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dia 26 de Abril - dia das deusas africanas das águas!!

Celebração de várias deusas das águas em vários lugares da África:
Abenawa e Aberewa, protetora da pesca em Gana;
Afreketé, protetora do mar em Dahomey;
Agiri, protetora dos rios em Benin;
Harrakoi Dikko, a Mãe d´Água em Benim;
Mukasa, protetora da pesca e Nagodya, protetora dos lagos em Uganda;
Nummo, a Mãe d´Água primordial em Mali;

Oxum, deusa da água e da sexualidade;
Obá, deusa do rio e do amor e
Yemanjá, a Mãe Universal, Senhora das Águas na Nigéria.

As últimas três deusas foram sincretizadas nos cultos afro-brasileiros e relacionadas a santas católicas ou a manifestações da Virgem Maria.

 
OXUM (Trono Feminino do Amor)

Oxum é o Trono irradiador do Amor Divino e da Concepção da Vida em todos os sentidos.
Como “Mãe da Concepção” ela estimula a união matrimonial, e como Trono Mineral ela favorece a conquista da riqueza espiritual e a abundância material.
A Orixá Oxum é o Trono Regente do pólo magnético irradiante da linha do Amor e atua na vida dos seres estimulando em cada um os sentimentos de amor, fraternidade e união.
Seu elemento é o mineral e, junto com Oxumaré, forma toda uma linha vertical cujas vibrações, magnetismo e irradiações planetárias multidimensionais atuam sobre os seres e os estimula os sentimentos de amor e acelera a união e a concepção.
Na Coroa Divina, a Orixá Oxum e o Orixá Oxumaré surgem a partir da projeção do Trono do Amor, que é o regente do sentido do Amor.
Oxum assume os mistérios relacionados à concepção de vidas porque o seu elemento mineral atua nos seres estimulando a união e a concepção.
Todos devem saber que a água é o melhor condutor das energias minerais e cristalinas.
Por esta sua qualidade única, surgem diversos tipos de água, sendo que a água “doce” dos rios é a melhor rede de distribuição de energias minerais que temos na face da Terra.
E o mar é o melhor irradiador de energias cristalinas.
Saibam que a energia irradiada pelo mar é cristalina e a energia irradiada pelos rios é mineral.
A energia mineral está presente em todos os seres e também em todos os vegetais.
E por isto Oxum também está presente na linha do Conhecimento, pois sua energia cria a “atração” entre as células vegetais carregadas de elementos minerais.
Já em nível mental, a atuação pelo conhecimento é uma irradiação carregada de essências minerais ou de sentimento típicos de Oxum, a concepção em si mesma.
Saibam que a Ciência dos Orixás é tão vasta quanto divina, e está na raiz do todo o saber, na origem de todas as criações divinas e na natureza de todos os seres.
Se conseguirem estas duas coisas, temos certeza que daí por diante entenderão porque a rosa vermelha é usada como presente pelos namorados e a rosa branca é usada é usada pelos filhos quando presenteiam suas mães. Ou porque se oferece rosas vermelhas para oferendar pomba-gira, rosas brancas para Yemanjá e rosas amarelas para oferendar Oxum, ou rosas “cor de rosa” para as crianças (Erês).
Saibam que, se todas são rosas, no entanto, os pigmentos que as distinguem são os condutores de “minerais” e de energias minerais.
Para um leigo, todas são rosas.
Mas para um conhecedor, cada rosa é um mistério em si mesma.
E o mesmo acontece com cada cor, certo?
Logo, o mesmo acontece com cada Orixá Intermediário, que são mistérios dos Orixás Maiores.
Saibam também que todo jardim com muitas roseiras é irradiador de essências minerais que tornam o ambiente um catalisador natural das irradiações de amor da divindade planetária que, amorosamente, chamamos de Mamãe Oxum.
Uma muda de roseira cresce, floresce, embeleza e vivifica o santuário natural dessas nossas mães do Amor.
 
