Aprendi que existem diversos assuntos que me encantam... Pouco a pouco, vou deixando aqui as minhas "descobertas"... Espero sinceramente que acrescente algo de conteúdo na sua estrada. Muito obrigada por estar aqui, comigo, compartilhando esses momentos... Muita Luz e Paz no seu caminho, Mirhyam
A LENDA DE SANTA SARA KALI
Conta a Lenda que Sara era uma escrava egípcia que pertencia a José de
Arimatéia, este empresta Sara para as Marias (Maria Jacobé, Maria
Salomé, Maria Madalena) para ajudá-las nos afazeres da casa, até porque
as Marias cuidavam de Jesus e dos Apóstolos e quanto mais ajuda melhor.Sara passa então a viver com as Marias e com Jesus, ouvindo os seus ensinamentos, as suas pregações que lhe despertaram a fé. Esta convivência continuou até a crucificação de Jesus, e Sara permaneceu na casa com as Marias.
Preciso aqui abrir um aparte, porque os cravos da crucificação de Jesus foram impostos pelos romanos para um ferreiro cigano fazer, porque os outros ferreiros se recusaram.
O Cigano Jacó os fez porque toda a sua família foi ameaçada, e ele ainda teve que participar da crucificação, conta a Lenda que o Cigano Jacó, chorando muito pediu perdão a Jesus, e disse ao Mestre:
- Meu Povo não vê maculas em ti.
Jesus com toda a sua misericórdia lhe responde.
- Confie naquela que sairá das águas, esta ajudará muito o seu Povo.
O Cigano Jacó contou aos Ciganos sobre as palavras de Jesus, e estes em suas andanças foram passando a mensagem adiante.
Passados alguns tempos, José de Arimatéia é acusado de se tornar um cristão e ter ajudado a roubar o corpo do Mestre, até porque foi no túmulo da sua família que foi colocado o corpo de Cristo, mas por ele ser rico e ter contribuído com a sua influência a favores aos romanos ele não foi condenado à crucificação, mas foi punido com a expulsão, e esta punição foi da seguinte forma:
José de Arimatéia, seu escravo Trofino, as Marias e Sara, todos foram colocados em uma barca sem remos e sem alimentos, para sofrerem e morrerem em alto mar, e assim foi feito.
A Lenda conta que durante os sofrimentos que todos passaram, estando em Alto Mar, sem nenhuma provisão, todos entraram em desespero, mas Sara foi a que manteve a sua Fé e em meio a todo este tormento ela se ajoelhou na Barca e começou a pedir ao Mestre.
"Que se fosse do merecimento de todos, que a Barca aportasse em segurança e que todos tivessem o livramento da morte", e "se ela Sara recebesse esta graça, ela seria escrava de Jesus, levaria a palavra do Mestre aonde ela não tenha sido ouvida, e que também usaria um lenço na cabeça para o resto da sua vida, em reverencia e agradecimento pela graça alcançada.
Milagrosamente a Barca aportou em segurança no Porto de Petit Roné, no sul da França, hoje conhecida como Saint Marie de La Mer (Santas Marias do Mar), onde todos foram acolhidos e recebidos pelos pescadores que viram esta Barca aportar.
Somente Sara não foi acolhida pela cor da sua pele, esta ficou na praia, mas ela não ficou só por muito tempo, haviam Ciganos acampados por perto e viram todo o ocorrido, e viram que aquela jovem de pele escura precisava de ajuda, e lembraram que outros Ciganos vindos da Pérsia traziam a mensagem que o Cigano de Nazaré havia contado junto ao seu sofrimento na crucificação do Mestre.
Estes Ciganos rapidamente a acolheram e Sara passou a com eles conviver, e deste então, começa também a contar sobre o Mestre Jesus e suas palavras e pregações.
Sara passou estes ensinamentos com tanto amor, que até hoje para os Ciganos, Jesus é o maior dos Ciganos, porque assim como eles, não tinha moradia fixa, sofria discriminações, mas sempre estava alegre e aceitava as provações postas em sua vida.
Sara não se casou, não teve filhos, viveu para falar sobre os ensinamentos do Mestre e também para ajudar os Ciganos nas suas fugas, porque naqueles tempos sofriam muitas perseguições e Sara com sua fé pedia o livramento ao Mestre Jesus e era atendida.
Sempre mostrava um caminho a seguir para sair daquela situação.
Sara morreu velhinha entre os Ciganos, e estes a enterraram em uma Gruta, em Saint Marie de La Mer, para que todos os Ciganos que passassem por ali, pudessem se lembrar desta jovem que com a sua fé e amor ao Cristo os livrou de muitos sofrimentos.
Após a morte de Sara, as ciganas assim como haviam aprendido com ela, começaram a fazer pedidos, só que eram feitos agora para Sara.
Pedidos para engravidar, sair de situações difíceis, enfim todos os tipos de pedidos, e estes começaram a se realizar, principalmente a gravidez, porque para uma Cigana não ser Mãe é uma verdadeira maldição, e em troca de um pedido realizado as ciganas ofereciam a Sara um lindo Dicló (Lenço) e prometiam levar este lenço até a sua Gruta em agradecimento.
Assim nasce a peregrinação a Gruta de Sara, em Saint Marie de La Mer, Santa Sara é homenageada todo o dia 24 e 25/05 com uma grande procissão dos Ciganos até a sua Gruta para levar os seus Diclós, agradecer a graça recebida, sendo que esta peregrinação acontece até os dias de hoje.
Esta é a minha forma de ver a Lenda de Santa Sara, até porque fui agraciada com uma Graça recebida de Santa Sara, descobri que no meu sangue correm rosas vermelhas, desde então levo a mensagem Cigana, com muito Amor e Seriedade a todos que queriam ouvir.
Sou a Professora Rose de Souza, e no meu Sangue correm Rosas Vermelhas, hoje dirijo a Escola de Baralho Cigano Carmem Romani Sunacai, uma honra que me é dada por este povo que muito me honra com seus ensinamentos e alegria.
Viva Santa Sara Kali, Arribá Povo Cigano.
texto de Carmem Romani Sunacai
Publicação no Jornal Aldeia de Caboclos| Ano 3 | Maio/2013
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE SANTA SARA KALI. PARA REFLETIR!!!
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE SANTA SARA KALI
Segredo de Maria Madalena
Ela era uma herdeira benjamita destinado a manter uma linhagem sagrada?
Se nossa teoria estiver correta, a criança realmente nasceu no Egito.
Ela era uma herdeira benjamita destinado a manter uma linhagem sagrada?
Se nossa teoria estiver correta, a criança realmente nasceu no Egito.
O Egito foi o lugar tradicional de asilo para os judeus cuja
segurança estava ameaçada em Israel, Alexandria foi facilmente alcançado a
partir de Judéia e continha
bem-estabelecidas comunidades judaicas da época de Jesus.
Com toda a probabilidade, o refúgio de emergência de Maria
Madalena e José de Arimatéia foi o Egito.
E, mais tarde - anos mais tarde - eles deixaram Alexandria e
procuraram um refúgio ainda mais seguro na costa da França.
Estudiosos de arqueologia e lingüística descobriram que nomes de lugares e lendas de uma área contêm "fósseis" do passado remoto dessa área.
Estudiosos de arqueologia e lingüística descobriram que nomes de lugares e lendas de uma área contêm "fósseis" do passado remoto dessa área.
A verdade pode ser embelezada por mudanças, e as histórias
podem sofrer reduções com o passar dos anos, mas os traços da verdade
permanecem em forma fóssil, enterrados nos nomes de pessoas e lugares.
