dia 29 de junho - diqa de Papa Legba - dia de São Pedro

PAPA LEGBA




No Voodo haitiano, Papa Legba (guardião das encruzilhdas) é o intermediário entre os loa (divindades) e a humanidade. 
Ele está em uma encruzilhada espiritual e dá (ou nega) permissão para falar com os espíritos. 
Ele é sempre o primeiro e o último espírito invocado em qualquer cerimônia, porque a sua autorização é necessária para qualquer comunicação entre os mortais e os loa - ele abre e fecha as portas. 
No Haiti, ele é a grande elocução, a voz de Deus. 
Facilita a comunicação, a fala e compreensão.  
Ele é muito poderoso, ele é o primeiro a abrir as portas para o mundo espiritual, quando solicitado, e tem o poder de remover obstáculos. 
Suas cores são o vermelho e o preto, e algumas de suas coisas favoritas que podem ser usadas ​​como oferendas incluem: doces, charutos, rum, tabaco e óleo de palma. 
Seu número é três e o seu dia da semana é segunda-feira. 
É sincretizado com São Pedro que carrega as chaves do céu.
Apresentamos duas representações haitianas e um vévé de proteção de Papa Legba. O vévé é um símbolo religioso que age como um "farol" para o loa.

copiado do blog Mandala dos Orixás

dia 28 de junho - Dia do deus nórdico Tyr

TYR - O DEUS DA GUERRA



Tyr sempre foi considerado um dos Deuses mais corajosos.
Este foi o único Deus que teve coragem de colocar suas mãos nuas na boca do lobo Fenrir, assim permitindo que os demais deuses o acorrentassem.
Todavia teve sua mão direita dilacerada.
Muitos Clãs Vikings clamavam à si de "Tyr".
Fazendo clara alusão à si como Guerreiros Corajosos e Nobilíssimos como o referido Deus.
Estes interpretavam a História como sendo por sua vez, Tyr uma encarnação de Força e do Guerreiro Honroso, aquele que sacrifica-se por seu povo em prol de um destino melhor para estes.
Como, alguns clans também julgavam e analisavam o mito a partir do momento da perda da mão direita por Tyr e pelas significâncias que isto poderia ter.
Segundo alguns nórdicos, o ato de dar a mão direita ao outro é um sinal de confiança assim como também um sinal de que a pessoa está desarmada e por sua vez é digna de confiança.
Tudo isto a partir da análise do referido Mito.
Para os nórdicos o uso de armas na mão esquerda era um sinal de que a pessoa era por sua vez deveras traiçoeira, pois poderia utilizar sua mão sinistra enquanto mostrava a destra em um ato da mais vil covardia digna dos fracos e traiçoeiros.
Alguns outros nomes para Tyr seriam: Tiw e Tiu.
Tyr habitava os palacetes enormes e atemporais de Odin como um dos mais nobres e impávidos Deuses.
Muitos guerreiros nórdicos antes de entrar em batalhas clamavam por Tyr de forma selvática em altos brados com as espadas em punho.
Quando os Normandos (que possuiam cerne genético Viking ) instalaram-se nas rochosas costas da Bretanha estes possuíam um calendário de dias utilizando seu Panteão Nordico.
E um destes dias traduzido para o inglês chamava-se Tyr Day ou "Dia de Tyr".
Com as influências gramático-ortográficas da língua saxônica e o passar do tempo o nome do dia transmigrou-se para Tuesday.
Um fato comprobatório de tal afirmação é quando pronunciamos ambas as formas designativas dos dias (Tyr Day e Tuesday) vemos que ambas possuem igual valor fonético.

texto copiado do blog Diário Nórdico



Tyr é filho do gigante Hymir, mas passou a ser considerado filho de Odin devido a sua íncrivel coragem e sua íncrivel sede por batalhas.
Tyr é um guerreiro muito corajoso, considerado guardião da justiça, ele só tem uma mão, pois uma delas foi arrancada por Fenrir (filho de Loki) ao tentar acorrentar o animal.
Tyr se tornou um grande símbolo  de muita coragem, tanto que se criaram vários derivados do nome Tyr, para os homens, por exemplo : Agantyr, Bryntyr, Hjalmityr, Sigtyr, Valtyr e vários outros.

copiado de Histórias Mitológicas 


Multilingual International Asatru Poetry ~
 

Image: © Analemma McKee Burrows
Faux stained glass original, 

available at Analemma´s Glass Art 
and Triangle Heathens Crafts
 
Tyr, Deus da manhã, o toque do chifre termina a noite.
Sunna roda alto sobre Midgard, mas calmo é seu poder.
As tropas estão levantando bandeiras para marchar na primeira luz da alvorada:
Tyr, também guerreiro, dê-nos a força para a luta.

Tyr, Deus do meio-dia, o calor faz enevoar a terra.
Nossos capacetes chamuscam nossas testas, nossas botas são queimadas pela areia.
Embora cada etapa seja dolorosa, nós perseguiremos nosso caminho;
Tyr, tu também um guerreiro, ajude-nos a nunca balançar.

Tyr, Deus do por do sol, as horas mais escuras se aproximam.
Nossos povos estão seguros dos perigos contanto que nós os mantermos afastados.
Diante de sua espada que protege de todas as sombras, os inimigos desaparecem;
Tyr, tu também um guerreiro, ensine-nos a dominar nosso medo.