Texto de Rubens Saraceni

Deusa do amor, protetora das crianças, rainha das águas doces, e das cachoeiras.
Elemento e Força da natureza correspondente a Oxum é a força da cachoeira.
Dia da Semana: todos os dias de 0hs às 6:00 hs, porém seu dia de maior vibração é o Sábado.
Chacra atuante: frontal
Planeta regente: Lua - no quarto de cheia
Nota musical: lá
Cor vibratória: azul (céu)
Cor representativa: azul (céu) - (roupas, etc.)
Cor da guia (colar): azul e branco
Saudação: Ai-ê-eu (olha eu)
Negativo: Dona Maria Padilha
Amalá: moqueca de peixe e pirão (feito com a cabeça do peixe)
Otí: água mineral
Comando da falange de Oxum: Cabocla Jupissiara
Local de entregas: cachoeiras
Representação no ponto riscado: coração ou cachoeira 




OBá

Orixá do rio Níger.

Orixá, embora feminina, temida, forte, energética, considerada mais forte que muitos Orixás masculinos, vencendo na luta, Oxalá, Xangô e Orumilá.

Obá é irmã de Iansã, foi esposa de Ogum e, posteriormente, terceira e mais velha mulher de Xangô. Bastante conhecida pelo fato de ter seguido um conselho de Oxum e decepado a própria orelha para preparar um ensopado para o marido na esperança de que isto iria fazê-lo mais apaixonado por ela. Quando manifestada, esconde o defeito com a mão. Seus símbolos são uma espada e um escudo.
Tudo relacionado a Obá é envolto em um clima de mistérios, e poucos são os que entendem seus atos aqui no Brasil. Certas pessoas a cultuam como se fosse um Xangô fêmea.
Obá e Ewá são semelhantes, são primas. Obá usa a festa da fogueira de Xangô para poder levar suas brasas para seu reino, desta forma é considerada uma das esposas de Xangô mais fieis a ele.
Obá é Orixá ligado a água, guerreira e pouco feminina. Suas roupas são vermelhas e brancas, leva um escudo, uma espada, uma coroa de cobre. Usa um pano na cabeça para esconder a orelha cortada. Conta e lenda que Obá, repudiada por Xangô, vivia sempre rondando o palácio para voltar.

CARACTERÍSTICAS


COR
Vermelha (marrom rajado)
FIO DE CONTAS
-
ERVAS
Candeia, negamina, folha de amendoeira, ipoméia, mangueira, manjericão, rosa branca
SÍMBOLO
ofangi (espada) e um escudo de cobre
PONTOS DA NATUREZA
Rios de águas revoltas.
FLORES
-
ESSÊNCIAS
-
PEDRAS
Marfim, coral, esmeralda, olho de leopardo
METAL
cobre
SAÚDE
audição, orelha, garganta.
PLANETA
-
DIA DA SEMANA
Quarta-feira
ELEMENTO
Fogo
CHAKRA
-
SAUDAÇÃO
Obá xirê
BEBIDA
Champanhe
ANIMAIS
Galinha d’angola
COMIDAS
Abará - massa de feijão fradinho enrolado em folhas de bananeira; acarajé e quiabo picado.
NUMERO
-
DATA COMEMORATIVA
30 de maio.
SINCRETISMO
Santa Joana d’Arc

