
Festival celta celebrando a deusa da fertilidade e inspiração Cerridwen,
a dententora do Caldeirão Sagrado da transmutação e Grande Mãe da
vegetação.
Seus símbolos eram o caldeirão, o cálice, a porca branca e os
cereais.
Comemoração de Zytniamatka e de Kornmutter, as mães do milho
na antiga Prússia e na Alemanha, deusas da agricultura e dos cereais
cujo espírito ficava retido na última espiga da colheita. Essa espiga
era transformada em boneca e guardada até a próxima primavera quando,
durante um ritual, era enterrada na terra arada para favorecer o plantio
e a colheita. Dança do milho verde dos índios Seminole, na Flórida,
homenageando a deusa da agricultura Selu e seus consorte Konati, o
senhor da caça. Segundo a lenda, Selu, antes de morrer, ensinou seus
filhos a fertilizarem a terra com seu sangue para que o milho pudesse
crescer. Na Micronésia, os povos antigos comemoravam, neste dia, Lorop, a
criadora, deusa que alimentava seus filhos com peixes e frutas. No
Havaí e Nova Zelândia celebrava-se Haumea, a deusa da fertilidade, da
vegetação e do nascimento. Mãe de Pele, a deusa do fogo vulcânico, ela
ensinou às mulheres o parto normal.
"Você pede a renovação?
Então, adentre
ao meu caldeirão!"
Chamada de "Senhora de Branco
da Inspiração e da Morte", a caça de Cerridwen por Gwion Bach simboliza a
mudança das estações.
Seu caldeirão contém awen, o
que significa o espírito divino, ou a inspiração poética ou profética. Sua
ligação como a Mãe da Poesia é vista no renascer de filho Taliesin, e na palavra galesa que faz
parte de seu nome, cerdd, o que significa também a poesia.
Cerridwen significa inspiração de
um canto inesperado.
Planos podem dar errado, projetos
podem mudar.
Não será demasiado rápido para
realizar um projeto para seu curso - em vez deixá-lo tomar sua forma como ele
será.
Variantes de grafia: Ceridwen,
Ceridwen, Kyrridwen
Eu tive filhos, um menino e uma
menina, e apesar de gêmeos, eles não poderiam ter sido mais diferentes.
A menina, esbelta como um lírio,
cresceu com a justiça musical.
O menino, porém, crescia diariamente mais sombrio e mais feio, tendo a voz
o semelhante ao rangido de um corvo.
Não me preocupei com minha filha
pois sua aparência a fez bem-amada.
Mas neste mundo onde a beleza é
valorizada, que lugar a feiúra teria seu valor? Pensei e conclui que se alguém
tem sabedoria, sua feiúra pode ser negligenciada.
Por um ano e um dia eu tenderia que
cozinhei uma poção de sabedoria para tornar o meu filho mais "aceitável".
Cortando as ervas corretas nos momentos certos, seguindo as constelações. Intrioduzindo
as raízes e sementes na lua crescente; a água límpida eu verti na noite
profunda.
Eu coletei e cortei cantado, e agitei
e cantei e me calei em alguns momentos, enquanto o menino Gwion (meu servo) alimentou o fogo e manteve-o brando.
Não, não era uma tarefa pequena.
Mas o que uma mãe não faz ao ver seu filho rejeitado pelo mundo?
Ainda assim, trabalhei
incansavelmente!!
O ano foi passando e juntei a
última das ervas ao caldeirão.
Então ouvi um grande estrondo e um
grito.
A poção tinha chegado a sua
conclusão, e as três gotas preciosas guardadas para o meu filho tinham caído em
Gwion, o garoto-servo.
A fúria negra tomou conta de mim e gritando
parti com o assassinato em minha mente.
Mas o menino, sábio devido à poção,
conhece a si mesmo, e com os dons mágicos transforma-se em uma lebre que pula
através do matagal. Em minha raiva eu me tornei um cão de caça cinza como
um fantasma, e rápido como o vento do inverno vou em sua perseguição.
O segui e logo os meus dentes mordem
sua pele.
