dia 20 de janeiro - Agenda Mágica


BABA YAGA

Caminho pela floresta e falo intimamente com os animais
Danço descalça na chuva, danço nua
Viajo por caminhos que eu mesma faço
e da maneira que me convém
Meus instintos e meu olfato são aguçados
Expresso livremente minha vitalidade
minha alegria pura e exuberante
para agradar a mim mesma
porque é natural
é o que tem de ser

Sou a selvagem e jubilosa energia vital
Venha e junte-se a mim

Baba-Yaga é uma velha, muito velha, que vive em uma cabana sobre pés-de-galinha.
 Ela se alimenta de ossos humanos moídos em seu pilão, mas há quem diga que também come criancinhas com seus dentes de ferro.
E voa dentro de um almofariz de prata, muito veloz.
Contam ainda que o rastro de cinzas que deixa pelo céu, rapidamente a danada vai apagando com sua vassoura.
Importante figura no imaginário do povo russo, Baba-Yaga está presente em muitos contos tradicionais, no caminho de Vassilissa, a bela, ou do destemido Príncipe Ivan, como nas bilinas (narrativas em verso) de grandes poetas românticos, entre eles, Gogol, Puchkin, Liermontov. Igualmente na música clássica daquele país, alguns compositores se dedicaram a fazer-lhe um “retrato sonoro”: temos três poemas orquestrais com Dargomíshky, Balakirev e Liadov; ela também aparece na suíte Quadros de uma Exposição, de Mussorgsky, e no Álbum para Crianças, de Tchaikovsky.
Talvez, a primeira antologia de literatura russa de tradição oral, que o público de língua portuguesa teve acesso, fora feita por Alfredo Apell, nos idos da década de 1920.
No Brasil, a bruxa aparece na história de encantamentos “A princesa-serpente”, na coletânea Contos populares russos organizada por J. Vale Moutinho (Nova Crítica, 1978 e Princípio, 1990), mas coube à escritora Tatiana Belinky o resgate mais bem divulgado como literatura para crianças: a velha Yaga e a magia das skáskas (narrativas maravilhosas) estão em Sete contos russos (Companhia das Letrinhas, 1995).
Mais recentemente, foram publicados, em três volumes, os Contos de fadas russos, organizados por Aleksandr Afanas'ev, a partir de 1855, com o título Narodnye russkii skazki, base destes trabalhos e outras formas adaptadas (Landy, 2002 e 2003).

Quase sempre, Baba-Yaga é a temível bruxa, a malvada, la maliarda.
Às vezes, ela parece ser apenas uma grande conselheira ou a guardiã de muitos segredos, moradora da escuridão numa densa floresta.
 Sob esta faceta, Baba-Yaga seria assim como a representação da Mãe-Natureza, igualando-se às antigas deusas, uma divindade com poderes sobre a vida e a morte porque rico em mistérios é seu perfil.
Contudo, nossa maneira apressada de encarar as realidades imaginárias acomodou-se sobre a lógica a dividir o mundo em partes e posições irreconciliáveis.
 Quando se pensa em bruxas, evocam-se as fadas e uma eterna rivalidade, ou seja, a luta entre o Bem e o Mal.
Ora, a designação “bruxa” dada às velhas sábias surgiu muito antes do cristianismo lançar sua caça à elas, e referia-se a uma casta de sacerdotisas de um sistema religioso antigo e diferente, com caracteres próprios ao paganismo: uma religião de culto à Terra.
 Durante a baixa Idade Média (até meados de 1400), as bruxas eram tidas em consideração pelos campônios, aldeões e demais homens das vilas.
A bruxaria era, para o Clero e a Coroa, uma simples superstição e, de modo algum, estava associada aos poderes do Mal.
Reconhecidamente, as velhas que prestavam serviços para toda a comunidade na condição de parteiras, curandeiras, conselheiras, eram bruxas.
Acreditava-se (uma tradição que ainda hoje se mantém) que essas mulheres tinham poder e influência sobre o corpo de outras pessoas e podiam curar doenças, bem como havia a crença de que sua magia e outras formas de projeção podiam favorecer a boa colheita. Com suas ervas milagreiras, a antecipação do futuro e outras simpatias, as bruxas eram respeitadas.
A Medicina era ainda uma ciência incipiente, atendendo prioritariamente às camadas mais altas da sociedade medieval, como a nobreza e o clero; mesmo assim, os resultados a que chegava eram menores e mais incertos que os milagres operados pelas velhas sábias do povo.
No entanto, com a crise que a igreja medieval enfrentou junto às classes populares, as bruxas acabariam por cair em desgraça.
 Política e religião uniram forças e passaram a difundir novas imagens e idéias a respeito do curandeirismo e outras superstições relacionadas às velhas.
 Tornaram-se agentes do Mal, foram demonizadas dentro dos tribunais, em oposição a um sistema que representava a visão do Bem.
Como portadoras de uma maldição divina, as bruxas se transformaram ideologicamente em consortes do próprio Diabo — ao mesmo tempo em que, na iconografia da época, o anjo soberbo ganhava novos contornos, assemelhando-se ao traçado animalesco e profano do antigo deus Pã.
 Fora criado igualmente o conceito de sabá, a grande festa orgíaca em que a devassidão, a gula e a beberagem tomavam a cena, gerando terror e histerismo entre o povo.
O velho conselho de uma bruxa não continha mais sabedoria, tornou-se um maledicente sussurro como um vento sequioso, frio e corruptor.
 E, entre os véus e alguma penumbra da fantasia, surgiram voláteis fadas, numinosas entidades, obrigando as mulheres-bruxas a esconderem-se em refúgios cada vez mais ermos.
 Os contos populares de magia são pródigos nas imagens do sítio abandonado, da alta torre, do castelo debaixo da montanha ou imerso no mar, como a casa perdida no meio da floresta em que ninguém ousa penetrar.

