28 de fevereiro - Calendário Mágico

RITUAL DE PURIFICAÇÃO

Fevereiro é o mês da purificação.
No último dia do mês, coloque uma cabeça de alho em cada uma das janelas de sua casa para protegê-la durante os meses que se aproximam.

Dia das Deusas da Terra

Dia dedicado pelos pagãos ás deusas da terra: Ceres, Déméter, Gaia, Ge, e Mauri
Para os gregos, isso começa com Gaia, a terra que nos sustenta e vai até Perséfone, o trigo de Deméter. Entre as duas, se faz os Mistérios de Elêusis, e com elas vive o segredo da vida e da morte.
Desde o princípio dos tempos os seres humanos têm adorado um vasto panteão de Deusas Mães-Terra, invocando sua ajuda em tempos de necessidade e agradecendo os favores da abundância.
Cada civilização desenvolveu suas próprias Deusas, pois possuíam línguas e costumes diferentes, e habitavam os quatro cantos do mundo.
Como a nossa Deusa Papa existem a Mãe-Terra Pachamama, a Deusa grega Gaia e Deméter, a Deusa egícia Ísis, a Deusa esquimó Sedna, as céltica Banba (Mãe-Terra), Cailleach (a velha sábia que rege o inverno), a Dama do Lago que guarda a mítica espada Excalibur do rei Arthur em Avalon, e muitas outras.
Mais de mil nomes denominam a Deusa Mãe-Terra de todos os tempos e de todas as culturas da humanidade.
Todas elas são veneradas como Deusas, mas amadas como Mães.

copiado de /www.rosanevolpatto.trd.br


27 de fevereiro - Calendário Mágico


deusa tríplice em sua face Anciã



face Anciã da Mulher Mutante



as 13 matriarcas das lunações

   
Deuda Hécate(grega) ou Callieach (celta)
Dia de Gally Bird

Originário da Irlanda, Gally Bird é um pássaro azul que vive no mundo das fadas.
Hoje ele visita nosso mundo trazendo prosperidade e boa sorte. Para atrair o pássaro azul da alegria, coloque treze grãos de milho no batente de sua janela.




Dia de Cailleach

Cailleach é uma das maiores e mais antigas Deusas da humanidade.
Ela é um aspecto da Deusa como a Anciã, principalmente na Escócia.
Alguns estudiosos acreditam que ambas sejam derivadas de uma Deusa ainda mais antiga, talvez uma das primeiras expressões da face negra da Deusa já cultuadas pela humanidade.
Ela foi e é conhecida por inúmeros nomes: Cailleach Bheur or Carlin, na Escócia;
Cally Berry ou Cailleach Beara, na Irlanda;
Cailleah ny Groamch, na ilha de Man;
Black Annis, na Bretanha e
Digne, no país de Gales, todas equivalentes a Kali.
Cailleach também é considerada uma outra forma das Deusas Scathach e Skadi.
Na Irlanda ela era conhecida como uma divindade que podia trazer e curar doenças, principalmente de crianças.
O nome Caillech significa mulher velha, bruxa ou mulher velada.
Sua imagem velada a relaciona com os mistérios de se conhecer o futuro, particularmente a hora da morte de cada um.
Nas lendas Medievais ela era a Rainha Negra do Paraíso.
Cailleach rege o céu, a terra, o Sol e a Lua, o tempo e as estações.
Ela criou as montanhas com as pedras que carregava em seu avental, mas também trazia aos homens as doenças, a velhice a morte.
Ela era também um espírito protetor dos rios e lagos, garantindo que eles não secariam.
Ela controla os meses de inverno, trazendo o frio, as chuvas e a neve.
Mas um de seus principais títulos é Rainha da Tempestade, pois com seu cajado ela trazia e controlava as tempestades, particularmente as nevascas e furacões.
Cailleach é a guardiã do portal que leva à parte escura do ano, iniciada no Samhain e é invocada nos rituais de morte e transformação.
Nos mitos da troca de poder entre as faces da Deusa, ela recebe o bastão branco dos meses de luz e o torna negro para os meses de trevas, devolvendo-o à Donzela no Imbolc.
Em alguns mitos diz-se que Ela retorna à terra no Imbolc, tornando-se pedra para acordar somente no próximo Samhain.
Como Seu nome não aparece nos mitos escritos da Irlanda, mas apenas em histórias antigas e nomes de lugar, presume-se que Ela era uma divindade pré-celta, trazida pelos povos colonizadores das ilhas Britânicas, vindos do leste Europeu, possivelmente da Índia.
Ela era tão poderosa e amada que mesmo quando os recém-chegados trouxeram suas divindades, como Brigit, Cailleach ainda continuou sendo lembrada.
Apesar de ser considerada uma Deusa Anciã, Ela é quase sempre representada com um rosto jovem, mostra de seu poder de se rejuvenescer constantemente.
Ela possui um aspecto Donzela parecido com Diana, sendo a protetora dos animais selvagens contra caçadores.
Ela protege principalmente o cervo e o lobo, assegurando bandos saudáveis.
Há um mito antigo que conta que os caçadores oravam a Cailleach para saber onde encontrar os cervos e quantos matar.
Ela os guiava para a aqueles que podiam ser mortos, desobedecê-la trazia sua fúria, em forma de ataques de alcatéias para a vila dos desobedientes.
Ela também possui um aspecto Mãe, sendo aquela a quem as mães pediam que curasse seus filhos das doenças do inverno.

O Gato é um de seus animais sagrados.
Em algumas lendas ela toma a forma de gato para testar o caráter das pessoas.
Em sua forma humana, ela costumava ir de casa em casa no inverno pedindo abrigo e comida.
Os que a acolhiam contavam com sua eterna bênção e proteção e os outros eram amaldiçoados e não atravessam o inverno incólumes.
São também sagrados para ela o corvo e a gralha.
Seu rosto é azul e seus cabelos sempre são representados soltos e brancos, escapando de seu manto e capuz.
Ela carrega um caldeirão em uma das mãos e um cajado na outra.
Seu cajado ou bastão lhe conferia o poder sobre o tempo, fazendo dela uma das Deusas mais importantes para a manutenção da vida no planeta.
Ela é também uma Deusa associada à crua honestidade e à verdade, doa a quem doer.
Ela também aparece como uma mulher velha que pede ao herói que durma com ela, se o herói concorda em dormir com ela, ela se transforma em uma linda donzela.
O Livro de Lecam (cerca de 1400 E.C.) alega que Cailleach Beara era a Deusa da qual se originaram os povos da região de Kerry.
Na Escócia ela representa a personificação do inverno, nasce velha no Samhain e fica cada vez mais jovem até tornar-se uma linda Donzela no Beltane.

O contato com esta Deusa nos ajuda a redescobrir a soberania sobre nossa própria vida, um tipo especial de poder e confiança.
Cailleach, violenta como pode parecer, vive em todos nós.
Ela nos traz a sabedoria para deixar ir aquilo de que não mais precisamos e manter as sementes do que está para vir.
Ela vive no limite entre a Vida e a Morte.

escritos de Naelyan Wyvern - Sacerdotisa do Coven Labirinto do Dragão
retirado do site:www.caminhosdassombras.org


Dia da Anciã, uma das manifestações da Deusa Tríplice, detentora da sabedoria.
A Anciã podia ser representada por inúmeras deusas como Morrigan, Baba Yaga,
A Mulher que Muda, Befana, Hácate, Cailleach, Edda, Hel ou Sedna.
Esse aspecto da Deusa corresponde aos rituais de mudança e transformação, aos períodos de transição e à sabedoria da mulher pós-menopausa que, ao guardar seu sangue, adquire novas habilidades psíquicas, mentais e espirituais.

Celebração da deusa grega da natureza e do tempo Pyrrha, a filha da deusa da terra Pandora.
Originalmente, Pandora – cujo nome significa “A Doadora” – era a própria terra, sua energia alimentando as plantas, os animais e os homens.
Sob o nome de Anesidora – “aquela que dá as dádivas” – a deusa era representada como uma mulher gigante, saindo da terra por um túnel aberto com machados de pedra pelos gnomos.
Com o advento da sociedade patriarcal, Pandora foi transformada em uma vilã, responsável por ter aberto a caixa com todos os males do mundo, assim como Eva, considerada no Velho Testamento como a causa original do pecado e dos males da humanidade.

copiado de Teia de Thea

26 de Fevereiro - Calendário Mágico

Noite do Pentagrama

Como um gesto simbólico para confirmar sua dedicação à arte dos Sábios, queime um pequeno fogo com ervas sagradas no seu caldeirão, e com as cinzas que restam, na primeira batida da meia-noite, traçe um pentagrama fechado (circulado) no seu coração.

 
Dia de Hygéia, deusa dedicada à cura e à prevenção das doenças. Originariamente uma deusa do norte da África, Hygéia foi, posteriormente, adotada pelos romanos. 
Era representada como uma mulher robusta, madura, tendo uma serpente enrolada a seus pés.
Hygéia era um dos títulos da deusa Rhea Coronis, designando um de seus fartos seios. 
O outro seio era chamado de Panacéia, resumindo as qualidades desta Deusa. Posteriormente, os mitos patriarcais transformaram Hygéia e Panacéia nas filhas de Esculápio, o deus da cura.
Aproveite a data e faça uma reavaliação de seu estado de saúde e de seus hábitos alimentares, mentais e emocionais. 
Assuma um compromisso para cuidar melhor de seu corpo e comece aquela dieta, exercício físico ou terapia, sem se desculpar ou adiar mais.

copiado de Teia de Thea


24 de fevereiro - Calendário Mágico

Shivaratri (noite de Shiva)

Shiva, o deus hindu multifacetado da destruição e renovação, é homenageado anualmente nesta data com um festival diurno, seguido de uma vigília com lampiões.

Nessa noite, são realizadas muitas pujas – cerimônia sagrada – e entoação do mantra Om Nama Shivaia ininterruptamente durante toda a noite em devoção à Shiva.

Shiva é um dos deuses que formam a trindade hindu, junto com Brahma e Vishnu.
Shiva é o deus da construção e da destruição, ou seja, da transformação, renovação.

