9 DE DEZEMBRO



Festa da Virgem de Guadalupe, no México.
Neste dia, pessoas de vários lugares vêm orar no templo da Virgem, pedindo sua bênção.
Esta era uma antiga data dedicada à deusa asteca Tonantzin, “A Mãe da Saúde”.
A Grande Mãe asteca tinha vários nomes e diferentes atributos, de acordo com os lugares e tribos que a veneram. Como Tonan, Tonantzin, Chihuatzin, Toci ou Tetuinnan, ela era a Mãe Sagrada e reverenciada, padroeira das parteiras e curandeiras, detentora dos poderes de regeneração e curandeiras, detentora dos poderes de regeneração e cura pela terra e pelas ervas.
Seu altar mais famoso era na colina de Tepeyac onde, no ano de 1531, ela apareceu perante os camponeses índios e pediu que seu altar fosse reconstruído, o que de fato aconteceu e a Igreja Católica dedicou-o à Virgem de Guadalupe.
Em seu aspecto de anciã, como Vovó Toci, era invocada nos rituais de purificação e reverenciada como a padroeira dos curandeiros, parteiras, xamãs, médicos e adivinhos, que dançavam calados - em estado de transe – por oito dias consecutivos defronte uma mulher coberta de flores, representando a Deusa.
Ore neste dia para a saúde ou a de seus entes queridos, pedindo intuição e orientação para encontrar as soluções adequadas para seu estado.
Invoque as Deusas Tonantzin e Toci, entregando a elas sua cura.

copiado de Teia de Thea

Tonantzin, a Mãe da Saúde.

Tonantzin também era chamada de A Grande Mãe Asteca e tinha diferentes atributos de acordo com os lugares e tribos que a veneravam.

Era Mãe sagrada e reverenciada, padroeira das parteiras e curandeiras. Seu poder de regenerar e curar através da terra e das ervas era grande.

Mais tarde, a Igreja Católica dedicou esse altar à Virgem de Guadalupe. Esta Virgem, além de incorporar o local de culto à Deusa, também incorporou a data de sua celebração, 9 de dezembro.

Hoje, no México, pessoas de vários lugares do mundo vêem visitar esse templo para fazerem orações e pedir a benção da Virgem de Guadalupe. 
Os descendentes de índios quando oram neste dia, sabem para quem estão fazendo suas orações. 
Mas ao final, tanto a Virgem, quanto Nossa Senhora , são a mesma Grande Mãe .
 
copiado de Agenda Esoterica 
 

RITUAL PARA A SENHORA GUADALUPE


Este ritual xamanista mexicano, baseado na tradição das curandeiras devotas de Tonantzin - a Grande Mãe, é um dos meios de honrar a Natureza e suas mensageiras.  

MATERIAIS NECESSÁRIOS :
Duas velas: uma azul e outra rosa, dois candelabros, incenso e um prato com frutas diversas.

INVOCAÇÃO (de pé):
Arrume tudo num altar coberto com uma toalha branca, acenda o incenso e as velas.

Voltado para o Norte diga:
Espíritos guardiães do Norte, sentinelas da terra, honramos TLAZOLTEOTL (a devoradora de impurezas) – manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam!  Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe. Salve amada Guadalupe, querida Toci!

Voltado para o Oeste diga:
Espíritos guardiães do Oeste, sentinelas da água, honramos IXCUINA (a de quatro faces) – manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam!  Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.

Voltado para o Sul diga:
Espíritos guardiães do Sul, sentinelas do fogo, honramos CIHUACOATLE (a mulher serpente) - manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam! Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.

Voltado para o Leste diga:
Espíritos guardiães do Leste, sentinelas do vento, honramos TONANTZIN, nossa mãe. Ouçam! Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.
Ore por todas as pessoas necessitadas e doentes, pela Natureza e suas criaturas (coloque aqui também seus pedidos e intenções particulares).

COMUNHÃO (sentado):
Peça para Guadalupe-Tonantzin consagrar as oferendas sobre o altar. Faça alguns minutos de silêncio.
Levante-se e agradeça a presença das entidades espirituais invocadas e coma algumas frutas. 

BÊNÇÃO FINAL (de pé):
Reverencio Guadalupe-Tonantzin,
Rosa Celestial, Rosa Mística, Rosa de Tepeyac.
Que sua fragrância perfume minha alma e corpo.
Que seu poder me envolva de manhã e de noite.

Agora medite e recorde-se de suas ancestrais femininas. Lembre-se de suas avós ou bisavós. Imagine uma imensa fila de mulheres atrás de você, perdendo-se nas brumas do tempo.  No final desta milenar fila, veja com os olhos do coração a Grande Ancestral: TONANTZIN.

Terminado o ritual, deixe as velas queimarem até o fim.
 
 copiado de Espiritismo Verde

Salve mãe Iemanjá!!