Tyr, Deus da meia-noite, esta batalha será nosso fim.
Nós seguimos sempre a estrela do norte, para  fazer a justiça em nosso caminho.
Sempre seremos dignos a você para lutar e cair,
Tyr, tu também um guerreiro, conduze-nos para o seu salão!

texto copiado de:  Irmandade Odinista Aguia Negra (Odinic Brotherhood Black Eagle)

dia 27 de junho

Dia de honrar a deusa celta Rhiannon - a deusa dos pássaros , dos cavalos, dos encantamentos, sonhos, magias, fertilidade e do Submundo

Pantheon: Celtico
Elemento: terra

Influencia: Animais e Fertilidade

cor: Green
Simbolo: cavalo branco
animais simbólicos: cavalo branco e pássaros
dia: segunda-feira
oferendas: Musica
Planeta: Lua

Rhiannon

 A  deusa-cavalo galesa do Inferno, Rigatona ou Ringatona (Itália), Epona (Gália), Bubona (Escócia), Grande Deusa Branca eram alguns dos nomes originais de Rhiannon
É também conhecida como a deusa dos pássaros, dos encantamentos, da fertilidade e do submundo. 
Ela se identifica com a noite, a emoção, o sangue, a lua, o drama.
Rhiannon é a donzela saída do submundo neste aspecto, relaciona-se com a deusa Perséfone. 
Sua iconografia vincula-se ao simbolismo eqüino. 
Andava em um cavalo branco, vestida com um manto de penas de cisnes, sempre acompanhada por seus pássaros mágicos. 
Ela é venerada na Irlanda, no País de Gales, na Gália (Epona), mas também aparece na Iugoslávia, África do Norte e Roma.
 
Em algumas imagens Rhiannon, se apresenta com cestas de frutos e flores, e nos remete ao simbolismo da fertilidade e abundância da terra. 
 
Há muitas histórias sobre Rhiannon
Rhiannon era uma deusa galesa da morte, filha de Hefaidd, Senhor do Outro Mundo. 
Vivia sempre acompanhada por três pássaros mágicos, que podiam encantar os vivos e acordar os mortos.
 
Rhiannon por possuir rara beleza, tinha muitos pretendentes, incluindo Pwyll, um mortal, que era rei de Dyfed, assim como Gwalw, um deus de menor importância, filho de Clud. 
Gwalw, havia lhe proposto uma união, mas seu desejo foi casar-se com Pwyll. 
Ao ter conhecimento do desprezo de Rhiannon por Gwalw e sua união com Pwyll, seu pai lançou-lhe uma maldição, tornando-a estéril. 
Ela desgraçadamente não podia ser mãe. 
Os amigos de Pwyll tentaram então, a convencê-lo a tomar outra esposa, desde que Rhiannon era estéril e não poderia lhe dar um herdeiro.
Mas o rei recusou,  alegando amar sua esposa.
Rhiannon , desesperada, utiliza-se da magia para conseguir engravidar e da a luz a um filho - o herdeiro para o rei. Mas pouco depois do nascimento, o menino é raptado. 
As donzelas responsáveis por cuidar dele, com medo de serem acusadas pelo seu desaparecimento, mataram alguns pássaros, esfregaram o sangue dos animais no rosto e nas vestes de Rhiannon, acusando-a de ter devorado o filho. Foi quando Pwyll estabeleceu um castigo para o seu alegado crime, transformou-a simbolicamente em um cavalo que deveria carregar todos os hóspedes do marido nas costas.
 
Decorridos sete anos, o deus Teyrnon encontrou um menino, que imediatamente reconheceu como filho de Pwyll e Rhiannon
Transportou-o de volta ao seio da família, que acabou por descobrir que o seqüestrador tinha sido Gwalw, que agira desta forma para vingar-se.
Esta lenda nos demonstra que, muito embora Rhiannon tenha passado por dificuldades e sofrimentos, separação e perda e mesmo depois de ter sido acusada e castigada injustamente, não perdeu sua dignidade e honra. 
Ela nos revela neste episódio a sua grandeza interior, não tão somente como uma grande deusa, mas como uma fortaleza de mulher.
Rhiannon, representa a Mãe da Consolação, que dedica-se e ama as crianças. 
Esta deusa é também o arquétipo de Lady Godiva, uma mulher que monta um cavalo branco, nua, coberta somente com um véu.  
Rhiannon, deusa dos pássaros, da égua branca, do mar. 
É é a deusa donzela do amor sexual. 
Ela é virgem significando que é completa em si.
A "Donzela" é a face mais jovem da deusa, relacionada com as descobertas e aspectos mais criativos da nossa personalidade. 
É pura inocência e despreocupação, é alegria de viver. 
Se associa também com a primavera que celebramos durante o Festival de Ostara.


Oração à Rhiannon

Canto aos pássaros de ouro
Tragam esperanças para as almas ocupadas
Canto em honra a Rhiannon
Grande Rainha, Deusa-Cavalo
Que minha carga seja leve
Ajude-me em minhas aflições
Onde possa haver dúvida semeie a verdade
Faça com que a crise encontre o seu fim
Dirija todos os passos de minha vida
Mãe da fertilidade e da morte
Nos traga a paz
Que esta canção lhe seja doce
Conforte minha alma
Que minha pena seja breve
E que meu coração permaneça inteiro.


