Quarta-feira: a Bruxa no escritório fazendo feitiços



por Marisa Petcov - mpetcov@uol.com.br
Como quarta-feira é um dia para ativar a comunicação, os feitiços para se conseguir um discurso poderoso começam com o telefone.

Quando o telefone toca, é porque se está fazendo negócios.
Ao atendê-lo, sua voz transmitirá seu estado de espírito, suas expectativas, seus medos, mesmo que tenha dito apenas alô.
Isto porque as vibrações do seu cérebro têm efeitos sobre a pessoa do outro lado da linha, portanto, é melhor que a mente e a psique estejam em paz com o trabalho.

Antes de fazer telefonemas importantes, respire fundo algumas vezes. repita silenciosamente:
"Todas as minhas necessidades serão facilmente satisfeitas".

Se estiver negociando, criando ou entregando algum produto, não deixe de comunicar claramente as informações básicas: quem, o que, quando e quanto.

Entrando em sintonia

Comunicação é uma dança que tem o próprio ritmo.
Tomamos parte nessa dança quando nos comunicamos.
Ouvir também significa dançar no ritmo.
Quando a pessoa é boa ouvinte, ela se torna parte do locutor.
O som da voz, as vibrações e a psique do locutor afetam-na física, emocional e mentalmente - e até quimicamente.
Estar em sintonia é estar no ritmo da nossa atividade, do ambiente e do universo.

Como se pode estar no mesmo ritmo dos colegas em situações de trabalho?
Aqui vão algumas dicas.

Comer e beber juntos é uma forma de se aproximar.
Ouvir uma música suave de fundo no escritório é outra.
Descobrir interesses comuns e se interessar pela vida do outro também são formas de se estabelecer comunicação.
Acenda uma pequena vela púrpura pela harmonia, antes de sair de casa.
Estabelecido o elo, pode-se pedir ajuda ao colega e conversar sobre trabalhos pendentes, compromissos.
Uma vez em sintonia, as chances de conseguir o que precisa são grandes.
Seus companheiros de trabalho a ouvirão.

Quando trabalhamos com a psique prestamos atenção à natureza vibracional das coisas. Este tipo sde comunicação organiza e expande nosso estado de consciência.
Para termos um futuro, temos que nos comunicar.
Como diz Anodea Judith, em Rodas da Vida, "A comunicação interliga o passado e o presente e cria o futuro".
Ela define comunicação como a especificação e a organização da consciência com o propósito de transmitir e propagar a si própria.
A essência da comunicação é a criatividade.
Ao modificar nossos padrões de comunicação, nós nos tornamos criadores, criando a cada segundo a realidade e o futuro de nossas vidas.

O segredo do lago profundo

Se tiver chance de ficar sozinha, tente não falar durante um dia inteiro.
Permita-se ouvir e sentir as vibrações a sua volta.
Como exercício, tente entrar em sintonia com os animais e as plantas, sem palavras.
Entre dentro de seus corpos e de suas mentes e torne-se um deles.
Caminhe pelas matas e encoste-se numa árvore, pressionando a coluna contra o tronco dessa árvore.
Entre na árvore e viaje por seu interior, começando essa jornada pela raiz.
Quando conseguir realizar essa façanha, você perceberá.
A árvore será tão real para você como jamais foi.
Você verá a seiva subindo pelo tronco e ouvirá a voz da árvore. Se tiver um animal de estimação, pratique com ele, que já está em sintonia com você.
Converse com o animal silenciosamente e escute sua resposta.



Continua

Baseado no livre de Zsuzsanna E. Budapest, A deusa no escritório

Marisa Petcov

Sacerdotisa da Tradição Diânica Nemorensis, Numeróloga e Contadora de histórias

Comunicadora do site www.biosegredotv.com.br com o programa Contando histórias e números, terças-feiras, às 20 horas

Cirandda de Sábios – Encontro do Sagrado feminino

Cirandda de Sábios – Encontro do Sagrado feminino

Simplesmente Maravilhoso!!!!!!

 
 
 

“Ai daqueles e daquelas, entre nós, que pararem com a sua capacidade de sonhar, de inventar a sua coragem de denunciar e anunciar. 
Ai daqueles e daquelas que em lugar de visitar de vez em quando o futuro, pelo profundo engajamento com o hoje, se atrelam a um passado de exploração e de rotina”.  
Paulo Freire

Olá, bailarinos…Amores e Amoras…
Palavras, preces, poesia, canções, dança….
Formas de expressão  para ofertar a  vocês nosso “ Estado de Graça” pós evento … Sentimentos… Emoções… Desejos… Sonhos… Bênçãos!
Oferto a cada um de vocês, nossa mais profunda gratidão!

