ostara do ano seguinte, em que eram trocadas por novas flores, assegurando assim a continuidade de sorte, saúde e felicidade.
Ostara é o tempo da renovação, o momento ideal de passear por jardins, parques, bosques, florestas e outros lugares verdes, fazendo do passeio um verdadeiro ritual, uma celebração da Natureza e da vida.

Correspondência de Ostara

Cores: verde, amarelo, branco.
Nomes Alternativos; Equinócio da Primavera, Easter, Dia da Senhora.
Deuses: Deuses jovens e da fertilidade e a Deusa, no seu aspecto de Virgem.
Ervas: tanchagem, lavanda, manjerona, alecrim, lilás, violetas, limão, bálsamo, madressilva, musgo de carvalho, rosas, sabugueiro, salgueiro, açafrão, narciso, junquilho, tulipa, cravos, verbena, bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, corniso, lírio-da-páscoa, íris, jasmim, morango, atanásia.
Pedras: quartzo branco, quartzo rosa, ágata, lápis-lazúli, amazonita, citrino.
Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.
Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.
Cores das velas: dourada, verde, amarela.

Atividades:
· Caminhar pelo campo para colher flores. Enfeitar toda a casa com elas.
· Celebrar a Natureza fazendo uma oferenda aos elementais, agradecendo pela beleza proporcionada pela Primavera.
· Plantar uma árvore ou flores.
· Fazer um jardim.
· Colorir ovos e enfeitá-los com símbolos de fertilidade.
· Levar um buquê de flores a uma nascente em homenagem ao Espírito da Primavera.

Comidas e Bebidas Sagradas do Sabbat: ovos cozidos, os bolos de mel, cremes e leite, pães, as primeiras frutas da estação em ponche de leite.
Na Suécia, os "waffles" eram o prato tradicional da época.

Pagãos de todo o mundo pintam ovos no Equinócio da Primavera e seus altares são decorados com esses poderosos símbolos de fertilidade, proteção e boa sorte.
Faça também o seu Ovo de Ostara e projete nele todos os sonhos e desejos que quer ver realizados.

dia 19 de setembro - Calendário Mágico

Dia de Thot

Thot era o 1º entre os magos do Egito, deus da Sabedoria e da Magia.
Todos os praticantes de magia homenageiam-no em seu dia para obter iluminação e fé.
Homenageie Thot com os 4 elementos: uma vela lilás (fogo), um incenso de mirra (ar), uma ametista (terra) e uma taça com água.

dia 18 de setembro - Calendário Mágico

3º dia do Festival de Dana

Peça a Deusa que a acompanhe em seus 3 aspectos, dando-lhe a coragem da Lua crescente, o amor da Lua Cheia e a sabedoria, virtude e magia da Lua minguante.

dia 17 de setembro - Calendário Mágico

2º dia do Festival de Dana

Nele contata-se a tríplice Deusa em seus 3 aspectos:
Amor, Coragem e Sabedoria – a Donzela, a Mãe a Anciã.
Por 3 dias faça este ritual:
acenda 3 velas para a tríplice Deusa:
1 vela branca para a donzela,
1 vela rosa para a Mãe e
1 vela amarela para a Anciã, diante de um incenso de rosa mística.

dia 16 de setembro - Calendário Mágico

1º dia do Festival de Dana

Esse festival durava 3 dias e era muito importante na tradição celta.

dia 15 de setembro - Calendário Mágico

Aniversário da Lua

Reza a lenda que o imperador chinês Ming Wong fez uma viagem mística até a lua neste dia.
Para prestar sua homenagem à Lua e atrair bons presságios para a sua vida, acenda uma vela branca e um incenso de canela.
Diante da vela e do incenso acesos, corte uma batata no formato da lua e enterre-a no jardim.

dia 14 de setembro - Calendário Mágico



Festa das Luzes

No antigo Egito, neste dia celebravam-se todas as divindades, acendendo lanternas ou lamparinas diante de cada imagem.
Atraia as bênçãos e proteção dessas divindades lembrando-se delas hoje.
Basta acender uma vela em cada porta de entrada de sua casa.






