04 de Maio - Agenda Mágica


Antiga celebração da deusa celta das flores - Blodewedd.
Segundo as lendas, ela foi criada a pedido do deus solar Llew Llaw, amaldiçoado por sua mãe Arianrhod para nunca se envolver com uma humana.
Por meio da magia, esta deusa foi criada de nove espécies de flores mas, quando foi descoberta sua infidelidade, os mesmos magos que a criaram transformaram seu rosto florido em uma cabeça de coruja.
Mitos mais antigos consideram Blodewedd uma manifestação da Mãe Terra, como a senhora da vida e da morte.

 
 Blodeuwedd é a Senhora da Iniciação. Ela chama-nos a abandonar as vestes de expectativa e de perscrutar a escuridão , e, finalmente, viver nossa verdade interior. 



Vertentes escuras da noite
Que Blodeuwedd traga consigo a minha sombra
pois é só através dela que me será possível curar e transformar
Que seus ensinamentos, Virginal  Bloueuwedd,
Nos ajude a enfrentar nossos medos e não reprimi-los
Ajuda-nos também a entender a morte como parte da vida
Pois somente ela nos permitirá renascer.





            Nove poderes de nove flores,
Nove poderes em mim combinados;
Nove botões de plantas e árvores...
Longos e brancos são meus dedos,
Como a nona onda do mar.
                                                               
                                                                   Hanes Taliesin 


apanhado de textos da net

dia 29 de Abril - dia do Arcanjo Rafael


Divino Rafael! 
Nossas mãos curam. 
Nossos pés caminham a senda do bem. 
Tiramos nossa atenção do mundo da forma e da ilusão, levando-a ao mundo espiritual. 
Nossas mentes são quietas, pacíficas e completamente purificadas com a pura luz crística. 
Nossas mentes estão concentradas na força curativa que existe espalhada no universo. 

Divino Arcanjo Rafael,
traga a energia da cura para todos os filhos dos homens, 
para que a saúde física, emocional, mental e espiritual seja a tônica da Nova Era.

Amado Rafael! 
Dá-nos o poder de curar (3x). 
Nós vemos a perfeição e trazemos à Terra, a poderosa força do mundo espiritual, 
sarando os erros do mundo material em que vivemos. 

Deus Criador Pai/Mãe! 
Perdoe-nos pelo mau uso da energia, 
tal qual perdoamos os que nos ofenderam; 
e que deste momento em diante, e em retroativo, 
nossos olhos só vejam o amor, nossas mãos curem e nossas palavras levem bondade. 
Nossos ouvidos se fecham às críticas maldosas.
Nossas bocas se fecham antes de ferir alguém. 

O poder curativo do amor está conosco agora, para sempre, e em retroativo. 

Divino Arcanjo Rafael,
temos fé no poder curador da vida e utilizamos este poder para nos ajudar, 
harmonizar-nos e curar-nos, para depois podermos ajudar os outros, 
harmonizá-los e curá-los. 

O poder curativo que dormia em nosso interior está revelado (3x). 

Sua benção, querido Irmão de Luz. 
Sua benção, Arcanjo Rafael, para todos os seres. 

Assim é.



Comunhão com Arcanjo Rafael


Visualize-o irradiando luz verde para você e faça a afirmação abaixo três vezes:






Amado Rafael,
Arcanjo da Misericórdia e da Cura
Que a Vossa puríssima luz verde
Traga harmonia à minha natureza transitória
Fazendo de mim um canal de cura
para todos aqueles que sofrem.




 



O lenço da Cigana

O lenço da Cigana

O lenço é um simbolismo forte entre os ciganos.

Significa a aliança da mulher casada em sinal de respeito e fidelidade. 
Santa Sara Kali protege as mulheres que querem ser mães e sentem dificuldades em engravidar. 
Protege, também, os partos difíceis. 
Basta ter fé na sua energia.

Peça mais importante do vestuário dos ciganos. Quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana se diz:
"Dalto chucar diklô" (Te darei um bonito lenço).

Oferecer um lenço para Santa Sara Kali, é uma forma de agradecer uma graça ou reforçar um pedido. 
Muitas que não conseguiam ter filhos faziam promessas para ela, no sentido de que, se concebessem, iriam para Saintes-Maries-de-La-Mer no Sul da França onde existe a cripta de Santa Sara Kali, na qual existem muitos lenços em sinal de graças de mulheres que engravidaram e tiveram seus filhos sadios.

O lenço pode ser oferecido em nome de qualquer pedido,não apenas com relação a fertilidade, Santa Sara Kali protege o povo cigano e atende os pedidos de qualquer natureza de quem tem fé.