O sincretismo que ainda é muito utilizado tanto na Umbanda como no Candomblé, faz surgirem dúvidas como essa:

- Afinal o dia 8 de Dezembro é de Iemanjá ou Oxum?


Respondo: - Depende do sincretismo que sua casa adotou.
Vejamos: Em milhares de terreiros em São Paulo e em todo o país, Iemanjá é sincretizada com Nossa Senhora da Conceição que é louvada no dia 8 de Dezembro.

Já em outras regiões, como a Bahia, por exemplo, o sincretismo se faz com Nossa Senhora dos Navegantes, cujos festejos ocorrem no dia 2 de Fevereiro, ou seja, é uma questão de regionalismo sincrético e não de verdades absolutas como é pregado por muita gente, inclusive do nosso meio.

Pasmem!
Isso muda alguma coisa para nós, integrantes e adeptos da Umbanda e do Candomblé? Não!

Na realidade tanto em um dia como em outro, nossas homenagens são para Iemanjá, a rainha do mar, que nada tem a ver com as santas citadas (que na verdade é apenas uma - Maria, a mãe de Jesus - apesar do plural).

Seguimos o calendário católico para que haja uma data de louvor à grande mãe dos Orixás e por não existir uma data específica para ela.

Ninguém está errado desde que tenhamos em mente as diferenças existentes entre a Orixá e a Virgem.

Louvamos ambas.
Porque não?

copiado de http://pt.shvoong.com/humanities/religion-studies/1954203-dezembro-dia-iemanj%C3%A1/


 Yemanjá é o Trono feminino da Geração e seu campo preferencial de atuação é no amparo à maternidade.

Yemanjá, a nossa amada Mãe da Vida é a água que vivifica, e o nosso amado pai Omulu  é a terra que amolda os viventes.
Yemanjá rege a geração e simboliza a maternidade, o amparo materno, a mãe propriamente dita.
Ela se projeta e faz surgir sete pólos magnéticos ocupados por sete Yemanjás  intermediarias, que são as regentes dos níveis vibratórios positivos e são as aplicadoras de seus aspectos, todos positivos, pois Yemanjá não possui aspectos negativos.
O fato é que o Trono Essencial da Geração assentado na Coroa Divina projeta-se e faz surgir, na Umbanda, a linha da Geração, em cujo pólo magnético positivo está assentada a Orixá Natural Yemanjá, e em cujo pólo magnético negativo está assentado o Orixá Omulu.
Estas sete Yemanjás  intermediárias comandam incontáveis linhas de trabalho dentro da Umbanda.
Suas Orixás intermediadoras estão espalhadas por todos os níveis vibratórios positivos, onde atuam como mães da “criação”, sempre estimulando nos seres os sentimentos maternais ou paternais.
Todas atuam a nível multidimensional e projetam-se também para a dimensão humana, onde têm muitas de suas filhas estagiando. Todas têm suas hierarquias de Orixás Yemanjás intermediadoras, que regem hierarquias de espíritos religados às hierarquias naturais.
Rainha dos mares, mãe acolhedora, representada por NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO.
O elemento e força da natureza correspondente à Iemanjá, são as águas verdes (mares e oceanos).
Dia da Semana: Ela atua todos os dias da semana de 6:00 hs às 12:00 hs, porém o seu dia de maior vibração é o sábado.
Chacra atuante: frontal.
Planeta regente: Lua (no quarto minguante).
Nota musical: lá.
Cor vibratória: azul translúcido.
Cor representativa: branco azulado (roupas, etc.).
Cor da guia (colar): cristal (branco).
Saudação: Ó dociaba.
Negativo: Dona Pomba-gira.
Amalá: vatapá ou manjar de milho branco.
Otí: água mineral ou champanhe.
Comando da falange de Iemanjá: Cabocla Jandira.
Local de entregas: beira das praias.
Representação no ponto riscado: ondas (vide abaixo).

 

PRECE A IEMANJÁ 

 

Iemanjá,
Mãe do Mundo,
Força que mantêm a criação,
Senhora de todos os bens,
Alento da própria vida...
Mãe magnânima de todas as mães,
O mar é o seu símbolo, o sal a sua marca.
Proteção é o seu aleitamento eterno,
Iemanjá – Mãe Querida,
Ajuda-nos com tua constância,
Exemplificando em nós o desejo
de perseverar-nos no amor ao nosso Odoiá
Iemanjá.


 
Atribuições de Yemanjá

Essa força da natureza também tem papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que rege nossos lares, nossas casas. É ela que dá o sentido da família às pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto. Ela é a geradora do sentimento de amor ao seu ente querido, que vai dar sentido e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos tornando-os coesos. Rege as uniões, os aniversários, as festas de casamento, todas as comemorações familiares. É o sentido da união por laços consangüíneos ou não.