INCOMPATIBILIDADES

Sopa, peixe de água doce


ATRIBUIÇÕES
Defende a justiça, procura refazer o equilíbrio.
LENDAS DE OBÁ
OBÁ — ORIXÁ GUERREIRA E DAS ÁGUAS REVOLTAS !!!
Obá vivia em companhia de Oxum e Iansã, no reino de Oyó, como uma das esposas de Xangô, dividindo a preferência do reverenciado Rei entre as duas Iabás (Orixás femininos).
Obá percebia o grande apreço que Xangô tinha por Oxum, que mimosa e dengosa, atendia sempre a todas as preferencias do Rei, sempre servindo e agradando aos seus pedidos. Obá resolveu então, perguntar para Oxum qual era o grande segredo que ela tinha, para que levasse a preferencia do amor de Xangô, vez que Iansã, andava sempre com o Rei em batalhas e conquistas de reinados e terras, pelo seu gênio guerreiro e corajoso e Obá era sempre desprezada e deixada por último na lista das esposas de Xangô. Oxum então, matreira e esperta, falou que seu segredo era em como preparar o amalá de Xangô principal comida do Rei, que lhe servia sempre que deseja-se bons momentos ao lado do patrono da justiça.
Obá, como uma menina ingênua, escutou e registrou todos os ingredientes que Oxum falava, sendo que por fim Oxum, falou que além de tudo isso, tinha cortado e colocado uma de suas orelhas na mistura do amalá para enfeitiçar Xangô. Obá agradeceu a sinceridade de Oxum e saiu para fazer um amalá em louvor ao Rei, enquanto Oxum, ria da ingenuidade de Obá que, sempre atenta a tudo, não percebeu que Oxum mentira, pois ela encontrava-se com suas duas orelhas, e falará isso somente para debochar de Obá. Obá em grande sinal de amor pelo seu Rei, preparou um grande amalá, e por fim cortou uma de suas orelhas colocando na mistura e oferecendo à Xangô como gesto de seu sublime amor. Xangô ao receber a comida, percebeu a orelha de Obá na mistura, e esbravejou e gritou. Oxum e Obá, apavoradas, fugiram e se transformaram nos rios que levam os seus nomes. No local de confluência dos dois cursos de água, as ondas tornam-se muito agitadas em conseqüência da disputa entre as duas divindades. E, até hoje quando manifestadas em seus iaôs elas dançam simbolizando uma luta.



Yemanjá é o Trono feminino da Geração e seu campo preferencial de atuação é no amparo à maternidade.

Yemanjá, a nossa amada Mãe da Vida é a água que vivifica, e o nosso amado pai Omulu  é a terra que amolda os viventes.
Yemanjá rege a geração e simboliza a maternidade, o amparo materno, a mãe propriamente dita.
Ela se projeta e faz surgir sete pólos magnéticos ocupados por sete Yemanjás  intermediarias, que são as regentes dos níveis vibratórios positivos e são as aplicadoras de seus aspectos, todos positivos, pois Yemanjá não possui aspectos negativos.
O fato é que o Trono Essencial da Geração assentado na Coroa Divina projeta-se e faz surgir, na Umbanda, a linha da Geração, em cujo pólo magnético positivo está assentada a Orixá Natural Yemanjá, e em cujo pólo magnético negativo está assentado o Orixá Omulu.
Estas sete Yemanjás  intermediárias comandam incontáveis linhas de trabalho dentro da Umbanda.
Suas Orixás intermediadoras estão espalhadas por todos os níveis vibratórios positivos, onde atuam como mães da “criação”, sempre estimulando nos seres os sentimentos maternais ou paternais.
Todas atuam a nível multidimensional e projetam-se também para a dimensão humana, onde têm muitas de suas filhas estagiando. Todas têm suas hierarquias de Orixás Yemanjás intermediadoras, que regem hierarquias de espíritos religados às hierarquias naturais.
Rainha dos mares, mãe acolhedora, representada por NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO.

O elemento e força da natureza correspondente à Iemanjá, são as águas verdes (mares e oceanos).
Dia da Semana: Ela atua todos os dias da semana de 6:00 hs às 12:00 hs, porém o seu dia de maior vibração é o sábado.
Chacra atuante: frontal.
Planeta regente: Lua (no quarto minguante).
Nota musical: lá.
Cor vibratória: azul translúcido.
Cor representativa: branco azulado (roupas, etc.).
Cor da guia (colar): cristal (branco).
Saudação: Ó dociaba.
Negativo: Dona Pomba-gira.
Amalá: vatapá ou manjar de milho branco.
Otí: água mineral ou champanhe.
Comando da falange de Iemanjá: Cabocla Jandira.
Local de entregas: beira das praias.