Shivaratri comemora o casamento de Shiva com a deusa Parvati.
Também, contam que é a única noite que Shiva descansa e dorme, por isso seus devotos devem ficar acordados a noite toda.
Outra passagem de Shiva, é a de seu casamento com Sakti, que acaba se atirando ao fogo.
Então com sua fúria, o deus desempenha sua magnífica dança Tandava, tomando a forma de Shiva Nataraja, destruindo todos os males.

Shiva é um dos deuses mais exóticos do hunduísmo.
Tem o corpo coberto de cinzas, do topo de sua cabeça com cabelos longos e amarrados, surge as águas do sagrado Ganges.
Ao redor de seu pescoço reside uma serpente, símbolo da kundalini, a energia espiritual da vida.
Usa seu tridente sagrado no qual é amarrado o damroo ( pequena percussão). Geralmente aparece sentado sobre a pele de um leão.
Vive como um asceta no monte Kailasa, Himalayas।

Curiosidade do Shivaratri

No Shivaratri, os devotos de Shiva tradicionalmente preparam uma bebida chamada Bhang Lassi feita de cannabis, amêndoas e yogurte, e também um doce feito de cannabis, para atingir à elevação de Shiva.
O curioso é que em Omkareshwar essas iguarias são vendidas numa loja do governo e com muita devoção.
Muitos devotos, inclusive idosos, tomam o bhang lassi.
E no templo, a noite toda se houve Om Nama Shivaia numa atmosfera de elevação e intensa devoção até o amanhecer.
Uma verdeira liberdade de espírito!!!

copiado de  http://pordentrodaindia.blogspot.com

Em Roma, “Regifugium”, comemoração inspirada em um antigo ritual de sacrifício ou substituição do Rei do Ano para que a terra se renovasse e frutificasse por meio de um novo rei.
Este novo rei deveria ser escolhido pela Deusa e coroado por suas Sacerdotisas. Segundo as antigas crenças, quando a terra não produzia ou calamidades naturais aconteciam, a culpa era do Rei.
Como sua energia não era mais capaz de fertilizar ou de proteger a terra, ele deveria ser sacrificado ou substituído.
Esse ritual foi abolido com o advento das monarquias e da sucessão familiar ao trono.

Celebração nas Antilhas da deusa da fertilidade Attabei, a Criadora Primordial, cultuada por uma casta de sacerdotisas similares às Amazonas e com vários outros nomes, como Attabeira, Momona, Guacarapita, Iella e Guimazoa.

copiado de Teia de Thea

21 de fevereiro - Calendário Mágico



Festival da Terminália

Términus é o deus romano protetor das fronteiras .
Nesse festival o chefe da família abençoava as pedras que demarcavam suas propriedades.
Proteja seu lar das influências negativas colocando hoje um cristal na porta.
Jogue sobre ele algumas pedrinhas de sal grosso.










 Festival das lanternas na China, celebrando Kwan Yin, a deusa da compaixão, salvação, cura, benevolência, paz e o retorno da luz.
A veneração desta Deusa é mais antiga que o budismo, conhecida também com o nome de Nu Kwa. Como a Grande Mãe oriental, Kwan Yin é invocada em todos os momentos de necessidade, de perigo ou sofrimento. As mulheres oram, repetindo seu nome como um mantra, oferecendo-lhe incenso, laranjas e especiarias.
Em sua festa, nas casas e nos templos, são acesas lanternas de todos os tamanhos, formas e cores (menos o branco, que é a cor do luto). 

Nas ruas, as pessoas carregam figuras de dragões e leões para atrair a boa sorte.
 

Para homenagear Kwan Yin, adquira sua estatueta e prepare-lhe um altar onde possa invocá-la e expor-lhe seus problemas ou aflições. 
Queime incenso de sândalo, cante seu nome (Kwan Yin, Nu Kwa) e envie-lhe sua oração, soprando-a na fumaça do incenso.

Em Roma, dia de oferendas para os espíritos dos mortos, deixando previsões de comida em seus túmulos. 


Na civilização etrusca, homenageava-se Vanth, a deusa da morte, representada como uma mulher com asas, touca e véu na cabeça, segurando uma chave com a qual abria o túmulo para que os mortos pudessem sair e confraternizar-se com os familiares vivos.

copiado de Teia de Thea

20 de Fevereiro - Calendário Mágico

Noite de Nanny Blue

Essa pequena fada de Gales pode trazer mensagens reveladoras e avisos importantes através dos sonhos.
Durma com um carretel de linha azul ao lado da cama e chame Nanny Blue três vezes antes de se deitar.
(Deixe um pequeno pires com algums doces como oferendas).



Ferália, festival romano de purificação. Após os festejos anteriores - Parentália, Lupercália, Fornacália -, os templos eram fechados, os festejos proibidos, as casas limpas e as roupas lavadas.
As pessoas se recolhiam e reverenciavam os espíritos dos mortos com preces e oferendas de comidas levadas a seus túmulos.

Comemoração da deusa romana da ordem e do silêncio,
Muta e da deusa padroeira do lar, Larunda.

Também comemorava-se Lara, a Mãe dos Mortos, senhora do mundo subterrâneo e os Lares, os espíritos protetores das casas.

Aproveite a data e faça uma boa limpeza em sua casa, defumando e aspergindo água do mar, com uma “vassourinha” feita de galhos verdes de bambu ou eucalipto.
Acenda, depois, uma vela branca e um incenso de mirra em cada cômodo de sua casa. Toque um chocalho ou um sino, visualizando a saída das energias negativas e a entrada do equilíbrio, paz e harmonia.
Tome, depois, um banho de purificação com sal grosso e com a essência do seu signo.
Recolha-se, permaneça em silêncio e medite um pouco a respeito dos pontos escuros de sua vida, descartando o supérfluo.

copiado de Teia de Thea

19 de Fevereiro - Calendário Mágico



Dia da deusa Tácita

Deusa romana do silêncio e da virtude, Tácita protege-nos contra as forças negativas da inveja e do ódio.
Acenda uma vela escura em um lugar bem silencioso e peça a Tácita que afaste de você toda inveja, fofoca e más intenções.



Dia de Nammu

Na antiga mesopotamia dedicava-se este dia a Festeijos para a Deusa Nammu, deusa do "mar doce".
Era uma deusa poderosa e afável, a quem os exorcistas recorriam para livrar possessões do domínio de demônios.




Celebração das deusas sumerianas das águas Nammu e Nina, um dos aspectos de Inanna.
Como deusa das Águas Primordiais, Nammu assistiu à deusa Mami na criação da raça humana.
A deusa Nina, chamada de Rainha das Águas, era representada com corpo de mulher e cauda de peixe ou serpente.

Comemoração de Moruadh, a sereia celta com corpo de mulher e rabo de peixe, cabelos verdes, nariz vermelho e olhos de porca.
Os pescadores lhe ofereciam conhaque para evitar que ela rasgasse as redes ou afundasse seus barcos.

Segundo as lendas, Minerva, a deusa romana da sabedoria e da justiça, nasceu neste dia.

Dia de Tácita, a deusa romana do silêncio.

Aproveite a data e acenda uma vela preta pedindo à deusa Tácita que queime nela todos os boatos negativos, as calúnias e as palavras maldosas direcionadas a você, à sua profissão ou ao seu relacionamento.
Unte, depois, uma vela branca com essência de heliotrópico e acenda-a, pedindo à deusa que silencie para sempre as más línguas e impeça as discussões e fofocas ao seu redor.

copado de Teia de Thea

18 de Fevereiro - Calendário Mágico

Neste dia um festival de mulheres conhecido como Spenta Armaiti acontecia anualmente por toda a terra da Pérsia.
Antigos ritos de fertilidade eram realizados por sacerdotisas do templo em honra da deusa Spandarmat.
A deusa, que vive dentro de todas as mulheres, era homenageada e invocada com preces especiais e meditações.
Significa "Serenidade Sagrada, a Devoção" também significa Tranquilidade, Complacência Sagrada.
Ele é a paz e a prosperidade.
Ela é uma terra e a deusa de fertilidade e a filha de Ahura Mazda.
Ela foi o quarto Amesha Spenta criado.
Ela personifica a devoção sagrada e a obediência honrada, e também o aperfeiçoamento e a preocupação ganha através da humildade, fé, devoção, piedade, e assim por diante.


Spenta Armaiti, a festa persa das mulheres cultivadoras da terra, celebrando a deusa da fertilidade Spandaramet.
As sacerdotisas de seus templos realizavam rituais de fertilidade, invocando as forças da terra e o poder da Deusa.
Nos países bálticos, homenageavam-se várias deusas da terra.
Na Lituânia, Laume, além de associada ao plantio e à tecelagem, era representada como uma mulher sedutora, com seios redondos e longos cabelos louros.

Na Estônia, Ma-emma nutria e protegia todos os seres vivos enquanto na Letônia, a deusa Zeme tinha setenta irmãs, cada uma com atribuições específicas relacionadas à fertilidade da terra e dos animais.

Para realizar um encantamento com terra, beneficiando algum projeto a longo prazo, escolha cuidadosamente algumas sementes, dando preferência às plantas relacionadas a seu signo zodiacal.

Prepare um vaso com terra vegetal e segure as sementes em suas mãos.
Converse com elas, explicando-lhes seu objetivo ou necessidade.
Plante-as com carinho, cuidando para que não lhes falte água ou luz.
Se a planta se desenvolver bem, seu objetivo será realizado.
Caso contrário, mude de projeto ou troque as sementes.
Lembre-se de que você é responsável pelo desenvolvimento da planta e de seu projeto, mas a natureza é sábia e você precisa perceber seus sinais, decidindo se vai insistir ou mudar sua direção.

copiado de Teia de Thea

17 de fevereiro - Calendário Mágico


De acordo com a religião e a mitologia hindu, a terrível deusa conhecida como Kali nasceu, e o mundo entrou na Kali Yuga (a "idade do Mal").
Kali, a deusa destruidora, era pintada com apele negra, um rosto hediondo e 4 braços.
Nos tempos antigos, sacrifícios eram feitos para apaziguar sua ira.
Kali, do sanscrito Kālī काली (que significa, literalmente, A Negra), é uma das divindades mais cultuadas do Hinduismo.
Apresenta-se com aspecto terrível e sua tradição inclui sacrifícios animais e antigamente humanos -- segundo observado ainda pelos colonizadores ingleses no século XIX.[carece de fontes?]