Copiado da Cirandda da Lua!!


 
Por você…..




Gira  a nudez que te cobre a alma de prazer,
Levanta  as mãos,  eleva as chamas do fogo sagrado,
Evoca a sua presença na dança dos ventos ,
Clama à quem canta e navega no mar de  palavras de amor
E por onde passa faz flores nascerem,
Florecerem, enternecerem como os cheiros dos jasmins.
Não tema os fins, celebre até os confins,
quando perceber tudo será começo em ti, em mim,
No eterno amanhecer do tecer da vida.


Caia no colo de Gaia,
Caia de risadas, sinta-se amada,
Voe dos grandes penhascos,
Abuse das  asas de borboletas,
Plante muitas violetas,
Seja livre, não seja breve,
Seja leve, Sinta a vida arrepiar os poros da pele,
Seja responsável, seja amável,
Seja aquarelável, Seja molde de si,
Se crie, se invente, pense menos,
Viva mais, seja demais com você!


poesia copiada de :

Pérolas por…..Gesiane dos Dias Dourados

dia 23 de junho - dia de Nuada

©Sarah-Louise Mitchell. All rights reserved!
Nuada - mão de Prata
 
Panteon: Céltico
Elemento: Ar
Esfera de influência: Cura e Pesca
Cores preferidas: Prata, Verde, Amarelo
Associados símbolo: Espada, Gauntlet Prata
Animais associados com: peixes, cachorro,
Melhor dia para trabalhar comsua energia: quinta-feira
Associados Planeta: Júpiter


Ele tinha uma espada invencível, um dos quatro grandes tesouros do Tuatha.  

Deus da cura, água, mar, pesca, do Sol, vela, parto, cães, juventude, beleza, lanças e fundas, ferreiros, carpinteiros, harpistas, poetas, historiadores, feiticeiros, a escrita, a magia, a guerra, encantamentos.  
Outro deus multi-qualificados, útil para consultas sobre quaisquer dos itens acima.

Mitologia Goidelica, Nuada foi um dos Tuatha de Danaan.  
Ele era um deus do mar, das crianças e do parto, do sol, da beleza, da cura, feitiçaria e da poesia e da escrita.  

Um dos quatro grandes tesouros dos Tuatha de Danaan foi sua espada, Fragarach, que cortava seus inimigos ao meio. (Fragarach é a Espada de Mananann Mac Lir, Calad Bolg é a Espada de Dagda)

Na Segunda Batalha de Magh Tuiredh, Nuada perdeu o braço.  

Desde que ele não era mais perfeito, sua realeza foi tirada por Bres.  
Seu irmão, Dian Cecht, fez-lhe uma mão de prata viva para a substituir.  


Mas Bres havia se tornado um tirano e por essa razão foi exilado.  

Nuada ficou conhecido como Nuada Airgedlámh (Nuada da Mão de Prata). 


Mais tarde, Dian Cechts, filho de Miach, substituiu o braço de prata com por seu antigo braço.