Na cidade de Les Saintes-Maries-de-la-Mer, na França, há um festival a cada dia 23-25 de maio em um santuário em honra de Santa Sara, a egípcia, também chamada de Sara Kali, a "Rainha Negra".
Na cidade de Les Saintes-Maries-de-la-Mer, na França, há um festival a cada dia 23-25 de maio em um santuário em honra de Santa Sara, a egípcia, também chamada de Sara Kali, a "Rainha Negra".
Exame minucioso revela que este festival, que teve origem na
Idade Média, é em homenagem a uma criança "egípcia", que acompanhava
Maria Madalena, Marta e Lázaro, que chegou com eles em um pequeno barco e que
desembarcou neste local em 42 dC.
As pessoas parecem ter assumido que a criança, sendo
"egípcia", era de pele escura e, por interpolação ainda, que ela deveria
ter sido a serva da família de Betânia, uma vez que nenhuma outra explicação
razoável poderia ser encontrada que justificasse a sua presença.
O nome de Sarah significa "rainha" ou "princesa" em hebraico.
O nome de Sarah significa "rainha" ou "princesa" em hebraico.
Esta Sarah é ainda caracterizada nas lendas locais como
"jovem", não mais do que uma criança.
Portanto, temos, em uma pequena cidade litorânea na França,
um festival anual em honra de uma jovem menina, de pele escura, chamada Sarah.
O fóssil desta lenda é que a criança é chamada de
"princesa" em hebraico.
Uma filha de Jesus, nascida depois da fuga de Maria Madalena para Alexandria, teria sido de cerca de 12 anos de idade na época da viagem para a Gália registrada na lenda.
Uma filha de Jesus, nascida depois da fuga de Maria Madalena para Alexandria, teria sido de cerca de 12 anos de idade na época da viagem para a Gália registrada na lenda.
Ela, assim como os príncipes da linhagem de Davi, é
simbolicamente negra, "não reconhecida nas ruas" (Lamentações 4:08).
Madalena foi o "Sangraal", no sentido de que ela
era o "cálice", ou navio, que, uma vez que cria a linhagem real no
útero.
A escuridão simbólica da Noiva no livro dos Cânticos e os príncipes davídica de Lamentações se estende a essa Maria escondida e sua filha.
A escuridão simbólica da Noiva no livro dos Cânticos e os príncipes davídica de Lamentações se estende a essa Maria escondida e sua filha.
Parece que o festival da Princesa Preta, Sara Kali, é em
homenagem a esta mesma criança simbolicamente negra.
É provável que aqueles que nos séculos posteriores conheciam
essa lenda ea identidade de Madalena como esposa de Jesus igualou-a com a noiva
negro de Cânticos.
Ela era a Irmã Noiva e do Amado.
Sua "negritude" teria sido simbólica pelo seu
estado oculto, ela era a rainha desconhecida - não reconhecida, repudiado, e
difamado pela Igreja através dos séculos, em uma tentativa de negar a linhagem
legítima e manter suas próprias doutrinas da divindade e celibato de Jesus.
Sua escuridão também é uma referência direta aos príncipes depostos davídica de Jerusalém:
Sua escuridão também é uma referência direta aos príncipes depostos davídica de Jerusalém:
"Mais brilhante do que neve eram seus príncipes, mais
brancos do que o leite ... agora sua aparência é mais negra do que a fuligem,
eles não são reconhecidos nas ruas" (Lamentações 4:08 ).
Fósseis de verdade permanecem enterrados em nossos símbolos, nos nomes próprios de pessoas e lugares, nos rituais e contos populares.
Fósseis de verdade permanecem enterrados em nossos símbolos, nos nomes próprios de pessoas e lugares, nos rituais e contos populares.
Este entendimento é plausível, já que a fuga para o Egito
foi tomada pelo "outro José ", José de Arimatéia, e "outra
Maria", Maria Madalena, para proteger o feto de Jesus dos romanos e os
filhos de Herodes depois da crucificação.
As discrepâncias na história e o conflito de gerações óbvio
podem facilmente ser entendidas à luz do perigo para a linhagem - que exigia o
máximo sigilo quanto ao seu paradeiro - e à luz do que o tempo decorrido antes
que a história se comprometesse a escrever .
Este parece ser mais um caso de um mito que está sendo
formado, porque a verdade era muito perigosa para ser contada.
Em resumo, os dois refugiados reais de Israel, mãe e filha, logicamente pode ser representados na arte européia iniciando-se como uma mãe de pele escura e da criança, as ocultas.
Em resumo, os dois refugiados reais de Israel, mãe e filha, logicamente pode ser representados na arte européia iniciando-se como uma mãe de pele escura e da criança, as ocultas.
As Madonas Negras dos santuários da Europa (séculos V e XII)
poderiam, então, ter sido veneradas como um símbolo desta outra Maria e seu
filho, o Sangraal, que José de Arimatéia trouxe em segurança até a costa da
França.
O símbolo para um homem da casa real de Davi seria um
florescimento pessoal ou brotamento, mas o símbolo de uma mulher seria o cálice
- um copo ou recipiente contendo o sangue real de Jesus.
E é exatamente isso
que o Santo Graal é dito ter sido!
A
imagem de Jesus que surge em nossa história é a de um líder carismático que
encarna o papel de profeta, curandeiro e Rei-Messias, um líder que foi
executado pelo Exército romano de Ocupação e cuja esposa e linhagem foram
secretamente levados de Israel por seus amigos leais, e transplantadas na
Europa Ocidental para aguardar a plenitude do tempo e a culminação da profecia.
Os
amigos de Jesus, que acreditavam tão fervorosamente que ele era o Messias, o
Ungido de Deus, teriam percebido a preservação de sua família como um dever
sagrado.
O
navio, o cálice que encarna as promessas do Milênio, o "Sangraal" da
lenda medieval, era, eu passei a acreditar, Maria Madalena.
Sob as condições da ocupação romana de Israel, a Sagrada Família teria sido mantida em segredo e protegida a todo custo pela facção monarquista na Palestina.
Sob as condições da ocupação romana de Israel, a Sagrada Família teria sido mantida em segredo e protegida a todo custo pela facção monarquista na Palestina.
Parece
óbvio que após a crucificação de Jesus, Maria Madalena não estava mais em
Jerusalém. não há menção de Maria, Marta, Lázaro no Livro de Atos ou nas cartas
de Paulo.
Em
qualquer caso, é pouco provável que Maria nunca fora identificada como a viúva
de Jesus.
O
perigo seria muito grande.
Parece
mais provável que estes amigos especiais de Jesus não faziam mais parte da
comunidade em Jerusalém no tempo em que as cartas de Paulo foram escritas (CE
51-63), mas a sua partida é inexplicável.
Se
eles tivessem sido apartados dessa comunidade após a ascensão de Jesus, seus
nomes poderiam ter sido mencionados nas obras posteriores do Novo Testamento
que foram declarados canônicos.
Em vez disso, pós-Ascensão, as referências a Maria Madalena ocorrem somente nos Evangelhos Gnósticos (dos quais antigos pergaminhos coptas foram encontrados em Nag Hammadi, em 1945 e em outros locais no Egito), textos que confirmam que Maria Madalena era uma companheira íntima de Jesus.
Em vez disso, pós-Ascensão, as referências a Maria Madalena ocorrem somente nos Evangelhos Gnósticos (dos quais antigos pergaminhos coptas foram encontrados em Nag Hammadi, em 1945 e em outros locais no Egito), textos que confirmam que Maria Madalena era uma companheira íntima de Jesus.