Vassilissa, a Formosa, andou e andou, e só ao entardecer do dia seguinte ela chegou à clareira onde ficava a cabana da Baba-Iagá.
A cerca em volta dessa isbá era toda feita de ossos humanos, encabeçados por crânios espetados neles, com olhos humanos nas órbitas.
E o trinco do portão era uma boca humana cheia de dentes aguçados.
E a casinha era construída sobre grandes pés de galinha. (Belinky 1996: 25-6)

Longe do convívio humano, Baba-Yaga tem o domínio pleno e solitário da floresta, suas árvores e as sombras, revelando-se como uma das manifestações do arquétipo feminino da Grande-Mãe, com quem, em última instância, todos buscam um consolo ou ajuda.

O encontro de Vassilissa com ela guarda certas semelhanças com uma versão primitiva pouco conhecida do conto de O Chapeuzinho Vermelho, que remete não apenas a um rito de passagem, mas à transmissão de poderes da mulher velha para a jovem (Kaplan, 1997). 

É necessário um período de convivência naquela cabana e abandonar os temores e a curiosidade infantis, para que uma nova aprendizagem se estabeleça.
É ilustrativo o diálogo com Vassilissa, a respeito dos três cavaleiros que a menina vira passar (o branco, o rubro e o preto), quando se dirigia à cabana sobre pés-de-galinha.
A velha responde que eles respectivamente são “meu dia, minha tarde, minha noite”.
Não poderia se expressar de outra maneira, não fosse a verdadeira senhora da passagem do tempo.
“Podemos chamá-la de Grande Deusa da Natureza”, afirma Marie-Louise von Franz, mas “obviamente, com todos esses esqueletos em volta de sua casa, ela é também a Deusa da Morte, que é um aspecto da natureza” (1985: 208).

Baba-Yaga compreende igualmente os dois mistérios extremos da Vida, o nascimento (criação) e a morte (destruição).
A Grande Mãe nem sempre é Boa Mãe.
Na escala grandiosa, o seu aspecto negativo, devorador e asfixiante, denomina-se a Mãe Terrível [...]
Nos mitos, aparece como a mãe devoradora que come os próprios filhos.
Conhecemo-la como a cruel Mãe Natureza, que procura repossuir toda a vida — toda a civilização — com a finalidade de colocar tudo de novo dentro do ventre primevo.
 Como terremoto, abre literalmente o ventre para sugar o homem e suas criações de volta a si mesma. (Nichols 1995: 105)
Além de suas qualidades dóceis e férteis, o arquétipo da Grande-Mãe simboliza a destruição necessária para uma nova ordem.

O sorriso malévolo de Baba-Yaga pode ser comparado com inúmeras representações de um tipo de mãe-fera, como é o caso da deusa Kali da tradição hindu.
Sedenta de sangue, Kali pode surgir inesperadamente diante de seu expectador com a língua vermelha estirada para fora — antevendo o prazer da devoração.