texto copiado de : http://www.pagannews.com/cgi-bin/gods3.pl?Nuada
 

22 de junho - Dia de Cuchulainn – Druidismo

Se existe algum herói irlandês comparável ao grego Héracles e que mereça ser lembrado por suas façanhas, este é sem dúvida o caso de Cuchulainn.. 
Suas aventuras, integradas dentro do que se conhece como o ciclo do Ulster, nos situam na Irlanda do primeiro século antes de Cristo e do primeiro século depois do nascimento de Jesus. 
A lenda sobre ele contém algumas das descrições mais interessantes que chegaram a nós referentes aos princípios vitais que animavam os celtas da época, inclusive devido a seus fortes sentidos religioso, social e humorístico.
A parte mais importante de sua história - O Roubo do Gado de Cooley - foi comparada pelos especialistas em literatura épica as obras de Homero e é a mais antiga do estilo entre todas as disponíveis na Europa ocidental. 
A história narra uma das principais atividades das tribos celtas naquela época: despojavam outras tribos de seu gado, que constituía a riqueza autêntica, e desprezavam a cobiça latina pelo ouro e pelas jóias, pois sabiam que não se podia comer tais materiais, utilizando-os apenas como adornos ou em sacrifícios aos deuses. 
Por outro lado, eram capazes de lutar ate a morte pela menor de suas vacas, que lhes proporcionava comida, bebida e casacos.
As histórias de Cuchulainn são as do mesmo passado dos irlandeses, mas também dos escoceses, pois sua odisséia transcorre em ambos os territórios. Fazem parte de seu legado cultural e, por esse motivo, muitos avós que nunca estudaram formalmente o mito são capazes, ainda hoje, de relatar a seus netos com extraordinária vivacidade as aventuras e desventuras deste guerreiro - da mesma forma como a história foi contada um dia a eles por seus avós, geração após geração, numa cadeia que remonta mais de dois mil anos no tempo.
Um dos ciclos míticos celtas mais cheio de interesse, e no qual os seus protagonistas se transformam em heróis imortais, no sentido de que sobreviverão na tradição popular para sempre, tem lugar nos tempos de um legendário soberano que se supõe que desenvolveu as suas atividades pouco antes do início da nossa era. O seu nome era Conchubar, e tinha-se erigido em rei do Ulster depois de ter tirado o trono a Fergus, anterior soberano do citado reino. 
Dado que aquele se tinha servido de diversas estratagemas e enganos para conseguir os seus propósitos, os partidários deste último não demoraram em reagir e, para derrocar Conchubar, destruíram a capital do Ulster. 
No entanto, a descrição desta epopéia leva-nos a considerar a chegada à história das legendárias sagas de um dos heróis mais célebres da mitologia celta: trata-se de Cuchulainn. 
Este travou cruentas batalhas com as suas armas invencíveis e jurou sempre fidelidade ao rei do Ulster.
Cuchulainn tem muito em comum com os heróis clássicos, com o próprio Aquiles - destacado protagonista da Ilíada, por exemplo. 
O herói em questão nasceu da união entre um deus e uma mulher mortal e, assim, o seu pai foi a poderosa deidade Lugh, que podia chegar com os seus enormes braços -o termo Lugh significa "o dos compridos braços"- aos lugares mais afastados e recônditos. 
A mãe de Cuchulainn foi uma irmã do rei Conchubar, pelo qual este era o tio dele. 
O nome que impuseram ao herói ao nascer foi Setanta, mas, quando ainda não tinha feito os sete anos, já deu provas duma força sobre-humana, pois matou um cão sangüinário e de poderosas mandíbulas, que até a essa altura ninguém tinha conseguido vencer.
O amo do terrível animal era um ferreiro que se gabava da ferocidade do seu cão até que, numa ocasião que convidou o rei Conchubar para um banquete, este levou consigo o seu jovem sobrinho, que matou o, até a essa altura invencível, cão. O ferreiro chamava-se Culann e, pelo mesmo motivo, a partir de então, passaram a denominar o rapaz Setanta Cuchulainn, conceito que significa "o cão de Culann". 

Amado Por Belas Deusas
Era tanto o valor e a coragem de Cuchulainn, perante os seus inimigos, e aumentava tanto a sua fama de invencível de dia em dia que até os próprios deuses solicitaram a sua ajuda em várias ocasiões, para conseguir vencer outros deuses. 
Como saiu vitorioso o bando em que Cuchulainn lutava, este foi convidado a permanecer entre os vencedores; deram-lhe todas as classes de presentes e até se lhe permitiu corresponder ao amor solícito da deusa Fand. 
Mas, dado que Cuchulainn já estava casado com uma mulher mortal, decidiu abandonar a morada da bela deidade e regressar com os seus.
A deusa Fand, não obstante, entregou ao herói armas poderosas que sempre lhe outorgariam a vitória perante os seus adversários, fossem estes deuses ou criaturas mortais. 
A mulher de Cuchulainn era filha de um célebre e poderoso mago que, em princípio, se tinha negado ao casamento desta com aquele. 
Mas a donzela, de nome Emer, era tão bela que o herói decidiu raptá-la; para isso derrubou o castelo mágico onde o seu pai a tinha encerrado, e matou-o a ele e todos os que a guardavam. 
Embora se tratasse de lutar contra um mago e o castelo estivesse protegido com sortilégios e feitiços, nem por isso se arredou o aguerrido herói Cuchulainn dado que, anteriormente, ele tinha sido iniciado no mundo da taumaturgia por uma prestigiosa maga que tinha a sua morada na região de Alba (Escócia). Antes de separar-se da sua habilidade, e uma vez que já o herói Cuchulainn conhecia já perfeitamente a arte do encantamento, derrotou uma acérrima inimiga daquela: a belicosa guerreira amazona Aiffé. 
A lenda explica que ambos os adversários mantiveram relações íntimas e que até, quando o herói abandonou aqueles territórios, deixou a amazona grávida. 
O Touro Da Discórdia
No entanto, Cuchulainn alcançou a verdadeira dimensão de herói na refrega mais célebre de toda esta epopéia, isto é, na "Batalha de Cooley". A intervenção do jovem herói foi definitiva para que o mítico "Touro de Cooly" fosse devolvido ao reino do Ulster; além disso, aqui consolidou definitivamente a sua hegemonia e ganhou para si o título de "campeão dos Ulates".
Tudo sucedeu porque a cobiçosa Maeve - que era uma fada malévola, que reinava sobre as outras fadas, que tinha atemorizadas todas as suas companheiras e que conhecia todos os sortilégios e conjuros- desposou o soberano duma região limítrofe do Ulster. Como prenda de casamento recebeu do seu esposo um belo touro branco. Nenhum outro exemplar o igualava, salvo o touro negro que tinha o rei do Ulster. Maeve, que era muito rica, ofereceu ao soberano deste condado, isto é, a Conchubar, todos os bens pecuniários que lhe pedisse, em troca daquele animal tão belo e único. Mas todas as suas propostas foram rejeitadas e, então, a malvada Maeve decidiu roubar o touro do Ulster. E para lá se dirigiu com o seu exército, não sem antes evocar uma espécie de conjuro que paralisaria todos os guerreiros do seu oponente.

 texto copiado do site: http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=156&Video=Cuchulainn&Imagens=Cuchulainn&cat=Her%C3%B3i

Yule - Receba o solstício de inverno

No passado, quando as pessoas viviam em sintonia com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares tinham um profundo impacto em suas vidas e eram celebrados como forma de conexão com a divindade.