É intensa a vida de quem corre na chuva, sem desviar das poças d’água…
É intensa a vida de quem corre na chuva, sem ter medo de se molhar e banhar-se com o néctar dos deuses e deusas das águas…
É imprevisível, a vida de quem caminha sem medo de escorregar, de olhos no horizonte, desatento às pedras no chão…mas sabendo que pode se confiar no colo de Gaia!
Os tombos viram cicatrizes e, em seus pontos recém costurados, se pode ler uma porção de coisas.
E entre “não faça isso” e “faça aquilo”, a gente passa a caminhar por estradas cada vez mais estreitas, quase claustrofóbicas.
São tantas as lições que a vida nos dá, que, por vezes, vemos nosso mundo se restringir a minúsculos cubículos cercados por instransponíveis muralhas.
Assim a gente pára de caminhar, e passamos a viver em um eterno ciclo repetitivo.
E é quando essa situação se transforma numa chaga insuportável, a gente apalpa as próprias costas e descobre que somos dotados de asas.
Lá de cima, a gente pode acompanhar todos os caminhos que deixamos de percorrer, por medo de colecionar novas – e mais doloridas – cicatrizes.
Tomados pelo arrependimento, descobrimos que nossa estrada não é de duas mãos.
Um desafio a todos nós:
“ Vamos caminhar, voar, dançar, evocar vida….Viver e não apenas sobreviver!!!!!!!

Desejo que alguma coisa “ bem boa “nos aconteça, dessas coisas que tocam a alma.
Que bate no coração e faz o ritmo mudar.
Entendem o que eu quero dizer?
Talvez hoje não, mas um dia quem sabe.
Por isso  escrevo, porque és parte de mim, uma parte que  reconheço, e essas partes a gente não arranca, a gente não joga fora, a gente cuida, a gente trata, dá atenção e caminha na espiral da vida.
É só ter fé.

Aguardo a tua canção….
Evoco a tua poesia pra levar estes risos e encantamentos compartilhados neste final de semana para todos os  caminhos de tua vida…..

Neste jardim planto com amor e reverência uma porção de sementes que representam cada um de vocês que aqui estiveram neste final de semana,  vou esperar que algo bom brote,  porque a terra é boa, basta saber semear.

Com amor….

Soraya Mariani   Yayá   Maio 2011


Gratidão Soraya, por tudo que aprendi, partilhei, dancei e vivi neste final de semana mágico!!

Festa Cigana - Cirandda da Lua - 21 de maio de 2011

Programa Contando histórias e números na Biosegredo TV!!!!!

Estarei com a Marisa Petcov (mpetcov@uol.com.br) no Programa Contando histórias e números na próxima terça (31 de maio às 20:00) , esclarecendo sobre carências minerais e demonstrando como uso o pêndulo nesse tipo de análise!!

Aguardo sua audiência e participação!!

 Bjs no coração , muita Luz e Paz no caminho e até terça as 20:00 hs no site: www.biosegredotv.com.br ! !
 

Reunião anual das primas - 2010!!

Bruxa no escritório fazendo feitiços: segunda-feira

A segunda-feira na vida de uma Bruxa

 


por Marisa Petcov - mpetcov@uol.com.br
Segunda-feira: primeiro dia de trabalho na semana; dia em que as Parcas deveriam ter se atrasado para que você pudesse viver um pouco mais o fim de semana. 
Mas não tem jeito: ela chegou e você está em seu escritório.

Os colegas de trabalho chegaram de cara fechada e olhos vermelhos.

Há aquele que quando você diz bom dia, ele pergunda "por quê?" 
Todos entornam cafezinhos como se sorvessem o maná.

Você tem razão em considerar uma injustiça ter de sacrificar a sua vida por um "emprego" que lhe deixa tão pouco tempo para as outras atividades.

Quando começa a se sentir você novamente, pronto, o fim de semana acabou e a segunda-feira a chama de volta ao corre-corre diário.

As segundas-feiras não foram feitas para serem dedicadas a projetos ou atividades intelectuais. 

O nome foi inspirado na Lua, segunda-feira (monday) e, como tal, um dia de sonho e introspecção.
Naturalmente, você ainda está ligada ao fim de semana. 
A família e os amigos a deixaram com algumas preocupações, portanto, não estranhe se vierem à mente pensamentos que nada têm tem a ver com o trabalho no escritório.

O que fazer

Segunda-feira é o dia da Lua. 

A Lua governa as emoções, os animais selvagens, a fertilidade e os fluídos revigorantes. 
Está aí um bom momento para cuidar do emocional, conduzir reuniões sociais ou profissionais e grupos de apoio. Pouco a pouco, vá desafogando sua mesa, pondo em dia a correspondência e os relatórios e adiantando projetos que já estão em andamento. 
A Lua é a nossa primeira irmã celestial. 
Ela nos faz lembrar de nossos corpos e de nossos ciclos físicos e emocionais. 
Ela governa as ondas que se movem em nosso corpo - a menstruação, a fertilidade, os sentimentos.
Inclua em sua agenda uma visita à massagista ou exercícios na academia. 
Faça da segunda-feira um "dia de reverência ao corpo". 
Depois do expediente, comemore o fim do dia com um revigorante banho de banheira.

A Deusa da segunda-feira

A Deusa da Lua é Diana, a bela caçadora noturna, que corre contra os ventos, luta para alcançar suas metas e cujas flechas nunca erram o alvo. 

Converse com Diana na segunda-feira, acenda uma vela branca em seu louvor e ela lhe dará força.

O perfume da segunda-feira

A sua Bruxa tem um olfato muito apurado. 

Uma das formas de se preparar para enfrentar o estresse e as ansiendades do dia é escolher cuidadosamente o perfume. 
Ele vai funcionar como um verdadeiro escudo protetor contra salas cheias ou contra a invasão do seu espaço de trabalho.