De repente ele pula no rio e dentro
de suas águas transforma-se em um salmão tão rápido quanto o medo.
Eu por minha vez me transformei em uma
lontra, elegante, rápida e gananciosa.
Meu bigodes tocam sua cauda, e ele
explode a partir da água para a luz do sol como um pardal, rápido como o fogo.
Eu o sigo então como um falcão, com
minhas garras capturando-o, mas ele foge das minhas patas ao tornar-se grão. E
caindo em um celeiro, como uma semente de trigo, mistura-se entre milhares de outros
grãos.
Tolo!
Ele pensa que etá a salvo?
Todo o tempo agora é meu, embora eu
não vou precisar dele.
Tornando-se uma galinha preta, logo
encontrei-o e o engoli.
Passados um mês ou dois, eu sinto
uma agitação familiar em meu ventre.
Com raiva eu percebo
que Gwion não morreu, e agora cresce dentro de mim.
Eu poderia matar o bebê agora, para
aplacar a minha raiva.
Mas não, eu vou esperar até que a
criança nasça.
Quando o menino nasceu de mim,
encontrei-me estéril.
Minha vontade assassina havia sido
esvaziada com o sangue e o nascimento do belo bebê .
Naquela noite, coloquei a criança
em uma cesta e deixei o mar levá-lo.
Se ele morrer ou viver, já não
importa para mim.
20 de junho - Calendário Mágico
Dia de
Cerridween
Deusa da Lua Nova para os antigos celtas.
Cerridween é representada pelo caldeirão.
Hoje faça o arroz da felicidade em seu caldeirão, pedindo a deusa que lhe traga
muito amor e paz.
Seu símbolo é uma porca branca.
É uma deusa de Gales.
Ela domina a morte, a fertilidade, a inspiração, a magia, a ciência, a
regeneração, as ervas, a poesia e os encantamentos.
Existem outras denominações como Caridwen, Deusa da Lua, Grande mãe, Deusa dos
Grãos, Deusa da Natureza.
Particularmente é a deidade que consideraria completa.
Até por anteceder o dia 21 de junho, onde acontece aqui no hemisfério sul, o
sabbat de Yule (Solstício de Inverno); e ocorre o sabbat de Litha (solstício de
verão) no hemisfério norte.
A deusa celta Cerridwen, era a detentora do caldeirão sagrado dos mistérios da
vida, da morte e do renascimento.
Ela regia também a vegetação, o mundo subterrâneo e as dádivas da terra.
Seu consorte é o deus da vegetação Cernunnos.
Cerridwen era considerada a mãe de todos os bardos, que se autodenominavam
Cerddorion ou filhos de Cerridwen.
Dizia-se que beber de seu caldeirão mágico conferia inspiração e talento para
músicos e poetas. Desta forma também é chamada de Mãe dos grãos e da Inspiração
Ceridwen é um grande deusa da terra associada ao eterno ciclo de vida, morte e
renascimento.
Está relacionada também com os seguintes animais: lontra, falcão ou galinha
preta.
Ela foi mãe do grande bardo celtaTaliesin .
Sua ervas e poções dão início à transformação, assim como minúsculos grãos
tornam-se enormes campos de trigo, que, depois, transformam-se no pão do
sustento.
Hoje, faça um arroz especial em seu caldeirão, pedindo à deusa que lhe traga
muito amor e paz.
Use arroz, leite, canela, cravo e açúcar.
Outra magia que pode fazer é para saber quanto tempo levará até realizar um
desejo.
Coloque no caldeirão doze grãos de feijão branco e um preto.
De olhos fechados, pergunte quantas luas levarão até seu desejo ser realizado.
Quantos grãos brancos pegar antes do preto é o número de luas que terá que esperar.
RITUAL À CERIDWEN
Cerridwen está relacionada ao renascimento e a ligação com os outros mundos.
Seus rituais são realizados na Lua Minguante, que é seu símbolo.
Sua cor é o negro e por isso recebe o título de NIGREDO, Senhora da Noite.