Por ser a Lua vista como um símbolo da Deusa, as cerimônias de adoração e magia aconteciam sob sua luz. Dessa forma todos os meses aconteciam uma celebração à Lua Cheia (esbath), assim também a chegada do Inverno, as primeiras atividades da Primavera, o início do Verão e a entrada do Outono eram marcadas por rituais.

Os magos naturais, herdeiros das religiões pré-cristãs da Europa, celebram a Lua cheia e observam as mudanças das estações.

O calendário religioso do mago natural possui treze celebrações de Lua Cheia e oito Sabbats, ou dias de poder.

Quatro desses dias (ou melhor, noites) são determinados pelos solstícios e equinócios, o início astronômico das estações.

Os outros quatro rituais baseiam-se em antigos festivais folclóricos. Os rituais estruturam e ordenam o ano mágico, além de lembrar do infinito ciclo que perdurará muito depois de partirmos.

No próximo dia 21 de junho comemoramos Yule, o Solstício de Inverno.

Neste dia o Sol encontra-se em Nadir, por isso é a noite mais longa do ano sendo uma época de grande escuridão.

Os povos antigos notavam esses fenômenos e suplicavam às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites. Uma vez que o Deus é também o Sol, este Sabbat representa o retorno da Luz, porque assinala o dia no qual a força do Sol também renasce. Pela representação do Nascimento do Deus (o Deus Sol, a criança de Luz, a promessa da vida). A Deusa está feliz, pois a vida se manifestará a cada dia com mais força através da Luz de seu filho, a partir de agora, os dias ficarão consecutivamente mais longos, ao passo que o Deus Sol vai crescendo.

É tempo de vivenciar a renovação, a Sabedoria. Nesse período parece que as coisas ficam adormecidas, contudo as renovações estão acontecendo. No recolhimento da escuridão da alma, ou seja, o hibernar para renovar-se.

É um tempo de quietude e sonhos, época ideal, para despertarmos nossa criança interior, renovando nossas esperanças e iniciando novos caminhos.

Tempo de avaliar o propósito na vida e de se preparar para o renascimento (na Primavera).
É a época em que poderá atingir uma compreensão de sua própria vida, de avaliar o que foi alcançado ou não e o que poderá fazer na primavera para alcançar (voltar a semear).
Onde têm a oportunidade de se libertar de velhos padrões de comportamento e se iniciar pequenas mudanças...

O Inverno descansa, renova e purifica a terra.
Da mesma forma, aquiete-se, limpe traços negativos, renove seus pensamentos, e se purifique para receber inspirações sobre o seu futuro, se preparando para um novo renascer de um novo ciclo.
E tempo também de abrir o coração para deixar que a Luz entre a cada dia.

Assim como as esperanças, pois ele (o Sol) traz calor e fertilidade à Terra.
Esse período que se inicia ensina que a escuridão sempre chega ao fim, e sempre há lugar para o novo sonho, uma nova Luz, uma nova vida.

Celebrar o Solstício de Inverno é reafirmar a continuação dos ciclos da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessamos até a chegada da Primavera.

É momento de contar histórias, cantar e dançar com a família, celebrando a vida e a união.
E de se acender fogo - fogueira, lareira, velas - como elemento mágico capaz de saudar e ajudar o Sol a retornar para a nossa vida, corações e mentes.

Nesta noite, homenageie o Deus e a Deusa, acendendo velas (prateada para a Deusa e Dourada para o Deus), agradecendo a dádiva do eterno renovar da vida...

Para quem está em sintonia com a natureza e as forças divinas que existem dentro de nós, que esta seja uma linda noite de Yule e que o retorno da Luz ilumine nossos corações e as nossas vidas!

DIa de Santo Antonio - Dia de Exu!!! Laroiê!!!

Exu segurando o opa ogó.
Reza a lenda que Santo Antônio é o santo casamenteiro, que por consequência, entende muito bem os problemas sentimentais e materiais dos seres humanos, assim como os exus. Por isso aconteceu esse sincretismo.
Santo Antonio é tido como santo casamenteiro, assim, pode-se conjecturar uma ligação (mas não o sincretismo) de Santo Antônio com Exu porque o matrimônio sela um compromisso de continuidade dos homens (pela família).

Exu é o movimento, a dinâmica da vida, promovendo a interação entre Criador e criaturas (comunicação) e a perpetuação dos seres (reprodução).

O símbolo deste Orixá é o falo - órgão sexual masculino -, representando a fertilidade. Suas características controversas – provocador, brincalhão, astuto, sensual – o associaram à figura bíblica de Satanás.

Por ferir a moral cristã, a Umbanda não o aculturou como divindade; cultua apenas espíritos homônimos de características análogas – os exus e pombogiras, devoltando-lhes homenagens em dia 13/6.


O Orixá Exu 
(Bará, Elegbá, Elegbará ou Aluvaiá).