O cheiro de sua própria essência é muito importante para marcar seu território. 

Perfume-se como se fosse um ritual, passe a essência atrás das orelhas, como se estivesse se benzendo e peça mais compreensão.
Em seguida passe o perfume na testa para pensar com mais clareza.
Benza as pernas, colocando um pouco de perfume atrás dos joelhos, para andar com segurança e leveza.

O perfume de jasmim é o mais indicado para a segunda-feira, pois ajuda a levantar o astral, deixando-a mais alegre e cheia de energia. 

Comece a semana com jasmim.
Essa essência pode ser usada contra medos, paranoias, pessimismo, insegurança e distúrbios emocionais.

As pedras da segunda-feira

A Mãe Terra criou pedras que têm efeito calmante sobre nós. 

Entre elas estão a ametista, a hematita, a turmalina, o quartzo, a ágata. 
Leve algumas para seu escritório: segure-as nas mãos, coloque-as perto de você, no seu cantinho seguro, no seu ninho...

Essas pedras trarão a segurança, os pés no chão para prosseguirmos com nossas atividades.

A cor da segunda-feira

As cores têm muito a ver com os sentimentos. As emoções são influenciadas não só pelas cores que vemos, mas pelas cores que vestimos. 

É muito importante a escolha da cor que vai usar neste dia, se quiser influenciar alguém, pois elas causam um impacto físico nas pessoas que a veem. 
Uma echarpe colocada invocará os sentimentos; não precisa se vestir inteira com a cor escolhida...

Uma boa cor para ser usada neste dia é o azul, que aumenta a confiabilidade, faz com que as pessoas confiem em você, estimula o senso prático e ajuda a manter as práticas espirituais.

Por que a segunda-feira é dia de se sentir segura

A raiz de toda a nossa existência é a parte do corpo mais envolvida no aproveitamento dos alimentos que ingerimos e na eliminação do que não serve para o organismo. 

Ela é o centro de ligação da energia dos corpos e, por extensão, a chave da sobrevivência física, prosperidade e excelência. Essa é a área de onde se origina toda a nossa energia.
Estou falando das nádegas!

É preciso expandir a sua consciência do corpo - principalmente a consciência do primeiro centro de energia, o ponto onde o corpo suporta o seu peso, o ponto de contato entre você e a cadeira.

Focalize a consciência nesta área e solte-a lentamente, como se fosse uma raiz penetrando a terra. 
Você está indo de encontro à Mãe Terra e, mesmo que esteja no vigésimo andar, sua mente pode levar a consciência até o alicerce do edifício, atravessando todos os andares. 
Deixe a consciência mergulhar no solo. 
Sinta-se como se estivesse enterrando uma raiz. Sinta a terra nutri-la. 
E, então, comece a extrair energia da terra através dessa raiz.

Quando sentir que já tem bastante energia, dirija a consciência novamente para dentro do seu corpo. 

Você irá perceber que se sente mais descansada e será muito mais fácil saber quem é você e focalizar a atenção na tarefa que tem nas  mãos.







Bruxa no escritório fazendo feitiços: segunda-feira


Todas já nos conscientizamos de que existe uma Bruxa de nós. 
Apesar disso, precisamos trabahar e fazermos o melhor para que ela se sinta bem...

Segunda-feira, o primeiro dia de trabalho na semana é ideal para fazer uma oração para que o seu trabalho flua bem.

Uma boa ideia é pegar o projeto em que você vem trabalhando, já em sua forma final, e com os dedos desenhe sobre ele um pentagrama invisível. 
O pentagrama foi considerado coisa do demônio por Hollywood e pelos cristãos convertidos. 
Seu significado original, entretanto, é o equilíbrio entre os elementos e o espírito em nossas vidas.

Primeiro, desenhe uma linha de baixo para cima, começando do canto esquerdo e subindo até o meio.

Desça até o canto direito e suba novamente na diagonal até o canto esquerdo, cruze até o canto direito e desça novamente à esquerda até formar uma estrela.

Ao desenhar a estrela, você está usando a energia do guerreiro sagrado, para fazer o pentagrama mágico.

O guerreiro espiritual conhece o caminho certo, a forma apropriada. 
O universo sempre faz primeiro movimento, mas você acrescenta o seu próprio movimento.
Em seguida, faça um círculo em volta do pentagrama, que significa a bênção da perfeição. 

Para finalizar, desenhe no topo outro pequeno círculo e no interior deste uma cruz de braços iguais, símbolo da terra e do dinheiro.

Um ritual de alimentação

Nos tempos antigos, as pessoas queimavam os alimentos para oferecerem aos deuses. 

Comer era uma forma de oração. 
Hoje em dia ignoramos os alimentos que vamos comer. 
É comum lermos uma revista ou conversarmos com amigos durante as refeições. 
Procure usar o horário de almoço apenas para comer. Sente-se e abençoe o seu almoço dizendo: 
"Que este alimento traga saúde, riqueza e sabedoria, a divina trindade. 
Que este alimento seja abençoado". 
Diga essas palavras silenciosamente - ninguém na lanchonete precisa saber o que você está fazendo.