O
Evangelho de Filipe diz: "Haviam três que andavam com o Senhor em todos os
tempos: Maria, sua mãe, sua irmã e Madalena, a qual é chamada de sua companheira
" Maria Madalena é descrita no evangelho gnóstico encontrado em Nag
Hammadi como tendo despertado o ciúme dos Apóstolos, porque ela era a
companheira próxima ou "consorte" do Senhor, que muitas vezes
beijou-a na boca.
É claro a partir dos quatro evangelhos canônicos que Maria Madalena gosava de precedência especial na comunidade de crentes, já que ela foi a primeira pessoa a ver e falar com Jesus no domingo de Páscoa, depois de ter apressado a sua tumba na primeira luz para realizar ritos de embalsamamento para seu corpo morto. Há sete listas nos quatro Evangelhos com os nomes das mulheres que acompanharam Jesus.
É claro a partir dos quatro evangelhos canônicos que Maria Madalena gosava de precedência especial na comunidade de crentes, já que ela foi a primeira pessoa a ver e falar com Jesus no domingo de Páscoa, depois de ter apressado a sua tumba na primeira luz para realizar ritos de embalsamamento para seu corpo morto. Há sete listas nos quatro Evangelhos com os nomes das mulheres que acompanharam Jesus.
Em
seis dos sete, o nome de Maria Madalena é dado como o primeiro - à frente de
Maria, mãe de Jesus, e à frente das outras mulheres mencionadas.
Os
escritores do Evangelho, começando com Marcos, é mais provável que reflete o
status de Madalena na comunidade cristã - a de Primeira Dama.
Ele tem sido o consenso dos cristãos por quase dois mil anos que [Jesus] foi mágico não simples. Ele era um vaso de barro cheio do Espírito de Deus. E foi esse carisma poderoso que isso conduziu inevitavelmente a sua crucificação como um incendiário político e à fuga desesperada de sua família imediata de Jerusalém.
O que dizer sobre a lenda da família Santa de refugiados?
Ele tem sido o consenso dos cristãos por quase dois mil anos que [Jesus] foi mágico não simples. Ele era um vaso de barro cheio do Espírito de Deus. E foi esse carisma poderoso que isso conduziu inevitavelmente a sua crucificação como um incendiário político e à fuga desesperada de sua família imediata de Jerusalém.
O que dizer sobre a lenda da família Santa de refugiados?
Escritura,
naturalmente, no Evangelho de Mateus, relata que a "Sagrada Família"
fugiram para o Egito para evitar ter seu filho assassinado pelo rei Herodes,
que estava preocupado com a sua pretensão ao trono de Israel. Joseph ", o
marido de Maria," foi dito em um sonho de receber Maria e Jesus e foge
para o Egito (Mt 2:13).
A
crença generalizada de muitos estudiosos bíblicos modernos é que isto é
"mitologia", usado pelo autor do Evangelho de Mateus para cumprir a
palavra do profeta: "Do Egito chamei meu filho" (Oséias ll).
O "fóssil de verdade" nesta história é a forte tradição de perigo para a linhagem real de Judá.
O "fóssil de verdade" nesta história é a forte tradição de perigo para a linhagem real de Judá.
Um
evangelho apócrifo é a fonte da tradição que a equipe de São José brotou como
um sinal de Deus de que ele foi escolhido para ser o esposo de Maria e pai
terreno de seu filho.
Mas
a "equipe de floração", que é mostrada na mão de São José, em
católicos igrejas em todo o mundo, também serve para nos lembrar que José era o
guardião da "atirar", entende-se o próprio Jesus baseado na profecia
de Isaías:
"Um
tiro deve brotar do tronco de Jessé, e das suas raízes um broto florescerá
"(Isaías ll: 1).
Mas a tradição derivada de uma antiga lenda francesa da costa do Mediterrâneo nos diz que um outro José, José de Arimatéia, foi o guardião da "Sangraal" e que a criança estava no barco egípcio, que significa literalmente "nascido no Egito".
Mas a tradição derivada de uma antiga lenda francesa da costa do Mediterrâneo nos diz que um outro José, José de Arimatéia, foi o guardião da "Sangraal" e que a criança estava no barco egípcio, que significa literalmente "nascido no Egito".
Parece
provável que após a crucificação de Jesus, Maria Madalena achou necessário
fugir para o bem de seu futuro filho para o próximo refúgio.
O
amigo influente de Jesus, José de Arimatéia, poderia muito bem ter sido o seu
protetor.
copiado de www.eradeaquariocrowley.blogspot.com/.../a-verdadeira-historia-de-santa-sara..
Dia 02 de Maio

Segundo o mito, ela tinha dois irmãos, Castor e Pólux, nascidos de um ovo posto por sua mãe Leda, uma das manifestações lendárias da Deusa Pássaro.
Helena era tão bonita e seus seios tão perfeitos que serviram de molde para os oleiros gregos aprenderem a modelar taças.
Como uma deusa da vegetação, Helena era reverenciada em vários bosques, onde seus devotos colocavam nas árvores oferendas e estatuetas de argila.
Seu nome era dado às rainhas, sendo a mais famosa delas Helena de Esparta, cuja beleza teria contribuído para a famosa guerra de Tróia.
Nesta data celebrava-se, também, Helle, a deusa lunar da Beótia, regente
do mar e das marés, deusa ancestral dos povos pré-iônicos,
transformada, posteriormente, na deusa Helena e em Selene.Dia de Ysahodhara, mulher de Buda
Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem, nas Filipinas. Ambas comemorações são reminiscências dos antigos festivais das deusas.
Deusa Hina - Reverenciada no dia 02 de Maio
"Hina", de Susan Seddon Boulet
Seus símbolos são lunares (artigos de prata / branco ou quaisquer plantas / pedras correspondentes) e cocos.
Esta deusa Tahitiana é a Senhora da Lua que brilha sobre nós com seu rosto sempre em mudança.
Como a lua escura, ela preside a morte.
Como a lua crescente, Ela é a criadora, que fez as pessoas de argila e da lua, a sua casa. À medida que a lua fica cheia, ela encarna o espírito guerreiro de uma mulher madura. Como a lua minguante, Ela é a anciã envelhecimento cheia de sabedoria e discernimento.
Segundo a tradição, os cocos foram criados a partir do corpo do amante de Hina, um deus enguia, depois que ele foi morto por moradores supersticiosos.
Ela também rege as questões de comunicação honesta e quando propicia, às vezes, a intermediação entre os seres humanos e os deuses.
Em termos espirituais, isto significa ter tempo para explorar a natureza mágica da Lua. Se a lua é escura (nova), isso representa a necessidade de descansar de seus labores.
Se é crescente, é tempo de iniciar um novo projeto mágico e ficar conectada com ela para que a energia cresça como a Lua.
Se esfera lunar de Hina está cheia, vire uma moeda no seu bolso três vezes, dizendo que "prosperidade" cada vez que girá-la, para que o seu bolso continue sempre cheio.
Se a lua está minguante, comece a tomar medidas positivas para se livrar de um problema.
Coma um pouco de coco para ajudar na conexão com a Deusa ao internalizar os poderes transformadores da Hina ".
(Patricia Telesco, "365 Deusa: um guia diário para a magia ea inspiração da deusa".)
"Hina", de Lisa Caça
Uma delas era a deusa do amanhecer Hine-tita-ma , que foi seduzido por seu próprio pai, enquanto desconhece sua identidade. Furioso e envergonhado ao descobrir esta fraude, Hina fugiu para o Po , o submundo polinésia, esta foi a primeira morte na criação. Sua fúria era tão insaciável que ela anunciou sua intenção de matar todos os filhos gerados por seu pai, assegurando, assim, que a morte continuaria a ser uma força na terra.