Exu (irmão de Ogum e Oxossi) foi o primeiro filho de Yemanjá e Oxalá. Ele era muito levado e gostava de fazer brincadeiras com todo mundo. 
Tantas fez que foi expulso de casa.  
Saiu vagando pelo mundo, e então o país ficou na miséria, assolado por secas e epidemias. 
O povo consultou Ifá, que respondeu que Exu estava zangado porque ninguém se lembrava dele nas festas; e ensinou que, para qualquer ritual dar certo, seria preciso oferecer primeiro um agrado a  Exu.
Desde então, Exu recebe oferendas antes de todos os Orixás, mas tem que obedecer aos outros Orixás.
Exu está em todos os locais; é o próprio movimento.
É o senhor dos caminhos, da virilidade, do sexo, dos sentidos, da força de viver
Na Umbanda, os falangeiros (Guias representantes) de Exu trazem na frente de seus nomes o próprio nome do Orixá: Exu ou Pomba-gira (que é uma corruptela da palavra congolesa bombogira, que é a representação de Exu em forma feminina).

São exemplos de alguns falangeiros (Guias representantes) de Exu na Umbanda:

Exu das Sete Encruzilhadas, 
Exu Pé de Ferro,  
Exu Veludo,  
Exu Marabô, ... (Exus Masculinos); 
Pomba-gira Maria Padilha, Maria Molambo, Maria Quitéria, ... (Exus Femininos).

As vezes, pelos fato dos falangeiros (Guias representantes) de Exu utilizarem o seu nome do Orixá, Exu na frente de seus nomes, pode causar alguma confusão entre os praticantes da Umbanda, pois confundem o guia com o Orixá. 
Isso já não acontece no Candomblé, pois não existe o trabalho de Guias representantes, só do Orixá e suas qualidades (dijinas).

Exu é o Orixá de ligação entre os homens e os outros Orixás.  
Fato este que o coloca muito próximo dos homens, quase como numa cumplicidade ou proteção. 
É como se ele estivesse sempre em contato constante com os homens, fazendo parte de suas vidas, desejos, ambições, sonhos, alegrias, tristezas, ... 
Por essa intimidade com os homens ele é chamado carinhosamente de Cumpadre. 

No sincretismo Judaico-Cristão Exu foi associado a imagem de Santo Antônio, mas pejorativamente, por suas características e cores, foi associado também ao Diabo, a Satanás.  Essa é uma associação que é, além de injusta, é ignorante, pois Exu é o próprio sentido da vida, da criação, do amor, do bem viver.

Características do Orixá Exu:
 

DIA DA SEMANA
Segunda-feira.


CORES
Preto e vermelho.


SÍMBOLOS
Tridente e/ou bastão (opa ogó).


ELEMENTO
Fogo.



PLANTAS
Pimenta, capim tiririca, urtiga. Arruda, salsa, hortelã.


ANIMAIS
Bode.


METAL
Bronze, ferro (minério bruto).


COMIDAS
Farofa de dendê, bife acebolado, picadinho de miúdos.
BEBIDAS
Cachaça.

SINCRETISMO

Santo Antônio (13/06) .

FUMO

Charutos.


DOMÍNIOS (variados)
Passagens, encruzilhadas, caminhos, portas, entrada das casas.


O QUE FAZ
Vigia as passagens, abre e fecha os caminhos. Por isso ajuda a resolver problemas da vida fora de casa e a encontrar caminhos para progredir. 

Além disso, protege contra perigos e inimigos.

QUEM É
Elo de ligação entre os homens e os Orixás; senhor da vitalidade; do sexo; da alegria, da vida, das sensações.


CARACTERÍSTICAS
Apaixonado, esperto, criativo, persistente, impulsivo, brincalhão, amigo.



EXU PARA JORGE AMADO

NÃO SOU PRETO, BRANCO OU VERMELHO
TENHO AS CORES E FORMAS QUE QUISER.
NÃO SOU DIABO NEM SANTO, SOU EXU!
    MANDO E DESMANDO,
    TRAÇO E RISCO
    FAÇO E DESFAÇO.
    ESTOU E NÃO VOU
    TIRO E NÃO DOU.
    SOU EXU.
PASSO E CRUZO
TRAÇO, MISTURO E ARRASTO O PÉ
SOU REBOLIÇO E ALEGRIA
RODO, TIRO E BOTO,
JOGO E FAÇO FÉ.
SOU NUVEM, VENTO E POEIRA
QUANDO QUERO, HOMEM E MULHER
SOU DAS PRAIAS, E DA MARÉ.
    OCUPO TODOS OS CANTOS.
    SOU MENINO, AVÔ, MALUCO ATÉ
    POSSO SER JOÃO, MARIA OU JOSÉ
SOU O PONTO DO CRUZAMENTO.
    DURMO ACORDADO E RONCO FALANDO
    CORRO, GRITO E PULO
    FAÇO FILHO ASSOBIANDO
    SOU ARGAMASSA
DE SONHO CARNE E AREIA.
    SOU A GENTE SEM BANDEIRA,
    O ESPETO, MEU BASTÃO.
    O ASSENTO? O VENTO!..
    SOU DO MUNDO,NEM DO CAMPO
    NEM DA CIDADE,
    NÃO TENHO IDADE.
RECEBO E RESPONDO PELAS PONTAS,
PELOS CHIFRES DA NAÇÃO
SOU EXU.
    SOU AGITO, VIDA, AÇÃO
    SOU OS CORNOS DA LUA NOVA
    A BARRIGA DA RUA CHEIA!...
QUER MAIS? NÃO DOU,
NÃO TOU MAIS AQUI
Salvador, 17 de maio de 1993
Mario Cravo


A saudação a Exu é:
- Laroyê, Exu! ( “Salve, Exu! “).