 

Oração à Iemanjá

Oh! Doce, Meiga e Querida Mãe Iemanjá.
Vós permitistes que no seio de vossa morada se formassem as primitivas formas de vida, que formam o berço de toda criação, de toda a natureza, e de toda a humanidade, aceitai nossas preces de Reconhecimento e amor.
Oh! visão Divina e Celestial, que os lampejos que emanam do vosso diáfano manto de estrelas venham, como benéficas espirituais, aliviar os nossos males, curar aos doentes, apaziguar os nossos irmãos irados, consolar os corações aflitos.
Que as flores e Oferendas que depositamos em vosso tapete sagrado, sejam por vós aceitas e quando entrarmos nas águas para vos ofertá-las sejam as ondas do mar portadoras de vossos fluidos divinos.
Fazei, Senhora Rainha das Águas, com que a espuma das ondas em sua alvura imaculada traga-nos a presença de Oxalá, limpe os nossos corações de todas as maldades e malquerências. Que os nossos corpos, tocados por vossas águas sagradas, liberte-se em cada onda que passa, de todos os males materiais e espirituais.
Que a primeira onda a nos tocar afaste de nossas mentes todos os eventuais desejos de vingança.
Que a segunda onda lave nossos corações e nosso espírito, para que não nos atinjam as infâmias e mal querência de nossos desafetos.
Que a terceira onda afaste a vaidade de nossos corações.
Que a quarta onda lave nosso corpo de todos os males e doenças físicas para que, sadios, possamos prosseguir.
Que a quinta onda afaste de nossa mente a ganância e a cobiça.
Que a sexta onda venha carregada de flores e que nosso maior desejo seja o de cultivar o amor fraternal que deve existir entre todos os homens.
E que ao passar a sétima onda, nós, puros e limpos de mente, corpo e alma, possamos ver, ainda que apenas por alguns segundos, o esplendor de vossa radiosa imagem.
É o que humildemente vos suplicam os filhos de Umbanda.

8 DE DEZEMBRO




Celebração Ibó Osun, na Nigéria, festejando Oxum, a deusa ioruba das fontes e dos rios, da beleza e do amor, da sensualidade e da arte.
Oshun é a divindade principal dos Oshogbó, uma religião africana e recebe oferendas de “mulukun” (feijão fradinho com cebola e camarão), adun (farinha de milho com azeite e mel) e objetos de cobre e latão, principalmente jóias.
Suas insígnias são as pulseiras e colares dourados, o leque, o espelho e os seixos brancos de rio.
Além da África, ela é cultuada no Brasil, no candomblé e na umbanda e em Cuba e no Haiti, na santeria, onde é chamada Erzulie ou Freda.

Comemoração de outra deusa ioruba da água, Obá, filha de Yemanjá e Oxalá.
Rival de Oxum, ela representa a água revolta dos rios e a força necessária para alcançar a vitória nos embates.
Seus símbolos são o escudo e a espada, suas cores são o vermelho e o amarelo e, no sincretismo religioso, foi equiparada a Joana d’Arc.

Comemoração do aniversário da deusa solar Amaterasu nos templos shintoístas do Japão.

Festival egípcio para Neith, antiga Deusa Mãe, senhora do céu, padroeira da dança e da guerra e protetora das famílias e das mulheres.

Solenidade da Imaculada Conceição no calendário cristão.

Entre em sintonia com a energia feminina representada por todas essas deusas, vendo-as como reflexos multicoloridos da complexa imagem da Grande Mãe.

 copiado de Teia de Thea 






Ao entrar em casa d'Ela, o Anjo disse-Lhe:«Salve, ó cheia de Graça, o Senhor está contigo!».Ao ouvir estas palavras, Ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação.Disse-Lhe o Anjo:«Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus.
Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um Filho, ao qual porás o nome de Jesus.
Será grande e vai chamar-se Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus vai dar-lhe o trono de Seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob, e o Seu reinado não terá fim».

copiado de nova-evangelizacao.blogspot.com

NEITH


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"Neith era a Abridora de Caminhos, a Caçadora, Senhora do Oeste, Deusa guerreira e protetora.
Seu nome significa "Eu venho de mim mesma", ou autoconcebida.
De acordo com a lenda Neith emergiu das águas primevas.
Seguiu o curso do rio Nilo em direção ao mar, até alcançar o Delta, dando forma à cidade de Sais. Ela se autogerou e como a "Mãe Original", uma divindade andrógina, englobava tanto o feminino como o masculino. A sua bissexualidade era original, não tendo recorrido a nenhum deus masculino para iniciar a concepção dos vários elementos do Cosmos.

Plutarco visitou o grande templo de Neith em Sais, chamado Sapi-meht, e lá leu a inscrição:
"Sou tudo o que já existiu, existe e que virá a existir.
Nenhum mortal até hoje foi capaz de erguer o véu que me cobre".
Parte desse santuário era uma escola de medicina chamada "A Casa da Vida" .
Essa escola era cuidada pelos sacerdotes de Neith, que eram médicos, especialistas em obstetrícia.