No entanto, no paganismo ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser.
Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa “negra” - é a esposa do deus Shiva, segundo o tântrismo é a divina Mãe do universo, destruidora de toda a maldade.
É representada como uma mulher exuberante, de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte.

A lenda conta que , numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com seu maléfico poder: cada gota de seu sangue se transformava em um demônio.
Durga e Shiva , ao tentar matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue , cortavam a cabeça ( e daí nasciam mais e mais demônios). já em desespero , surge Kali , que cortava as cabeças e lambiam o sangue ( daí representado pelo colar de cabeças , pela adaga e a língua de fora) .
Assim , dizimou os demônios-clones de Raktabija.

Mas Kali não é uma deusa do mal pois, na verdade, seu papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo.
Seus devotos são recompensados com poderes paranormais e com uma morte sem sofrimentos.

Kali é a destruidora do demônio Raktabija.
Ela é também uma das formas da deusa Parvati, esposa de Shiva.

A figura da deusa tem quatro braços, o corpo pintado de vermelho sombrio, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos, a língua pendente, os lábios tintos de hena e bétele.
No pescoço traz um colar de cabeças humanas, e os flancos, uma faixa de mãos decepadas.
Sempre é representada em pé sobre o corpo caído de seu esposo Shiva.

16 de Fevereiro - Calendário Mágico


FESTIVAL DE LUPERCÁLIA (2º dia)

15 de Fevereiro - Calendário Mágico


FESTIVAL DE LUPERCÁLIA (1º dia)

Na Roma antiga festejava-se este festival de fertilidade em homenagem ao deus Pã, conhecido também como Lupercus, deus dos instintos primitivos e sensuais.
Acenda um incenso de ervas, canela ou noz-moscada e relembre momentos felizes de sua vida, atraindo assim mais momentos felizes.





Início da Lupercália, festival romano de fertilidade dedicado à deusa Juno em seu aspecto de Lupa – a loba – simbolizando o aspecto procriador da Mãe Natureza.
Deusa Hera (Juno) da Blessed
Foi nessa representação que a Deusa amamentou os gêmeos Rômulo e Remo, após terem sido abandonados por sua mãe Rhea Silvia, a Vestal violentada pelo deus Marte. Posteriormente, eles se tornaram os fundadores de Roma.


Neste dia, os idosos batiam nas mulheres com feixes de pele de cabra, convidando os espíritos a encarnarem, enquanto as mulheres pediam à Deusa que abençoasse seus ventres.
Esses festivais tinham, assim, um duplo propósito: a purificação e o estímulo da fertilidade por meio do intercâmbio com o mundo dos espíritos.


Celebravam-se também os deuses Lupercus e Faunus.


Celebração da antiga deusa canaanita da fertilidade Athtarath, Ashtoreth, Anat ou Astarte, uma versão da deusa Ishtar.
A deusa Athtarath – cujo nome significava “O Ventre” – regia o planeta Vênus, assim como as deusas Anat e Ishtar.
Nas escrituras judaicas, seu nome foi deturpado para Ashtoreth, que significava “coisa vergonhosa”, relacionado ao seu ventre, ou seja, sua intensa sexualidade.


Como a representação da Estrela Matutina, Astarte aparecia como uma deusa guerreira, vestida com chamas e armada com espada e flechas.
Como a Estrela Vespertina, Astarte simbolizava o amor, o desejo e a paixão, aparecendo nua sobre uma leoa, segurando um espelho e uma serpente nas mãos.
Suas cores eram o branco e o vermelho – simbolizando o sêmen e o sangue menstrual – e suas árvores eram a acácia e o cipreste.


copiado de Teia de Thea

14 de Fevereiro - Calendário Mágico


DIA DE SÃO VALENTIM

Antigamente era comemorado neste dia o Festival de Amor de Afrodite.
O dia de São Valentim tem a mesma intenção, a de homenagear os enamorados.
Toda magia amorosa tem mais poder hoje.
Acenda uma vela azul para São Valentim e uma vela rosa para a deusa.
Enquanto observa as velas queimarem lado a lado, peça a essas divindades para trazerem para você um amor puro e verdadeiro.

13 de Fevereiro - Calendário Mágico

FESTIVAL DE PARAENTÁLIA

Este é um festival em honra à Vesta, deusa romana do lar, sendo um ritual de purificação.
Vista-se de branco hoje e medite alguns minutos, pedindo a Vesta que traga para o seu lar Harmonia, Paz e Amor.

Dia de Arduinna:
Na mitologia celta, Arduinna (Arduina, Arduinnae, Arduinne) era a deusa protetora da Floresta de Ardenas e região, representada como uma caçadora cavalgando um javali . Seu culto surgiu no que é hoje conhecido como Ardenas, uma região da Bélgica, Luxemburgo e França.

dia 14 de Fevreiro - Alinhamento Planetário

Às 7.25 da manhã do dia 14 de Fevreiro, e por 18 minutos do alinhamento, voce está convidado a juntar a sua intenção de amor e paz à intenção do Universo, e co-criar o nascimento da Era de Aquário.
Passo adiante a informação recebida de Jude Currivan, PhD e publicadas no site de Elsbeth www.elsbethshields.com
Medimos o nosso sentido global de espaço (latitude e longitude) e tempo (tempo universal - UT ou GMT), a partir do meridiano de Greenwich, Inglaterra.
Desta forma podemos tomar consciencia da influencia coletiva deste evento astrológico, vendo o alinhamento a partir de uma perspectiva centrada.
Ao amanhecer do dia 14 de Fevereiro de 2009, o dia dedicado a S.Valentine, o santo padroeiro do Amor, a Lua em Libra entra na sétima casa, dos relacionamentos.
Jupiter e Marte se alinham em Aquario na decima segunda casa da transformação espiritual.
O Universo traz este alinhamento perfeito para dar sustentação à uma manifestação coletiva de amor, paz e ao início da Era de Aquario.
Há quarenta anos a letra intuitiva de uma canção chamada Aquarius, trouxe o início de uma nova era para a consciencia coletiva:
When the Moon is in the seventh house
and Jupiter aligns with Mars.
Then peace will guide the planets
and love will steer the stars
This is the dawning of the age of Aquarius

(Quando a Lua estiver na sétima casa e Jupiter estiver alinhado com Marte então a paz conduzirá os planetas e o amor orienetará as estrelas este é o início da Era de Aquario)

A carta astrológica do dia 14 de Fevereiro revela uma incrível concentração de influencias cosmicas se mesclando com as energias de Aquario na decima segunda casa.
Jupiter e Marte se alinham com o propósito maior do Nodulo Norte.
A presença de Kiron (Chiron) o curador ferido, nos oferece a oportunidade de curar diferenças que nos separaram por muito tempo.
Netuno enfatiza os movimentos humanitários e a co-criação da justiça social.
E a presença do Sol ilumina todo o alinhamento.
Mercurio, também presente na decima segunda casa, um pouco acima da cuspide de Capricornio, se alia a Plutão para comunicar e ancorar a Mudança nas estruturas e instituições globais.
A Lua em Libra na setima casa, dá enfase para relacionamentos harmoniosos.
Venus em Aries na primeira casa, energiza e dá poder à co-criatividade em ação.
E ainda que Saturno, o grande mestre do aprendizado, esteja em oposição a Urano, o inesperado que nos desperta, o que sugere confronto enquanto os restos de um velho paradigma que não mais se sutenta relutantemente dão passagem à esperança ainda não experimentada do novo, a sua colocação em Virgem e Peixes traz o altruismo prático e a inspiração visionária necessárias para a transição.
Convido cada um de voces a se juntar à intenção de amor e paz, através da energia do seu coração, da forma que for possivel.
Voce poderá escolher entrar em alinhamento às 7,25 do seu tempo local.
O que importa é a contribuição da sua energia para energizar a onda de intenção de transformação por toda a Terra.
Sinta-se à vontade para circular esta informação.
Maiores informações em inglês no site acima.
Beijo grande

Aqui está toda a Letra da música... E viva e vivam essa nova Era

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars

This is the dawning of the age of Aquarius
The age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golding living dreams of visions
Mystic crystal revalation
And the mind's true liberation
Aquarius!
Aquarius!

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars

This is the glory of the age of Aquarius
The age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golding living dreams of visions
Mystic crystal revalation
And the mind's true liberation
Aquarius!
Aquarius!


video

12 de Fevereiro - Calendário Mágico

Festival de Diana

A deusa romana da caça e dos bosques está associada à lua crescente.
Hoje é um dia para pedir proteção dessa deusa e força para atingir nossas metas.
Peça a alguém para esconder um objeto na casa e saia a procurar.
Quando encontrar, diga alto: Assim como cacei esse objeto, Diana me ajudará a caçar meu objetivo, que é... (diga o que deseja)!

DEUSA ÁRTEMIS/DIANA
Todos nós conhecemos a imagem de Ártemis (Diana, para romanos), que foi esculpida e pintada como uma deusa lunar esquia, virginal, acompanhada de cães ou leões e trazendo um arco dourado nas mãos.
Ela era a deusa mais popular da Grécia.
Ela habita as florestas, bosques e campinas verdejantes, onde dança e canta com ninfas que a acompanham.
Em seu culto, estão presentes danças orgiásticas e o ramo sagrado.
Ela era uma deusa de múltiplas facetas associadas ao domínio da Lua, virgem, caçadora e parteira e de fato representa o feminino em todos os seus aspectos.
Quando Ártemis era pequena, Zeus, seu pai, perguntou-lhe o que queria de presente em um dos seus aniversários.
Ártemis respondeu:
- Quero correr livre e selvagem com meus cães pela floresta e nunca, nunca casar.
Foi feita a sua vontade.
Ártemis, é a mais antiga de todas as Deusas gregas.
Alguns autores traçam suas origens às tribos caçadoras de Anatólia, que teria sido a morada das míticas amazonas.
Outros afirmam sua descendência provêm da grande deusa da natureza Cibele, na Ásia Menor, uma Senhora das Feras que costumava estar sempre rodeada de leões, veados, pássaros e outros animais.
Mas de acordo com Walter Burkert em "Greek Religion", é provável que Ártemis remonte à era paleolítica, pois em sua homenagem os caçadores gregos penduravam os chifres e peles de suas presas numa árvore ou em uma pilastra em forma de maça.