Para realizar seu ritual e dar boas vindas à lua minguante você vai precisar de
:
1 Vela Branca
1 Vela Vermelha
1 Vela Preta
O Caldeirão com Água
A Taça com Água
O Athame
Folhas de Louro ou Eucalipto
Disponha as 3 velas em forma de triângulo sobre o altar de forma que a preta
fique a esquerda, a branca a direita e a vermelha no topo do triângulo.
Coloque o caldeirão no meio do triângulo formado pelas velas, coloque a taça
abaixo do triângulo de velas então chame por Ceridwen :
Oh antiga Deusa
que reside no Norte
Aquela que conhece o passado de todas as coisas,
Ouça o meu chamado e que minha invocação seja agradável aos seus olhos,
Oh Nigudo, senhora da sabedoria e compreensão.
Ceridwen Mãe Celeste,
que a Lua Minguante seja bem vinda
e que seus poderes de exterminar com todas as coisas negativas
se espalhe sobre o mundo,
transmutando os Karmas,
solucionando os problemas,
curando as doenças,
afastando as intrigas, a inveja, os obstáculos e
problemas que nos impedem de chegar a plena felicidade.
Oh Deusa da Inspiração e Criação,
venha em nosso auxílio!
Espalhe as folhas de louro ou eucalipto sobre o altar coloque o athame em cima
das mesmas dizendo:
Mãe do caldeirão
sagrado
que sua face minguante seja bem vinda a este mundo
para que tenhamos paz, saúde e bons presságios.
Que assim seja e que assim se faça para o bem de todos.
copiado do site: http://groups.msn.com/Osseteelementos/_whatsnew.msnw
"Eu lhe dou a vida, eu lhe dou a morte,
é tudo uma coisa só,
você anda pelo caminho em espiral
a caminho do eterno,que é a existencia
sempre se transformando,sempre crescendo,
sempre mudando.
Nada morre que não nasça outra vez,
nada existe sem ter morrido.
Quando vir até a mim eu lhe darei as boas-vindas,
então o acolherei no meu útero,
meu caldeirão de transformação,
aonde você será misturado e peineirado,
fundido e triturado,
reconstituído e depois reciclado.
Você sempre volta para mim,
você sempre vai embora renovado,
morte e renascimento não são nada mais
que pontos de transição ao longo do caminho eterno."
*fonte:
O oráculo da deusa.
Cerridwen me inspira grande fascinação e acredito que dentro do
panteão céltico esta seria a própria representação da sabedoria e
ancestralidade.
Esta divindade tão fascinante era protetora do caldeirão da sabedoria e
inspiração, muitos a denotam como uma deusa negra, porém acredito que como
todas as divindades célticas Cerridwen possui tanto aspectos positivos como
negativos, nos colocando de frente ao equilíbrio com o qual via este povo suas
divindades.
Os celtas no meu ponto de vista viam suas divindades como as próprias
manifestações da natureza sendo
que nossa Mãe-terra pode tanto nos dar nossos grãos quanto nos amaldiçoar com a
seca e a peste nas colheitas, assim eram vistas as divindades célticas e por
este fator eles tinha tanto contato com a natureza e sua religião era
totalmente ligada aos seus ciclos.
Mas voltando a Cerridwen, vamos agora viajar em sua lenda e ver o que ela nos
ensina e presenteia.
Cerridwen era esposa de Tegid - assim como nos apresentam as tradições de Gales
– um gigante de um olho só. Da união de Cerridwen e Tegid surgem duas crianças:
- Creirwy descrita como a bela mulher do mundo e adorada por todos pela sua
beleza e fascínio e - Affagdhu possuidor de grande feiúra, tal assim que ninguém
gostava de permanecer ao seu lado.
Temendo a tristeza e solidão de seu filho, Cerridwen decide fazer uma poção
contendo toda a sabedoria do mundo e presentear seu filho com ela, assim ele
poderia ser bem visto perante os outros e não mais seria isolado por sua feiúra
– vemos aqui duas coisas interessantes: uma seria seus filhos sendo as duas
representações dos pólos para o equilíbrio: um era feio e a outra era linda.