Neith era a divindade das ervas, magia, cura, conhecimentos místicos, rituais e meditação.
Era a patrona das artes domésticas, tecelagem, caça, medicina, guerra e armas.
Era também considerada a protetora das mulheres e do casamento.

As egípcias conheceram um mundo em que a mulher não era nem adversária, nem serva do homem.
O segredo de viverem a plenitude como esposas, mães, trabalhadoras, ou como iniciadas nos mistérios do templo, sem renunciar a sua identidade em favor do homem, reside na forte presença das Deusas, que lhes davam um modelo claro de comportamento para todas as mulheres.
Se todos nós humanos, fomos criados à imagem e semelhança de um criador e só há um deus masculino, baseada em que imagem foram criadas as mulheres?
Sabemos que os meninos, fazem de seus pais modelos de comportamento.
Se vives em uma cultura onde só há um deus masculino e nenhuma Deusa, aonde está o modelo feminino?
Como podem as meninas aprender a ser mulheres sem a Deusa?

Neith chega até nós para nos dizer que é hora de levantarmos nossos véus e nos conhecermos verdadeiramente.
Quando você se olhar no espelho, poderá ver-se com a cabeça de uma górgona coberta de serpentes.
Entretanto se olhar novamente com os olhos do discernimento poderá visualizar sua própria beleza imortal.

Hoje, nós mulheres, somos obrigadas a desenvolver os aspectos masculinos e patriarcais, para sermos aceitas no mundo dos homens.
Entretanto, isso não implica em desistir do seu "ser" feminino.
A própria Mãe Natureza se encarrega de nos lembrar quem somos quando damos à luz a uma nova vida, experiência tão profunda ancorada em nossa existência biofísica, que somente em casos muito raros passa desapercebida.
É neste mágico momento, que a mulher pode experimentar a si mesma como criadora e como fonte de vida, irrefutavelmente e em uma profundidade que torna superficiais todas as atitudes equivocadas da sua consciência.
Mas, até nesta hora, a mulher moderna, pode permanecer oculta entre véus, por medo profundo do Feminino, com medo dela própria, com medo da sua incompreensível natureza feminina.

Experienciar a si mesma, com a ajuda da Deusa, nos fará ver com clareza a totalidade da humanidade como uma unidade dos aspectos masculinos e femininos."


copiado de Janela da Alma

Homenagem a Deusa Neith

É a antiga deusa da caça, seu animal sagrado era o cão.

Neit era chamada "a que abre os caminhos". 
É a protetora dos deuses e guardiã das almas dos mortos, a quem ela acompanha rumo à morada definitiva.

Neith era a Abridora de Caminhos, a Caçadora, Senhora do Oeste, Deusa guerreira e protetora. 
Seu nome significa "Eu venho de mim mesma", ou autoconcebida. 
De acordo com a lenda Neith emergiu das águas primevas. Seguiu o curso do rio Nilo em direção ao mar, até alcançar o Delta, dando forma à cidade de Sais. 
Ela se autogerou e como a "Mãe Original", uma divindade andrógina,  englobava tanto o feminino como o masculino. 
A sua bissexualidade era original, não tendo recorrido a nenhum deus masculino para iniciar a concepção dos vários elementos do Cosmos. 
As composições teológicas de Esna, em egípcio "Iunit", em grego Latópolis, devido ao peixe "Lates", ali considerado animal sagrado de Neith, outro dos seus principais lugares de culto, explicam as características da antiga potência demiúrga do Baixo Egito da seguinte forma:
"Pai dos pais, a Mãe das mães, o ser divino que começou a ser no começo quando se encontrava no seio das águas iniciais, saiu dela mesma, enquanto a terra estava nas trevas e não havia nenhuma terra, nem planta... 
Ela clareou o olhar dos seus olhos e veio o haver luz... 
E tudo o que seu coração continha veio rapidamente a existir".
Tendo concebido o mundo no seu coração, fez vários elementos virem à existência ao pronunciar simplesmente os seus nomes. 
Com as sete palavras criativas surgiram: a coluna inicial sobre a qual tomou posição (situada simultaneamente em Sais e Esna, os seus declarados santuários), o Sol (Rá-Amon-Khnum), a Ogdáode de Hermópolis e o deus Thot.
Face à essa especulação, ela é a mãe de Rá, enquanto vaca Ilhet que surge do caos primordial e que auxilia o nascimento do Sol. 
Nessa forma, associada ao tempo primário e a recriação diária, abria os caminhos do Sol. Muitas referências feitas ao renascimento do Sol nos vários pontos do céu durante as mudanças sazonais demonstram os diferentes aspectos de Neith, que reina em forma de Deusa celeste.
Neith é a criadora única de tudo que está no interior aa terra, minerais e pedras preciosas, a "Senhora do Deserto", a "Senhora do Mar", o "Grande Tudo", a "Todo-Poderosa". 
Na Época Baixa, é chamada "A Mãe dos deuses". 
Quando assume a forma de vaca, gera inevitáveis associações com Hator e Ísis. 
Assim, Hórus é também seu filho.