ARQUÉTIPO DA MÃE DOS ANIMAIS

Ártemis /Diana era o ideal e a personificação da vida selvagem da natureza, a vida das plantas, dos animais e do homens, em toda sua exuberante fertilidade e profusão.
Na Itália chamaram-na Diviana, que significa a Deusa, um nome que é mais familiar, pois é bem similar ao seu nome original Diana.
Ela era de fato a Caçadora, Deusa da lua e mãe de todos os animais.
Ela aparece em suas estátuas coroada com a lua crescente e carregando uma tocha acesa.
A palavra equivalente em latim para vela era "vesta" e Diana era também conhecida como Vesta. Assim, o feixe de lenha, no qual ela veio da Grécia era realmente uma tocha não acesa.
No seu templo, um fogo perpétuo era conservado aceso.
Sua festa anual na Itália era comemorada no dia 13 de agosto.
Neste dia os cães de caça eram coroados e os animais selvagens não eram molestados.
Bebia-se muito vinho e comia-se carne de cabrito, bolos servidos bem quentes e maçãs ainda pendentes dos ramos.
A Igreja Católica santificou esta grande festa da Deusa virgem, transformando-a na festa católica da Assunção da Nossa Senhora, a 15 de agosto.

A DEUSA E O XAMANISMO

Era muito comum o xamã usar uma pele de urso para que o Grande Espírito dos ursos possa falar por seu intermédio.
Nestas práticas visualizamos claramente uma continuidade com a Ártemis grega posterior, cujos principais animais totêmicos eram o urso e o veado.
Até a raiz de seu nome, "art", está ligada à raiz indo-européia da palavra urso.
Muitos mitos envolve Ártemis com os ursos.
Nas primeiras histórias gregas ela aparece como uma ursa ao lado de seus filhotes.
Existiu inclusive, um rito de iniciação à deusa, onde meninas com menos de 9 anos, dançavam com pele de urso a dança do urso em seu templo.
Bodes eram sacrificados nestas cerimônias, para que tais jovens pudessem conhecer também o lado sombrio da Deusa-Lua e os seus mistérios sangrentos da morte, sacrifício e renovação.
Aqui se descortina também, o aspecto feroz e sanguinário de Ártemis, a própria Mãe da Morte, que tem que ser aplacada com oferendas vivas.
Os gregos mais sofisticados de Atenas, com o tempo, resolveram sentimentalizá-la, pois eles não ousavam encarar de frente este seu aspecto sanguinário.

DEUSA DA CAÇA

Ártemis é também a Deusa da Caça e dos caçadores.
O mito nos pede que entendamos como é que a Mãe de seus animais é, ao mesmo tempo, quem lhes dá a morte.
O Hino Homérico a Ártemis, escrito em 700 a.C., a retrata como uma caçadora de cervos, com arco de ouro e flechas que gemem, que corta os bosques escuros lançando gritos, fazendo eco aos alaridos de dor dos animais; uma imagem que expressa a selvageria da caça.
Homero diz do caçador que: "a própria Ártemis lhe havia ensinado a disparar à todas as feras que o bosque cria nos montes".
O caçador afortunado colocava a pele e os chifres de sua presa em uma árvore ou colocava a coluna consagrada à Ártemis como sinal de agradecimento, e no templo de Despoina em Arcádia sua estátua estava coberta por uma pele de cervo.
Porém, como Deusa dos Animais, as vezes, caminha junto de um cervo ou veado, ou conduz um carro conduzido por cervos e, ainda, ela mesma aparece como um cervo ou ursa, até porque, os animais selvagens são a própria Deusa encarnada na forma animal.
Parece, portanto, que a figura de Ártemis foi construída sobre um paradoxo: é ao mesmo tempo, caça e caçadora, a presa e a flecha que a abate.
O que pode significar o que, como caçadora, se dispara a si mesma flechas de ouro?
No período Paleolítico matar a um animal equivalia a desfazer um vínculo sagrado, e a unidade primogênita tinha que restaura-se para que o povo pudesse viver em harmonia com a natureza, o que ao mesmo tempo significava viver em harmonia com o próprio ser.
A pureza do caçador é um ritual de caça muito antigo, como é o ritual de restituição da vida arrebatada, já seja sacrificando alguma parte do animal morto ou reconstituindo-o através da arte.
O urso na parede da caverna de "Les Trois Frères", coberto de flechas, pode interpretar-se desde este ponto de vista.
No entanto, si tanto o animal caçado como a pessoa que o caça sob a proteção da Deusa, a ordem sagrada não pode realmente vulnerar-se.
Ela é, definitivamente, quem dá e quem arrebata e nada poderá ser feito sem o seu consentimento.
Porém, essa dependência da graça da Deusa vem acompanhada de medo: medo de que o caçador não seja o bastante puro para tomar parte de seus rituais, ou de o sacrifício de restauração não seja suficiente, de que seu dom possa ser negado ou mesmo, de que os caçadores acabem convertendo-se sem presas.

DEUSA VIRGEM DO PARTO

Encontramos o eco desta Deusa Ursa Primordial em todas as questões ligadas ao parto e à proteção de crianças e animais de peito.
Ártemis era a que regia os partos: ensinava a mulher que dava à luz a abandonar sua identidade cultural e a permitir que a guiasse a sabedoria do corpo, mais profunda:
"Através de meu ventre se desencadeou um dia esta tormenta, porém invoque a celestial Ártemis, protetora dos partos e que cuido do arco, e favoravelmente acuda sempre as minhas súplicas".
Assim canta o coro na obra de Eurípides.
A imagem leonina de Ártemis volta a expressar o medo ante ao abandono às forças da natureza, que, especialmente no parto, com seu necessário momento de entrega, pode expressar-se como "dom" ou como "maldição".
Existia a tradição também, que toda a mulher que sobrevivesse ao parto, deveria entregar suas vestes ao templo de Ártemis em Brauron, em Atenas.
Como "Mãe Ursa", tão ternamente retratada em uma imagem neolítica de Mãe Ursa com seu cachorro, a Deusa também cuida do recém-nascido, juntamente porque a lactância das crias de toda espécie pertence à esfera dos instintos da natureza.
A ursa que está criando a seus pequenos é o animal mais feroz do mundo e, entre todos os animais, exceto os humanos, o simples ato de amamentar assegura a vida e espanta a morte.
As jovens dançavam em honra de Ártemis ataviadas com máscaras e disfarces de urso, explorando assim a liberdade de sua própria natureza de urso, pois eram chamadas de "arktoi", "ursas".
Na Creta contemporânea, Maria, em seu papel de mãe, segue sendo honrada como "Virgem Maria do Urso".
No entanto, Ártemis não era mãe.
Era a Virgem intacta cuja túnica curta e exercitada musculatura lhe davam um aspecto masculino; as meninas de nove anos, em sua etapa da pré-adolescência, eram suas companheiras favoridas.
Durante as danças de suas festas as meninas, as vezes, levavam falos para celebrar que a Deusa continha em si mesma sua natureza masculina.
Rodeava à Ártemis uma pureza, um inflexível autonomia, que conectava os amplos espaços inexplorados da natureza com a solidão que todo o ser humano precisa para descobrir uma identidade única.
Como Deusa das jovens solteiras e das mães parturientes, Ártemis une em si mesma, uma vez mais, dois princípios opostos, sendo mediadora de ambos.
É possível que isto expresse uma ambivalência real: a do momento em que se chega a uma idade de troca vitais; atrás da perda da liberdade indomável e irresponsável da menina, há uma substituição pela dedicação constante que se necessita para se cuidar de um filho.
Todas as jovens que pensavam em casar e iam dançar em suas festas, na noite antes da da boda deveriam consagrar suas túnicas à Ártemis.
Nenhum casamento era celebrado sem sua presença.

ÁRTEMIS E O SACRIFÍCIO

Ártemis era, entre todas as Deusas gregas, quem mais recebia sacrifícios.
Pausanias relata um sacrifício anual à Ártemis em Patras: como em muitos outros lugares, toda a classe de animais selvagens eram jogados na fogueira e se queimavam, aves, cervos, lobos, javalis, etc.
O mesmo ocorria em Mesene, perto do templo de Ilitía, a antiga Deusa cretense do parto, as vezes associada à Ártemis.
Parece, portanto, que a Deusa que personifica o lado selvagem da natureza é q que provoca o medo mais primitivo a depender de forças que estão muito além do controle humano, e cujas leis podem violar, sem dar-se conta disso.
O poema épico principal da cultura grega, a Guerra de Tróia, começa com um erro desse tipo. Agamenon havia matado um cervo em um bosque consagrado à Ártemis que, como retribuição, exige dele o sacrifício de sua filha Ifigênia.
Mediante a astúcia de seu irmãos, Orestes, uma gama é sacrificada em seu lugar, porém a imagem de Ártemis, necessita de sangue humano.
Na realidade se sacrificava cabras à Ártemis antes de cada batalha, pois a caça e a guerra se apresentavam como equivalentes.

DEUSA TRÍPLICE

Como Deusa do sub-mundo, ela é associada ao Nascimento, Procriação e Morte.
Como Deusa da terra, representa as três estações: Primavera, Verão e Inverno.
Como Deusa do céu, ela é a Lua nas fases de Lua Nova, Lua Cheia e Lua Escura.
Como Deusa Tríplice foi personificada de mulher primitiva, mulher criadora e destruidora.

ÁRTEMIS DE ÉFESO

Em Éfeso, na Ásia Menor, onde antigamente a Deusa Mãe anatólia deu à luz apoiada em seus leopardos, se alçava um esplêndido templo com uma imensa estátua de Ártemis, uma enorme figura enegrecida, com o corpo coberto de cabeças de animais e enormes peitos na forma de ovo. O curioso é a razão pelo qual se deu o nome de Ártemis, pois essa fecunda figura desenvolta fertilidade não parece nada com a angulosa Ártemis da tradição grega.
É provável que se tratasse originalmente de uma manifestação local de Cibeles, a que logo os gregos deram o nome de Ártemis.
Sendo que as figuras míticas perderam durante milênios, não deixa de ser significativo que, mais de mil anos mais tarde, também fora Éfeso o lugar em que Maria, mãe de Jesus, foi proclamada "theotokos", "Mãe de Deus".