Agora imagine a sua Bruxa interior saindo do esconderijo, tomando o alimento e comendo calmamente. 

Enquanto come, emita sons de satisfação, do tipo "hummmmmm" ou "yam, yam, yam". 
Sua Bruxa precisa aparecer e devorar sua comida.
"Hummmmmm", gema de prazer quando provar uma comida gostosa.

A Bruxa precisa sentir os prazeres da boa mesa e, se perceber que você a está privando desses prazeres, vai querer se vingar e acrescentar um pouco mais de gordura ao seu corpo. 

Portanto, não volte a ter aquela ideia tola de fazê-la passar fome. Evite comidas gordurosas, latarias e doces, mas, por favor, não faça dietas. 
As mulheres devem ter formas e tamanhos diferentes, roliça ou alta, gorda ou pequena.

Depois de comer, beba um copo dágua bem grande. 

Á tarde, recomendo uma xícara de chá de framboesa para reenergizar os órgãos femininos e melhorar o humor.

A Bruxa está no escritório, é segunda-feira....

Não prolongue o dia de trabalho fazendo mais do que lhe é exigido.

Vá para casa e tome uma chuveirada para avisar a sua Bruxa interior que ela já pode aparecer. 
Não ligue a TV; ela ajuda a relaxar, mas faz baixar o metabolismo, deixando-a sem vontade de se levantar e se movimentar. 
Ande. 
Estimule seus amigos para que a acompanhem em atividades tais como caminhadas, jantares ou cinemas. 
A Bruxa adora exercícios porque o seu corpo e o corpo dela são um só; mas não faça dos exercícios uma obrigação a ponto de sentir-se culpada quando não estiver com vontade de praticá-los.

Se você mora sozinha, uma boa ideia é ter um cachorro ou um gato. 

O cão precisa caminhar todos os dias, portanto, se não tiver tempo de levar o animalzinho passear é melhor escolher o gato. 
Os animais fazem a Bruxa se revelar. Eles a conectam com as deusas das outras criaturas. 
Eles a fazem lembrar o que é importante na vida - alimento, amor, saúde e companheirismo.

O dia terminou mesmo

Se você seguiu as orientações dadas, para uma segunda- feira...

Agora sua Bruxa interior pode sobreviver à agenda tediosa dos dias de hoje sem sentir que estão abusando dela. 

Ela não vai trapaceá-la, sabotando as reuniões de trabalho com cansaço, matando-a de fome ou fazendo-a explodir em público para expressar a raiva, colocando-a em situação embaraçosa.

Como um presente diário, deixe-a ficar na banheira por muito tempo... ou frequente um spa. 

Banhe-se com água perfumada e use sal marinho para relaxar os músculos. 
Se você passou o dia todo fora e precisa de um relaxamento mais profundo, use sais de banho especiais e bicarbonato de sódio.

Como último ato da segunda-feira, acenda uma vela branca ou rosa e peça bênçãos para seus futuros projetos e para sua vida pessoal.

Feito isso, enfie-se embaixo do lençol, deixe o gato se enroscar em você ou, se tiver um companheiro, dê-lhe um beijo de boa-noite. 

E durma.

Baseado no livro de Zsuzsanna E. Budapest, A Deusa no escritório

Marisa Petcov

Sacerdotisa da Tradição Diânica Nemorensis, Numeróloga e Contadora de histórias

Dia 17 de maio - festival de Wesak!!!!

O festival de Wesak - Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. 

Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino. 
É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. 
Este Festival ocorre quando a Lua Cheia encontra-se no signo de Touro. 
Wesak é uma festa da libertação, do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. 
Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.

A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. 

É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente. 
Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta - o Sol - e o "Centro Solar" a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.

Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos. 

É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.


- A LENDA DE WESAK -

O Festival de Wesak é uma celebração anual, que acontece no momento do Plenilúnio de Touro, quando a bênção de Deus é transmitida à Terra, por intermédio de Buda e de Seu Irmão, o Cristo. 

 

Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, num pequeno vale do Tibet, no Himalaia. 
O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:


Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. 

Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul. 
No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. 
As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos – ele está coberto por um tapete de pasto duro.

No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. 

Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. 
Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade.

Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.

Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram – em níveis etéricos – os Seres chamados “Os Três Grandes Senhores”: 

o Cristo, que se situa no centro; 
o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e 
o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. 

Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.

Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos – aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. 

Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.

Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. 

A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. 
Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. 
É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.

O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. 

Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. 
Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres. 
Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza.
Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.

Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. 

Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.

O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo. 

Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela.

Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.

Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo. 

O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas. 
 Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.

Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: 


- “* -- Pronto, Senhor, venha..."*

Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. 

A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo. 
Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. 
É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.

Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos. 

Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.

Esta Grande Invocação cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega... a Deus. 

Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade tomam contato. 
No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.

Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. 

Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço.

Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos. 

O sacrifício anual que Buda realiza pela humanidade se conclui, quando Ele retornar a esse lugar no alto, onde trabalha e espera.

O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. 

Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores. 
Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebê-la nos planos físico, emocional e mental. 
Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.

Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. 

Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. 
Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina. 
Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.

Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. 

Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.

Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. 

Esta linda “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do “Portador da Água”. 
A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. 
Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.

Tal é a *lenda* por trás deste Festival, e também, tal é a *realidade, *se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. 

Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras. 
Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.

Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira: “paz na Terra e boa vontade entre os homens”. 

Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.

Podemos participar do Festival de Wesak através do jejum, da oração ou da meditação grupal. 

Recitar tanto quanto possível a Grande Invocação nos dois dias que antecedem o Festival e nos dois dias posteriores. 
O ideal é recitá-la ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio. 
Manter-se em estado de permanente e serena atenção .


(Tradução do texto: “versión libre de varios autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater” encontrado no site www.sabiduriarcana.org )
Colaboração - Andrea Cortiano


copiado do blog:  http://agrandefraternidadebrancauniversal.blogspot.com






A GRANDE INVOCAÇÃO

   
Do ponto de Luz na mente de Deus,
Que flua Luz à mente dos homens
E que a Luz desça à Terra.
 
Do ponto de Amor no coração de Deus
Que flua amor ao coração dos homens
Que Cristo retorne à Terra.
 
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
Propósito que os mestres conhecem e servem.
 
Do centro a que chamamos a raça dos homens
Que se realize o plano de Amor e de Luz
E se feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra
Hoje e por toda a eternidade. Amém.




No dia de Wesak é preciso manter uma orientação inteiramente voltada para a beleza, a bondade e a verdade. Este é o dia do contato. Primeiro tomamos contato com a nossa Alma; depois, os olhos do Mestre se fixam sobre nós por um segundo; então sentimos que as grandes energias penetram no nosso sistema, causando um grau relativo de transfiguração.

Depois disso, tomaremos grandes decisões no sentido de modificar nossa vida em níveis mais elevados.
Nos três dias seguintes, abençoaremos aos demais, irradiaremos nosso amor e compaixão para todos os seres vivos, para toda a humanidade, aceitando-a como uma imensa fraternidade, como o bem-amado filho de
Deus.

Se fizermos isso ano após ano, estaremos avançando rumo às montanhas ensolaradas da realização e nos converteremos em doadores de vida, de alegria, de saúde, de amor e de beleza.‖SARAIDARYAN, Torkom. Sinfonia do Zodíaco. Pensamento. p. 103-104

copiado de http://dharmadhannyael.blogspot.com

Sarasvati - a " DEUSA DA ARTE " - reverenciada dia 16 DE MAIO





Sarasvati 
" DEUSA DA ARTE "

A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente com o branco. 
Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços. 
Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário. 
Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.
Além destes objetos Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento de fio). 
Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças. 
Ela pode ser assentada em um cisne, leão, ou em um loto. 
O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram). 
O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu. 
A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.
Ahamsa também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um som supremo em realidade, este som é o conhecimento da liberdade.
O uso da cor branca é significante em seu simbolismo. 
O branco é a aparência é a beleza da lua cheia. 
Os olhos brancos são como o lótus.
Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti. 
Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.
A cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva e representa conhecimento, refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.
Sarasvati é a Deusa eloqüente da aprendizagem e da fala como também a deidade protetora das artes. 
Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.
Sarasvati é a cônjuge de Brahma
Sarasvati na mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa da fertilidade, procriação, purificação e literatura.

 
A nota chave de Sarasvati é AIM.


Que de ve ser cantado assim:   

Om AIM Sarasvatie namaha.



SARASWATI é o arquétipo de Criatividade Humana.
Como cônjuge de Brahma, Sarasvati, é a Deusa da aprendizagem e das ciências criativas. 
No Hinduísmo, o aspecto Absoluto é descrito pela Divindade masculina, e a Divina Forca ativa-criativa pela energia feminina ou Shakti. Da mesma maneira que Kali representa Shakti em sua natureza preta ou feroz, Sarasvati, representa em branco ou forma moderada. Assim ela é deusa da fala, poesia, música, e ciência. 
Ela é descrita com um veena, o cisne; 
em uma mão segura um livro sagrado, 
na outra concede bençãos.
Orações para Sarasvati, trazem inspiração artística. 

Sarasvati, é o Esclarecimento, aspecto de Sabedoria da Mente Cósmica.
Sarasvati, é a Deusa de inspiração e beleza em criação. 
Mover-se pelo yantra dela é descobrir a essência de criatividade em fala, música e nas artes visuais, e assim experimentar o estimulo destas qualidades dentro do Ego.
Sarasvati, a deusa hindu do conhecimento e cultura,
é a incorporação de verdadeira sabedoria. 
Se estivert sentada no trono de lotus, ela simboliza conhecimento espiritual como também o refinamento das artes; 
os cisnes ao lado dela são para poder separar leite de água - um ato que simboliza a habilidade para discriminar entre ações que são boas e sábias e as que são ruins.
Sarasvati, é creditada na Índia como a criadora da civilização: do primeiro alfabeto, as artes, matemática, música, e magia.
É dito que o brilho dela representa a luz poderosa e pura da sabedoria. 
Sabedoria capaz destruir a escuridão da ignorância. 