Amarelo ou Dourado: Louvores Agradecimento por Vitória Alcançada

Azul: Proteção, Luz Espiritual poder Intuitivo, Filhos.

Branco: Paz de Espírito, Casamento Agradecimentos em Geral.

Lilás: Carinho Amor Correspondido

Púrpura: Prestigio e Vantagens Profissionais

Prateado: Benefícios em geral

Rosa: Amor, Compaixão e Maternidade.

Verde: Saúde, Bens Adquiridos e Vitalidade.

A maneira mais indicada é colocar o lenço sobre a cabeça da Imagem de Santa Sara Kali e deixar por 21 dias consecutivos.

** blog da autora : http://veralumadohotimailcom.blogspot.com



autor:     Vera Lúcia Machado

25 de Abril - Dia do Festival de Robigalia


Dia 25 de Abril, é dia da Robigália, celebração destinada a apaziguar o Deus - Robigus, Divindade que dirige a cravagem do centeio (morrão de centeio, que tem propriedades abortivas e hemostáticas), o bolor do trigo, as doenças das plantas - especialmente, as doenças dos cereais.
 
Antiga festa agrícola, era guiada pelo flâmine quirinal - sacerdote dedicado a Quirino (um dos três Deuses da primitiva tríade latina - Júpiter, Marte, Quirino) - e nesta ocasião eram sacrificados um cão vermelho e um carneiro a Robigus,  juntamente com vinho e incenso.
Depois, eram ditas certas preces para que as colheitas fossem protegidas.
 
Realizavam-se corridas a pé em honra desta Deidade - corridas separadas, para homens e para rapazes.
 
Pensa-se que esta festa poderá ter ligação com a ascenção da estrela Sirius.
 
Neste dia, também se honrava Verminus, Deus protetor do gado contra as doenças. 

O dia do Santo Marco é o antigo festival romano de Robigalia, que permitia deter os males, que poderiam ter as futuras colheitas.
A tradição prosseguiu-se com a Igreja católica de Roma que transformou este ritual em Litania Major, com o mesmo objetivo pedir ao céu que abençoe os campos.

dia de Celebração de Mayahuel


copiado do site Teia de Thea

Dia 24 DE ABRIL 
 
Celebração de Mayahuel, a deusa pré-asteca, detentora do poder visionário pelos sonhos e pelas alucinações, regente da Terra e do céu noturno.
Ela era representada com quatrocentos seios, nutrindo as estrelas e a Terra ou como uma bela mulher sentada em um trono, cercada de tartarugas e serpentes, segurando um prato com plantas alucinógenas que induziam os sonhos e as visões.
Segundo as lendas, ela se transformou em um cacto, de cuja polpa se fabrica o “pulque”, uma bebida fermentada e alucinógena.
Mayahuel é associada à Lua, à fertilidade, aos sonhos e aos estados de transe.
Sem recorrer a nenhuma substância que lhe afaste da realidade, procure encontrar sua “Visão Sagrada”.
Tome um chá de artemísia, faça uma meditação ao som de um tambor e transporte-se mentalmente para o reino de Mayahuel.
Saúde-a e peça-lhe que revele os meios para transformar seus sonhos em realidade.
Ou então que lhe envie algum sonho significativo para compreender melhor sua vida atual.
Dia dedicado à deusa romana Luna, a regente lunar dos meses, das estações e da lua minguante.





Dia de São Marco

Segundo as crenças celtas, na véspera deste dia, os fantasmas de todas as pessoas que iriam morrer no decorrer do ano poderiam ser vistos flutuando na frente das igrejas e por cima dos cemitérios.
Para ver este acontecimento, o observador deveria permanecer acordado a noite toda, sentado na soleira da igreja.
Caso adormecesse, ele não acordaria mais no dia seguinte.

por que os cristãos têm o costume de se presentearem com ovos na Páscoa?

O ovo simboliza a fertilidade da Deusa e do Deus, o símbolo de toda a criação.
Ao decorá-los, estamos carregando-os como simbolos mágicos, de acordo com as cores que utilizarmos.
É uma tradição também esconder os ovos, e achá-los simboliza que a pessoa alcançará suas metas.

Coelho da Páscoa:

Muitos nem sequer percebem que o coelho é um dos maiores símbolos de fertilidade da Deusa, pois eles levam um período de 28 dias para gestarem e darem à luz aos filhotes, e 28 dias é o ciclo de uma lunação.