ÁRTEMIS E APOLO

A versão olímpica da antiga linhagem de Ártemis a faz filha de Zeus e Leto e irmã de Apolo.
A história conta que Leto sofreu as dores do parto durante nove dias e nove noites antes de dar à luz aos gêmeos.
Ártemis foi a primeira a nascer, e foi um parto sem dor; depois nasceu Apolo.
Segundo alguns relados, se converteram na Lua e no Sol.
A relação entre Ártemis e Apolo não foi sempre o simples vínculo entre um irmão e uma irmã que compartilham o arco e as flechas, a lira e a pureza da distância e dos grandes espaços abertos.
Em Delos, onde nasceram, o templo mais antigo e de maior tamanho, que mais tarde se converteria em santuário de Apolo, construído em torno de 700 a.C., pertencia a Ártemis.
O templo de Apolo foi erguido na periferia.
No entanto, em Delfos, que Apolo se apropriou no século VIII a.C., enquanto pertencia antes a Deusa da Terra, Ártemis não está presente.
Harrison considera significativa esta exclusão e diz:
"Ártemis, como Mãe, tinha um deus varão ou filho como consorte subordinado, do mesmo modo que Afrodite tinha a Adonis.
Quando o patriarcado expulsou o matriarcado, a relação entre o primeiro casal se espiritualiza, logo esse casal se concebe na relação estéril de irmã e irmão.
Finalmente, a figura feminina se desvanece por completo e o consorte varão emerge como mero filho de seu pai ou mero porta-voz da vontade de seu pai".

A DEUSA E SEU FILHO AMANTE

O mito da Grande Mãe que se une ao seu consorte para depois sacrificá-lo no rito de matrimônio sagrado pode ver-se claramente no conhecido relato de Actéon, o príncipe tebano, em cuja iconografia o mito antigo se vislumbra.
O próprio Actéon era caçador e viu Ártemis enquanto se banhava nua.
Para Deusa, um intruso humano em seus ritos sagrados era uma profanação, castigou-o então convertendo-o em um cervo.
Os cães de Actéon, incapazes de reconhecer o dono, o fizeram em pedaços.
Sua mãe, Autónoe, assumiu o papel de Ísis para com Osíris, reconstituindo seu corpo desmembrado, voltando a unir os ossos do filho.
Um relato, entretanto, mais antigo, pode ser a da união e posterior desmembramento do matrimônio mítico entre Ártemis como cerva e seu filho-amante como cervo.
O banho de Ártemis faz eco ao banho ritual da Deusa, que, como nos conta Tácito, em seu "Germania", só podia se visto por "homens condenados à morrer".
Os cães que desmembraram Actéon são também animais sagrados de Ártemis, e suas sacerdotisas usavam máscaras com rosto de cão caçador, o que sugere que o desmembramento era encenado ou imitado pelas sacerdotisas.
A diferença entre o mito antigo e o novo resulta esclarecer a importância do que se perdeu, pois na troca do matriarcado para o patriarcado, houve muitas implicações e não se resume tão somente a perda de poder das mulheres e das Deusas.
Mais significativamente, o que se perdeu foi uma história que é verdadeira, no sentido de que articula uma percepção intuitiva da psique, e portanto devolve à psique sua harmonia inerente. Cassirer falou:
"o homem só pode chegar a descobrir e a adquirir consciência de seu próprio interior, pensando-o em conceitos mitológicos e instruindo-o em imagens mitológicas".
Isso quer dizer, que qualquer diminuição das imagens dos deuses provoca uma diminuição ainda maior, da capacidade dos seres humanos de conhecer-se a si mesmos.
A história do matrimônio sagrado da Deusa e do deus, clarifica a relação entre a vida infinita e a finita e, portanto, entre as partes divina e humana da psique, de tal maneira que possam compreender-se mais profundamente as forças interiores enfrentadas.
Ártemis, como alma do selvagem, dá expressão ao lugar da psique onde a humanidade se sente livre das preocupações humanas, e ao mesmo tempo, aberta aos imensos poderes indômitos da natureza.
A figura que tomou vida na imaginação grega outorgou um caráter absolutamente sacro aos âmbitos selvagens da natureza e aos âmbitos selvagens do coração humano que os refletem.

ÁRTEMIS/DIANA HOJE

O Arquétipo da feminilidade desta Deusa-Virgem, começa a se tornar importante novamente. Por muito tempo permanecemos à sombra da feminilidade absoluta, sob a influência de uma realidade masculinizada.
Ártemis/Diana é tão linda quanto Afrodite e nos fala que a solidão, a vida natural e primitiva pode ser benéfica em algumas fases de nossa vida.
Amazona e arqueira infalível, a Deusa garante a nossa resistência a uma domesticação excessiva. Além disso, como protetora da fauna e flora, ela é uma figura associada à ecologia contemporânea, onde há necessidade de salvaguardarmos o que ainda nos resta.
Uma parte deste redespertar da espiritualidade artemisiana já vem ocorrendo há vários anos na Europa, mas já chegou também ao Ocidente.
Na Grã-Bretanha, redescobriu-se a antiga Deusa Branca dos celtas, graças ao maravilhoso livro "White Goddess", de Robert Graves.
Hoje já há também uma nova compreensão sobre feitiçaria, sob o nome de Wicca.
Esta religião-arte, nada mais é do que a "antiga religião" de Diana/Ártemis.
Aquelas mulheres que praticavam o culto à Deusa Diana vieram a ser identificadas com as chamadas bruxas e foram perseguidas e exterminadas.
Entretanto, junto com a Wicca e outros movimentos semelhantes, está ocorrendo uma importante ressurreição das antigas tradições xamânicas e de cura nos quatro cantos do mundo. Todos os tipos de neo-pagãos têm buscado as origens reais ou reconstruídas do xamanismo.

EM BUSCA DA INDIVIDUALIDADE PERDIDA

Ártemis atira-lhe sua flecha da individualidade, convidando-a(o) a concentrar-se em si mesma(o).
Você tem estado demasiadamente ocupada com outros que esquece de si mesma?
Há bastante tempo não tem um espaço só seu?
Os limites de sua individualidade encontram-se difusos e indistintos?
Sua personalidade é desprezada ou aniquilada pelos outros, pois eles sempre impõe suas necessidades antes das suas?
Pois aqui e agora é hora de ser você mesma, se impor como pessoa com identidade própria e não viver mais a vida dos outros.
É hora de seu resgate individual, de celebrar e fortalecer a pessoa maravilhosa que você é. Ártemis lhe diz que a totalidade é alimentada quando você se honra, se respeita e dedica um tempo para si mesma.
Ela também pergunta como você pode esperar conseguir o que quer se não tiver um "eu" a partir do qual atirar para alcançar seu objetivo?

RESGATE DE SUA MULHER SELVAGEM

Encontre um local em que ninguém possa lhe incomodar, se for ao ar livre, tanto melhor. Sente-se confortavelmente.
Inspire profundamente e expire emitindo um som, tipo hhuuuumm!
Faça isso por três vezes.
Agora você deve visualizar uma frondosa árvore.
Imagine-se em frente à ela e em seguida ande a sua volta.
Do outro lado da árvore verá uma abertura em seu tronco, como a porta de uma caverna, entre nela sem medo.
Dentro da árvore relaxe e sinta-se mergulhar no vazio.
Para baixo.....mais para baixo bem devagarinho............ você terá a sensação de estar flutuando. Quando alcançar o final da raiz, sinta como se estivesse caído sobre um travesseiro de penas de ganso, macio..macio.
Você chegou às portas do sub-mundo.
É hora de clamar pela Mulher Selvagem.
Você pode gritar, uivar, cantar, dançar, bater tambor, o que achar melhor, mas faça bastante barulho, pois talvez ela esteja por demais adormecida dentro de você.
Quando você a enxergar, agradeça sua presença e peça-lhe algo, qualquer coisa.
Se não tiver idéia sobre o que pedir, peça que ela lhe dê o que mais precisa, que você receberá o presente com o coração aberto.
Se ela lhe pedir algum presente, retribua com carinho.
Após estas trocas simbólicas, seus laços de amizade estarão reforçados.
É hora de retorna, peça-lhe docemente que ela lhe acompanhe.
Ela lhe dirá sim e você em retribuição a sua gentileza deve abraçá-la e, ao fazê-lo, sentirá que você e a Mulher Selvagem se fundirão em uma só.
Uma onda de felicidade e alegria tomará conta de todo o seu ser.
É hora de percorrer o caminho de volta, encontre à raiz da árvore que estará atrás de você. Deixe-me novamente flutuar e sentirá que uma brisa fraca a impulsionará para cima...para cima...cada vez mais para cima, até alcançar o interior do tronco da árvore.
Ao sair pela abertura, respire bem fundo e à medida que solta o ar, senta seu corpo novamente. Movimente os dedos da mão e assim que estiver pronta abra os olhos.
Seja Bem-vinda!

RITUAL DO ARCO DE ÁRTEMIS

Esse ritual é excelente para ser realizado quando desejar muito alcançar um objetivo financeiro ou material.
Já foi realizado por minhas irmãs bruxas e sempre conseguimos alcançar tudo que desejávamos. Portanto, passo para vocês algo de muito bom, criado pelas bruxas do sul (RS), pois aqui temos muita gente boa praticando bruxaria.
A maioria das irmãs de meu coven, são como eu, filhas de imigrantes europeus, herdeiras de conhecimentos que foram transmitidos por nossas avós e mães e, portanto praticantes da verdadeira bruxaria, aquela, "a original", que é passada de geração à geração.
Material:
1 metro de fita: da cor branca, verde e azul (cores da Deusa Ártemis)
3 velas pequenas nas cores: verde, branca e azul.