Texto copiado do site:  http://www.umbanda.etc.br/orixas/orixa_exu.html



Meditação da quinta-feira: a Bruxa, amante selvagem

por Marisa Petcov - mpetcov@uol.com.br

A Bruxa entende muito bem o que é o amor.
Ela não precisa dormir o dia todo se existe paixão (ou mesmo um doce e acolhedor afeto) por perto.
Quando estiver tentando fazer de seu escritório um lugar mais amoroso, inclua essa mulher na ação.
Ame-a e não se esqueça do sentimento amoroso que ela tem por você.
Coloque um coraçãozinho ou um coração de doce no ninho que você fez para ela.

Dedique alguns minutos relembrando o cenário que você escolheu para dar força a essa mulher.
Visualize-a caminhando por lá, parando a todo momento para admirar e celebrar cada árvore e cada flor.
Imagine-a saindo do quadro e se movimentando pelo escritório.
Para isso, não é preciso desgastar-se.
Não se preocupe, você não vai esgotar todos os seus recursos distribuindo todo o amor que tem dentro de si.
O amor é uma dessas coisas que quanto mais se pratica, masi forte ele fica.
O poder emana da sua Bruxa: o que tem a fazer é deixar que ele flua através de si.

Na quinta-feira, sempre que tiver um tempinho, antes ou depois do trabalho ou mesmo no meio do trânsito, feche os olhos e respire fundo nove vezes, comece a caminhar mentalmente pelo caminho musgoso que a conduz ao lugar seguro onde você encontrou sua Bruxa pela última vez.
Esvazie a mente e deixe que ela vá emergindo livremente.
Permita que ela apareça na forma que desejar, fazendo o que quiser.

Ah, aí está ela... sentada embaixo de uma árvore, colhendo flores, preguiçosa e feliz.
Ela está acolhendo você de braços abertos; abrace-a e sinta o seu perfume selvagem.
Ela quer um momento intenso.
Ela quer fazer jogos de amor.

Imagine que a Bruxa é seu bichinho de estimação.
Deite ao seu lado e cante para ela - no seu refúgio você pode cantar como um rouxinol.
Coce suas costas, ou melhor, dê-lhe um banho.
Imagine-a coberta de espuma, enquanto você se deleita com o prazer que ela sente (este exercício mental pode ser feito durante o banho).

Então, no meio desta cena pastoril, pergunte à Bruxa o que o coração dela deseja.
É sempre um desafio soltar uma pergunta durante uma meditação e ter a certeza de que terá uma resposta.
Ela pode responder: "Quero você mais próxima!".
Isso significa que você precisa trabalhar para se amar mais.
Não importa o que diga, recompense-a sempre com abraços e promessas de mais tempo juntas.
E lembre-se de que essas promessas devem ser cumpridas.
Despeça-se prometendo voltar após o trabalho.
Mantenha abertas as portas da mente para a realidade da sua Bruxa.


Continua

Baseado no livro de Zsuzsanna E. Budapest, A Deusa no escritório




Marisa Petcov

Sacerdotisa da Tradição Diânica Nemorensis, Numeróloga e Contadora de histórias

Comunicadora do site www.biosegredotv.com.br com o programa Contando histórias e números, terças-feiras, às 20 horas

 

dia 10 de Junho - Deusa Anahita

Ritual da Deusa Anahita

A Deusa Persa Anahita personifica o poder fertilizador da Lua, da água e da chuva - a água que vem das estrelas - e é regente do planeta Vênus.
Por isso, é considerada a padroeira da reprodução, aquela que purifica o sêmen do homem e abençoa o ventre e os seios da mulher.
Ela aparece ora como mãe (nutridora), ora como guerreira (defensora) de seu povo.
Suas estátuas representam-na como uma linda mulher, vestida com um manto dourado e enfeitada com diademas e colares de ouro.
Sua carruagem dourada é puxada por quatro cavalos brancos, que representam o vento, as nuvens, a chuva e o granizo.

As oferendas a Deusa Anahita incluem galhos verdes, leite e rituais sexuais sagrados.

Aproveite esta data e mentalize o cálice sagrado dessa Deusa derramando sobre você uma chuva luminosa, nas cores do arco-íris.
Abra seus canais sutis e atraia aquela cor que lhe é mais necessária neste momento de sua vida.
Recolha a água da chuva e use-a para limpar os objetos de seu altar e seus cristais ou para purificar seus centros energéticos (chacras).
Conecte-se às qualidades de Anahita relacionadas a seu momento atual.
Cuide-se, lute por seus objetivos ou, simplesmente, abra-se para o amor entrar em sua vida.