PEDINDO UMA AJUDA A NEITH


Na mitologia egípcia, Neith, a Mãe dos Deuses, era “aquela que abria os caminhos”.  
Hoje, acenda 3 velas de cores claras em seu local de trabalho e Neith dissipará todas as influências negativas que possam atrapalhar.


Amaterasu

Na mitologia japonesa, o sol é representado pela deusa Amaterasu, que comandava as altas planícies do paraíso.
Este comando lhe foi transmitido pelo deus Izanagi, que na divisão do mundo deixou com Tsuki-yomi, a deusa da lua, o comando do reino da noite e com Susanowo, deus da tempestade, o domínio dos mares.

Amaterasu e Tsuki-yomi estavam contentes com o que receberam, mas o deus da tempestade revoltou-se e bradou que não queria comandar os oceanos.
Então passou a ir e vir do paraíso para a terra, sempre provocando confusão por onde passava, destruindo as plantações e derrubando as construções.

Um dia, Amaterasu estava com suas donzelas, trabalhando e tecendo o mundo com ordem e padrão, no saguão sagrado da tecelagem, quando de repente é surpreendida por uma forte pancada no teto.
Era mais um dos desatinos de Susanowo.
O deus da tempestade havia lançado sobre o saguão a pele de um pônei malhado, assustando Amaterasu, que fugiu e trancou-se numa caverna, de onde recusou-se a sair.

Com a ausência de Amaterasu, o mundo inteiro mergulhou na mais profunda escuridão.
Sem a luz da deusa do sol, nada nascia nem crescia.

Os outros deuses, temendo a instalação do caos, reuniram-se na entrada da caverna e decidiram armar uma estratégia para tirar Amaterasu de seu esconderijo.
Colocaram um grande espelho mágico nos galhos da árvore Sakaki, localizada bem na entrada da caverna, e fizeram com que todos os galos cantassem incessantemente para parecer que o dia raiava.
Depois, acenderam grandes fogueiras para iluminar o local, providenciaram música e passaram a se divertir com a dança apresentada pela deusa Uzume. Esta dançava de tal forma que os milhares de deuses riram com grande alarido. E riram tanto que o paraíso tremeu, o que atiçou a curiosidade de Amaterasu.

Intrigada com tanta algazarra, a deusa afastou uma pequena pedra da porta da caverna e perguntou:
- Que festa é essa? 
O que está acontecendo?
- Estamos comemorando a chegada de uma nova deusa da luz, disse-lhe Uzume.
- Ela brilha mais do que você, acrescentou um outro deus.

Amaterasu não cabia em si de curiosidade e, para procurar a tal deusa, olhava para fora da caverna.
Os deuses colocaram o espelho mágico na sua direção e ela viu a beleza radiante do seu próprio reflexo.
Estava fascinada e embevecida com tanto esplendor, que nem percebia que os deuses a puxavam cada vez mais para fora da caverna.
E foi assim, pelo riso dos deuses e pela maravilha do seu próprio reflexo, que Amaterasu voltou ao mundo, trazendo sua luz radiante e vitalizante e nunca mais deixou de brilhar.

7 DE DEZEMBRO


DIA DE GOB 

Gob é o Rei dos Gnomos, também conhecido como Chobb, e costuma andar em companhia de Uriel, anjo que governa esta categoria de elementais. 
Ele governa o reino mineral e pode conferir a ouro espiritual. 
Oferte a Gob em seu dia um pequeno tesouro.
Coloque numa caixinha algumas moedas (de preferência douradas), doces, balas e outros objetos bonitos e pequenininhos e enterre-a ou deixe-a em uma caverna.


Na Irlanda, neste dia, celebra-se o Povo das Fadas e os espíritos da natureza.
O “Povo Pequeno” era conhecido por vários nomes. 
As “Bean Sidhe”, ou Mulheres das Colinas, moravam escondidas nas colinas – “sidhe” -, de onde saíam apenas para anunciar a morte das pessoas com um canto agudo e triste. As “Leanan Sidhe” ou Fadas do Amor, ao contrário de suas irmãs, inspiravam os cantores e músicos com a beleza de seus cantos, mas faziam-nos morrer de saudade quando eles se afastavam. 
Na Romênia, os camponeses temiam a aparição da “Fata Padurii”, a Moça da Floresta, uma fada dos bosques cujo canto enfeitiçava os homens atraindo-os para a morte na escuridão dos bosques.