Do bosque saiu a malvada Baba-Iaga.
Viajava dentro de um almofariz e segurava na mão o pilão e a vassoura.
— Cheira-me aqui a carne humana! — suspeitou a terrível bruxa.
Vassilissa estava tão aterrorizada que se sentiu desmaiar.
Tudo em volta era sinistro e Baba-Iaga tinha um ar ameaçador.
Mas resolveu encher-se de coragem.
 Já que ali estava, pelos menos ia tentar a sorte e pedir ajuda àquela horrível bruxa. Assim, aproximou-se da velha, inclinou-se e disse:
— Olá, avozinha!
As minhas irmãs mandaram-me vir ter contigo, para te pedir lume. (Beliayeva 1995: 81)

Quando nos depararmos com o temível, ou mesmo com o nariz e as rugas de Baba-Yaga, intimamente sabemos algo de sua força e sua ancestralidade mágica. 
Tratá-la com respeito é o primeiro passo para conquistar respeito em troca.

Quando Vassilissa encara a feiticeira com sinceridade, sem soberba ante o perigo, assegura as chances para uma cumplicidade e convivência pacífica com a velha.
 Não cair em sua ira devoradora significa ter acesso aos conhecimentos dessa potestade arquetípica.
Durante a estadia na isbá da bruxa, há de recuperar essa memória, os segredos de quem sabe ouvir a música das correntezas subterrâneas.
Ao mesmo tempo em que vai demonstrando sinais de afeição, a menina reconhece na outra o saber, ainda que inconsciente, na verdade é seu.
Afinal, que imagem o espelho de seus olhos refletirá?

Enquanto Baba-Yaga jantava, Wassilissa ficou ali perto, silenciosa.
 Baba-Yaga disse:
 “Por que é que você está me olhando sem dizer nada?
 Você é muda?”
A menina respondeu:
“Se pudesse, gostaria de lhe fazer algumas perguntas.”
“Pergunte”, disse Baba-Yaga, “mas lembre-se, nem todas as respostas são boas.
 Saber demais envelhece!” (von Franz 1985: 206)

http://dobrasdaleitura.com/contopop/index.html


A honestidade que a busca espiritual exige de nós é ilustrada nos contos russos de iniciação sobre Baba Yaga.
Baba Yaga é uma velha de aparência selvagem que mora no meio da floresta, está sempre mexendo o caldeirão e sabe de tudo.
Ela assusta, pois quem a procura é obrigado a entrar na escuridão, a fazer perguntas perigosas, a deixar o mundo da lógica e do conforto.

Quando, empenhado na busca, o primeiro jovem chegou tremendo à porta de sua cabana, Baba Yaga perguntou:
 “Você está aqui por conta própria ou foi mandado por alguém?”
 Como a família do jovem apoiava sua busca, ele respondeu:
 “Fui mandado pelo meu pai.”
No mesmo instante, Baba Yaga o jogou no caldeirão e o cozinhou.

A segunda pessoa a procurá-la, uma moça, viu o fogo crepitando e ouviu a risada de Baba Yaga.
 Novamente, Baba Yaga perguntou:
“Você veio por conta própria ou foi mandada por alguém?”
 Essa jovem tinha ido para o bosque sozinha em busca do que encontrasse.
“Vim por conta própria”, respondeu ela.
 Baba Yaga a atirou no caldeirão e a cozinhou também.

Mais tarde, um terceiro visitante, uma moça profundamente confusa diante do mundo, chegou à casa de Baba Yaga no meio da floresta.
Ela viu a fumaça e percebeu o perigo.
 Baba Yaga a encarou:
“Você veio aqui por conta própria ou foi mandada por outra pessoa?”
A jovem respondeu com sinceridade:
“Em parte vim por conta própria, mas em parte vim por causa de outras pessoas.
 Em parte vim porque você está aqui, por causa da floresta e por causa de alguma outra coisa que esqueci.
E em parte nem sei por que vim.”

 Baba Yaga ficou olhando para ela por um momento e disse:
“Você serve.” E a convidou para entrar na cabana.

http://www.terra.com.br/planetanaweb/357/materias/357_despertar_espirito.htm


As divindades da Lua Nova nunca nos procuram, nós é que devemos procurá-las.
Este ritual para Baba Yaga deve ser realizado na Lua Negra e é aconselhável ser repetido durante as três noites entre a Lua Negra e a Lua Nova.