A lenda do coelho da Páscoa tem uma estreita relação com a Deusa Eostre, onde um gentil coelhinho pedia favores a Deusa e em troca botava ovos, decorava-os e presenteava a Deusa com eles.
Segundo a lenda, Eostre ficou maravilhada com a beleza dos ovos e ficou tão contente que desejou que toda a humanidade pudesse partilhar de tamanha beleza e alegria.
Assim, o coelho começou a viajar por todo o mundo na época do Equinócio da Primavera (lembre-se: toda a tradição é européia e nessa época do ano, o hemisfério norte está na Primavera!!) , presenteando  todos com seus ovos decorados.

Páscoa, celebração de Ostara é o tempo da renovação, o momento ideal de passear por jardins, parques, bosques, florestas e outros lugares verdes, fazendo do passeio um verdadeiro ritual, uma celebração da Natureza e da vida.

Ao mundo só falta o princípio que rege o Universo: o Amor !!!


inspirada nessa época de Páscoa, recolhi algumas poucas frases para colocar aqui, honrando todo o Amor que sinto por Ele!!


Quando vos desnudardes sem sentir vergonha, tomardes vossas vestimentas, as colocardes sob os pés como as crianças e as pisoteardes, então vereis o Filho do Vivente e não temereis.
Deus não tem inimigos.


A vida é uma aposta, uma aposta pelo Amor. É o único bem em jogo desde que se nasce. Não há aqueles que nunca amaram.  

Todos os nascidos levam o selo da Divindade. Deus é um Deus de amor. Não o fosse e não seria Deus.  

Haver sido criado pelo Pai supõe a máxima manifestação de amor. Ele dá tudo sem pedir nada em troca.  

Estais condenados a ser felizes. É questão de tempo. É necessário que o mundo entenda, e ponha em prática que o único meio para ele é o Amor.

algumas pequenas frases de grandes verdades do livro OPeração Cavalo de Tróia - de J.J. Benitez 





Compartilho dos sentimentos e felicidade de pensar e agir da mesma forma!!!!



Nos reunimos para honrar a nossa divina presença e a presença da Deusa e do Deus em nossas vidas.

Celebramos o Mito da Roda do Ano por entendermos o significado de cada festa e sabermos que esta é uma forma jenuína e natural de celebração dos ciclos da terra, desde a mais remota antiguidade.

A nossa família , amigos, mestres e a ancestralidade são honrados e essenciais no caminho.

Religião e política estão fora de nossas questões, temos a liberdade como caminho.

Nossa crença é na Energia Divina do Amor que nos une a todas e todos.

Nossa fé é na verdade, beleza, sabedoria e honestidade de sentimentos.

Nosso ofício na Arte é transbordar em virtude, saúde, cura, amorosidade, abundância, beleza e alegria, para as nossas irmãs e irmãos.

Temos como exemplos os grandes mestres e mestras benfeitores da Humanidade.

Honramos a nossa Deusa como a Energia Sagrada do Feminino e todos os arquétipos e Mitos Relacionados e Honramos o nosso Deus como a Energia Sagrada do Masculino e todos os arquétipos e Mitos Relacionados.

Acreditamos que a Magia da Vida se faz presente quando temos um coração que segue a intuição e se coloca disponível para que o fluxo da vida seja permitido.

Sabemos que um SER só é completo quando reconhece em si a existência da chama divina da Luz e da Sombra.

Reconhecemos que somos responsáveis por toda a forma de vida no planeta e que temos que passar nossa sabedoria e orientar as mais novas no mesmo caminho.


Texto admirado e por essa razão copiado do site:

MAGIA DA LUA - RIO DE JANEIRO

 Gratidão

Dia 21 de Abril - Festival da deusa egípcia Hathor

Rainha do céu, da Terra e da Lua, criadora primordial, mãe de todas as divindades.
Manifestada sob sete aspectos, as sete Hathor eram associadas aos sete planetas e consideradas as protetoras das mulheres, do casamento, da família, das artes, do amor, da música e da astrologia. Eram elas que davam às pessoas as sete almas (ou corpos) ao nascer. Hathor foi reverenciada ora como mãe ou filha do Sol, com cabeça de vaca ou leoa, ora como mulher, adornada com os chifres lunares, ora como árvore da vida, a senhora do céu e também do mundo subterrâneo, mãe da vida e da morte. Em seu aspecto escuro como Rainha dos Mortos, Hathor aparecia como a Esfinge, a deusa Hathor Sakhmis ou Sekhmet, a deusa com cabeça de leão. Hathor foi venerada em Israel, em seu templo de Hazor, até 1100 a.C, quando seu templo foi destruído e seu culto proibido.
Hathor era a deusa da alegria, da maternidade e do amor.
Ela era considerada a protetora das mulheres grávidas e parteira.
Era a patrona de todas as mulheres, não importando sua posição social.
Como deusa da música e da dança o seu símbolo era o sistro. Como uma deusa da fertilidade e da umidade, Hathor foi associada com a inundação do Nilo. Nesse aspecto, ela foi associada com a estrela Sothis-Dog, cujo ascensão acima do horizonte anunciava a inundação anual do Nilo.
Na lenda de Ra e Hathor, ela é chamada de "Olho de Ra". Quando os cultos de Osiris ganharam popularidade, seu papel mudou.
Ela recepcionou a chegada do falecido no submundo, pois fornecia água para as almas dos mortos a partir dos ramos de um sicômoro e oferecia-lhes comida.
Hathor também era representada como uma vaca leiteira que alimentava a alma dos mortos, dando-lhes o sustento durante: a sua mumificação, a sua viagem para o julgamento até a sua pesagem (balança do bem e do mal praticado).
Em épocas remotas as mulheres mortas eram identificadas com Hathor, e os homens com Osiris.