"Hina" por Herb Kane
Ela, que tinha originalmente viveu na terra e a povoou - era um assunto de inúmeros mitos.
No Tahiti, Hina era um canoísta que gostava do esporte tanto que ela partiu para a Lua, com o objetivo de provar quão bom era seu barco de tal forma que ela ficou por ali, velando por seus peregrinos na terra.
Finalmente, uma dessas lendas diz que Hina, uma mulher casada, se cansou de sempre pegar depois a sua família e ela simplesmente deixou a Terra para prosseguir uma carreira como tecelã da lua.
Dentre as muitas histórias de Hina, no entanto, provavelmente a mais conhecida foi a da Deusa e seu amante, a enguia. A deusa vivia na terra como uma mulher mortal, Hina banhava-se em uma piscina tranquila, onde, um dia, ela teve relações sexuais com uma enguia. Seu povo, com medo do poder da serpente, a matou, apenas para descobrir que Hina tinha se acasalamento com um deus.
Furiosa e desesperada em ter seu caso assim encerrado, Hina tomou a cabeça da enguia e enterrou. Cinco noites depois, surgiu o primeiro pé de coco, um produto básico para o povo de Hina "(p. 153).
Fontes:
Monaghan, Patricia. O novo livro de Deusas e Heroínas "Hina".
Ligações sugeridas:
Circlingin ", Hina-Woman in the Moon-selecionados entre os 'Deusas Conhecimento Cards "por Susan Seddon Boulet e Michael Babcock ".
Hall, Leigh. Order of the Moon White, " A Deusa Hina ".
King, Serge Kahili. Aloha International, " Deusas havaianas ".
MXTODIS123 uma viagem interior:. Lua, Mitologia, e Você ", deusa Hina ".
Powersthatbe.com, " Goddess HINA ".
Revel, Anita. Reconectar com sua Deusa Interior " Hina ".
Sacred-texts.com ", HINA, A Mulher na Lua ".
Skye, Michelle. Deusa Aloud! Transformando a sua mente através de rituais e mantras, " Hina: Deusa havaiana de Self-Liberation ".
Tate., Karen lugares sagrados da deusa: 108 destinos, " Rainbow Falls ".
Telesco, Patricia Jardinagem com a deusa:. Criando Jardins do Espírito e Magia ", Hina: Warrior Garden ".
Wikipedia, " Hina (deusa) ".
copiado de http://journeyingtothegoddess.wordpress.com
Celebração de Hina, a grande deusa da Polinésia, senhora da morte, rainha guerreira e regente da Lua.
A deusa Hina está associada Tahiti, Havaí, e as culturas das ilhas do Pacífico.
Hina tem muitas formas, tende a ser ligeiramente diferente representada dentro de cada cultura.
Apesar de suas muitas representações, Hina é freqüentemente associada com a lua.
Ela está relacionada com a prata e a cor branca.
A sua comida sagrada é o coco.
Ao ler sobre Hina entre essas diferentes culturas, seu nome pode ser escrito de várias formas, que podem incluir: (a) Hina, (b) Hine moa, e (c) Hine.
Na cultura Havaiana, Hina é considerada como tendo muitos epítetos, entre eles:
Hine'ea, a Deusa do nascer e do pôr do sol e
Hina i ke ka, a irmã da mãe de Maui.
Embora Hina possa ser representada de diferentes formas através destas culturas, uma coisa em comum é a vontade de doar-se.
Hina parece ser uma deusa que doa-se de muitas formas, seja através da criatividade, alimentação e/ou a própria vida.
No entanto, é importante notar que Hina também está associada com a morte.
Hina tem forte ligação com a lua e isso lhe permite ser associada a cada uma das três fases.
Isto significa que ela inclui em si cada um dos aspectos da vida.
Isso faz sentido, dado que, como a Lua se move através de fases, Hina vai supervisionar essas fases e agir em conformidade.
Assim Hina é uma deusa que está associada com os ciclos.
Embora esses ciclos possam ser associados com cada um dos aspectos da vida física (donzela, mãe, anciã), e também pode ser associada com as diferentes estações.
Deusa Hina Ritual de Transformação
Finalidade do Ritual: O objetivo deste ritual é identificar algo negativo em sua vida que você deseja transformar em uma experiência (ou energia) positiva.
Fases da Lua: Minguante.
Já que a deusa Hina é associada com a lua, o melhor momento para fazer este ritual é à noite.
No entanto, isso pode ser feito durante o dia, se necessário.
Materiais:
Os materiais nesta lista são sugestões.
Eles estão aqui para lhe fornecer idéias.
1. incenso de sálvia
2. Isqueiro
3. Velas (nas cores prata ou branca já que estas são as cores de Hina).
4. Documento escrito a lapis, descrevendo o problema que está lhe incomodando.
5. Caldeirão ou um prato para realizar a queima do documento.
6. Coco (fruta) - pode ser real, de plástico, ou um desenho
Esboço de Ritual:
1. Comece limpando a si mesmo e seu espaço ritual com o incenso de sálvia.
2. Coloque as velas em torno da borda de seu círculo.
3. Se possível, desligue todas as outras luzes na sala.
4. Lançe o círculo de poder
5. Acender suas velas
6. Chame para Hina dizendo:
"Hina, Hina, deusa da Lua Eu tenho um problema. Transforme o meu problema e torne-o uma benção. Esta energia negativa deve transformar-se em fumaça Apenas energia positiva . " |
8. Visualize Hina levando o problema e que a energia negativa associada a ele permaneça de você.
9. Visualize apenas energia positiva retornando para você.
10. Agradeça a Deusa Hina por ajudar você com este problema
11. Como oferta, você pode comer alguns pedaços do coco (comida tradicional do Hina) e / ou deixar alguns no jardim para ela. Você também pode ter uma imagem de um coco ou um verdadeiro para visualizar em seu altar durante este momento de transformação como um símbolo de Hina e do trabalho em que Ela está a ajudá-lo.
12. Desfaça o seu círculo
13. Se desejar, você pode manter as velas acesas ou você pode colocá-las para fora.
Sabbat de Mabon
Ocorre por volta de 21 de março no Hemisfério Sul -e por volta de 22 de setembro no Hemisfério Norte EQUINÓCIO DE OUTONO/ MABON
Mabom é o segundo dos três Sabbats da colheita.
O Equinócio de
Outono é o momento em que o dia e a noite têm igual duração; logo depois
desse dia a escuridão passará a dominar culminando na noite mais longa com a chegada do Inverno.
Os temas desse Sabbat são equilíbrio e ação de graças.
É tempo de dar
graças pelos frutos colhidos, e a Deusa é a Senhora de Abundancia cuja
colheita nos sustentará pelos meses escuros do Inverno, assim como
refletir sobre nós mesmos, sobre o equilíbrio da escuridão e da luz e se
esforçar para manter o equilíbrio interno.
Também é hora de meditar sobre os projetos, a escolha das “sementes” (nossos sonhos) que serão plantadas durante o ano, além de agradecer pelas realizações do ano que passou.
Agora,
entretanto, temos de deixar que coisas não mais significativas possam ir
embora de nossa vida, pois isso é o que nos oculta e impede de alcançar
aquilo que queremos, e observar que cada coisa tem seu tempo e sua
estação e o Inverno dentro em breve se aproxima. Também é hora de meditar sobre os projetos, a escolha das “sementes” (nossos sonhos) que serão plantadas durante o ano, além de agradecer pelas realizações do ano que passou.
Esse Sabbat é tido como o tempo de equilíbrio, gratidão e agradecimento, porque também é a segunda e maior colheita do ano.