Simbolismos de Sarasvati

Sara – “essência”.
Sva – “o seu próprio”
É aquela que nos dá a nossa própria essência, a sabedoria, o conhecimento.
Sarasvati a forma feminina do criador, Brahma.
Sarasvati representa todo o conhecimento e a inteligência que rege todas as coisas. 
O universo é organizado de uma forma inteligente. 
Ele é governado por leis. 
Leis que tornam possível o nascimento do Sol todos os dias, que rege os ciclos perfeitos da natureza, que governa o nosso corpo e a nossa mente. 
Tudo é muito bem organizado.
Sarasvati aparece nos Vedas na forma do rio Sarasvati e estava associada ao conhecimento. 
Sarasvati significa também “aquela que flui”, como o rio. 
O conhecimento tambem é aquele que flui da boca do mestre para o ouvido do discipulo, através das palavras. 
Vac” significa “fala”. 
O rio não tem dono. 
Se você possui uma propriedade na qual um rio cruza dentro dela, você não pode dizer que aquele rio lhe pertence, as águas do rio que momentanemente cruzam a propriedade podem ser usufruídas por você, com cautela e responsabilidade, sabendo que aquelas águas irão banhar diversas outras pessoas. 
Assim é o conhecimento. 
Ninguém o possui, ele flui e abençoa aquelas pessoas que se banham nele.
A água é considerada um elemento purificador. 
Com a água lavamos tudo, tomamos banho. 
Da mesma forma, o conhecimento é o elemento mais purificador que existe. 
Quando se diz que ao mergulhar no Ganges  a pessoa adquire a liberação, isso é um símbolo para dizer que quando você mergulha na água do conhecimento, você adquire moksha, porque a ignorância, a impureza, é removida.
É dito que antes ela, Sarasvati , foi esposa de Vishnu, que era casado também com Lakshmi. 
Elas não se entendiam e constantemente brigavam por ciúmes. 
Vishnu, então, após uma discussão entre as duas deusas, deu Sarasvati para Brahma. 

A historinha é para ilustrar a nos chamar a atenção de que devemos ter muito cuidado, porque onde existe demasiada atenção na riqueza material, a sabedoria pode ir embora. 
E onde existe sabedoria, a riqueza não é tão valorizada.

 
Sarasvati usa um sari branco e está sentada em um lótus branco que representa a pureza, ou seja, uma mente sáttivica. 
A mente equilibrada e tranquila é o sólo fértil para que o conhecimento frutifique. 
Então de fato o conhecimento nos conduz a perceber aquilo que realmente somos. 
O conhecimento, portanto, remove a impurezas, a ignorância.
Numa das mãos a deusa carrega os Vedas, simbolizando todo o conhecimento; 
noutra traz um japa mala, simbolizando a meditação; 
segura também uma vina, representando a arte e a música. 
A vina é dito que é um instrumento muito dificil de se tocar e por isso representa também a disciplina, necessária no caminho do autoconhecimento. 
O som produzido pela vina simboliza o escutar dos ensinamentos. 
A música e principalmente o som da vina é algo capaz de nos levar ao estado de plenitude, assim como o ensinamento, que nos revela que somos a plenitude que tanto buscamos.
Sarasvati está montada em um cisne que representa a discriminação, o veiculo pelo qual o conhecimento chega é a discriminação. 
O cisne é branco e representa aquilo que é único, Brahman. 
Sempre associado a ela há um pavão. 
O pavão tem uma muticiplidade de cores que representa a criação. 
O conhecimento é a base de toda essa criação que é tão bela e variada.  
Sarasvati representa o conhecimento da criação.
O lótus no qual ela está sentada representa próprio caminho espiritual da pessoa realizada. 
O lótus ergue-se da dualidade, do lodo, em busca do Sol, o conhecimento. 
Quando o alcança, desabrocha. 
Mesmo tendo desabrochado, permanece na lama, na dualidade, contudo, é intocato por ela, pois as pétalas de sua flor são impermeáveis. 
Assim é o sábio que buscou o conhecimento e nele obeteve a compreensão da unidade. 
Ele permanece no mundo, na dualidade, mas sempre com a visão não-dual em mente.
Todas as deidades estão adornadas com ouro em abundância, que simboliza a unidade idepedente da forma. 
Ou seja, independente da forma, pode ser um brinco, um colar, uma coroa, uma pedra, o ouro continua sendo ouro.


Mantra:   Om aim sarasvatiei namah




Curiosidade:  Benzaiten – a Sarasvati japonesa


Benzaiten é considerada a Sarasvati japonesa. 
É dito que o simbolismo de Beizaiten foi introduzido no Japão durante os séculos VI e VIII, junto com o budismo e através dos chineses e as traduções, do chinês para o japonês, do Sutra da Luz Dourada, o qual fala sobre Sarasvati e Lakshmi. 
Na imagem japonesa, ela está associada tanto à fortuna quanto ao conhecimento. 
Ela segura uma Biwa, uma espécie de alaúde japonês, o que instantaneamente nos remete à imagem de Sarasvati.

Assim como Sarasvati, ela também está associada às águas, porém as águas do oceano. 
É considerada a deusa da eloquência. 
É, num sentido mais profundo a deusa de tudo aquilo que flui como a água: as palavras, o conhecimento, a eloquência, a música. 
Posteriormente ela se tornou uma das sete deidades da fortuna japonesa.