Dos seres elementais, os mais conhecidos são os “Brownies”, também conhecidos por “Pixies”, na Cornuália, por “Bodach”, na Escócia, e por “Fenodoree”, na Ilha de Man, gnomos amáveis que cuidam das casas onde moram. 
Os “Goblins” são grotescos e, às vezes, irritadiços, quando contrariados ou enganados; os “Míneros” cuidam das pedras e dos metais, se portando como verdadeiros guardiães da terra. 
Há também os elfos e as fadas escuras, que podem criar desconforto e pequenos contratempos para os moradores das casas, onde gostam de se esconder em lugares escuros e úmidos. 
Todos eles gostam de objetos brilhantes, moedas, pedaços de metais, cristais, pedras lunares, flores, fitas coloridas, biscoitos de gengibre, canela e mel, creme de leite ou manteiga e de música alegre, para poderem dançar.

Meveana, na Turquia, a dança rodopiante dos Derviches, uma ordem religiosa Sufi que usa esse tipo de dança para induzir a um estado elevado de consciência. 
A dança torna-se uma forma de reverência, unindo o indivíduo ao Divino e expandindo a percepção do Universo.

Halóia, ritual anual na Grécia dedicado a Deméter, deusa da terra e dos cereais, lembrando a busca de sua filha Perséfone e a morte da vegetação, prenunciando a aridez do inverno.
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copiado de Teia de Thea

6 DE DEZEMBRO - agenda mágica



Antiga celebração da deusa persa Spenta Armaiti ou Spandaramet, a “Piedade Divina” ou a “Devoção Bondosa”.
Ela protegia a terra juntamente com as Amesha Spentas, as “Imortais”, guardiãs dos elementos e da vegetação, seu número variando entre seis ou mais.
Essas deusas cuidavam da terra, da água, da vegetação, dos animais e dos metais, além de serem responsáveis pelos aspectos físicos e espirituais da vida. Posteriormente foram transformadas em Arcanjos.

Dia de São Nicolau ou “Santa Klaus”, o Papai Noel, um dos aspectos do deus Odin, festejado atualmente no Natal.
Sua imagem surgiu apenas no século XIX, mas é repleta de símbolos antigos.
Ele vinha do Norte, a direção sagrada da Antiga Religião; suas roupas tinham as cores da Deusa (vermelho, branco e preto); sua carruagem era puxada por oito renas (as oito direções da tradição xamânica) e ele descia pela chaminé trazendo presentes, como faziam os xamãs nórdicos quando, em estado de transe, “desciam” para o mundo subterrâneo e traziam as bênçãos da cura e das adivinhações para os moradores dos iglus.
Há fontes que afirmam que o transe era provocado pelo cogumelo Amanita Muscaria, cujas cores são vermelho e branco.

copiado de Teia de Thea

5 DE DEZEMBRO - agenda mágica




Antiga celebração de Arinna, a deusa hitita da luz solar e da claridade. Ela era esposa do deus do tempo Im, a quem era superior, indicando a existência de uma religião matrifocal nesta cultura.
Arinna era assemelhada à deusa leonina Hepat, a guardiã da justiça, e a Wurusemu, a deusa do Sol e do dia da Anatólia.

Nas tradições bascas, reverenciava-se Lur ou Lurbira, a criadora da vida, o ser supremo que criou o Sol, a Lua e a Terra.

Primeira festa de Santa Lúcia, na Itália.
A segunda comemoração dessa Santa, modernização da antiga deusa da luz e do nascimento, Lucina, é dia treze.

Véspera de Sinterklaas, o dia de São Nicolau na Holanda, quando as crianças colocam seus sapatos ou botas de feltro nas janelas para receberem presentes do velho Sinter Klaas, transformado posteriormente em Santa Klaus; em troca, devem deixar cenouras e feno para seu cavalo.
As crianças levadas recebem um feixe de galhos de salgueiro, pedaços de carvão ou um diabinho vermelho, enquanto que as boas ganham doces e brinquedos.
Esses costumes e os contos a eles relacionados são reminiscências dos antigos rituais xamânicos.

copiado de Teia de Thea


Arinna

Arinna era o nome de uma cidade hitita, e sua deusa principal era conhecida como Sol da Arinna.  
A deusa Arinna se tornou a padroeira suprema do império hitita, protegendo-o dos inimigos.  
Na Turquia, Ela era adorada acima de todos os deuses.  
Ela é descrita como a grande Deusa, uma divindade, quente, benevolente, que oferece sua proteção às pessoas contra desastres naturais, guerra ou doença. 
Ela era a esposa do Deus do tempo e do céu.
retirado e traduzido do blog: reclaimingthedarkgoddess.blogspot.com


Deusa Wurusemu - Arinna

Wurusemu, também conhecida como Arinna ou Arinnitti
Atributos: Julgamento justo, piedade, e Autoridade
Ela era a principal divindade do império hitita.  
Ela era conhecida como uma deusa do sol, mas também como uma deusa da Terra.  
Ela foi chamada Estan (mais tarde o nome de um deus), ou Wurusemu, (que é um nome não traduzido).  
Ela é identificada em um texto como idêntica à deusa Hepat Hurrian.
Seu consorte foi o deus do tempo, Taru. 
Ele foi o segundo em importância, indicando que ela provavelmente se originou em tempos matriarcais.  
A deusa ancestral Arinnitti parece ter sido uma deusa-mãe de Anatólia, simbólizada pela terra e fertilidade.  