O segundo ponto é Cerridwen tentando reestabelecer o equilíbrio através da
magia!
Assim Cerridwen parte em busca das ervas para sua poção deixando dois criados:
Morda (um cego) que cuidaria das chamas do caldeirão atentando para que as
mesmas nunca se extinguissem e Gwion, um garoto, que deveria mexer a poção
durante um ano e um dia evitando que ela fervesse.
Próximo do grande dia e enquanto Cerridwen se põe a colher as ervas, a poção
ferve no caldeirão deixando respingar três gotas no dedo de Gwion que para
conter a dor coloca o dedo na boca ingerindo assim toda a sabedoria do mundo.
No mesmo momento, graças a esses novos dons proféticos, Gwion tem a visão de
Cerridwen, irada, tentando destruí-lo por vingança.
Assim Gwion foge temendo a ira de Cerridwen indo para sua terra natal.
Quando Cerridwen retorna com as ervas percebe o acontecido e parte ferozmente
atrás de Gwion correndo velozmente, o mesmo prevendo sua aproximação logo se
transforma em uma lebre fazendo uso de seus dons mágicos adquiridos pela poção.
Cerridwen então se transforma em um cão e corre atrás da lebre e quando está
prestes a apanha-lá a lebre salta em um riacho e se transforma em um veloz
peixe.
O cão por sua vez também salta nas águas transformando-se agora em uma lontra e
sai em disparada atrás do peixe, que abandona as águas do rio se transformando
em um pássaro.
Cerridwen faz o mesmo saltando do rio e se transformando em um falcão, que vai
se aproximando rapidamente atrás de sua presa.
Gwion fica em desespero e mergulha em uma pilha de grãos se transformando em um
deles e Cerridwen se transforma em uma galinha e ciscando os grãos encontra
Gwion e o ingere.
Ao ingeri-lo Cerridwen volta a forma humana agora vingada por seu filho.
Nove meses depois Cerridwen dá a luz a um lindo garoto.
Ainda com o coração frio, sabendo que o garoto era Gwion, Cerridwen decide
matar a criança.
Porém pela beleza irradiante do bebê, ela desiste, colocando a criança em um
saco de couro e a jogando nas águas do mar.
O bebê logo chega a uma costa e é encontrado por um pescador que ao desenrolar
o couro e contemplar o rosto da criança diz:
- Mas que rosto radiante tem esta criança!
O garoto sendo Gwion renascido e ainda detentor da sabedoria logo responde:
- Pois rosto radiante há de ser meu nome!
Ou seja Taliesin, em galês, .
No mito vemos por intermédio de Gwion que quem bebesse do liquido sagrado do
caldeirão de Cerridwen seria capaz de conhecer o verdadeiro significado de
todas as coisas.
Assim percebemos que para nossos ancestrais celtas os caldeirões tinham um
significado especial, mesmo porque caldeirões fazem parte de muitas das lendas
celtas entre elas as lendas de heróis como Cu Chulain e Arthur.
O próprio Dagda – Thuata de Dannann – das lendas Irlandesas possuía um
caldeirão que fazia parte de um conjunto de objetos mágicos conhecidos como
Tesouro dos Thuata de Dannann.
O caldeirão de Dagda era conhecido como o Inesgotável, provendo alimento
eternamente aos seus seguidores.
Dessa maneira o caldeirão é a própria representação da transformação e
ambundância da natureza.
Quando Cerridwen se frustra em dar toda a sabedoria a seu filho, extraímos
desta parte da lenda algo muito importante:
que não podemos controlar e ou desequilibrar nossa Mãe-Terra e seus
ciclos!!
Depois de ser engolido por Cerridwen, Gwion entra em sua verdadeira
transformação e passa pela regeneração dentro do útero de Cerridwen.
Ele renasce inspirado e com muitos talentos.
Vejo está parte da lenda nos mostrando que o espírito é imortal e que em todas
as nossas encarnações adquirimos certos conhecimentos dos quais nunca são
esquecidos e ficam guardados em nosso inconciente, no profundo de nossas
almas, essa a meu ver é a raiz da ancestralidade.