A sua representação como forma de vaca, também pode advir da concepção egípcia que encarava o céu como o ventre imenso de uma Deusa com essa forma e cujos quatro pilares de sustentação, os quatros cantos do Universo, eram as suas patas. 
Realizou-se assim, um sincretismo entre a sua concepção como Deusa do Céu e a representação como vaca, tendo, sob esta forma, assimilando as características de outras divindades veneradas em diversos pontos do Egito precisamente como vacas. 
A vaca era um animal considerado símbolo da maternidade. 
Sob esse aspecto, era também figurada amamentando o faraó, em vida e depois da morte.

Representações: Hathor foi originalmente adorada sob a forma de uma vaca, por vezes, como uma vaca com estrelas sobre ela.

Mais tarde, ela foi representada como uma mulher com acabeça de uma vaca, e finalmente com uma cabeça humana, o rosto largo e sereno, às vezes ela é representada com as orelhas ou chifres de uma vaca.
Ela também é mostrada com um penteado parecido com um par de chifres com o disco lunar entre eles.
Às vezes, ela está representada com a forma de uma vaca em um barco, rodeado por altos juncos de papiro.
Como a "Senhora das Necropolis", ela é mostrada com a cabeça de uma vaca saindo de uma montanha.
Neste caso, ela usa um colar - o menat -  que eram largos e pesados colares feitos com pérolas ou contas coloridas de cerâmica, pedra dura ou metal precioso, montadas em semicírculo formando um grande crescente.
A borda externa podia ou não ser guarnecida por pingentes.
Eram dotados de longos contrapesos, os quais equilibravam seu peso considerável quando eram colocados no dorso do portador.
Ao serem agitados nas festividades produziam o ruído característico do choque das miçangas.
Esse som transmitia vida e poder, tornava as jovens mulheres fecundas, mas também favorecia o renascimento espiritual do ser no além-túmulo.
É com esse objetivo que a deusa Hátor oferece um destes colares ao faraó Seti I (c. 1306 a 1290 a.C.).
Esse colar simbolizava prazer e júbilo, tanto do ponto de vista da fertilidade, quanto da perspectiva da satisfação sexual.
As suas fileiras de contas e o contrapeso de aparência fálica parecem combinar os princípios feminino e masculino em ação.
Ele evocava a união de Ísis e Osíris na criação de Hórus e ao ser oferecido aos mortos, o instrumento permitia a revitalização deles no outro mundo.

Relações: filha de Nut e Ra . Esposa de Ra, mãe de Ihy.
Muitas lendas retratam-na como a mãe de Horus, o Velho.
Outras como a esposa de Hórus de Edfu, cujo fruto dessa união foi Hórus.

textos pesquisados em:
http://www.sagrado-feminino.blogspot.com/2009/05/sacerdotisa-de-hator.html
http://www.teiadethea.org/

16 de Abril - Dia da Celebração de Coatlicue, deusa asteca da vida e da morte.


 Coatlicue é a deusa asteca reconhecida como a "Mãe dos Deuses".
Ela é freqüentemente associada com o fogo, fertilidade, do parto, da vida, da morte e dor e nascimento.  
Coatlicue era conhecido pelos Astecas como uma Deusa Mãe amorosa, que deu à luz a Lua e às estrelas, ao Sol, assim como aos outros deuses do Panteão. 
Apesar disso, ela também era vista como tendo um aspecto feroz e terrível, sendo a deusa que devora tudo que vive.

Diz a lenda que a Deusa Coatlicue foi fertilizada por uma bola de plumas, enquanto ela varria o templo.  
Isto resultou no nascimento dos deuses astecas, entre eles  Xolotl e Quetzalcoatl. 