Ingredientes necessários para a realização deste ritual:

- uma vela preta (ou outra cor bem escura)
- um pano preto para cobrir a sua cabeça
- música instrumental lenta e pesada, mas agradável
- roupas escuras
- incenso de benjoim



Acenda o incenso e leve-o por toda a sala em sentido anti-horário (o caminho da Lua Nova - o desfazer da matéria formada para que possa ser remodelada).
Coloque o incenso sobre o altar.

Acenda a vela preta e leve-a também ao redor da sala, também no sentido anti-horário.
Coloque-a novamente no altar.

Apague todas as luzes, deixando acesa apenas a luz da vela. Sente-se diante do altar e cubra a sua cabeça com o pano de modo que você quase não possa enxergar nada no recinto onde se encontra.

Inicie a música.
 Feche os olhos e permita que seus pensamentos vão além.
Relaxe seu corpo.
Permita que seus pensamentos mergulhem na sua escuridão interior.

Visualize-se de pé dentro de um túnel mal-iluminado cavado na rocha viva.
A trilha pela qual segue está gasta pelos pés dos que o antecederam.
As paredes são ásperas e lâmpadas as iluminam a intervalos regulares.
Você ouve vozes cantando à distância e move-se naquela direção.

Após muitas curvas e voltas do túnel, você se encontra à entrada de uma vasta caverna.
 O teto e as paredes distantes estão ocultas pelas sombras.
 No centro da caverna, um enorme caldeirão, com longas velas alinhadas numa trilha conduzindo a ele.
Atrás do caldeirão há um trono esculpido em rocha negra cintilante.
Sentada neste trono, uma figura silenciosa trajando uma túnica preta, o rosto oculto pelo capuz.
 Suas mãos pálidas seguram uma brilhante espada.
Um movimento de uma das mãos indica que você deve se aproximar.

Você caminha por entre as fileiras de velas até alcançar o caldeirão.
A figura diante de você se ergue e puxa o capuz, revelando o forte rosto.
Ondas de imenso poder emanam dessa deidade.
Os olhos são fundos poços de escuridão capazes de ver o seu verdadeiro eu.
Nada pode ser ocultado dessa deidade da Lua Nova.

Quando for questionado, e decerto o será, você poderá explicar o porquê de sua vinda a este recanto, perante esta poderosa deidade.
Explique exatamente o que deseja que seja alterado em sua vida,
o que lhe causa insatisfação ou tristeza no estado atual das coisas.
Mas não explique como deseja que as mudanças ocorram!
 Esteja preparado para aceitar quaisquer mudanças que a deidade da Lua Nova apresente.

Preste muita atenção a qualquer coisa que lhe seja dita.
Pode ser que lhe peça para entrar no caldeirão.
Esta é uma experiência espiritual fortíssima, portanto certifique-se de que está preparado para enfrentá-la.
A experiência do caldeirão varia de indivíduo para indivíduo e é extremamente pessoal.
Se decidir entrar no caldeirão, a deidade da Lua Nova provavelmente tocará seu coração com a espada, tomará sua mão para lhe ajudar a entrar no caldeirão e em seguida o ajudará a sair.

O que cada pessoa experimenta no caldeirão é completamente diferente.
Pode passar por uma iniciação, ter visões do futuro e/ou até mesmo ver seu corpo físico ser destruído até os ossos para em seguida ser reconstruído.
Pode reviver velhas experiências, numa exibição forçada para que veja os erros que cometeu e evite cometê-los novamente no futuro.
 Algumas experiências, como a perda de pessoas e animais queridos, podem ser extremamente emocionais, mas são necessárias.
Na maioria das vezes, a sensação de perda é seguida por contato com a pessoa ou animal amado, para mostrar que nada é totalmente destruído ou perdido.

Quando sair do caldeirão e estiver novamente em pé na caverna, diante da divindade da Lua Nova, pode ser apresentado a símbolos ou objetos que terão um significado especial para você.
Alguns desses símbolos podem parecer obscuros nessa ocasião, tanto no seu sentido quanto na sua imagem.
 Apenas aceite-os.
 A explicação virá mais tarde.

No final, a divindade da Lua Nova o saúda com as sua espada e você se sente espiralando pela escuridão, voltando à consciência física.
Você provavelmente estará respirando profundamente quando retornar a este mundo e é possível que você fique um pouco desorientado no início, pois as vibrações da Lua Negra são bastante diferentes das do nosso plano.