Esse Sabbat é simbolizado pelo espiral duplo, um vai e outro que
retorna, para nos lembrar que começamos a jornada pelo ponto mais escuro
do ano e que a morte sempre é seguida pelo renascimento, da mesma
maneira que o Inverno sempre é seguido pelo Verão.
Ela se prepara para dizer adeus ao Deus velho, mas sabe que a semente do novo Deus já está dentro dela, em seu ventre.
A Deusa está agora fortemente impregnada pela energia do Sol,
Ela lamenta o seu consorte que cada dia parte mais rápido para o País do Verão, mas a mensagem de renascimento pode ser encontrada em cada semente colhida, que é o próprio Deus que se sacrifica para alimentar seu povo, mas Ela sabe que o poder do Deus retornará à Terra em Yule.
A partir de Mabon, o Deus Sol começa a diminuir diariamente.
A partir de Mabon, o Deus Sol começa a diminuir diariamente.
Ele está envelhecendo e morrendo lentamente, como as plantas colhidas da Terra.
Ele doou todo o seu poder aos seres humanos através das colheitas.
A Deusa e o Deus são honrados através de novas oferendas da segunda colheita.
É o momento de agradecer pelas abundantes colheitas e o maravilhoso ano de aprendizado e lições oferecidas.
É o momento de agradecer pelas abundantes colheitas e o maravilhoso ano de aprendizado e lições oferecidas.
É um tempo de equilíbrio e balanço, mas as sombras começam a dominar a luz.
Isso está associado com o interior do chifre, um dos símbolos desse Sabbat, e a contemplação da colheita.
É um tempo positivo para caminhar nas florestas, colher plantas e ervas mágicas para serem usadas no Altar.
Mabon é um período positivo para honrar os Ancestrais e o Espírito da Terra.
Pão de milho e cidra são bons elementos para fazer parte dos rituais e folhas de outono são ótima decoração para o Altar.
Os druidas honravam o salgueiro nesse Sabbat, a árvore associada à Deusa e à morte, e cortavam seus bastões do salgueiro somente após Mabon.
Muitas festas que celebram a colheita ocorrem em países rurais; o Dia da Ação de Graças (HN) é um deles.
É um tempo positivo para caminhar nas florestas, colher plantas e ervas mágicas para serem usadas no Altar.
Mabon é um período positivo para honrar os Ancestrais e o Espírito da Terra.
Pão de milho e cidra são bons elementos para fazer parte dos rituais e folhas de outono são ótima decoração para o Altar.
Os druidas honravam o salgueiro nesse Sabbat, a árvore associada à Deusa e à morte, e cortavam seus bastões do salgueiro somente após Mabon.
Muitas festas que celebram a colheita ocorrem em países rurais; o Dia da Ação de Graças (HN) é um deles.
As plantas, árvores, flores e ervas que estão associadas com Mabon são a aveleira, o milho, o álamo, bolotas, galhos de carvalho, folhas de outono, ramos de trigo, cones de cipreste, cones de pinheiro. Os Deuses associados com Mabon são todos aqueles relacionados ao vinho e às colheitas.
É dada muita ênfase à Deusa em seu aspecto de Mãe e muitas vezes Modron (a mãe de Mabon) é honrada.
Nesse período da Roda do Ano, duas lendas mitológicas são apropriadas: Mabon e Modron (celta) e a história de Perséfone (grega).
Nesse período da Roda do Ano, duas lendas mitológicas são apropriadas: Mabon e Modron (celta) e a história de Perséfone (grega).
Lenda de Mabon e Modron
Mabon é um antigo Deus celta que simboliza os princípios masculinos da fertilidade.
É o nome galês do Deus da mocidade, a Divina Criança, que os druidas acreditavam estar dentro de todos nós.
Ele é uma criança do Outro Mundo, nascida de pais terrestres, que desaparece em sua terceira noite de vida.
Mabon ap Modron significa “Filho da Grande Mãe”.
Nesse momento Mabon desaparece, com apenas três noites de nascimento.
Ele vai morar novamente no mundo mágico de Modron, o seu ventre.
Esse é um lugar nutridor e encantado, mas ao mesmo tempo cheio de desafios.
É um lugar de poder e renovação para que Mabon possa nascer através de sua mãe como campeão, o filho da Luz.
Esse Sabbat simboliza a luz de Mabon entrando na Terra (ventre da Deusa - Modron), recarregando-se para tornar-se uma nova semente.
Seu desaparecimento é um mistério, mas Mabon é eventualmente resgatado, no Solstício de Inverno (Yule) , graças ao conhecimento de alguns animais: o pássaro negro, o veado, a coruja, o bisão e o salmão.
Seu desaparecimento é um mistério, mas Mabon é eventualmente resgatado, no Solstício de Inverno (Yule) , graças ao conhecimento de alguns animais: o pássaro negro, o veado, a coruja, o bisão e o salmão.
Lenda de Perséfone (bem resumida)
Muitas
tradições wiccanas realizam um rito especial para a descida da deusa
Perséfone ao Submundo, como parte da celebração do Equinócio do Outono.
De acordo com o
mito antigo, no dia do Equinócio de Outono, Hades (o deus grego do
Submundo) encontrou-se com Perséfone, que colhia flores.
Ficou tão encantado com sua beleza jovem que, instantaneamente, se apaixonou por ela,
Agarrou-a,
raptou-a e levou-a em sua carruagem para a escuridão do seu reino a fim
de governar eternamente ao seu lado como sua imortal Rainha do
Submundo.
A deusa Deméter
procurou, por todos os lugares, sua filha levada à força, e, não a
encontrando, seu sofrimento foi tão intenso que as flores e as árvores
murcharam e morreram.
Um banquete de abundância em honra ao Deus é tradicional:
A mesa é coberta com legumes, carnes deliciosas e aves, tortas e bolos e outras delícias.
Com um gesto ritual, é tradicional a passagem do Cálice da Gratidão nesse banquete. Um Cálice repleto de vinho é abençoado e passado a cada integrante da mesa. Conforme o Cálice passa, as pessoas vão fazendo seus agradecimentos.
Com um gesto ritual, é tradicional a passagem do Cálice da Gratidão nesse banquete. Um Cálice repleto de vinho é abençoado e passado a cada integrante da mesa. Conforme o Cálice passa, as pessoas vão fazendo seus agradecimentos.
Quando tiverem agradecido por todas as bênçãos, eles bebem e passam o Cálice adiante.
Isso continua até a Taça esvaziar, bebendo em amor, bênçãos e gratidão a tudo.
Considerando que esse é um dos dois dias de equilíbrio no ano, juntamente com Ostara, é tradicional limpar a casa.
Considerando que esse é um dos dois dias de equilíbrio no ano, juntamente com Ostara, é tradicional limpar a casa.
É nesse momento que você começa a obstruir toda desordem ao redor de seu lar.
As portas da casa são abençoadas para protegerem aqueles que vivem dentro dela.
Magicamente falando, esse é um bom tempo para executar sortilégios ao redor da idéia de balanceamento da vida, de remover as culpas e substituir por carinho e aceitação.
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio do Outono são os produtos do milho e do trigo, pães, nozes, vegetais, maçãs, raízes (cenouras, cebolas, batatas, etc.), cidra e romãs (para abençoar a jornada de Perséfone ao tenebroso reino do Submundo).
Existem muitas atividades tradicionais e pequenos gestos cheios de significado que podem praticados por esta ocasião.
Existem muitas atividades tradicionais e pequenos gestos cheios de significado que podem praticados por esta ocasião.