8 DE DEZEMBRO




Celebração Ibó Osun, na Nigéria, festejando Oxum, a deusa ioruba das fontes e dos rios, da beleza e do amor, da sensualidade e da arte.
Oshun é a divindade principal dos Oshogbó, uma religião africana e recebe oferendas de “mulukun” (feijão fradinho com cebola e camarão), adun (farinha de milho com azeite e mel) e objetos de cobre e latão, principalmente jóias.
Suas insígnias são as pulseiras e colares dourados, o leque, o espelho e os seixos brancos de rio.
Além da África, ela é cultuada no Brasil, no candomblé e na umbanda e em Cuba e no Haiti, na santeria, onde é chamada Erzulie ou Freda.

Comemoração de outra deusa ioruba da água, Obá, filha de Yemanjá e Oxalá.
Rival de Oxum, ela representa a água revolta dos rios e a força necessária para alcançar a vitória nos embates.
Seus símbolos são o escudo e a espada, suas cores são o vermelho e o amarelo e, no sincretismo religioso, foi equiparada a Joana d’Arc.

Comemoração do aniversário da deusa solar Amaterasu nos templos shintoístas do Japão.

Festival egípcio para Neith, antiga Deusa Mãe, senhora do céu, padroeira da dança e da guerra e protetora das famílias e das mulheres.

Solenidade da Imaculada Conceição no calendário cristão.

Entre em sintonia com a energia feminina representada por todas essas deusas, vendo-as como reflexos multicoloridos da complexa imagem da Grande Mãe.

 copiado de Teia de Thea 






Ao entrar em casa d'Ela, o Anjo disse-Lhe:«Salve, ó cheia de Graça, o Senhor está contigo!».Ao ouvir estas palavras, Ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação.Disse-Lhe o Anjo:«Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus.
Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um Filho, ao qual porás o nome de Jesus.
Será grande e vai chamar-se Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus vai dar-lhe o trono de Seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob, e o Seu reinado não terá fim».

copiado de nova-evangelizacao.blogspot.com

NEITH


.
"Neith era a Abridora de Caminhos, a Caçadora, Senhora do Oeste, Deusa guerreira e protetora.
Seu nome significa "Eu venho de mim mesma", ou autoconcebida.
De acordo com a lenda Neith emergiu das águas primevas.
Seguiu o curso do rio Nilo em direção ao mar, até alcançar o Delta, dando forma à cidade de Sais. Ela se autogerou e como a "Mãe Original", uma divindade andrógina, englobava tanto o feminino como o masculino. A sua bissexualidade era original, não tendo recorrido a nenhum deus masculino para iniciar a concepção dos vários elementos do Cosmos.

Plutarco visitou o grande templo de Neith em Sais, chamado Sapi-meht, e lá leu a inscrição:
"Sou tudo o que já existiu, existe e que virá a existir.
Nenhum mortal até hoje foi capaz de erguer o véu que me cobre".
Parte desse santuário era uma escola de medicina chamada "A Casa da Vida" .
Essa escola era cuidada pelos sacerdotes de Neith, que eram médicos, especialistas em obstetrícia.

Neith era a divindade das ervas, magia, cura, conhecimentos místicos, rituais e meditação.
Era a patrona das artes domésticas, tecelagem, caça, medicina, guerra e armas.
Era também considerada a protetora das mulheres e do casamento.