A história mais popular sobre esta deusa-mãe é o fato de sua filha Coyolxauhqui, em conjunto com seus irmãos e irmãs a mataram, decapitando-lhe a cabeça.

Foi então que o deus Huitzilopochtli surgiu de seu ventre, plenamente desenvolvido e armado. Ele lutou contra o seus irmãos e irmãs, matando a maioria deles. 
Cortou a cabeça de sua irmã Coyolxauhqui, que jogou para o céu e tornou-se a Lua. 
Em algumas lendas, o deus é substituído por Quetzalcoatl, que nasce apenas no momento de proteger e salvar sua mãe de seus irmãos.

Deusa Coatlicue é conhecido por muitos nomes, incluindo Toci (que significa "avó") e Cihuacoatl (Senhora das Serpentes). 
Ela é retratada vestindo uma saia feita de serpentes, e um colar feito de corações, mãos e crânios, pende de seu pescoço.
Ela possui garras nos pés e os seios estão nus, significando uma mãe que constantemente nutre seus filhos.

deusa Danu ou Anu

dane
Mãe Terra, a antiga deusa Danu ou Anu, conhecida também como
Don no País de Gales e Donnu, Dana ou Donann em outros lugares.

Reverenciada como a Mãe ancestral de uma tribo de seres espirituais
chamados Tuatha de Danaan, seu nome significa "sabedoria". 

Os Tuatha de Danaan eram a quarta raça de colonizadores que chegaram
na Irlanda séculos antes da era cristã. 

Eles eram sábios, eminentes magos, cientistas e artesãos, possuidores de uma altissima vibração espiritual, verdadeiros "seres de luz". 

Após permanecerem duzentos anos ensinando suas artes para os habitantes nativos,
foram vencidos pelos ultimos conquistadores da ilha, os Milesianos,
guerreiros e materialistas. 

Os sobreviventes do "povo da deusa Danu" refugiaram-se nas colinas ou em cavernas e passaram a ser conhecidos como " Daoine Sidhe" ou o "Povo das Fadas"