Aqui ficam algumas sugestões... 1º - Faça uma vassoura mágica com plantas sagradas da época colhidas durante um passeio pelo campo (ver correspondências abaixo).
Estas vassouras são tradicionalmente usadas para limpar o espaço antes do ritual de Mabon, bem como as nossas casas em preparação para o Inverno.
2º - Faça uma cornucópia com ramos de ervas aromáticas (ver correspondências abaixo).
2º - Faça uma cornucópia com ramos de ervas aromáticas (ver correspondências abaixo).
Use-a para servir frutas da época, doces ou pães.
3º - Faça almofadas dos sonhos com folhas secas.
3º - Faça almofadas dos sonhos com folhas secas.
Use as folhas e galhos também para fazer belos arranjos, centros de mesa ou coroas festivas.
4º - Aproveite a abundância da época para rechear a sua despensa com especialidades feitas em casa: doce de abóbora, marmelada, doce de amora, licores vários, azeites e vinagres aromatizados.
5º - Ao fim dos dias que vão diminuindo, sirva reconfortantes bebidas da época. Reúna toda a família e amigos em torno de uma mesa farta e passe o Cálice (símbolo do útero da Deusa) por todos os presentes, para que cada um possa partilhar dele e agradecer as bênçãos recebidas.
Correspondência de Mabon
Cores: marrom, verde, amarelo, vermelho.
Nome alternativos: Equinócio de Outono, Encontro do Inverno, Winter Finding, Alban Elfed, Colheita do Vinho, Cornucópia, Festa de Avalon, Segunda Colheita.
Deuses: do vinho e colheita.
Ervas: alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila, folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de carvalho, maçã seca ou sementes de maçã.
Pedras: âmbar, peridoto, diamante, ouro, citrino, topázio amarelo, olho-de-gato, aventurina.
Atividades:
· Fazer uma cornucópia da prosperidade.
· Fazer bonecas mágicas de maçã.
· Andar pelos campos para agradecer a generosidade da Deusa.
· Fazer grinaldas e oferecer à Natureza como sinal de agradecimento.
· Fazer vassouras mágicas.
· Fazer amuletos.
· Confeccionar uma Rainha da colheita (kern baby).
· Encher uma tigela com frutas e folhas e oferecer aos Deuses.
· Encher uma cesta com cones de pinheiros, folhas secas coloridas, trigo, bolotas e ramos de pinheiro e deixar na sua porta de entrada para atrair boa sorte.
· Colocar espigas de milho na sua porta de entrada.
Comidas e Bebidas Sagradas: abóboras, todos os tipos de grãos, pães, bolos, todos os tipos de raízes, batatas, nozes, sidra com canela, vinho.
Bonecas Mágicas
As maçãs são sagrados símbolos da Bruxaria.
4º - Aproveite a abundância da época para rechear a sua despensa com especialidades feitas em casa: doce de abóbora, marmelada, doce de amora, licores vários, azeites e vinagres aromatizados.
5º - Ao fim dos dias que vão diminuindo, sirva reconfortantes bebidas da época. Reúna toda a família e amigos em torno de uma mesa farta e passe o Cálice (símbolo do útero da Deusa) por todos os presentes, para que cada um possa partilhar dele e agradecer as bênçãos recebidas.
Correspondência de Mabon
Cores: marrom, verde, amarelo, vermelho.
Nome alternativos: Equinócio de Outono, Encontro do Inverno, Winter Finding, Alban Elfed, Colheita do Vinho, Cornucópia, Festa de Avalon, Segunda Colheita.
Deuses: do vinho e colheita.
Ervas: alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila, folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de carvalho, maçã seca ou sementes de maçã.
Pedras: âmbar, peridoto, diamante, ouro, citrino, topázio amarelo, olho-de-gato, aventurina.
Atividades:
· Fazer uma cornucópia da prosperidade.
· Fazer bonecas mágicas de maçã.
· Andar pelos campos para agradecer a generosidade da Deusa.
· Fazer grinaldas e oferecer à Natureza como sinal de agradecimento.
· Fazer vassouras mágicas.
· Fazer amuletos.
· Confeccionar uma Rainha da colheita (kern baby).
· Encher uma tigela com frutas e folhas e oferecer aos Deuses.
· Encher uma cesta com cones de pinheiros, folhas secas coloridas, trigo, bolotas e ramos de pinheiro e deixar na sua porta de entrada para atrair boa sorte.
· Colocar espigas de milho na sua porta de entrada.
Comidas e Bebidas Sagradas: abóboras, todos os tipos de grãos, pães, bolos, todos os tipos de raízes, batatas, nozes, sidra com canela, vinho.
Bonecas Mágicas
As maçãs são sagrados símbolos da Bruxaria.
Nossa terra santa, Avalon, significa Terra da maçã ou Ilha das maçãs.
Fatie uma maçã ao meio e verá que suas sementes revelam a forma sagrada do Pentagrama, o símbolo da Bruxaria.
Para fazer as bonecas mágicas você vai precisar de:
· Duas maçãs grandes, uma para Mabon e uma para Modron;
· Dois lápis;
· Dois palitos de churrasco;
· Uma faca;
· Um prato.
Descasque as maçãs.
Para fazer as bonecas mágicas você vai precisar de:
· Duas maçãs grandes, uma para Mabon e uma para Modron;
· Dois lápis;
· Dois palitos de churrasco;
· Uma faca;
· Um prato.
Descasque as maçãs.
Talhe uma face em cada uma das maçãs.
Finque as maçãs nos palitos de churrasco e deixe-as em pé para secarem em algum lugar seguro.
Faça então bonecas com elas usando trigo e ervas secas para os cabelos.
Faça então bonecas com elas usando trigo e ervas secas para os cabelos.
Vista-as com batas feitas de pano.
Enquanto faz as bonecas, peça à Deusa que elas sejam carregadas com luz e poder.
Na sua celebração de Mabon, consagre-as em seu ritual, pedindo que elas possam servir de protetoras para o seu lar e que tragam sorte para você e sua família.
Pendure-as numa corda ou grinalda de Mabon e coloque-as em algum lugar proeminente em sua casa.
Fazendo uma Rainha da Colheita (kern baby)
A Rainha da Colheita, ou Kern Baby, era feita do último feixe da colheita e construída pelos ceifeiros enquanto proclamavam:
Na sua celebração de Mabon, consagre-as em seu ritual, pedindo que elas possam servir de protetoras para o seu lar e que tragam sorte para você e sua família.
Pendure-as numa corda ou grinalda de Mabon e coloque-as em algum lugar proeminente em sua casa.
Fazendo uma Rainha da Colheita (kern baby)
A Rainha da Colheita, ou Kern Baby, era feita do último feixe da colheita e construída pelos ceifeiros enquanto proclamavam:
“Nós temos a Kern!”
Na Escócia era chamada de a “Virgem do Último Feixe da Colheita” e era cortada pela garota mais jovem da aldeia.
Fazer uma Rainha da Colheita é uma das práticas de Mabon.
Para isso você vai precisar de:
· Ramos de trigo;
· Fitas multicoloridas;
· Um pedaço de pano branco;
· Um bastão;
· Barbante;
Pegue os ramos de trigo e divida-o em três partes.
Na Escócia era chamada de a “Virgem do Último Feixe da Colheita” e era cortada pela garota mais jovem da aldeia.
Fazer uma Rainha da Colheita é uma das práticas de Mabon.
Para isso você vai precisar de:
· Ramos de trigo;
· Fitas multicoloridas;
· Um pedaço de pano branco;
· Um bastão;
· Barbante;
Pegue os ramos de trigo e divida-o em três partes.