Os atributos principais de Arinnitti foram: juízo, misericórdia e a autoridade real.  
A poderosa rainha hitita Puduhepa Arinnitti adotou-A como sua protetora; no selo da rainha aparece a rainha nos braços da deusa.
Seus santuários foram esculpidos em afloramentos rochosos; as pedras verticais foram gravadas com sinais do Sol em sua honra.  
No Yazililkaya, um santuário mostra um desfile de divindades lideradas por Wurusemu montada em uma leoa e coroada com raios solares. Após ela existem duas figuras menores femininas idênticas seguindo-a, talvez sua filha e neta.  
Estátuas de metal mostram a deusa em uma postura graciosa, um sol com asas como cocar.
Como uma deusa do destino, ela atribuí-o a cada pessoa conforme seu merecimento.  
Os deuses receberam seu poder, em troca eles abriam e fechavam a porta do céu após sua passagem.  
Seus servos foram adivinhos que previam a duração do reinado de um rei ou a vida dura de um trabalhador através de seus objetos: espelho mágico e fusos.
Seus rituais foram realizados por uma alta sacerdotisa, que também governava o país como rainha. 

copiado e traduzido do goddessglobalgoddess.org
 

2º domingo do Advento!!










Transformei uma apresentação de slides em figuras!!
A apresentação foi da autoria de Mari Caruso Cunha, recebida por e-mail em 2007

Gratidão Mari pelas figura e texto tão lindo!!


04 de Dezembro - dia de Iansã!!!

YEPARRÊY OIÁ 
SUA BENÇÃO A TODOS SEUS FILHOS

Êparre Minha Mãe Yansã!

Na Tua Lei, que tudo movimenta e direciona, a tudo e a todos na Criação!


Orai por nós!

Eu vos rogo que movimente meus passos, direcionando-os para o melhor caminho rumo ao Nosso Divino Criador, Nosso Deus.

Minha Mãe, não permita que as barreiras, que porventura surgirem na minha caminhada terrena e espiritual, estagnem o meu rumo ao horizonte.

Que o seu elemento eólico, vivo e Divino, possa alimentar cada vez mais a minha chama que aquece o meu espírito, chama essa que me impulsiona a servir sempre meu Pai Maior, fazendo sempre a Vontade Dele, em beneficio do meu semelhante e de toda a criação.

Oh! Sagrada Mãe Yansã, eu também vos suplico, nessa minha humilde oração, que caso a chama da vaidade e da soberbia venha incendiar o meu mental, eu vos imploro que o seu elemento eólico, vivo e Divino, sopre na força dos sete ventos, esgotando do meu ser esse negativismo.

Sagrada Mãe Eólica, Regente do Trono Feminino da Lei Maior, eu na condição de teu servo encarnado, rogo por ti!

Iansã da Blessed!!

A minha alma canta!

O meu corpo se inflama!

O meu espírito clama por tua chama!

E Chama... Chama... Chama!

Êparrei Minha Mãe Yansã!
copiado de Ivete Cavalari

3 DE DEZEMBRO - agenda mágica



Celebração romana para Bona Dea, a personificação da Terra e de sua fertilidade.
Bona Dea  – “A Boa Deusa” – era, originariamente, um termo que descrevia a deusa Fauna em seu aspecto de mãe da Terra e deusa da abundância.
Com o passar do tempo, seu nome passou a designar apenas a Mãe Terra.
Seus rituais eram secretos, reservados apenas às mulheres e proibidos aos homens.
Sabe-se, apenas, que eram feitos nas casas das matronas ricas, em quartos decorados com folhagens, conduzidos por Vestais, e incluíam danças e festejos enquanto o vinho  fluía abundantemente. (copiado de Teia de Thea)

Bona dea, outra divindade da cultura romana do campo e dos bosques, habita em todas as ásvores.
Abraçar uma árvore em seu dia e sentir sua energia pode ajudar a entrar em contato com ela. Bona dea ajuda-nos em causas muito especiais.
Sente-se à sombra de uma árvore e conte sua história no dia de Bona Dea, pois ela escutará seus pedidos. (copiado de O caldeirão da bruxa Luciana Moraes)