Abaixe o pano de seu rosto e olhe ao redor da sala.
Pode ser que sinta a presença (ou até memso veja) alguns seres de outros planos que estejam junto de você para lhe ajudarem a se orientar.
Eles querem prestar auxílio para que você reflita sobre o que aprendeu.
 Permaneça sentado por mais algum tempo e agradeça à divindade da Lua Negra por sua ajuda.

Preste atenção aos seus sonhos deste dia até a Lua Cheia, anotando todas as impressões e símbolos que aparecerem.
As divindades da Lua Negra operam com mudanças drásticas, pois para abrir espaço para o novo, deve-se destruir o velho.

Acima de tudo, você deve estar preparado para aceitar e seguir as mudanças que ocorrerão em sua vida.
As mudanças são semrpe difíceis, mas à medida que for realizando esse tipo de ritual você aprenderá a ter um senso de ordem mais fortalecido.

http://bruxaria.net/enciclopedia/r/rituais/ritual-para-baba-yaga.htm

 

dia 17 de janeiro - Agenda Mágica

Dia de honrar as macieiras. 
A Tradição celta diz que o coração da maçã guarda cinco sementes que formam um pentagrama perfeito.
A madeira da macieira pode serusada para fazer bastões,
e utilizá-lo para realizar feitiços de amor.
A maçã está associada com as deidades: 
Vênus, Hera, Atena, Afrodite, Diana, Idunna.

chaveirinho Blessed

verso chaveirinho Blessed

Prece xamânica

Grande espírito,
Abro meu coração.
Na voz do meu silencio, 
sinto meu espírito respirar.

Que eu possa ouvir e sentir minhas preces 
e que minhas palavras tenham vida.
Que eu possa sentindo quem eu sou, com sabedoria pedir sua atenção.
...Que cada prece agora seja sustentada pelo leste, 
que traz a clareza da visão, do ser guerreiro, de intentar com maestria meus objetivos.

Que eu possa mergulhar pelo oeste, feminino da minha alma, olhar de frente meus fantasmas e medos, reconhecendo e aceitando a natureza da minha sombra.

Que pelo sul eu desperte a criança mágica, que traz a coragem 
de quebrar o espelho do ego, e ver as falsas imagens das minhas defesas. 
De poder ser autentico e fiel com o meu coração, 
que me traz calma e alegria de eu ser eu.

Que se manifeste aqui a força do norte, 
trazendo sustentação para trilhar o caminho com gratidão, 
me fazendo andar conforme as minhas palavras. 
De poder sentir o fluir em todas as minhas relações, 
respeitando o viver no sagrado que flui dentro de mim.

Grande espírito,
Que meu coração possa navegar na verdade do caminho.
Reconheço aqui neste local, 
dentro deste templo interno que habita meu espírito, 
que sou seu filho.
 Que eu possa honrar esta dádiva.

Mãe terra, 
minha mãe, mantedora de tudo que é vivo e sagrado nessa casa, 
dê a todos a lucidez de ser e estar aqui. 
Sou seu filho.....Sou grato por ser.

Que eu seja como a semente que cresce e aceita a sua natureza.
Que cada respirar seja de gratidão e celebração de poder estar vivo 
e ser parte de tudo e sentir que tudo é parte deste meu ser.
Gratidão pelo alimento da vida e por todos os ciclos que passam por mim e através de mim.

Que eu possa honrar meus ancestrais 
libertando as dores dessa ancestralidade.

Grande espírito,
Tu que es meu Pai.
Grande Mãe terra, 
tu que es minha mãe

Agora eu chamo a força, para que no nascer de cada dia eu seja eu mesmo. 
Para que em cada pôr-do-sol eu renove essa gratidão que existe no meu coração.

Que diante de mim, eu nunca esqueça de quem eu sou.
Que eu possa aprender honrando cada lua, com todos os professores do dia-a dia.

Agradeço por todos que eu encontro no caminho.
Que eu possa ser grato por toda a troca e aprendizado que cada um me traz.
Que meus irmãos, terra, água, ar e fogo estejam sempre em harmonia dentro e fora de mim.
Que toda a energia da gratidão possa fluir agora, em abundância pelo mundo, transformando o legado que trago de pai e de mãe, dentro do meu sangue, em luz.

Para onde olhe que eu veja a presença do amor.
Que eu Reconheça a mim como parte de tudo.
Que eu me perceba como a unidade da Criação.
Que eu seja paz, harmonia, alegria, amor e aprendizado.
Frutífero seja cada gesto meu
Aqui e agora eu sinto
Aqui e agora eu entrego minhas preces.