A primeira parte será a cabeça e as outras duas serão os braços do boneco.
Para isso cruze duas partes dos ramos de trigo, em posições opostas, amarrando a parte separada na posição vertical, formando uma cruz.
Para isso cruze duas partes dos ramos de trigo, em posições opostas, amarrando a parte separada na posição vertical, formando uma cruz.
Amarre com o barbante para que fiquem firmes e não se soltem.
Com o pano branco faça uma bata e vista o seu boneco de feixe.
Com o pano branco faça uma bata e vista o seu boneco de feixe.
Decore a bata branca com as fitas coloridas, elas representam a Primavera, o outro ponto de equilíbrio existente na Roda do Ano que chegará nos próximos seis meses vindouros.
Pendure sua Rainha da Colheita no bastão, que é o símbolo fálico da fertilidade.
Então, na sua cerimônia de Mabon, coloque-a sobre o seu Altar, pedindo que ela se torne um símbolo de abundância e fartura.
Depois, pendure-a acima da porta de entrada de sua casa.
Cornucópia da Abundância
O Chifre tradicional da Abundância, ou Cornucópia, é um símbolo de generosidade, boa colheita e tem implicações mágicas bem-definidas.
Pendure sua Rainha da Colheita no bastão, que é o símbolo fálico da fertilidade.
Então, na sua cerimônia de Mabon, coloque-a sobre o seu Altar, pedindo que ela se torne um símbolo de abundância e fartura.
Depois, pendure-a acima da porta de entrada de sua casa.
Cornucópia da Abundância
O Chifre tradicional da Abundância, ou Cornucópia, é um símbolo de generosidade, boa colheita e tem implicações mágicas bem-definidas.
O próprio chifre é um símbolo fálico, representante do Deus.
O interior do chifre simboliza o útero, especialmente quando está cheio de generosidade da terra fértil, e representa a Deusa.
Como Mabon é a Ação de Graças das Bruxas, é muito apropriado utilizar esse símbolo para nossos altares ou mesas.
Faça ou compre uma cornucópia.
Faça ou compre uma cornucópia.
Encha o chifre de frutas, flores, grãos e moedas, de forma que eles sejam derramados sobre o Altar.
Some outras coisas mágicas, como folhas de carvalhos ou bolotas, avelãs ou cartas de Tarô.
Bebida Mágica de Mabon
A bebida mágica de Mabon consiste de:
· Sidra de maçã quente;
· Canela;
· Pequenas rodelas de maçã.
Essa bebida sagrada tem um significado profundo.
Bebida Mágica de Mabon
A bebida mágica de Mabon consiste de:
· Sidra de maçã quente;
· Canela;
· Pequenas rodelas de maçã.
Essa bebida sagrada tem um significado profundo.
A maçã rege o coração, a sidra representa o eu, por si só já é uma poção de amor.
Mas quando misturada com canela, que é governada pelo Sol, representa a essência solar e, ao ingerirmos esta bebida, é como se estivéssemos ingerindo a própria luz do Sol.
Ritual de Mabon
Material necessário:
· Grãos de todos os tipos;
· Caldeirão;
· Folhas secas;
· 13 fitas de cores diferentes;
· um galho de madeira;
· três velas marrons;
· cálice com vinho.
Procedimento: Faça um triângulo com o vértice para cima usando as velas marrons e coloque o seu Caldeirão no meio dele.
Ritual de Mabon
Material necessário:
· Grãos de todos os tipos;
· Caldeirão;
· Folhas secas;
· 13 fitas de cores diferentes;
· um galho de madeira;
· três velas marrons;
· cálice com vinho.
Procedimento: Faça um triângulo com o vértice para cima usando as velas marrons e coloque o seu Caldeirão no meio dele.
Trace o Círculo e diga:
A Roda do Ano mais uma vez gira.
A Senhora da Abundância e o Deus da fatura abençoam o mundo com os seus grãos. Abençoada seja a Fartura da Terra!
A Roda do Ano mais uma vez gira.
A Senhora da Abundância e o Deus da fatura abençoam o mundo com os seus grãos. Abençoada seja a Fartura da Terra!
A Libélula
A libélula é um elemental encantado que aparece diante dos nossos olhos, para lembramos que muitas vezes a mudança é necessária.
Que as ilusões devem ser deixadas para trás, para podermos compreender
que a esperança anda de mãos dadas com a vitória e, que para isso basta
um pouco de sabedoria e coragem para poder lutar nossas guerras
interiores e sair vitoriosos no final.
Que a Libélula dissipe as ilusão que precisão ser dissapadas para que os ventos das mudanças aconteçam em sua plenitude.
Significado: Ilusão, Ventos da Mudança, Comunicação com o Mundo Elemental, Esperança e Magia.
Evocada para amadurecer as idéias, clareza mental, autocontrole.
Para
tornar a vida mais leve, novas perspectivas, mudanças.
Conexão com
espíritos da natureza, enxergar através da ilusão, ir buscar a nossa
própria luz, enxergar as maravilhas da vida, misticismo, para trabalhar
cromoterapia.
A libélula, representa o espírito selvagem e livre.
É o poder de luz.
A libélula habita dois reinos: ar e água, e passa a influência de ambos elementos.
Na astrologia americana nativa, ou a astrologias das tribos indígenas, o
espírito de libélula significa que você tem que fazer um esforço para
expressar suas esperanças, sonhos, necessidades e desejos
conscientemente.
O espírito de libélula é a essência dos ventos de
mudança, as mensagens de sabedoria e esclarecimento, a comunicação do
mundo elemental.
Ela representa o medicamento para os seus hábitos que precisam mudar e
mutar-se em libélula para se guiar pelas névoas da ilusão rumo a uma
transformação positiva.
A energia da Libélula relaciona-se com os sonhos e as ilusões que
aceitamos como sendo realidade concreta.
A iridescência das asas da
Libélula nos desvela cores fascinantes, bastante diversas daquelas que
sempre encontramos na vida cotidiana.
A energia, a forma e as cores
sempre cambiantes da Libélula explodem na mente do observador, evocando
um tempo pretérito em que imperava a magia.
Xamãnismo
Segundo o xamanismo, a libélula é o Animal do Poder.
O poder de cura da
Libélula relaciona-se com os sonhos e ilusões que aceitamos como
realidade.
Avisa que devemos procurar em nós, os hábitos que precisamos
mudar para alcançarmos a evolução.
Ela nos lembra que devemos dar graças
ao alimento que comemos e que sustenta nosso corpo.
Devemos procurar
demolir as ilusões que nos acorrentam, restringindo nossas ações ou
idéias.
Lembra-nos principalmente da necessidade de mudança que temos de
nos empenhar para conseguirmos alcançar o que pretendemos na nossa
vida.
Se você sente a necessidade por mudança, então chame a Libélula
para o guiar pelas névoas da ilusão para o caminho da transformação.
Aplique a arte da ilusão para resolver seus problemas, e lembre-se que
as coisas nunca são completamente como elas parecem.
Ao se sentir
infeliz, é sinal de que você perdeu o seu ponto de referência ao seguir
idéias alheias e vive num mundo ilusório.
Siga a Libélula em seu
interior onde magia ainda está viva, e beba profundamente de seu poder.
Esta habilidade sempre está mudando, e lhe dá o conhecimento que você é
responsável por tudo que cria em sua vida.
Lembre-se de que as coisas jamais são
exatamente aquilo que parecem ser e tente perceber de que forma você
pode empregar as artes do ilusionismo para resolver seus problemas.
Deusa:
Ix Chel é a Deusa Lua adorada pelos maias da península do Yucatán.