(Autora: Mirella Faur/Adaptações: Mônica - Sacerdotisa da Deusa
Texto copiado do blog: Deusas e Fadas

Flores e Luz.
Postado por Mônica - Sacerdotisa da Deusa

Dia 06 de junho - Dia de Bendis, deusa lunar.





Bendidia - DIA DE BENDIS Antiga Trácia: Dia de Bendis, deusa lunar Bendis é a deusa da Lua na Trácia e oferece vidência, magia e proteção àqueles que a procuram. Hoje, dê um presente a Bendis. Faça um bolo com ingredientes brancos (farinha, leite, clara de ovos, açucar...). Deixe o bolo durante toda a noite no batente da janela, de preferência à luz da Lua. No dia seguinte, enterre-o.
Na República de Platão, esta deusa da Capadócia similar a Gaia, a Mãe Terra, é retratada vestindo um boné Phyrgian, o manto e a túnica curta de uma caçadora de pele  e de botas e carregando uma lança.

No ritual em sua homenagem, as mulheres oferecer-lhe trigo.

Texto abaixo copiado do site Poeira Cósmica:

BENDÍDIA – festival realizado na Trácia, dedicado à Bendi, deusa da lua e da fertilidade, que corresponde a Ártemis. 
O festival consistia de corridas de cavalos e de procissões indo para o templo de Pireus.
Nos ritos e Mistérios de Bendis: oferecia-se bolos em forma de Lua nas encruzilhadas e também rolavam orgias regadas a bebidas e boa comida, o que a associa ao êxtase do  Senhor Dionísio...
Existe um feitiço com a participação de Benedida: Este encanto é destinado a recuperar objetos perdidos:

“Primeiro escreva “Benedida” num pedaço de papel, dobre-o, agite-o no ar, fechando-o”. À medida que for enrolando o papel diga solenemente: “Benedida, Você está presa aqui e não deixarei Você sair, se não devolver (diga qual objeto perdido).” Segure com força o papel e coloque-o cuidadosamente enrolado (para Benedida não escapar,) sob a perna de uma cadeira pesada. Depois volte a procurar o objeto perdido. È tiro e queda!


Outro feitiço envolvendo Benedidia é tradicional para a Véspera de Ano Novo. 
Sente-se à mesa do jantar, com uma romã cortada  e uma tira de papel branco dobrado ao meio, esperando o relógio dar Meia-Noite. 
A cada toque, pegue uma semente da romã, morda-a dizendo: 
“Benedida! Traga-me dinheiro!”, então deixe a semente na tira de papel, dobrando-o mais uma vez. 
Após as 12 badaladas, guarde o papel na carteira para atrair dinheiro durante o ano.

No segundo feitiço, o uso da romã mostra a relação da Mãe Lua ( Bendis ou Hécate)  ajudando a Mãe-Terra (Deméter) a encontrar sua filha, Perséfone , da mesma maneira em que associa o reino de Hades às riquezas.
O primeiro feitiço mostra a relação da Deusa Bendis com o povo das fadas (ou lasas) , que gostam de pegar “emprestado” as coisas das pessoas ao redor das quais vivem), e mostrar a relação de Hécate como Rainha dos daemos ( gênios) que tremem ao ouvirem a Voz Dela!!!
Bendis assim como a Trivia, é uma Deusa Donzela que consegue atravessar o Reino das Sombras e sabe (como uma Avó Sábia) localizar objetos perdidos em qualquer plano!!



Texto abaixo copiado do site : A Tocha de Hécate


 Bendis foi uma Antiga Deusa Lunar da Trácia,Senhora da Fertilidade e Caçadora Noturna associada com Ártemis, Hécate e Perséfone.
 
BENDÍDIA - era o nome dado ao festival realizado na Trácia, dedicado à Bendi, deusa da lua e da fertilidade, que corresponde a Ártemis. 
O festival consistia de corridas de cavalos e de procissões que se dirigiam para o templo de Pireus.



O texto do site Theoi fala (basicamente)  tb que Bendis se assemelha à Selene, Deusa da Lua Cheia, Senhora da Magia  e Rainha dos Céus para os gregos!!!

Características:
Animais sagrados: cavalos e raposas
Dia da Semana: Segunda-Feira
Metal: Prata
Cristais: Pedra-da-Lua
Oferendas: bolos em formato de lua (crescente ou cheia) e relações sexuais ardentes (WOW!)
Enfim, é uma Deusa que também está presente em famílias de bruxas celtibericas de Portugal e possivelmente em famílias da stregha italiana!!!


Texto abaixo copiado do blog Agenda Esotérica

Bendis era representante do poder destruidor da lua minguante e dos mistérios da noite e da escuridão.
Segundo a tradição, esta Deusa também proporcionava a vidência, a magia e a proteção àqueles que a procuravam.
Costumavam-se fazer oferendas a ela nas encruzilhadas com bolos em forma de meia-lua.

Mais tarde, esta Deusa foi sincretizada com outras deusas lunares, como Ártemis e Hécate. Há referências desse Festival à época de Platão em que um dos eventos noturnos contava com uma corrida de cavalos com os cavaleiros segurando tochas.
Era o que se podia chamar de “corrida das tochas”.