As metamorfoses de Gwion e Cerridwen na lenda nos colocam de frente com as
fortes tradições Xamânicas contidas entre os celtas.
Além do que, se analizarmos a fundo estas transformações, podemos ver o teor
iniciático da situação.
Cerridwen persegue Gwion na lenda por Terra, Céu e pelos Mares nos colocando de
frente com os três principais reinos vistos pelos celtas como sagrados além do
que a triplicidade é sempre encontrada em artefatos e símbolos célticos. Um
destes é o próprio triskle.
A poção de Cerridwen deveria ser mexida durante um ano e um dia, interessante
notar que este conceito de um ano e um dia corresponde ao ciclo completo das
estações do ano e na verdade um ano e um dia implica em um conhecimento que
transcede ao tempo linear, ou seja nossos ancestrais viam a vida como um eterno
ciclo sem fim.
De primavera a primavera, e vivenciar um ano e um dia corresponde a conhecer os
mecanismos que regem a sucessão de eventos da vida.
Lembrando que muitas tradições neo-pagãs também se atentam ao ciclo de um ano e
um dia para suas iniciações.
Gwion se transforma em
grão e Cerridwen o ingere e logo após nove meses recebe Gwion
novamente.
Nada mais interessante do que notar aqui além da questão de morte e
renascimento,
a grande roda e o grande ciclo, com Cerridwen sendo a grande iniciadora.
Gwion renasce sábio com toda a ancestralidade deixada pelo grande caldeirão de
Cerridwen, agora sua mãe.
Na lenda vemos as 3 faces da Grande Deusa:
torna-se Donzela quando é a caçadora perseguindo Gwion,
transforma-se na Anciã quando devora Gwion, por fim, num ciclo de nove
meses dá a luz a Gwion se tornando Mãe.
Realmente a meu ver Cerridwen pode ser vista como detentora das três faces da
deusa.
Cerridwen era também associada a porca branca, símbolo de fertilidade e
fartura, assim podemos também ver Cerridwen como a grande Deusa em todos os
seus aspectos, ao mostrar-se capaz de destruir e dar a luz ela detem os poderes
básicos da vida.
Assim finalizando sabendo que Cerridwen é a grande iniciadora, deusa da vida,
da morte e renascimento, é nossa própria terra, vida e deusa da lua.
Seu caldeirão é símbolo da sabedoria e inspiração.
É a padroeira dos bardos e contadores de histórias.
Cerridwen nos ensina que a vida é feita de ciclos, ciclos estes que são a
própria roda da vida, e que quando aprendermos a aceitá-los e vivenciá-los,
estaremos ingerindo o conhecimento e inspiração contidos em nossa sagrada
terra.
Postado por Brendan Owl
copiado do site:
landheart.blogspot.com
Ceridwen, Cerridwen, Naomi, Kyrridwen.
Deusa galesa, às vezes é vista
apenas como feiticeira. Como uma deusa, ela engloba três aspectos; (Solteira),
ou a mãe, mulher de idade (geralmente mais associado a velha.) Lua Minguante, o
caldeirão, símbolo além do princípio feminino e transformação; Um javali
branco, animal que representa prosperidade, ferocidade em batalha, fertilidade
e talvez também a imortalidade (Pense sobre isso para explicar a presença de
javalis, cunhadas em moedas)... é também o seu totem.
Símbolos representativos: chaleira,
utensílios de cozinha, de grãos de cereais. Ele é considerado a deusa protetora
do grão, deusa da fertilidade, protetor de bruxas e feiticeiras, deusa da
inspiração, criatividade, transformação, à iniciação em artes ocultas,
Premonição, mágicas, adivinhação, trabalho com metais, ciclos de vida e a
morte, reencarnação, renascimento, a lua...
Em que nos ajuda: quando você quer
uma transformação, ou quando você estiver trabalhando em qualquer um dos
aspectos que representa:
Premonição, mágicas, adivinhação...
Você tem muitas semelhanças: com
Hecate.
ElA também é visto como uma mãe de deusa e como uma deusa escura.