Esse ritual deve ser realizado na Lua crescente ou cheia em um local onde haja árvores, para que você consiga encontrar na própria natureza o arco de Ártemis.
Pode ser qualquer galho que possua a curvatura de um arco.
Em seguida que achar o galho certo, com ele trace um círculo em torno de você.
Agora deve invocar as quatro direções e as energias dos elementos, anjos e os poderes que neles residem usando o arco, que deve ser segurado com a mão esquerda.
Para invocá-los é necessário se posicionar em frente a cada ponto cardeal e dizer:
NORTE,
Guardiões das Torres de Observação Norte,
Convidamos o Arcanjo Uriel (terra) e o javali, o urso, o lobo, o boi de chifres brancos;
Pelos poderes da terra e da Criação,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Terra, Seja Bem-Vinda!

OESTE,
Guardiões das Torres de Observação Oeste,
Convidamos o Arcanjo Gabriel (água), a águia e o salmão;
Pelos poderes da água e da emoção,
Venham a esse círculo e nos abençoem.
Água, Seja Bem-Vinda!

SUL,
Guardiões das Torres de Observação do Sul
Convidamos o arcanjo Miguel (fogo) e o leão;
Pelos poderes do fogo e da transformação,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Fogo, Seja Bem-vindo!

LESTE,
Guardiões das Torres de Observação do Leste,
Convidamos o arcanjo Rafael (ar) os pássaros do ar.
Pelos poderes do ar e da razão,
Venham a esse círculo e nos abençoem
Ar, seja Bem-vindo!

Depois, peque as três fitas e juntas enrole-as no arco de Ártemis, de modo que cubra boa parte dele.
Amarre as pontas.
Acenda as três velas juntas e fixe-as no chão.
Agora diga:

Poderosa Deusa Ártemis,
Cujas áureas flechas arrancam gemidos
Venho lhe pedir ajuda para alcançar meus objetivos:.... .....descreva o que deseja, enquanto gira o arco por cima sua cabeça.
Feche os olhos e visualize a Deusa vindo até você com uma comitiva de ninfas que dançam à sua volta.
Sorria para ela e agradeça a sua presença.
Abra os olhos,
agradeça aos elementais, animais e arcanjos também por terem ajudado para que tudo acontecesse da maneira mais correta e para o bem de todos.
Desfaça o círculo caminhando no sentido anti-horário dizendo:
"ENVIO ESSE CÍRCULO AO UNIVERSO COMO OFERENDA. O CÍRCULO É DESFEITO, MAS NÃO É QUEBRADO!"

INVOCAÇÃO

Oh, minha Deusa Diana
Escuta a voz de meu coração
Ouça a minha canção de adoração
O céu na Lua Cheia enche-se com sua beleza
Que seu feixe de prata abra a porta dos sonhos
Minha amada Deusa Lua
Ensina-me seus mistérios antigos
Presenteia-me com a sabedoria e ajuda-me a afastar espíritos opressores para que a cura se opere dentro de mim
Abençoa-me e recebe-me como sua filha(o)
Quando meu corpo cansado repousar esta noite fale com meu espírito interno
Ensina-me, Rainha da Noite
Sou toda ouvidos!

Texto pesquisado e desenvolvido por ROSANE VOLPATTO

11 de Fevereiro - Calendário Mágico

Toda 4ª feira é dia do Raio Branco de Serapis Bey

Serapis Bey foi um rei-sacerdote em Atlântida, onde já atuava no Templo da Ascensão.
Com a proximidade da queda da Atlântida, os oficiantes e guardiões das chamas sagradas foram avisados e, assim, ele fugiu com seu grupo se servidores da luz para Luxor, no Egito, onde ancorou o novo Templo da Ascensão.
É do mesmo templo, posteriormente realocado para a Quarta Dimensão, que ele atua como dispensador do Quarto Raio para a humanidade, sustentando os atributos da pureza, ascensão, artes, ressurreição, autodisciplina e ordem.

Serapis Bey várias encarnações no Egito.
As mais conhecidas foram como os faraós Akhenaton IV e Amenophis III (construtor do Templo de Tebas e de Karnak).
Apaixonado por arquitetura, construiu noutra de suas encarnações, na Grécia, o famoso Parthenon.
Tem sido grande construtor de templos, tanto físicos como internos, a serviço da Luz. Ascencionou no século IV a.C..

Diz o Mestre Serapis Bey:

"Sinto-me honrado em responder a qualquer pergunta relacionada com o emprego da poderosa Chama da Ascensão, cujo objetivo é elevar toda consciência à sua antiga e natural condição divina. Cada elétron de luz que flui prazerosa e ininterruptamente da Fonte do Universo ao vosso coração contém, latente, a virtude do Fogo Sagrado.
O Fogo que abastece a vossa mesa e veste o vosso corpo;
o Fogo que transmuta a vossa transgressão em harmonia;
o Fogo que, tal como um elixir, restaura as forças que possuístes em tempos passados no Grande Sol Central, na esfera interna e também nesse mundo físico;
o Fogo que, unido à Chama Cósmica, quando o vosso momentum estiver edificado, irá presentear-vos como grande acontecimento que conheceis como ascensão."

Apelo ao Mestre Serapis Bey

Amado Mestre Serapis Bey
Muito te amamos e agradecemos pela chama da ascensão
O caminho para nós e para a humanidade
Em nome da sagrada Presença EU SOU
Apelamos a Serapis Bey e à Fraternidade da Ascensão
Para que mantenham a Chama Branca em nossas vidas
Atuando em nossos corpos mental, emocional e físico
Bem como no dia a dia em nossos lares, finanças e interesses
Permiti que mediante seu impulso,
o poderoso Raio Branco ascensione tudo em nossa vida
Amor, Felicidade, Abundância, Saúde, Vitória e Perfeição
Mantendo isso para toda a Eternidade.
Assim É!

Decreto "EU SOU a Presença de Deus"
(Visualizando a chama branca)

EU SOU a Presença de Deus em ação, pensamentos, palavras e sentimentos...
EU SOU a Presença de Deus eliminando as imperfeições...
EU SOU a Presença de Deus ativando os átomos e elétrons de meu corpo físico...
EU SOU a Presença de Deus harmonizando-me e equilibrando-me...
EU SOU a Presença de Deus trazendo a abundância às minhas mãos...
EU SOU a Presença de Deus manifestada em saúde e paz.
EU SOU... EU SOU... EU SOU...
EU SOU a Presença de Deus!

QUARTO RAIO (BRANCO-CRISTAL)

É a energia de Deus que sustenta os atributos da harmonia, da pureza, da ordem e da ascensão. O Quarto Raio é a ponte entre o reino interior da perfeição e a manifestação do Plano Divino no mundo da forma.
É por meio dele que o homem realiza a ascensão, incorporando-se definitivamente ao seu Merkabah ou Corpo de Luz e assumindo sua identidade cósmica como filho perfeito de Deus.

Este Raio leva todas as formas ao aperfeiçoamento.
Leva o homem a perceber os limites do campo de consciência no qual está confinado e o impulsiona, às vezes por meio de conflitos, a conquistar o equilíbrio e a harmonia.
Estão sob sua influência os arquitetos, os artistas, as pessoas que valorizam a ordem, a beleza e a perfeição.
Seres pouco evoluídos manifestam essa influência sendo excessivamente dualistas, sensuais e conflituosos.

Quarto Raio (Branco-cristal):

Atributos - Pureza, transparência, ascensão, ressurreição, beleza, senso artístico e estético e harmonia
Dia da semana - quarta-feira
Símbolos - chama branca; flores brancas; lírio branco

Chohans - Serapis Bey e Lis, que atuam na dispensação desse raio de seu templo etérico sobre Luxor, no Egito.
Músicas-chaves: Sonho de Amor e Solicitude, de Franz Lizt.

Arcanjos - Gabriel e Esperança, que do seu templo etérico na Califórnia, nos EUA, sustentam o Plano Imaculado (o modelo divino) para a humanidade.
Música-chave: primeiro movimento de Parsifal, de Wagner.

Elohins - Claire e Astréa, os elohins da pureza, protetores do Plano Imaculado para toda a humanidade. Seu templo etérico fica sobre o Mar Branco, na Rússia.
Música-chave é Concerto para Piano em La Menor, de Grieg.

Invocação da Chama Branca

Em nome da Presença de Deus EU SOU
Apelamos à Fraternidade Branca de Luxor
A Chama da Ascensão
Mestre Serapis Bey, intensificai a atividade do Quarto Raio em nós
E em nosso planeta
EU SOU decretando a paz, a harmonia e a perfeição
EU SOU a pureza cósmica em ação
EU SOU a plena atividade do Quarto Raio
EU SOU a Terra em ascensão
EU SOU, EU SOU, EU SOU

Apelo aos Ilminados do Quarto Raio

EU SOU, EU SOU, EU SOU a Chama Branco Cristal dos Elohins Claire e Astréa, Mestres Serapis Bey e Higéia, Arcanjos Gabriel e Esperança e suas Legiões de anjos em atividade em meu benefício e de toda a humanidade.
EU SOU, EU SOU, EU SOU.

Apelo ao Elohin Claire

Bem-amado Elohin Claire, eu Vos amo e Vos abençôo.
Agradeço Vosso grande serviço a mim e a toda a humanidade.
Selai-me e a todas as pessoas no oval de Vossa puríssima e flamejante Luz Branca, que repele toda a energia desfavorával que poderia causar a redução da gama vibratória em meu corpo!
Eu ordeno que se manifeste a pureza em cada elétron de minha aura, meus corpos do sentimento e do pensamento, etérico e físico.
A pureza deve expandir-se, expandir-se, expandir-se agora.
Em meu mundo não há limitações nem trevas.

Apelo ao Arcanjo Gabriel

Bem-amado Arcanjo Gabriel,
eu Vos amo e Vos abençôo.
Agradeço por tudo que significais para mim e para a humanidade.
Carregai com a pressão da força de Vosso amor cósmico estas minhas ordens:
EU SOU a ressurreição e a vida de todo o bem em minha existência.
EU SOU a ressurreição e a vida de minha eterna juventude e beleza,
minha perfeita visão e audição, minha iluminada força e energia e minha perfeita saúde.
EU SOU a ressurreição e a vida do meu ilimitado fornecimento de dinheiro e todas as coisas boas. EU SOU a ressurreição e a vida de toda perfeição em meu mundo e de meu Plano Divino que agora se realiza.
EU SOU, EU SOU, EU SOU.