copiado de http://www.luzemhisterio.com.br

Os primeiros relatos escritos sobre as lendas e as crenças dos povos celtas foram feitos pelos romanos, que invadiram a Grã Bretanha em 55 a.C.
Na medida das suas conquistas, eles incorporavam ao seu próprio sistema religioso mitos e conceitos dos povos indígenas, registrando-os, porém, de forma fragmentada e adaptada, em função da localização geográfica e da similitude entre uma divindade local e uma correspondente romana.
Esses registros referem-se aos antigos mitos irlandeses, galeses e escoceses, acrescentando, também, lendas das tribos celtas que tinham chegado posteriormente na Grã Bretanha (cerca de 500 a.C.), provavelmente vindo da França central.
Ocultas nas histórias encontram-se reminiscências das tradições pré-celtas, dos povos neolíticos, construtores dos círculos de menires e das câmaras subterrâneas, encontradas em inúmeros lugares nas ilhas Britânicas e na Bretanha (região do Oeste da França).
Essa herança ancestral, preservada durante milênios pela tradição oral e as práticas religiosas pagãs, parcialmente registradas por historiadores romanos, foi aproveitada, reinterpretada, deturpada e truncada nos relatos dos monges cristãos ao longo dos séculos.
Mantendo somente o que convinha à moral e aos dogmas cristãos, os monges reduziram o vasto panteão e a rica simbologia celta a relatos épicos de guerras, invasões, intrigas, traições e atos imorais, perpretados pelas várias raças e tribos, diferenciados apenas pela localização geográfica.
Mesmo preservando resquícios das verdades originais, as histórias cristãs minimizaram ou ignoraram a beleza e a sabedoria do legado celta, reduzindo ou distorcendo o seu valor mítico e espiritual.
Na visão patriarcal dos monges, as Deusas foram vistas como Rainhas e princesas, os deuses como Reis e Heróis e o significado transcendental foi diluído, modificado ou perdido.
No século XI foi publicado “O Livro das Invenções”, que descreve uma sucessão de 5 povos que teriam vivido na Irlanda antes da chegada dos celtas, os ancestrais dos habitantes atuais.
Nas lendas, estas raças diferentes são descritas de uma forma ambígua, tendo tanto características divinas quanto humanas e sendo apresentadas como deusas, deuses, gigantes, devas e seres elementais ( seres análogos aos de tantos outros mitos de várias culturas e países).
Sem precisar entrar em detalhes da complexa nomenclatura e das vastas descrições das batalhas, o importante é saber que cada uma dessas raças foi vencida e seguida pela seguinte, alternando-se assim seus mitos, suas divindades e sua organização social e religiosa.
A quarta raça - Tuatha de Dannan ou povo da deusa Danu -, apareceu de forma misteriosa: não da terra, de uma direção definida, como outros invasores, mas do céu, simultaneamente das 4 direções.
Aterrissaram no dia do Sabbat Beltane e depois fundaram 4 cidades que se tornaram os centros espirituais da Irlanda.
Tanto a sua natureza, quanto a sua origem, permanecem envoltos em mistério, mas sabe-se que seus atributos eram de bondade e luz.
Por terem vencido a “escura” e agressiva raça anterior foram por isso chamados de “seres brilhantes”.
Trouxeram ensinamentos e objetos de magia, arte, sabedoria e cura e deixaram como marcos os círculos de menires e os monumentos megalíticos.
Após um longo e pacífico reinado eles também foram vencidos pela última raça, os precursores dos celtas; depois da sua derrota se retiraram no interior das colinas sagradas, tornando-se o assim chamado “Povo das Fadas”.
É importantíssimo ressaltar que apesar de se traduzir fairy por “fada”, este termo não descreve uma “diáfana figura feminina sobrevoando as flores”.
O sentido arcaico de Fairy People refere-se a seres sobrenaturais, com aparência etérica, sim, mas pertencendo a ambos os sexos, jovens que gostavam de música, danças, cores, flores, e abominavam o ferro (comprovação de sua origem anterior à Idade do Ferro).
O maior legado dos Tuatha de Dannan foi o culto da deusa Dana (também conhecida como Danu, Anu ou Ana), considerada a Deusa Mãe, progenitora das outras divindades. Representando a força ancestral da Terra, a fertilidade, a vida e a morte, Dana foi posteriormente considerada como a representação da tríplice manifestação divina, da qual sobreviveu até hoje somente o culto à Brighid, cristianizada e fervorosamente venerada como a milagreira Santa Brígida.
Apesar do seu culto ter sido proibido pelo cristianismo e seu nome aos poucos ser esquecido, Danu está presente em toda a parte da Irlanda, seja nos verdes campos, no perfil arredondado das montanhas, no sussurro dos riachos.
O Seu lugar sagrado no Condado de Kerry, chamado Paps of Anu, reproduz, na forma das duas colinas,
Seus fartos seios, cujos mamilos são formados por cairns, os antigos amontoados de pedras que foram formados pelas oferendas de pedras levadas pelos peregrinos ao longo dos tempos, em sinal de reverência e gratidão.
Atualmente, com o ressurgimento do Sagrado Feminino, Danu, assim como as Deusas de outras tradições, está sendo lembrada e reverenciada como Senhora da Terra, da água, da abundância, da plenitude da Natureza e da soberania.

copiado de Teia de Thea

Deuses da Blessed
Consorte de Dagda, a mais poderosa das deusas celtas, Danu é a deusa da terra, da vida e da morte. É descrita como tendo três "faces" ou aspectos: Morrígan (Gralha da Guerra), Blodeuwedd (Dama das Flores, simbolizando a vida) e Brighid (A Mãe, simbolo da fertilidade). Danu é uma entidade tão relevante que o "grupo" de deuses tidos como mais poderosos são comumente designados como "Tuatha Dé Danann" -o povo de Danu.
Seu nome aparece em muitos lugares conhecidos. Como o famoso rio Danúbio
 
copiado de Wikipédia

dia 25 de março


Antiga data de celebração da Criação do Mundo. 
Reverenciamos a Deusa, como A Senhora da Vida!!!

Canta, festeja, dança, faze musica e amor, tudo na minha presença, porque meu é o êxtase do espírito e a alegria na Terra.
Minha única lei é amar a todos.
Meu é o segredo que franqueia a porta do nascimento, meu é o mistério da vida que é o Caldeirão de Hécate, ventre da imortalidade.
Dou a conhecer o espírito da criação e, além da morte, apaziguo e reúno os que partiram antes.
Eu, que sou a beleza da Terra verde
 e a branca Lua entre as estrelas
e o mistério das águas,
quero que a tua alma se levante e venha para mim.
Porque eu sou a alma da natureza que dá vida ao Universo.
Desde o princípio tenho estado contigo
e sou Aquela que é encontrada no extremo do desejo."
 