Celebração de Kalika, a Mãe dos Deuses, a deusa hindu dos nascimentos.
No complexo panteão hindu, Kalika representa um aspecto de Durga, um atributo de Kali, o equivalente a Ambika ou a Amari De.
Como manifestação da Grande Mãe, Amari De personifica a natureza, seu culto sendo preservado pelos ciganos.
Ela é cultuada atualmente como Sara Kali ou a Madona Negra.
Transformada pela Igreja em Santa Sara, ela continua sendo para os ciganos a Mãe do seu povo.
Devido a sua cor escura, Sara Kali é considerada a precursora das Virgens Negras européias.
Início das procissões da Madona Negra, que duravam até o dia vinte na Suíça e em outros lugares na Europa.
Existem, aproximadamente, 450 imagens de Virgens Negras espalhadas em vários lugares da Europa, as mais conhecidas sendo as das igrejas de Charttres, Paris e Le Puy, na França; Einseldeln, na Suíça; Zaragoza, Monte Serrat e Guadalupe na Espanha; Loreto, Padova e Nápoles, na Itália e Czestochowa, na Polônia.
Há também um número razoável destas estátuas na África e nas Américas, apesar de inúmeras delas terem sido destruídas pela fúria das revoluções e guerras e ignoradas pela Igreja, apesar dos milagres a elas atribuídas.
As que restaram foram pintadas de branco, para disfarçar sua cor, atribuída pelos padres à fumaça das velas.
O culto da Virgem Negra ressurgiu no século XII, com as Cruzadas, que trouxeram inúmeras estatuetas de deusas negras de suas expedições na Ásia e no Egito.
Na realidade, as Madonas Negras eram o disfarce sob o qual as antigas deusas pagãs continuavam usando seus atributos de Mães Divinas e seus símbolos sagrados: a cor negra da sabedoria oculta, o barco para as oferendas e as “navettes” (biscoitos doces), representando a Yoni da Deusa e as cores das roupas, os cânticos e as procissões.

Na Gália, comemorava-se Berecynthia, a deusa da fertilidade, reminiscência do culto da deusa Cibele.

Mabsant, a festa da colheita de nozes no País de Gales, com danças e serenatas de harpas.


 texto copiado de Teia de Thea

dia 13 de setembro - Calendário Mágico

Dia do Homem Verde (Greenman)

O Homem verde era, na tradição celta, o arauto da natureza, o mensageiro que anunciava que a primavera estava chegando.
Receba-o bem hoje e ganhe sua simpatia.
Acenda um incenso de maça e uma vela verde e leve uma nova planta para casa.
Plante uma árvore ou faça algo de bom pelo verde.

dia 12 de setembro - Calendário Mágico



Dia de Hybla

Na Sicília, a deusa Terra pode tirar suas dúvidas sobre o momento certo de fazer uma determinada coisa.
Como precursora da humanidade, ela traz em si a sabedoria do tempo. Pergunte a Hybla sobre o momento certo de realizar algo e ela lhe responderá.
Basta ficar atenta às coincidências que acontecerão com você neste dia.

Complementando com o texto copiado do site Teia de Thea:
Festa da deusa grega Astrea, a senhora das estrelas e dos planetas. Filha da deusa Themis e de Zeus, Astrea personificava a inocência, a perfeição e a justiça.
Segundo a lenda, Astrea vivia no meio dos homens, mas quando eles se tornaram corruptos e maus, ela abandonou a Terra e se refugiou na constelação de Virgo, que foi chamada na Líbia de Libera ou Libra, a Senhora da Balança do Destino, juíza e governante da vida dos homens.
Era invocada como a deusa protetora dos governos, das cidades e dos impérios, para que fossem dirigidos com justiça.

Na Mesopotâmia, a deusa Aderenosa, a Virgem Celestial, era a regente da constelação de Virgem, representada como uma mulher sentada em um trono decorado com estrelas e amamentando uma criança.

No Egito as Virgens Zodiacais regiam o signo intermediário entre Leão e Libra, enquanto a deusa Ta-repy, representava a constelação da Esfinge, sinônimo de Virgem.

Na Índia, Kanyá – um dos aspectos de Devi – era a deusa da constelação de Kandra (Virgem) e a mais antiga divindade do panteão hindu.

Comemoração do casal divino Bel e Beltis, na Babilônia.
Beltis foi identificada às deusas Cibele, Ishtar, Astarte e Belit.

Celebração de Anfitrite, as deusas do mar na Grécia, festejada apenas pelas mulheres com danças Tratta.

dia 11 de setembro Calendário Mágico

Dia das Rainhas

No Egito, celebravam-se neste dia as antigas rainhas.
Quem realizar um ritual para as rainhas hoje, revive um antigo mito: “Quem honra a realeza, honra os deuses e por estes será abençoado”. Preste uma homenagem à mulher que mais representa a figura da rainha para você, dando-lhe hoje, flores amarelas.

dia 10 de setembro Calendário Mágico

Dia de Chang–O

Na china, Chang-O é uma deusa que mora na Lua.
Você pode homenageá-la hoje, acendendo uma vela branca sobre uma pedra azul (sodalita ou quartzo azul), atraindo assim o equilíbrio ente a intuição e a razão, além de atrair a força mágica da Lua para a sua vida.