Bona_Dea
Bona Dea - " A Boa Deusa" - era, originariamente,
um termo que descrevia a deusa Fauna em seu aspecto de mãe da Terra e
da abundância. Com o passar do tempo, seu nome passou a designar apenas
a Mãe Terra. Seus rituais eram secretos, reservados apenas às mulheres
e estritamente proibidos aos homens. Sabe-se, apenas, que eram feitos
nas casas das matronas ricas, em quartos decorados com folhagens
conduzidos por Vestais e incluíam danças e festejos enquanto o
vinho fluía abundantemente.
boadeusa
Fortaleça-se guiada pelos influxos favoráveis desta deusa.
Reúna algumas amigas e preparem um ritual de cura.
Usem velas de cera de abelhas, ervas aromáticas , águas de chuva,
pedras de rio, conchas e pinhas.
Invoquem a Mãe Terra e as Deusas das Ervas, pedindo-lhes saúde
vitalidade, força e paz. deixem -se conduzir pela intuição, sintonizando
as energias de cura necessárias para cada uma. Depois ofereçam a
água, as pedras, as ervas e algumas frutas e flores para Gaia, agradecendo
e visualizando a saúde e a vitalidade abençoadas.
gaia2

 copiado de Castelo Luz e Mhistério


Festa de Fauna, Fatua ou Damia, deusa romana dos campos e bosques, irmã de Fauno. Neste dia, os camponeses lhe ofereciam leite, mel e nozes; às vezes, incluía-se o sacrifício de uma ovelha ou cabra.

Antiga comemoração de Airmid, a deusa irlandesa da cura.
Embora pouco conhecida, Airmid era uma famosa curandeira, utilizando ervas, e pertencia aos Tuatha de Danaan, grupo de divindades pré-celtas.
Ela surgia vestida com um manto coberto de ervas e protegia todos aqueles que as utilizavam em curas.






Celebração da Dama de Baza, antiga deusa da Terra e da natureza, padroeira da tribo dos turetanos, na Espanha.

Na Grécia, festejos para Cibele e Rhea, manifestações da Grande Mãe Terra.

1° DE DEZEMBRO



Festival Poseidea, na Grécia, honrando Poseidon e Anfitrite, as divindades do Mar.
Poseidon ou Netuno, para os romanos, era o deus dos mares, lagos e rios, o regente de todas as criaturas aquáticas e senhor dos terremotos e tempestades.
Ele tinha duas esposas: uma mortal, Cleito, e uma imortal, Anfitrite. Embora descrita nos mitos gregos mais recentes como uma simples Nereide obrigada a se casar com Poseidon, Anfitrite era, na verdade, uma antiga deusa tríplice, pré-helênica, cujo nome significava “A Tríade toda abrangente”.
Ela era a manifestação feminina dos oceanos, morando nas grutas submarinas repletas com suas jóias, de onde emergia para provocar ou acalmar as tempestades, direcionar as ondas ou cuidar dos peixes e mamíferos marinhos.
Uma das manifestações de Anfitrite era a deusa grega da água, Halsodyne, e suas equivalentes romanas Salácia, a deusa da água salgada, e Venilia, a deusa do vento e do mar.

Dia dos seres elementais, nos países eslavos.
Os povos eslavos acreditavam na existência de vários tipos de elementais ou o “Pequeno Povo”, como eram chamados nas tradições celtas.
Os Domovoj eram os elfos caseiros; eles moravam atrás das lareiras nas casas que eles tinham adotado e eram extremamente leais às famílias que os abrigavam.
Os Bannik viviam nos banheiros e gostavam de encontrar uma vasilha com água fresca colocada a seu dispor após o anoitecer.
Os Vazila cuidavam dos cavalos e os Bagan, das cabras e das ovelhas.
Já o Leshi era o Senhor das Florestas, cuidando de todos os animais, e podendo tornar-se malévolo e perigoso nos meses de verão.
Os Poleviki, os elfos dos campos, viviam nos trigais e prejudicavam as colheitas se não recebessem agrados e respeito.

Homenagens celtas para as Senhoras Verdes, os elfos que moram nos carvalhos, teixos, salgueiros, freixos, pinheiros ou macieiras.

Dia dedicado a práticas oraculares na Europa, quando as jovens camponesas tentavam descobrir o nome de seus futuros maridos inscrevendo as iniciais dos candidatos em cebolas, colocando-as depois perto do fogão.
O eleito seria aquele cuja cebola brotasse primeiro.

Celebração de Pallas Athena, na Grécia, e de Minerva, em Roma, a deusa da sabedoria e da justiça.

 copiado de Teia de Thea

Mes de Dezembro


 Este mês era considerado sagrado e muitos festivais 
eram realizados neste período.
Dezembro traz em seu ventre a Grande Mãe 
e todas as suas manifestações femininas.
Devemos nos abrir para a magia de dezembro, 
aumentando a conexão com a natureza e nosso lado feminino.
Seu nome é uma homenagem à deusa
Décima, uma das três parcas as "Senhoras do destino".  

os romanos chamavam este mês de Decem, pois era o décimo mês do antigo calendário romano. 



Fazer da areia, terra e água uma canção
Depois, moldar de vento a flauta
que há de espalhar esta canção
Por fim tecer de amor lábios e dedos
que a flauta animarão
E a flauta, sem nada mais que puro som
envolverá o sonho da canção
por todo o sempre, neste mundo
(Dezembro de 1981)
                                                          Carlos Drummond de Andrade
                              
                                    copiado de http://www.releituras.com/drummond_dezembro.asp
 





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