Texto extraído do livro: Cura Psíquica com Guias Espirituais
de Diane Stein – Editora Pensamento

A Deusa foi a primeira divindade cultuada pelo homem pré-histórico.
As suas inúmeras imagens encontradas em vários sítios históricos e arqueológicos do mundo inteiro representavam a fertilidade - da mulher e da Terra.
Por ser a mulher a doadora da vida atribuiu-se à Fonte Criadora Universal a condição feminina e a Mãe Terra tornou-se o primeiro contato da raça humana com o divino.
A Deusa é cultuada como Mãe Terra, representando a plenitude da Terra, sua sacralidade.
Sobre a Terra existimos e, ao fazê-lo, estamos pisando o corpo Onipotente e distante, que vive nos céus...
A Deusa é a Terra que pisamos, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do centro dos vulcões, os rios, as cores do arco-íris, o meu corpo, o seu corpo...
A Deusa está em todas as coisas... Ela é Aquela que Canta na Natureza...



Deusa tão amada!!!


ENCANTAMENTO DE SINTONIA COM A DEUSA

Grande Mãe! É teu nome que invoco!
E pelo poder dos quatro elementos, água, fogo, terra e ar,
pela quintessência e pelo Consorte,
peço a graça de:
ser teu reflexo entre os homens e mulheres da Terra.
Que eu veja o mundo com seus olhos.
Que eu tenhar a iniciativa para guiar meu caminho pela estrada mais correta.
Conquistar sua proteção.
Fazer o que quiser, sem prejudicar ninguém.
Ter clareza para discernir a luz da treva.
Alcançar com êxito meus desígnios.
Preservar meus amigos.
Respeitar todo ser vivo na face da Terra e fora dela.
Levar o Amor dentro e fora de mim.
Ter o amor mágico em meu corpo, alma e espírito.
Ser a virgem, a amante, a mãe, a sábia, ter mil nomes.
Expandir idéias e sentimentos em todos os corações.
Ter estabilidade em todos os níveis.
Lidar adequadamente com mudanças inesperadas.
Conquistar abundância e prosperidade em todos os níveis.
Ter em mim o poder da Transmutação.
E também o encanto da sedução e da paixão.
Que eu possa sempre atravessar as brumas,
as fronteiras do tempo e do espaço
e que se revele o que me é permitido.
Pela Deusa eu caminho.
E nas mãos d'Ela entrego minha vida.
MEU CORPO É A DEUSA.
MINHA MENTE É A DEUSA.
MINHA ALMA É A DEUSA.
E ASSIM É.

Tatiana Menkaiká
29/04/1993
www.terramistica.com.br

Gratidão à Tatiana por expressar o que também sinto!!!

Luz, Paz e muuuuito Amor a todos!!!

Dia de Bast - 22 de Março




Celebração de BAST,  a deusa solar egípcia com cabeça de gato e padroeira dos gatos, um dos animais mais sagrados para os egípcios. 
Ao morrerem, todos os gatos eram embalsamados e depois enterrados na cidade sagrada de Bubastis, dedicada ao culto da deusa Bast.
 
copiado de http://www.teiadethea.org 
 


Bast é a deusa felina egípcia, senhora da dança e da fertilidade.
Para aumentar o seu poder de sedução, coloque algumas pétalas de rosa num pires com leite e deixe-o de noite na janela, para homenagear a deusa.

Curiosidades sobre Bast pesquisadas na Internet:

A protetora dos lares, das mães e das crianças, dos felinos e dos doentes...
Deusa da música e da Arte;
Deusa responsável pela alegria, pela dança, pelo canto e pelo amor.
Era guardiã das casas, o seu amor materno poderia se transformar em ferocidade quando algum de seus filhos é atacado.
A Deusa-Gata foi uma das divindades mais veneradas no antigo Egito.
Nas festas dedicadas a Bast, as ruas enchiam-se de música, dança e brincadeiras bem-humoradas.
Seus seguidores adoravam comidas doces, como bolos de mel, passas e frutas.
Tem grande ligação com a Lua.
Representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés, simboliza a Fertilidade.
O Templo de Bastet, era em Bubastis (cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast" (significa "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam, porque eram considerados como encarnação da deusa.
Bastet, Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para "gatos").
Esposa de Ptah, com quem foi mãe de Nefertum e Mihos.
Bastet, é representada como uma gata preta, com um brinco e um colar ou uma mulher com cabeça de gato segurando um sistro, instrumento musical sagrado.
Os antigos egípcios representavam os seus deuses com aspecto humanos e com cabeça de animal. Cada deus tem seu animal sagrado associado e digno de adoração, como se fosse a própria divindade.
E tal como os humanos os animais eram também mumificados para assim poderem ser
preservados no além.
Bastet quando agressiva se transforma na deusa de cabeça de leoa SEKHMET.
Os egípcios tiveram difículdades para dissociar estas duas divindades e dizem que Bastet e Sekhmet são uma única pessoa com personalidades e características diferentes.
Bastet é amável e sossegada e Sekhmet é guerreira implacável, deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava catástrofes quanto curava epidemias. Sua juba era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha cor de sangue, seu rosto brilhava como o sol, o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria.
Era adorada na cidade de Mênfis.
Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência.
Sekhmet executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.
O que acabou originando a deusa Bastet.
Bastet foi uma das divindades mais veneradas no Antigo Egito.
Hoje é tradicionalmente consagrada no dia 15 de abril.