Gratidão ao amigoVictor Awerianow     pelo texto, que foi postado em sua página do Facebook 

Eu mereço

 

TRATAMENTO DE MERECIMENTO

Recitar ou ler o texto diariamente por pelo menos 21 dias seguidos

Sou merecedor.
Mereço tudo o que é bom.
Mereço exatamente tudo, completamente e inteiro. 
Agora me aproximo apenas dos pensamentos de permissão e de positividade. 
Acolho todas as possibilidades, 
liberto-me em plenitude! 
Em minha mente, sou livre.

Agora me transporto para um novo espaço de consciência, onde estou disposto a me ver de maneira diferente.
Estou decidido a criar novos pensamentos sobre mim mesmo e minha vida.
Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.

Eu agora sei e afirmo que sou uno com o Poder de Prosperidade do Universo.
Assim, prospero de inúmeras maneiras.

Está diante de mim a totalidade das possibilidades.

Mereço vida, uma boa vida.
Mereço amor, uma abundância de amor.
Mereço boa saúde.
Mereço viver com conforto.
Mereço prosperar.
Mereço alegria e felicidade.
Mereço a liberdade de ser tudo o que posso ser.
Mereço mais do que isso. 
Mereço tudo o que é bom.

O Universo está mais do que disposto a manifestar minhas novas crenças.

Aceito essa vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedor.

Eu a aceito; sei que é verdadeira.

Sou grato a Deus por todas as bênçãos que recebo.

Copiado de

Dia 6 de janeiro - dia dos Reis Magos



Nas luzes da Estrela-Guia, sábios antigos se deixaram conduzir, para que ao longo do caminho, passando por campos e desertos, chegassem ao Mestre Jesus e aos seus pés colocassem suas oferendas mais ricas.
Através da simbologia desses presentes reais, descortinamos os dons que Deus-Pai nos dá diariamente:
Como o incenso, o ouro e a mirra entregues ao pequeno divino, nós também recebemos dos amigos de luz, os presentes fluídicos de Coragem, Sabedoria e Fé.
Nestes dias que inicia- se um novo ano terrestre, que esses atributos iluminem o caminho de cada ser encarnado.
Através da Coragem em seguir o caminho reto
Através do Discernimento, apoiado no Evangelho do Divino Mestre, e
Através da Fé raciocinada, ensinada pelos grandes avatares.
Cada um carrega em si a capacidade de evoluir, caminhando a passos largos no caminho do Bem e do Amor incondicional.
Na representação dos magos de Belém, que essas luzes vindas dos páramos celestiais possam iluminar cada um e fortalecer a caminhada bendita dentro dessa escola chamada Vida!
Que a luz azul de Melchior com a força do poder da Vontade de Deus-Pai, possa ser mais forte no caminho, trazendo pelas mãos desse mestre a Coragem, a Vontade, a Abertura dos Caminhos e o verdadeiro Impulso para seguir adiante até as portas da Prosperidade e da Felicidade.
Com a luz Dourada de Gaspar, sábio mago do Oriente, onde a cultura milenar ensina a realidade de respeitar os ciclos da Natureza, possa essa luz dourada, trazer o Ouro Filosofal, o ouro da matéria e do espírito, o ouro do esclarecimento, da intuição ouvida no dia a dia e desta maneira poder ter a certeza de estar sempre fazendo o melhor ao nosso alcance, pelo benefício que traz a cada um de nós e ao nosso próximo.
Com a luz rubi de Baltazar, advindo doa África, recebemos a irradiação para que a materialidade se concretize no provento das necessidades básicas e muito mais ainda, que a materialização aconteça pela fé e pelo merecimento de cada ser.
Através da concretização no plano físico de todos os seus sonhos de prosperidade.
Aliados no raio rubi, com a força da materialização, consagramos esse mago como o detentor da capacidade de realizar os nossos sonhos.
Meigos Magos Amados, que as vossas luzes recaiam sobre nós em suas 3 cores, como 3 chamas, infundindo-nos a Chama Trina que brilhará intensamente em nosso peito.
Que os raios Azul, Dourado e Rubi se faça, todos emoldurados pelo róseo do Amor Universal, pois sem Amor – a energia divina – nada se conseguirá!!