Os sete deuses da Fortuna


copiado de : http://www.vidadeyoga.com.br/?p=1470

É a Deusa de todas as artes criativas, em especial da poesia e da música, do aprendizado e da ciência.
Protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, escritores... e tudo relacionado à eloquência.
Besant Panchami, às vezes chamado Dawat Puja, é o Festival de Sarasvati na Índia. 
Esse festival tinha início com a limpeza de todos os potes de tinta e das penas. 
Em nossa era de computadores, devemos limpar completamente tais equipamentos. 
Na verdade, limpar toda a área da escrita, tirando o pó de todos os livros e organizando os papéis pessoais, faz parte dessa categoria. 
Os hindus consideram todas as vidas como uma participação da harmonia cósmica. Consideram todas as ações como uma forma de culto divino; diz-se que é um culto interno. 
No culto externo, seus rituais consistem em sons, ritmos, gestos, flores, luzes, incenso e oferendas, tudo isso servindo como auxílio para guiar a mente o mais longe possível do material e o mais perto do espiritual. 
Ao culto individual dá-se nome de "puja". 
O ritual é considerado necessário para estabelecer e manter contato com uma divindade específica.
 

Cirandda dos Sábios - 21 e 22 de maio

Estarei participando!!!!


A Cirandda da Lua – Espaço de Desenvolvimento Humano, coordenada por Soraya Mariani, convida a todos para participar da “IV Ciranda de Sábios: Honrando e Celebrando a Deusa Mãe em nossos Corações”.

Esse chamado parte da deusa de mil nomes. 
Ela sabe que andamos à Sua procura, e vem nos encontrar. 
Ela vem vestida de Afrodite, de Ártemis, de Deméter, de Perséfone, de Hera, de Atena, de Héstia... 
Donzela, Mãe e Anciã...

Ela traz a sua voz contida nas canções, nos mitos, no toque do tambor, na presença de cada Ser!

O evento, que acontecerá nos dias 21 e 22 de Maio, visa celebrar a Grande Deusa, como Senhora da Vida, da Morte e da Regeneração. 

A Grande Mãe Universal cujos poderes se difundem por toda a natureza, por toda a vida humana, por todo o mundo animal, por toda a vegetação. 

Ainda que evocada por diferentes nomes, representa o princípio criador e simboliza a unidade essencial de toda a vida na Terra. 

A “IV Ciranda de Sábios: Honrando e Celebrando a Deusa Mãe em nossos Corações” tem como missão propor um mundo diferente, um mundo no qual a posse e o domínio não sejam as únicas formas de relacionamento nem entre os seres humanos, nem entre nós e aqueles com quem partilhamos a vida na Terra. 

Vozes e corações em um grande rito de celebração, uma grande ciranda!

Será um final de semana que reunirá simpatizantes das diversas espiritualidades centradas na Deusa, no Sagrado Feminino, na Espiritualidade da Terra, no Xamanismo. 

Um final de semana repleto de palestras, workshops, empório das deusas, rituais e atividades especiais, como uma linda ciranda de cantos e dança circular ao final do evento com as principais vozes e opiniões a expressarem em todo seu esplendor muitos dos ramos e raízes desta grande força arquetípica conhecida e honrada como Grande Deusa!

Que esta linda Cirandda de Sábios tecida com Sagrados Fios de Amor, Sabedoria, Intuição, Verdade, Plenitude, Alegria possa fazer parte de sua vida de forma verdadeira e intensa afinal:

  "Esse é o lugar onde você poderá vivenciar e trazer à luz aquilo que você é e aquilo que poderá ser. 
Este é um lugar de incubação criativa. 
A princípio, você até pode achar que nada acontece. 
Mas se você tem um espaço sagrado e o utiliza, por fim alguma coisa acontecerá."

                                                                                                (J. Campbell)


Com amor e gratidão,

Soraya Mariani - Coordenadora de Projetos da Cirandda da Lua, Idealizadora da “Ciranda de Sábios: Honrando e Celebrando a Deusa Mãe em nossos Corações”
Marina Lentini- Assessoria de Criação
Lord A:. - Graphic Arts & Hotsite


Datas e Horários:
Dia 21/05: 10h às 22h
Dia 22/05: 10h às 21h

Local: Cirandda da Lua - Espaço de Desenvolvimento Humano
Rua Leopoldo Amaral, 43 - Vila Mariana (Alt. 1.750 da Lins de Vasconcelos)
Contato: (11) 2645 1237/ ( 11) 2645 12 36
Email: ciranddadalua@yahoo.com.br - ciranddadalua.cursos@gmail.com
Site: www.ciranddadalua.com.br

Dia 7 de maio - Agenda Mágica



Celebração egípcia de Anuket, antiga deusa das águas e da fertilidade da Terra

Seu emblema era o búzio, sendo representada com quatro braços. 

Como símbolo da união da polaridade masculina e feminina, seu nome era "A Una". 

Criada por si mesma, Anuket era virgem; no entanto, gerou o deus solar Ra. 

Ela era invocada durante inundações do Nilo, nos templos de Aswan e da ilha de Seheil.

copiado de Teia de Thea




Ela é filha de Satis, a Deusa das inundações do Nilo, e Khnum, deus da nascente do Nilo. Anuket também foi associada com coisas que se moviam rapidamente, como flechas e gazelas, e foi por vezes retratada como uma gazela ou com a cabeça de uma gazela. Outras representações mostram-na como uma mulher usando uma coroa coberta com penas de avestruz.  
O nome Anuket significa "abraçar", também é visto como ANKET, ANQET e ANUKIS, e seus títulos são: Doadora da Vida, Senhora da Vida, Provedora dos Campos, mãe do Rei.