As egípcias conheceram um mundo em que a mulher não era nem adversária, nem serva do homem.
O segredo de viverem a plenitude como esposas, mães, trabalhadoras, ou como iniciadas nos mistérios do templo, sem renunciar a sua identidade em favor do homem, reside na forte presença das Deusas, que lhes davam um modelo claro de comportamento para todas as mulheres.
Se todos nós humanos, fomos criados à imagem e semelhança de um criador e só há um deus masculino, baseada em que imagem foram criadas as mulheres?
Sabemos que os meninos, fazem de seus pais modelos de comportamento.
Se vives em uma cultura onde só há um deus masculino e nenhuma Deusa, aonde está o modelo feminino?
Como podem as meninas aprender a ser mulheres sem a Deusa?

Neith chega até nós para nos dizer que é hora de levantarmos nossos véus e nos conhecermos verdadeiramente.
Quando você se olhar no espelho, poderá ver-se com a cabeça de uma górgona coberta de serpentes.
Entretanto se olhar novamente com os olhos do discernimento poderá visualizar sua própria beleza imortal.

Hoje, nós mulheres, somos obrigadas a desenvolver os aspectos masculinos e patriarcais, para sermos aceitas no mundo dos homens.
Entretanto, isso não implica em desistir do seu "ser" feminino.
A própria Mãe Natureza se encarrega de nos lembrar quem somos quando damos à luz a uma nova vida, experiência tão profunda ancorada em nossa existência biofísica, que somente em casos muito raros passa desapercebida.
É neste mágico momento, que a mulher pode experimentar a si mesma como criadora e como fonte de vida, irrefutavelmente e em uma profundidade que torna superficiais todas as atitudes equivocadas da sua consciência.
Mas, até nesta hora, a mulher moderna, pode permanecer oculta entre véus, por medo profundo do Feminino, com medo dela própria, com medo da sua incompreensível natureza feminina.

Experienciar a si mesma, com a ajuda da Deusa, nos fará ver com clareza a totalidade da humanidade como uma unidade dos aspectos masculinos e femininos."


copiado de Janela da Alma

Homenagem a Deusa Neith

É a antiga deusa da caça, seu animal sagrado era o cão.

Neit era chamada "a que abre os caminhos". 
É a protetora dos deuses e guardiã das almas dos mortos, a quem ela acompanha rumo à morada definitiva.

Neith era a Abridora de Caminhos, a Caçadora, Senhora do Oeste, Deusa guerreira e protetora. 
Seu nome significa "Eu venho de mim mesma", ou autoconcebida. 
De acordo com a lenda Neith emergiu das águas primevas. Seguiu o curso do rio Nilo em direção ao mar, até alcançar o Delta, dando forma à cidade de Sais. 
Ela se autogerou e como a "Mãe Original", uma divindade andrógina,  englobava tanto o feminino como o masculino. 
A sua bissexualidade era original, não tendo recorrido a nenhum deus masculino para iniciar a concepção dos vários elementos do Cosmos. 
As composições teológicas de Esna, em egípcio "Iunit", em grego Latópolis, devido ao peixe "Lates", ali considerado animal sagrado de Neith, outro dos seus principais lugares de culto, explicam as características da antiga potência demiúrga do Baixo Egito da seguinte forma:
"Pai dos pais, a Mãe das mães, o ser divino que começou a ser no começo quando se encontrava no seio das águas iniciais, saiu dela mesma, enquanto a terra estava nas trevas e não havia nenhuma terra, nem planta... 
Ela clareou o olhar dos seus olhos e veio o haver luz... 
E tudo o que seu coração continha veio rapidamente a existir".
Tendo concebido o mundo no seu coração, fez vários elementos virem à existência ao pronunciar simplesmente os seus nomes. 
Com as sete palavras criativas surgiram: a coluna inicial sobre a qual tomou posição (situada simultaneamente em Sais e Esna, os seus declarados santuários), o Sol (Rá-Amon-Khnum), a Ogdáode de Hermópolis e o deus Thot.
Face à essa especulação, ela é a mãe de Rá, enquanto vaca Ilhet que surge do caos primordial e que auxilia o nascimento do Sol. 
Nessa forma, associada ao tempo primário e a recriação diária, abria os caminhos do Sol. Muitas referências feitas ao renascimento do Sol nos vários pontos do céu durante as mudanças sazonais demonstram os diferentes aspectos de Neith, que reina em forma de Deusa celeste.
Neith é a criadora única de tudo que está no interior aa terra, minerais e pedras preciosas, a "Senhora do Deserto", a "Senhora do Mar", o "Grande Tudo", a "Todo-Poderosa". 
Na Época Baixa, é chamada "A Mãe dos deuses". 
Quando assume a forma de vaca, gera inevitáveis associações com Hator e Ísis. 
Assim, Hórus é também seu filho.