Respeito ao Belo Planeta Azul

Meu conhecimento trouxe-me a um ponto que eu posso compreender não somente o sofrimento das pessoas mas também o sofrimento de nosso ambiente global.
Isso pode soar demasiado e sentimental, mas eu acredito que o equilíbrio da vida, em todos os seus aspectos, como nas oito áreas do baguá, requer também um compromisso e co-responsabilidade e ainda, da compaixão pelo outro ser humano.
Nosso sentido de responsabilidade e de compaixão deve se estender além de nós para abranger nossa comunidade, nossa família, amigos e conhecidos, e também o lindo planeta azul que habitamos.
Porque alguns de nós acredita, tolamente, que pode controlar a natureza, sem pensar muito sobre o impacto futuro de nossas ações??
Atualmente estamos em um ponto em que, se continuarmos nesta trajetória , destruiremos nosso ambiente.
Nós não somos separados de nosso ambiente.
Nós somos conectados ao nosso ambiente pelo nosso relacionamento simbiótico, se uma parte de nosso ambiente ameaçado, não temos que responsabilizar ninguém , mas sim responsabilizar nós mesmos.
Assim, o que nós podemos fazer, como indivíduos para controlar a situação?
A resposta está em NÓS...!
Nós tendemos a olhar os governos, os fabricantes e as corporações que possuem um importante papel para inverter este ciclo.
Mas, como indivíduos, há muito que podemos fazer:
- Comprar alimentos e produtos orgânicos .
Os produtores orgânicos usam não somente menos pesticidas e produtos químicos mas, mais importante, suas práticas são melhores para o solo e o ambiente. Se a questão financeira for uma questão , faça o que você pode. Talvez você possa comprar algum produto orgânico ou talvez você possa usar produtos orgânicos no cuidado do corpo.
- Fazer sua tarefa.
- Usar produtos simples, biodegradáveis, para limpar seu lar.
- Não usar pesticidas em seu gramado.
- Comprar produtos de papel reciclável.
- Evitar o plástico tanto quanto possível.
- Rever seu consumo de energia em seu lar e com seu veículo.
- Olhar as opções que permitirão que você consuma menos energia e produza menos poluição.
- Reciclar sempre que possível.
- Olhar maneiras de realçar o ambiente ao se redor.
- Plantar árvores em sua propriedade, ou plantar seu próprio jardim
- Recusar comprar dos produtores que empregam práticas não-éticas
- Compartilhar de seus conhecimentos e experiências com as outras pessoas.

Algumas de nossas ações mais grandes são carregadas do conselho e do conhecimento de outro.

Texto retirado de algum lugar da Internet -
Que Deus continue iluminando o seu autor...

10 de Fevereiro - Calendário Mágico

Nos tempos pré-cristãos, a deusa Anaitis era homenageada neste dia na Pérsia, atual Irã.
Ela era a deidade que, segundo se dizia, tinha grandes poderes sobre a Lua e os oceanos.


Celebração na Mesopotâmia de Ishtar, a Rainha das Estrelas a personificação da complexidade feminina. 
Por meio do processo de assimilação do culto de várias deusas com características semelhantes, a figura poderosa de Ishtar surgiu da união das lendas e dos atributos de Anahita, Anatu, Anunit, Gumshea, Irnini e Inanna. 
Era representada ora como mãe benevolente, virgem guerreira, amante exigente de vários deuses e mortais, ora como anciã conselheira, invocada nos julgamentos e nas decisões. 
Ishtar regia a Lua e o planeta Vênus quando se apresentava como guerreira destemida (na forma da estrela matutina) ou cortesã sedutora (na forma da estrela vespertina). 
Às vezes as duas formas se fundiam e emergia a senhora da Vida e da Morte.
 
Comemoração no Marrocos de Aisha Qandisha, equivalente da deusa Ishtar.
 
Na Irlanda, homenageava-se Aobh, a deusa da névoa e da magia, esposa do deus do mar Llyr, cujo animal sagrado era o cisne.

copiado de Teia de Thea


ISHTAR, DEUSA DA FERTILIDADE

(adaptação da Deusa Suméria Inanna)
A DEUSA-LUA cujo culto foi mais disseminado na Antiguidade foi Ishtar da Babilônia. Foi também Astarte em Canaã, Atar na Mesopotâmia, Astar em Moab, Estar na Abissínia e Astarte na Grécia. 
Entretanto, Deméter parece ser o termo genérico para qualquer manifestação desta grande deusa poderosa, a "Magna Dea do Oriente".

Ishtar, a deusa da lua babilônica, era relacionada com nascentes e com o orvalho. 
O orvalho é símbolo de fertilidade, e na Idade Média um banho de orvalho era frequentemente prescrito como feitiço de amor. 
Mas, esta deusa, também ficou conhecida como Rainha-da-poeira e Soberana-do-campo.

No Egito, sua contraparte era Ísis, cujo culto espalhou-se até a Grécia e Roma e continuou a florescer nos primeiros séculos da época cristã.

Ishtar é a personificação da força da natureza que tanto dá quanto tira a vida. 
É a Mãe de todos, Deméter de muitos seios. 
Carrega outros títulos como: Brilho-prateado, Produtora de sementes e Grávida. 
É a deusa da fertilidade que doa o poder de reprodução e crescimento aos campos e para todos os animais, inclusive para nós homens. 
Através de uma transição natural, torna-se a deusa do amor sexual e protetora das prostitutas. 
É aquela que abre o útero, o único refúgio das mães nas dores de parto. 
Como se vê, toda vida Dela emana.

Mas como toda a deusa lunar ela tem um caráter duplo. 
Assim como é provedora da vida, é também destruidora, pois é a própria lua, em cuja fase crescente todas as coisas crescem e em cuja fase minguante todas as coisas minguam e são enfraquecidas. 
Mas este não é o fim, pois logo a lua crescente volta.

A luz sempre vence a escuridão e a deusa reaparece mais uma vez na sua fase criativa e benéfica. 
Ishtar assim governa, sucessivamente, em todos os ciclos da Lua ou meses do ano.
E, ainda a fertilidade do ano, tudo o que nasce é considerado como sua prole. 
Essa idéia aparece de um modo lindo na crença de que seu filho, Tamuz, era a vegetação de toda a Terra.

O mito diz, que ao obter a virilidade, ele torna-se seu amante. 
Entretanto, ano após ano, ela o condena à morte. 
Na passagem do ano, época do Solstício de Verão, ele morre e vai para o submundo. 
Por ocasião deste evento, a deusa e todas as mulheres choram por ele, e isso ocorre no mês que tem seu nome, Tamuz ou Du'úzu.

Os hinos de lamentação foram preservados até hoje, e diz o seguinte:

"Levanta-te, então vai, herói,
pela estrada do "Não-Retorno"
Ai herói! guerreiro, un-azu
Ai herói! herói, meu deus Damu
Ai herói! filho-meu, fiel senhor
Ai herói! Gu-silim dos olhos brilhantes
Ai herói! Tu és minha luz divina."



Ishtar e as outras mulheres ficavam de luto pelo deus Verde, até que ela empreendia a perigosa jornada para a Terra-do-não-retorno, a fim de salvá-lo. 
Lá suas jóias brilhantes lhe são retiradas, ao passar por cada uma das seis portas que guardam o lugar.

No final desprovida de suas jóias e forças deve lutar com sua irmã Alatu pela posse de Tamuz. 
Nesta versão, Ishtar é considerada Rainha do submundo, pois como a Lua ela caminha por entre os mundos, o Superior e o Inferior. 
A perda de suas jóias em seis estágios é o equivalente à fragmentação do deus lunar e representa os seis pedaços noturnos que são tirados da Lua nas seis noites do último quarto.

Quando a senhora Ishtar faz sua descida ao Mundo dos Mortos, nenhuma paixão é sentida na terra e a esterilidade governa:


"Desde que a Senhora Ishtar desceu
à Terra-do-não-retorno
O touro não cobre a vaca,
o asno não se curva sobre a fêmea,
O homem não corteja a mulher na rua,
O homem dorme em seu quarto
A mulher dorme sozinha."

Novamente, em seu retorno à terra, a vida e o amor são despertados, como Isthar exclama em uma ode:

"Eu volto a macho para a fêmea:
Eu sou aquela que enfeita o macho para fêmea,
Eu sou aquela que enfeita a fêmea para o macho."


Era somente depois de sua volta à Terra que o poder da fertilidade e também do desejo sexual podiam operar novamente. 
Ela é a deusa que desperta o impulso sexual nos animais e nos homens. 
Sua atividade sexual era enfatizada em descrições como "a doce e sonora dama dos deuses", apesar de ser conhecida também por sua cruel e implacável volubilidade em relação aos seus amantes. 
Uma vez que era ela quem trazia o amor e a felicidade sexual, ela também detinha o poder de retirá-los. 
Sem essa Deusa sedutora de seios fartos, nada que dissesse respeito ao ciclo da vida poderia consumar-se.

É muito importante o reconhecimento do papel da Lua em nosso inconsciente. 
Os antigos já retratavam os movimentos de uma força psicológica que operava no inconsciente do homem e eles sabiam muito sobre estas forças, pois registraram-nas de uma forma totalmente sem preconceitos. 
Nós é que somos preconceituosos e descartamos qualquer teoria que não se ajuste a algo materialmente observável. 
Grande erro, pois o funcionamento de fatores psicológicos não são suscetíveis à experimentação e observação direta.

Como Sinn (deus da lua), que a precedeu, Ishtar é trina, pois é a Lua em seus três aspectos. 
Em sua forma brilhante ou do Mundo Superior, era cultuada como a Grande Mãe que havia frutificado a terra e cuidava de seus filhos. 
Tal fato é afirmado quando se concebe que quando ela estava ausente o homem e os animais perdiam seu desejo e poder de fertilidade. 
Quando retornava, o amor brotava outra vez por todo o mundo. 
Os poderes do amor e fertilidade eram os efeitos de um espírito vivo que ela carregava consigo e que afetava a todos como um contágio.