psicografia de 06/01/2007

dia 28 de Dezembro - Calendário Mágico - Celebração das Deusas Matriarcas


O arquétipo da Mãe Antiga (Matriarcas) foi reverenciado e cultuado ao longo de milênios nas sociedades matrifocais da Europa e sobreviveu, mesmo depois da cristianização, em lendas e costumes folclóricos da Alemanha, Suíça, Áustria, Escandinávia, Itália e países eslavos.
tradições ligadas a um grupo de deusas menores, pouco divulgadas.
Sua representação variava, mas elas tinham em comum as seguintes características: pele enrugada, cabelo desgrenhado, nariz pontudo ou de ferro, olhos azuis penetrantes. Suas atitudes podiam ser benévolas ou maldosas em função de suas atribuições, tais como recompensar o trabalho das mulheres, ativar a fertilidade da terra, dos homens e animais ou punir preguiça, gula, cobiça, injustiça ou maldade. Contava-se que elas apareciam sobrevoando os campos e as comunidades, cavalgando javalis, lobos ou outros animais, “dirigindo” um pilão ou uma peneira e conduzindo a “Caça Selvagem”, uma cavalgada noturna e fantasmagórica, composta de elfos, fadas e espíritos humanos (desdobramentos astrais de magos e bruxas), que recolhia as almas perdidas, perturbadas ou dos recém-falecidos.
                                                                   (Mirella Faur)



 Abaixo algumas delas: 

As Nornes são um clã de deuses da mitologia nórdica. A sua função é controlar a sorte, o azar e a providência. Elas também zelam pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos deuses, dos elfos/duendes, dos anões, dos dragões e de todos os seres míticos. Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago. O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:Urd, Verdandi e Skuld. Elas e representam o passado, o presente e o futuro, respectivamente. Urd é a guardiã do passado e é representada por uma criatura humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não fornecer as chaves dos segredos antigos. Verdandi era encarregada do presente. É representada na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade. Skuld é a guardiã do futuro. Ela é representada na forma de uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas à ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. As três têm poder sobre o destino.
retirado do blog em algum lugar em lugar algum
Deusa Atena
Deusa virginal da sabedoria, da inteligência, da paz e da guerra, protetora da vida política, das ciências e artes, e também da habilidade manual, identificada com a antiga divindade italiana Minerva, protetora de Roma, dos artesãos, poetas, professores e médicos. ensinou aos homens praticamente todas atividades, como caça, pesca, uso de arco-e-flecha, costurar e dançar.


Deusa Arianrhod

Essa deusa gaulesa é a figura primal de poder e autoridade feminina, considerada a deusa dos Ancestrais Celtas.
Vive em um reino estelar, Caer Arianrhod , na constelação Corona Borealis, onde fica seu palácio, com suas sacerdotisas e de lá decide o destino dos mortos, carregando-os para a Lua ou para a sua constelação. A Deusa portanto, doadora de vida e administradora da morte.
É ainda, uma Deusa de tudo que é eterno.
O espírito de Arianrhod é símbolo de profecia e sonhos. Ela controla a dimensão do tempo.
O viajante que a seguir deve estar com o coração e a mente aberta para seus ensinamentos.
 Copiado do blog o mundo de Angelina


Chalchiuhtlique - deusa asteca - matrona dos rios, córregos e casamentos
Befana, também chamada de Strega ou Vecchia, é personagem mítica com aspecto de velha, que leva presentes para as crianças bem-comportadas e carvão para as mal-comportadas.

A origem descende de uma tradição pré-cristã, de base na cultura popular. Montada em uma vassoura, La Befana leva um saco de brinquedos, chocolates e caramelos. Ela passa sobre as casas deixando os presentes no caminho cheio de calçados deixados pelas crianças. Os presentes são colocados nas meias penduradas nas lareiras ou nos sapatos deixados perto da porta.retirado do blog: parlando d italia
  
 




Morrigan como todas as deidades celtas está associada as forças da Natureza, ao poder sagrado da terra, o Grande Útero de onde toda a vida nasce e depois deve morrer para que a fecundidade e a criação da terra possam renovar-se. É também a Deusa da Morte, do Amor e da Guerra, que pode assumir a forma de um corvo.

copiado do blog A Alta Sacerdotisa 

As Parcas : Decidem o destino de cada homem.                                                         

21 de dezembro - Solstício de Verão - Bem Vindo Deus


Sou o brilhante Deus,
Senhor do Sol,
Mestre de tudo aquilo que é Selvagem e livre,
Pai das mulheres e homens,
Amante da Deusa Lua.
Sou o som que você desconhece, mas que te chama.
Sou quem, no sono profundo, reacende os mistérios noturnos.
Resido dentro de você.
Venha, adentre em meu mundo e conhecerá a ti mesmo.