O gato doméstico foi trazido para o Egito por volta do ano 2.100 a.c., é considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto.
O símbolo do GATO PRETO era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.
 

dia 21 de março - Deusa Eurynome


Eurynome é a Deusa  grega da Criação.
É uma Deusa antiga, pré-Helênica.
Originalmente ela foi a governante do Olimpo, Mãe dos Deuses e do Universo.

Do caos, Eurynome surgiu e dividiu o mar dos céus, dançando seu êxtase sobre as ondas.
Sua dança levou-a a criar o vento norte, o qual ela transformou em serpente dando-lhe o nome de Ophion.

Eurynome fez amor com Ophion, transformou-se em pomba e botou o ovo cósmico que continha toda a Criação.

Como foi Ophion que quebrou o ovo, achou que tinha o direito de se proclamar o responsável pela Criação. Sabendo disso Eurynome aprisionou-o no Tártaro e continuou a criar o Universo.
 
Eurynome pode ser recuperada hoje em dia com toda a sua força, poder e plenitude. Ela representa a mulher criativa, livre e entusiasta.

O êxtase e o prazer são símbolos desta Deusa que criava o mundo com alegria e exuberância através do movimento espiralado de Sua dança.

Eurynome nos faz pensar no verdadeiro poder da criação feminina. Esta que é livre, prazerosa, plena e autônoma.

Anna Leão


Que a Luz da tua alma cuide de ti !!



Que todas as tuas preocupações e ansiedades por envelhecer sejam transfiguradas.
Que te seja concedida uma sabedoria com o olho da tua alma, 
para dislumbrares esse belo tempo de colheita.
Que tenhas o compromisso de colher a tua vida, 
cicatrizar o que te feriu, 
permitir-lhe chegar mais perto de ti e fundir-se contigo.
Que tenhas grande dignidade e consciência 
do Quanto és livre 
e, acima de tudo, 
que te seja concedida a maravilhosa dádiva de encontrar 
a luz eterna e a beleza que está no teu íntimo.

Que sejas abençoado 
e que descubras um amor maravilhoso em ti por ti mesmo.



copiado de http://encantocanto.blogspot.com

Que possas ter em seu coração essa Verdade!!!

com carinho


Mirhyam

Feliz e encantado domingo a todos!!!


Watch all the flowers
Dance with the wind
Listen to snowflakes
Whisper your name
Feel all the wonder
Lifting your dreams
You can fly
(Fly)

Fly to who you are
Climb upon your star
You believe you'll find your wings
Fly
To Your Heart

Touch every rainbow
Painting the sky
Look at the magic
Glide through your life
A sprinkle of pixie dust circles the night you can fly

Fly to who you are
Climb upon your star
You believe you'll find your wings
Fly

Matriarca da Segunda Lunação - a Avó dessa linda lua cheia que está no céu!!

Matriarca da Segunda Lunação
Plenilúnio em Leão
(Sol em Aquário)

Ela é a guardiã da sabedoria, a guardiã das tradições sagradas e da memória planetária.
Ela nos ensina a encontrar a sabedoria, tornando-nos receptivos aos pontos de vista dos outros e aprendendo com as experiências alheias.
Aceitando a verdade e o espaço sagrado de cada ser expandimos a noção da família planetária e reafirmamos nossos laços com todos nossos irmãos de criação.
 Esta lua tem a dádiva de fazer o coração ficar leve e ser brincalhão.
Você pode realmente gostar de outras pessoas e de você mesmo.
Ser humanitário.
Também para a purificação.
Inspira a aperfeiçoar a comunicação, desenvolver o intelecto a transmitir mensagens de forma gentil e harmoniosa.
Expande o poder intuitivo traz recordações de vidas passadas .
Esta Lua ajuda a desenvolver habilidades psíquicas e para descobrir o aspecto corajoso e humanitário de nosso próprio ser.


copiiado do blog www.hollyhips.blogspot.com

dia 07 de Fevereiro


Dia de Selene
deusa da Lua e da magia

Essa deusa grega auxilia as pessoas que acreditam no poder da magia.
Quando anoitecer, acenda uma vela branca diante de um espelho, na frente do seu rosto.
Enquanto observa sua imagem
refletida, invoque Selene e peça-lhe que abra seus caminhos.