PEDINDO UMA AJUDA A NEITH


Na mitologia egípcia, Neith, a Mãe dos Deuses, era “aquela que abria os caminhos”.  
Hoje, acenda 3 velas de cores claras em seu local de trabalho e Neith dissipará todas as influências negativas que possam atrapalhar.


Amaterasu

Na mitologia japonesa, o sol é representado pela deusa Amaterasu, que comandava as altas planícies do paraíso.
Este comando lhe foi transmitido pelo deus Izanagi, que na divisão do mundo deixou com Tsuki-yomi, a deusa da lua, o comando do reino da noite e com Susanowo, deus da tempestade, o domínio dos mares.

Amaterasu e Tsuki-yomi estavam contentes com o que receberam, mas o deus da tempestade revoltou-se e bradou que não queria comandar os oceanos.
Então passou a ir e vir do paraíso para a terra, sempre provocando confusão por onde passava, destruindo as plantações e derrubando as construções.

Um dia, Amaterasu estava com suas donzelas, trabalhando e tecendo o mundo com ordem e padrão, no saguão sagrado da tecelagem, quando de repente é surpreendida por uma forte pancada no teto.
Era mais um dos desatinos de Susanowo.
O deus da tempestade havia lançado sobre o saguão a pele de um pônei malhado, assustando Amaterasu, que fugiu e trancou-se numa caverna, de onde recusou-se a sair.

Com a ausência de Amaterasu, o mundo inteiro mergulhou na mais profunda escuridão.
Sem a luz da deusa do sol, nada nascia nem crescia.

Os outros deuses, temendo a instalação do caos, reuniram-se na entrada da caverna e decidiram armar uma estratégia para tirar Amaterasu de seu esconderijo.
Colocaram um grande espelho mágico nos galhos da árvore Sakaki, localizada bem na entrada da caverna, e fizeram com que todos os galos cantassem incessantemente para parecer que o dia raiava.
Depois, acenderam grandes fogueiras para iluminar o local, providenciaram música e passaram a se divertir com a dança apresentada pela deusa Uzume. Esta dançava de tal forma que os milhares de deuses riram com grande alarido. E riram tanto que o paraíso tremeu, o que atiçou a curiosidade de Amaterasu.

Intrigada com tanta algazarra, a deusa afastou uma pequena pedra da porta da caverna e perguntou:
- Que festa é essa? 
O que está acontecendo?
- Estamos comemorando a chegada de uma nova deusa da luz, disse-lhe Uzume.
- Ela brilha mais do que você, acrescentou um outro deus.

Amaterasu não cabia em si de curiosidade e, para procurar a tal deusa, olhava para fora da caverna.
Os deuses colocaram o espelho mágico na sua direção e ela viu a beleza radiante do seu próprio reflexo.
Estava fascinada e embevecida com tanto esplendor, que nem percebia que os deuses a puxavam cada vez mais para fora da caverna.
E foi assim, pelo riso dos deuses e pela maravilha do seu próprio reflexo, que Amaterasu voltou ao mundo, trazendo sua luz radiante e vitalizante e nunca mais deixou de brilhar.