A Lei de Três

A lei mais elevada é agora meu ensinamento...
Cuide bem de seus atos, palavras e pensamentos.
Muitos seres podem ouvir, e espíritos saber
A maldade que você tanto procura esconder.
Então gire a roda do ano, deixe o tempo passar...
Viva cheio de Amor e não deixe o medo imperar.
Esta antiga sabedoria eu transmito e vou além:

"Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém!"

Tenha cautela igualmente com a segunda lei:

Tudo o que vai, volta...
Isso é o que bem sei.
A roda continua girando, três vezes vai girar,
ninguém pode enganá-la ou dela algo ocultar.
Busque a harmonia, o equilíbrio e a auto-estima,

Pois como é embaixo, é assim também em cima!
Deixe brilhara sua luz interior e que todo mundo a veja.
Se é o que você quer, então... que assim seja!

Extraído do Almanaque wicca 2006


FILHOS DE MANITU

Certa vez, Águia Dourada, o homem da magia, reuniu toda tribo e ensinou a arte do vôo da vida.
Disse ele: "O corpo do homem pertence à terra.
Mas seu espírito é filho do vento.
Seus sentimentos se assemelham ao movimento das águas.
O brilho de seus olhos é o fogo de seus objetivos.
O Grande Espírito deu-lhe a eterna força vital. Por isso, nem a morte ou ser algum pode danificá-lo.
Seja pelas asas do sono ou pela ação da morte, o corpo fica passivo. Mas o espírito segue com o vento, além das montanhas. São as viagens à casa de Manitu, além das estrelas, nas pradarias do céu.
Ouçam, meus irmãos:
Que seus corpos honrem a terra, mãe da humanidade.
Que seus sentimentos bons tenham a profundidade e a vastidão dos oceanos.
Que o fogo de seus objetivos nunca se apague.
Que a força do irmão vento possa impulsioná-los às terras extrafísicas.

O tempo passará e muitas coisas acontecerão à frente, mas ninguém conseguirá apagar a luz do Grande Espírito.
Nenhuma força do universo pode alterar os desígnios de Manitu.
Olhem dentro do próprio coração e não temam o mal.
Nossos corpos voltarão à terra, mas nossos espíritos irão à casa de Manitu.
Mas um dia voltaremos com novos corpos e expressões diferentes.
Os próprios homens brancos nos receberão como parentes reencarnados.
Outros receberão nossas forças espirituais em seus trabalhos; serão herdeiros de nossas tradições.
Viveremos sempre, meus irmãos!
Este é o dom que Manitu nos deu: somos imortais!
Nenhum canhão despedaçará nossos espíritos.
Ouçam o uivo do coiote transportado pelo vento do deserto.
Nossas crianças ficam com medo, mas nós, os homens adultos, sabemos que é apenas o uivo do coiote.
Esta também é a diferença entre o tolo e o sábio.
O primeiro se assusta fácil com as dificuldades.
O segundo sabe que são só provas do caminho, uivos da vida, mesmo.
Voltaremos, meus irmãos, como irmãos, filhos de Manitu.
E esses homens de amanhã portarão nossa mensagem.
Serão os Águias-Douradas do futuro.
Seus corpos continuarão sendo da terra, mas seus espíritos voarão com o vento, pois é esse o desígnio de Manitu."

O tempo passou...
E estamos vivos!
Canalizamos as forças da natureza para os bons trabalhos espirituais dos homens de todas as raças.
Somos irmãos.
E essa é nossa missão, pois são os desígnios de Manitu.

- Black-white Snow** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Falando de Espiritualidade” – Editora Pensamento - 2002).

- Notas:
* Manitu: designação que os índios algonquinos, da América do Norte, dão a uma força mágica não personificada, mas inerente a todas às coisas, pessoas, fenômenos naturais e atividades. Ou seja, O Grande Espírito.
** Black-White Snow – do inglês – “neve branca e preta”. Esse é o nome indígena do xamã extrafísico que me passou esses escritos.

Wagner Borges

APRENDI E DECIDI....

E assim, depois de esperar tanto, um dia como qualquer outro, decidi triunfar...

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las, decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução, decidi ver cada deserto como uma oportunidade de encontrar um oásis, decidi ver cada noite como um mistério a resolver, decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia descobri que meu único rival não eram mais que minhas próprias debilidades, e que nestas, está a única e melhor forma de a superarmos.

Naquele dia, deixei de ter medo de perder e comecei a ter medo de não ganhar, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.

Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.

Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo".

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".

Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...

Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade, desde aquele dia já não durmo para descansar...

Agora simplesmente durmo para sonhar.

Walt Disney