Anuket antiga deusa egípcia (também conhecida como Anket, Anqet, Anjet ou Anukis) era a personificação do rio Nilo como "Provedor dos Campos".  
Ela também era uma deusa da caça e era adorada como uma divindade protetora da   parturiente.
Anuket and Isis with Ptolemy II  at the temple of Isis, Philae copyright Olaf TauschEla foi amplamente cultuada na Núbia, e lhe foi dado o título de "Senhora da Núbia".

  Anuket e Satet estavam ligadas às uréias (a cobra real da coroa do deus ). Durante o Reino Novo , ela foi colocada na tríade Abu com Khnum e Satet.  
Estas três divindades da água protetoras das cataratas do Nilo e da área onde os egípcios acreditavam ser a fonte do Nilo.  
Em tempos posteriores, ela foi identificada com Neftis no templo "Per-Mer", devido às ligações Satet com a deusa Isis e a ligação de  Khnum com Osíris .
No entanto, tanto Satet e Anuket estão intimamente ligados à Isis, que assumiu os atributos das águas férteis do Nilo, bem como sendo uma forma da estrela Sirius.
Anuket era geralmente descrita como uma mulher vestindo um cocar feito tanto de juncos ou de penas de avestruz, muitas vezes segurando um cetro e com o simbolo Ankh , e ocasionalmente mostrada acompanhada de uma gazela.
The Elephantine triad: Satet, Anuket and Khnum
Seu nome significa "abraço" e pode ter originalmente se referido  ao "abraço das águas da inundação".  
Ela também foi retratada amamentando o faraó durante o Novo Reino, e se tornou a deusa da luxúria durante os períodos posteriores.  
Nesta forma, ela ganhou associação com búzios, que se assemelham a vagina.  
O Festival de Anuket era realizado quando a inundação começava.  
As pessoas jogavam moedas, jóias, ouro e presentes preciosos no rio Nilo para agradar a deusa.

uma mulher usando uma coroa de juncos e penas de avestruz, muitas vezes acompanhada de uma gazela.
 
Descrição: Anuket era mais provável uma deusa importada da Núbia, e era adorado como o "alimentadora dos campos", referindo-se à inundação anual do Nilo, que depositava uma camada de lodo rico em áreas agrícolas.  
Ela formou uma tríade com Khenmu e Satis , e em tempos depois foi identificada com Neftis .  
Seu nome significa "abraçar" e pode referir-se às margens do Nilo, que anualmente inundam  os campos para trazer fertilidade à terra.
Adoração: adorada em toda  Núbia, seu centro de culto egípcio estava em Elefantina.
 
textos retirados dos sites:

http://www.teiadethea.org/?q=node/96

http://www.ancientegyptonline.co.uk
http://www.touregypt.net
http://www.goddesses-and-gods.blogspot.com
 


Dia 06 de Maio - Agenda Mágica


texto copiado do site:  http://www.teiadethea.org


Antiga comemoração da deusa loura irlandesa Inghean Bhuide, celebrando o início do verão.
Esta deusa tinha duas irmãs: Lasair, que regia a primavera e Latiaran, que anunciava a chegada do outono.
Seu culto sobreviveu à era cristã disfarçado no de outras santas, honrando Inghean com rituais e oferendas nas fontes sagradas.



Celebração grega das Horas, as deusas menores da natureza:
Thallo, da primavera; Carpo, do outono; Eunomia, da ordem; Diceia, da justiça e Eirene, da paz.
Estas deusas regiam a ordem natural dos ciclos anuais, das estações e do crescimento das plantas.
Depois, tornaram-se também as deusas da natureza humana e regentes da ordem social.

Celebração dos deuses Fauna e Faunus, aspectos da deusa Diana, senhora dos animais. Regentes da fertilidade da Terra e dos animais, Fauna e Faunus eram os protetores das florestas e dos animais selvagens.


Dia também consagrado à deusa eslava Vila ou Samovila, representando a força da natureza.
Como protetora das florestas, dos animais e reguladora das chuvas, Vila aparecia para os caçadores como uma mulher bonita, com longos cabelos louros, asas coloridas e trajes brilhantes.
Feroz protetora dos animais e de seus filhotes, ela não hesitava em matar aqueles que caçavam ou maltratavam os animais em seu habitat.
Vila podia metamorfosear-se em serpente, cisne, falcão, cavalo ou redemoinho, iludindo e desviando os caçadores.
Ela também era detentora dos segredos da cura com plantas e ervas.
Se alguém queria ser por ela guiada, deveria ir bem cedo a uma floresta, fazer um círculo com galhos de bétula, oferecer-lhe uma ferradura e cabelos de crina de uma égua. Imitando o relinchar da égua e batendo o pé direito sobre a ferradura, o suplicante podia chamar Vila e, quando ela aparecesse, saudá-la como “Grande Irmã’ e pedir-lhe a iniciação nos segredos das ervas.