A libélula é um de seus animais.
Segundo a mitologia, quando ela quase
foi morta pelo seu avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou
sobre ela até que se recuperasse.
Seu lado suave é o de deusa do arco-íris, estando também relacionada às
mulheres grávidas, à fertilidade e aos nascimentos. Por isso há imagens
onde ela segura uma lebre, pois além deste animal ter relação com a
fertilidade em várias culturas, diz-se que ao olhar à lua cheia podemos
perceber uma marca em forma de lebre.
Também aparece relacionada à serpente que aparece sempre em sua cabeça
nas estatuetas e desenhos meso-americanos.
No seu lado sombra, é
destruidora, cruel, e rege manifestações destrutivas da natureza como
inundações, por exemplo.
É a deusa relacionada à criatividade, à tecelagem, à saúde, à medicina.
Sua influência é notada nas chuvas, nas marés, no tempo de lua da
mulher, nas fases da lua, em nossa intuição, em nossa luz e sombra, na
vida e na morte.
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| Foto: gt_schild |
Algumas lendas afirmam que a Libélula foi um dia um Dragão (por esse
motivo também é conhecida com o nome de Dragonfly: Dragão voador), com
escamas coloridas similares àquelas encontradas nas asas da Libélula.
O
Dragão era muito sábio e voava pela noite escura, espargindo a luz com
seu hálito de fogo.
Foi seu hálito de fogo que trouxe para nosso mundo a
arte da magia e a ilusão de mudar de forma.
Todavia, chegou o dia em
que o Dragão sucumbiu à própria ilusão ao deixar-se enganar pelo
ardiloso Coiote, que o convenceu a mudar de forma para provar que
possuía de fato poderes mágicos.
O Dragão aceitou o desafio do Coiote,
adquirindo a forma que tem hoje a Libélula, mas, ao aceitar este desafio
movido pela vaidade, o Dragão perdeu seus poderes mágicos e não pôde
mais retomar à sua forma primordial.
A Libélula expressa a essência dos tempos de mudança, das mensagens de
iluminação e sabedoria, e a comunicação com o mundo dos elementais –
composto por uma miríade de pequenos espíritos da natureza, presentes
nas plantas, na terra, no fogo, na água e no ar.
Fonte da pesquisa: http://busca-interior.blogspot.com/2010/09/o-misterio-da-libelula.html
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| Foto: gt_schild |
9 DE DEZEMBRO

Neste dia, pessoas de vários
lugares vêm orar no templo da Virgem, pedindo sua bênção.
Esta era uma
antiga data dedicada à deusa asteca Tonantzin, “A Mãe da Saúde”.
A Grande Mãe asteca tinha vários nomes e diferentes atributos, de acordo com os lugares e tribos que a veneram.
A Grande Mãe asteca tinha vários nomes e diferentes atributos, de acordo com os lugares e tribos que a veneram.
Como Tonan, Tonantzin,
Chihuatzin, Toci ou Tetuinnan, ela era a Mãe Sagrada e reverenciada,
padroeira das parteiras e curandeiras, detentora dos poderes de
regeneração e curandeiras, detentora dos poderes de regeneração e cura
pela terra e pelas ervas.
Seu altar mais famoso era na colina de Tepeyac
onde, no ano de 1531, ela apareceu perante os camponeses índios e pediu
que seu altar fosse reconstruído, o que de fato aconteceu e a Igreja
Católica dedicou-o à Virgem de Guadalupe.
Em seu aspecto de anciã, como Vovó Toci, era invocada nos rituais de purificação e reverenciada como a padroeira dos curandeiros, parteiras, xamãs, médicos e adivinhos, que dançavam calados - em estado de transe – por oito dias consecutivos defronte uma mulher coberta de flores, representando a Deusa.
Ore neste dia para a saúde ou a de seus entes queridos, pedindo intuição e orientação para encontrar as soluções adequadas para seu estado.
Invoque as Deusas Tonantzin e Toci, entregando a elas sua cura.
CONSTELAÇÃO DAS PLÊIADES ... Já estamos no Cinturão de Fótons
Muito se fala de 2012, mas pouco efetivamente se conhece.
Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando ânimo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.
O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central daConstelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação – localizada a aproximadamente 28 graus de Touro – e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era “astrológica” (Era de Peixes, Aquário, etc).
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.
Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra.
Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.
A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.
A última vez que a Terra passou por ele foi durante a “Era de Leão”, há cerca de doze mil anos.
Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação.
Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.
A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão.
Talvez por isso os hinduístas chamem de “Era da Luz” os tempos que estão por vir.
Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele.
A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando estará totalmente imersa em sua luz.
De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.
Humbatz Men, autor de origem maia, fala em “Los Calendários” sobre a vindoura “Idade Luz”.
Bárbara Marciniak, autora de “Mensageiros do Amanhecer”, da Ground e “Earth”, da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu “A Agenda Pleiadiana”, da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.
Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto físicas quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.
Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão.
Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.
Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.
Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física.
As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.
Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira.
Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas.
Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.
Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons.
Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo.
Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos – psicológicos, astrológicos ou corporais – ajuda a liberar as energias bloqueadas.
A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.
As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório.
Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos,viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.
Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta, para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas.Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico.
Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.
Mas afinal... e nós nisso tudo?
Nós somos os mais beneficiados com tudo isso.
Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.
Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta“Era de Luz”, depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga.
Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna,musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.
São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis,além de curar outras já instaladas, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas, antes mesmo de alcançar o corpo físico,
Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.
Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientizaçã o da humanidade.
Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.
E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.
A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.
Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos.
Consciência é Luz. Luz é Informação. Informação é Amor. Amor é Criatividade.
TENHAMOS A CONSCIÊNCIA DE QUE, EM ENTREGANDO AS NOSSAS VIDAS AO PAI ETERNO, DE NADA DEVEMOS TEMER! UM GRANDE ABRAÇO...
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Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando ânimo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.
O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central daConstelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação – localizada a aproximadamente 28 graus de Touro – e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era “astrológica” (Era de Peixes, Aquário, etc).
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.
Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra.
Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.
A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.
A última vez que a Terra passou por ele foi durante a “Era de Leão”, há cerca de doze mil anos.
Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação.
Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.
A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão.
Talvez por isso os hinduístas chamem de “Era da Luz” os tempos que estão por vir.
Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele.
A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando estará totalmente imersa em sua luz.
De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.
Humbatz Men, autor de origem maia, fala em “Los Calendários” sobre a vindoura “Idade Luz”.
Bárbara Marciniak, autora de “Mensageiros do Amanhecer”, da Ground e “Earth”, da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu “A Agenda Pleiadiana”, da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.
Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto físicas quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.
Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão.
Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.
Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.
Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física.
As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.
Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira.
Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas.
Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.
Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons.
Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo.
Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos – psicológicos, astrológicos ou corporais – ajuda a liberar as energias bloqueadas.
A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.
As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório.
Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos,viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.
Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta, para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas.Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico.
Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.
Mas afinal... e nós nisso tudo?
Nós somos os mais beneficiados com tudo isso.
Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.
Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta“Era de Luz”, depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga.
Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna,musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.
São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis,além de curar outras já instaladas, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas, antes mesmo de alcançar o corpo físico,
Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.
Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientizaçã o da humanidade.
Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.
E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.
A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.
Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos.
Consciência é Luz. Luz é Informação. Informação é Amor. Amor é Criatividade.
TENHAMOS A CONSCIÊNCIA DE QUE, EM ENTREGANDO AS NOSSAS VIDAS AO PAI ETERNO, DE NADA DEVEMOS TEMER! UM GRANDE ABRAÇO...
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