Dia 12 de Outubro - Dia de N. Sra. Aparecida - Dia de Mamãe Oxum!!


OXUM (Trono Feminino do Amor)

Oxum é o Trono irradiador do Amor Divino e da Concepção da Vida em todos os sentidos.
Como “Mãe da Concepção” ela estimula a união matrimonial, e como Trono Mineral ela favorece a conquista da riqueza espiritual e a abundância material.
A Orixá Oxum é o Trono Regente do pólo magnético irradiante da linha do Amor e atua na vida dos seres estimulando em cada um os sentimentos de amor, fraternidade e união.
Seu elemento é o mineral e, junto com Oxumaré, forma toda uma linha vertical cujas vibrações, magnetismo e irradiações planetárias multidimensionais atuam sobre os seres e os estimula os sentimentos de amor e acelera a união e a concepção.
Na Coroa Divina, a Orixá Oxum e o Orixá Oxumaré surgem a partir da projeção do Trono do Amor, que é o regente do sentido do Amor.
Oxum assume os mistérios relacionados à concepção de vidas porque o seu elemento mineral atua nos seres estimulando a união e a concepção.
Todos devem saber que a água é o melhor condutor das energias minerais e cristalinas.
Por esta sua qualidade única, surgem diversos tipos de água, sendo que a água “doce” dos rios é a melhor rede de distribuição de energias minerais que temos na face da Terra.
E o mar é o melhor irradiador de energias cristalinas.
Saibam que a energia irradiada pelo mar é cristalina e a energia irradiada pelos rios é mineral.
A energia mineral está presente em todos os seres e também em todos os vegetais.
E por isto Oxum também está presente na linha do Conhecimento, pois sua energia cria a “atração” entre as células vegetais carregadas de elementos minerais.
Já em nível mental, a atuação pelo conhecimento é uma irradiação carregada de essências minerais ou de sentimento típicos de Oxum, a concepção em si mesma.
Logo, o mesmo acontece com cada Orixá Intermediário, que são mistérios dos Orixás Maiores.
Saibam também que todo jardim com muitas roseiras é irradiador de essências minerais que tornam o ambiente um catalisador natural das irradiações de amor da divindade planetária que, amorosamente, chamamos de Mamãe Oxum.
Uma muda de roseira cresce, floresce, embeleza e vivifica o santuário natural dessas nossas mães do Amor.

Texto de Rubens Saraceni

Deusa do amor, protetora das crianças, rainha das águas doces, e das cachoeiras.
Elemento e Força da natureza correspondente a Oxum é a força da cachoeira.
Dia da Semana: todos os dias de 0hs às 6:00 hs, porém seu dia de maior vibração é o Sábado.
Chacra atuante: frontal
Planeta regente: Lua - no quarto de cheia
Nota musical: lá
Cor vibratória: azul (céu)
Cor representativa: azul (céu) - (roupas, etc.)
Cor da guia (colar): azul e branco
Saudação: Ai-ê-eu (olha eu)
Negativo: Dona Maria Padilha
Amalá: moqueca de peixe e pirão (feito com a cabeça do peixe)
Otí: água mineral
Local de entregas: cachoeiras
Representação no ponto riscado: coração ou cachoeira

PRECE A OXUM

Ó, Mãe Oxum, idolatrada Mãe,
Luz divina de excelsas virtudes,
Senhora da doçura e da concórdia,
Mãe dos aflitos, regaço de bondade e para todos,
Derramai sobre nós vossa ternura e proteção,
Deixai-nos participar da vossa mansuetude.
Dai-nos forças para estancarmos a sede de sentimentos deletérios e vulgares.
Fazei-nos sentir Vosso hálito e perene devoção nas nossas mentes acanhadas
E seremos felizes por amar verdadeiramente,
Abrigando em nossos corações
a Vossa misericórdia e
a Vossa paz de infinito amor.

Aieê ieu Oxum

Oxum da Blessed