RAINHA DO CÉU
Como Rainha-do-céu era concebida como a condutora das estrelas. 
Ela própria tinha uma vez sido estrela, a estrela da manhã e a estrela da tarde, que acompanhava Sinn, o então deus da Lua, como sua esposa. 
Posteriormente ela o substitui, passando a reinar e tornando-se Rainha-das-estrelas e Rainha-do-céu. 
Percorria o céu todas as noites em uma carruagem puxada por leões ou bodes.

Ishtar regia o planeta Vênus, quando se apresentava como guerreira destemida (na forma de estrela matutina) ou a cortesã sedutora (na forma de estrela vespertina). 
Por vezes, as duas formas se fundiam emergia a Senhora da Vida e da Morte. 
Invoque sempre Isthar ao cair da tarde e conecte-se com o planeta Vênus. 
Medite e peça à Deusa suas bençãos e reforce sua feminilidade e fertilidade.

As constelações zodíacas eram conhecidas pelos antigos árabes como as Casas-da-Lua, enquanto que o cinto zodiacal inteiro era chamado de "Cinto de Ishtar", um termo que se refere ao calendário da Lua dos antigos, para os quais os meses do ano eram as doze luas do ano solar. 
Assim, Ishtar era a Deusa-do-tempo, cujos movimentos governavam a semeadura e a colheita, e controlavam o ciclo anual das atividades agrícolas. 
Era conhecida como governante moral dos homens.

O nome do deus Sinn, é familiar para nós, se pensarmos no monte Sinai, que significa "Montanha-da-Lua". 
Esse fato lança uma luz interessante sobre a história judaica, pois foi no monte Sinai que Moisés recebeu as Tábuas da Lei. 
Sinn, como deus da Lua, era o antigo legislador, antecedendo de muito a Moisés. 
Foi portanto em um lugar muito apropriado que este procurou e encontrou as tábuas enviadas pelo poder divino.

RAINHA DO SUBMUNDO

Como Rainha-do-submundo,Ishtar entretanto, tornava-se inimiga do homem e destruía tudo aquilo que havia criado durante sua atividade no mundo superior. 
Era, então, cognominada a Destruidora-da-vida, a Deusa-dos-terrores-da-noite, a Mãe Terrível, deusa das tempestades e da guerra. 
Era também a provedora de sonhos e presságios, da revelação e compreensão das coisas que estão escondidas.

O submundo dos antigos representava, as profundezas escondidas e desconhecidas do inconsciente. 
Mas, quando nós reconhecemos que o inconsciente está dentro de nós, sendo a parte escondida de nosso psique, ele torna-se um lugar geográfico real, para o qual alguém poderia ir em uma jornada de barco ou carruagem.

A afirmação de que a Deusa-do-submundo possuía poderes mágicos, equivale a dizer que o inconsciente funciona de maneira secreta e desconhecido, isto é, mágica. 
Este fato é prontamente admitido por qualquer pessoa que dele tenha pelo menos um leve conhecimento.

Já que sofremos as conseqüências de seu poder inexplicável, seria interessante se pudéssemos manter uma boa relação com ele. 
Pois, para os antigos, a deusa da Lua era a rainha deste reino. 
Tinha ali tanto poder quanto no mundo superior. 
Uma relação segura e útil com os poderes do submundo podia ser obtida através de uma aproximação adequada com ela.

FORMAS MUTANTES

Em suas forma mutantes, Ishtar desempenha todos os papéis femininos possíveis. 
É chamada de filha como também de irmã do deus Lua, que é ao mesmo tempo seu próprio filho (Tamuz). 
É mulher, a personificação do Yin, do princípio feminino e do Eros. 
Para as mulheres ela é o próprio princípio de ser. 
Para os homens é a mediadora entre eles mesmos e a fonte secreta da vida, escondida nas profundezas do inconsciente.

Como seu filho, Tamuz, Ishtar era chamada Urikittu ou a Verde, a produtora de toda a vegetação. 
Seu símbolo era uma árvore convencional, chamada Asera, que era venerada como se fosse a própria deusa.

O poder e significação desta grande Deusa da Lua, Rainha-do-céu, que caiu nas águas do Eufrates e foi trazida à praia por um cardume de peixes servos, se encontram explicados num hino que encontra-se em uma das "Sete tábuas da Criação", que datam do século VII a. C, embora o próprio hino seja muito mais antigo.

Ishtar foi conhecida ainda como Grande Deusa Har, Mãe das Prostitutas. 
Sua alta sacerdotisa, Harina, era considerada a soberana espiritual "da cidade de Isthar". 
Antigo entalhe em uma parede de mármore retrata Isthar sentada à beira de uma janela. 
Nessa típica pose da prostituta, ela é conhecida como "Kilili Mushriti", ou "Kilili que se inclina para fora." 
Diz ela: "Uma compassiva prostituta eu sou".

Ishtar é "Diva Astarte, Hominum deorumque via, vita, salus: rusus eadam quae est pernicies, mors, interitus." (Divina Astarte, o poder, a vida, a saúde dos homens e o oposto disso que é o mal, a morte e a destruição).

ISHTAR DAS BATALHAS

Por dois dias, ao final do mês de maio, os romanos celebravam a Festa da Rainha do Submundo, uma celebração em honra as deusas do submundo Hécate, Cibele e Ishtar.
Apesar de Ishtar ser conhecida no Oriente Médio como a deusa do amor, ela era conhecida também por sua ferocidade nas batalhas e na proteção de seus seguidores. Quando neste aspecto,Ishtar conduzia uma carruagem puxada por sete leões, ou sentava-se num trono ornado com leões, portando um cetro de serpente duplo e ladeada por dragões. 
Ela era chamada de Possessora das Tábuas com os Registros da Vida, a Guardiã da Lei e da Ordem, a Dama das Batalhas e da Vitória. 
Seus símbolos eram a estrela de oito pontas, o pentagrama, o pombo e as serpentes. Usava um colar de arco-íris, muito semelhante ao de Freia nórdica. 
Como deusa guerreira, ela levava um arco.

Durante as noites de Lua Cheia (conhecidas como Shapatu), alegres celebrações aconteciam em seus templos. 
Nestes ritos, chamados chamados de Qadishtu sagrados, as mulheres viviam como sacerdotisas e em seus templos recebiam amantes para expressar a sexualidade como um dom sagrado de Ishtar. 
Estes ritos permitiam aos homens que comungassem com a deusa.

Ishtar é a deusa dos lados positivo e negativo que tudo regia; patrona das sacerdotisas, guardiã da lei, mestre. 
Amor, fertilidade, vingança, guerra, desejo amoroso, casamento, leões, cetro e serpente dupla, lápis lázuli, poderes de morte e concepção do mundo, purificação, iniciação, suplantar obstáculos.

Dois de junho era um dos dias sagrados de Ishtar na Babilônia.


RITUAL DE BANIMENTO E LIBERTAÇÃO

Este ritual deve ser realizado durante a Lua Nova ou Minguante. 
Pode ser efetuado para uma pessoa ou problema específico que esteja lhe atrapalhando. 
É também indicado quando precisar encerrar um relacionamento.

Serão necessários um incenso de banimento, um pequeno pedaço de papel, lápis, óleo de patchuli ou cânfora, uma adaga ou espada, um vasilha com pequenas quantidades de louro e olíbano em pó e um caldeirão metálico.

Acenda o incenso. 
Escreva o nome do problema ou da pessoa no papel e deposite-o no altar ao lado do óleo de patchuli. 
Em uma pequena vasilha deverão estar o louro e o olíbano.
Erga a espada ou adaga à sua frente, apoiando a ponta no caldeirão. 
Bata seu pé contra o chão e diga:

Ouça-me, ó poderosa Ishtar.
Este é um período de libertação, de livrar-se de algo.
Eu corto todos os laços com (nome da pessoa ou problema).
Envie seus grandes poderes para que isso (ele/ela) saia da minha vida.


Permaneça segurando a espada à sua frente enquanto mentalmente visualiza a pessoa ou o problema afastando-se rapidamente da ponta da espada. 
Veja-o despencando dentro do caldeirão até desaparecer. 
Tente vê-lo desaparecer por completo. 
Não especifique o modo como deseja que isso ocorra, deseje apenas que o problema não mais lhe cause transtornos.

Apanhe o papel e espete-o na ponta da lâmina, dizendo:

Todos os laços estão cortados.
Nada mais nos une.
Você está sendo carregado pelos ventos da Senhora das Batalhas.


Remova o papel da lâmina. 
Ponha uma gota de óleo de patchuli ou cânfora nos quatro cantos e no centro. 
Queime dentro do caldeirão.

Rainha dos Céus, Deusa da Lua,
Lance seus poderosos raios sobre meus inimigos.
Que eles se curvem em derrota.
Defenda-me, Senhora das Batalhas e da Vitória!


Polvilhe um pouco de ervas picadas sobre o papel enquanto este queima; se este já estiver consumido, faça um pequeno montinho de ervas e acenda-o. 

Diga:

A renovação vem do caldeirão do Submundo.
Assim como Isthar ascendeu vitoriosa de sua jornada,
Eu me renovo através de seu amor e sabedoria.


Livre-se do papel e das ervas queimados usando a descarga de seu banheiro, uma simbologia adequada para livrar-se de problemas.

ORAÇÃO À DEUSA ISHTAR
Ó deusa dos homens, ó deusa das mulheres,
tu, cujo desígnios ninguém pode compreender,

Onde olhas com compaixão 
o morto vive outra vez,
o doente é curado, 
o aflito é salvo de sua aflição.

Eu, teu servo, pesaroso, 
em suspiros e em angústia, te imploro.
Considera-me, ó minha senhora,
e aceita a minha súplica.
Compadece-te de mim e ouve a minha oração!
Grita para mim "Basta!" 
e deixa que o teu espírito seja apaziguado.
Por quanto tempo irá meu corpo, 
que está cheio de inquietação e confusão, lamentar?
Guia meus passos na luz, que entre os homens
eu possa gloriosamente procurar o meu caminho!
Deixa minha oração e minha súplica chegar a ti,
E deixa tua grande compaixão cair sobre mim,
Para que aqueles que para mim olharem,
possam exaltar o teu nome,
E que eu possa glorificar a tua divindade
E o teu poder diante da humanidade!

copiado de Witch Clubhouse