Sou o radiante Rei dos Céus, inundando a Terra com calor encorajando a semente oculta da criação a germinar-se em manifestação.
Ergo minha brilhante lança para iluminar as vidas de todos os seres e diariamente despejar meu ouro sobre a Terra, expulsando as forças das trevas.
Sou o mestre dos animais selvagens e livres.
Corro junto ao ágil gamo e pairo como um falcão sagrado no céu cintilante.
Os antigos bosques e locais silvestres emanam meus poderes, e 
as aves voadoras cantam minha santidade.
Sou ainda a última colheita, oferecendo grãos e frutos entre a foice do tempo, para que todos sejam alimentados, 
pois sem a plantação não pode haver colheita;
Sem inverno, não haverá primavera.
Cultue-me como o Sol da criação de mil nomes, 
o espirito do gamo cornudo nos bosques, 
a infindável colheita. 

Observe no ciclo anual dos festivais o meu nascimento, minha morte e meu renascimento - 

e saiba que este é o destino de toda a criação.
Sou a centelha de vida, o radiante Sol, 
o que dá paz e descanso, 
e envio meus raios de bênçãos para aquecer os corações 
e fortalecer as mentes de todos.
 




texto retirado dos Livros:
Mistérios Wiccanos de Raven Grimassi e 
Wicca, A Religião da Deusa de Claudieney Prieto.

Que assim seja e assim é!!!
Feliz Litha para todos

Do-in na TV Biosegredo

Dia 10 as 17:00 hs estarei no programa Espiritualidade Urbana com Claudiney Prieto conversando sobre Do-in!!  www.biosegredotv.com.br

A Lenda das 13 Matriarcas

Este texto foi escrito pela "mujer sabia" e eco-feminista Mirella Faur, uma das precursoras do movimento de espiritualidade da Deusa no Brasil. Segundo esta lenda,  recontada por Mirella, entramos na 11 lunação, na "lua escura das folhas que caem", cujos ensinamentos são "D'Aquela que anda com firmeza" (matriarca da 11 lunação), período propício para focarmos em nosso intento com coragem e  de ter confiança nos desígnios divinos:
""Aquela que anda com firmeza" é a Mãe da inovação e da perseverança. Ela nos ensina o uso adequado da vontade e do poder para modificar as circunstancias da vida pela ação pessoal, sem depender dos outros para agir, afirmando nossa auto-estima e auto-suficiência.Esta lua, tem a dádiva de inspirar um mensageiro para os aspectos espirituais da vida. A adaptabilidade e a capacidade de viajar em silêncio em lugares de maiores medos.

Para aprender a focalizar as energias, a ser mais sensível a elas e a desenvolver habilidades de cura .
Esta Lua ensina sobre a força de transformar o seu mais íntimo ser, trazendo todas as lições que se tenha aprendido. Ensina sobre a extensão da própria energia, habilidade para criar mudanças, curiosidade, desejo de verdade, adaptabilidade, paciência, tenacidade, ambição , poder e a deixar nossa marca bem penetrante."



Leia sobre a lenda das matriarcas a seguir...

Tela "Grandmother Raven" - Helena Nelson-Reed

A Lenda das 13 Matriarcas

Texto de autoria de Mirella Faur
Extraído do livro " Anuário da Grande Mãe
 
(Postado no site Teia de Thea)

"Ao longo dos tempos, entre os Kiowa, Cherokee, Iroquois, Sêneca e em várias outras tribos nativas norte-americanas, as anciãs contavam e ensinava, nos "Conselhos de Mulheres" e nas "Tendas Lunares", as tradições herdadas de suas antepassadas. Dentre várias dessas lendas e histórias, sobressai a lenda das "Treze Mães das Tribos Originais", representando os princípios da energia feminina manifestados nos aspectos da Mãe Terra e da Vovó Lua.

Neste momento de profundas transformações humanas e planetárias, é importante que todas as mulheres conheçam este antigo legado para poderem se curar antes de tentarem curar e nutrir os outros. Dessa forma, as feridas da alma feminina não mais se manifestarão em atitudes hostis, separatistas, manipuladoras ou competitivas. Alcançando uma postura de equilíbrio, as mulheres poderão expressar as verdades milenares que representam, em vez de imitarem os modelos masculinos de agressão, competição, conquista ou domínio, mostrando, assim, ao mundo um exemplo de força equilibrada, se empenhando na construção de uma futura sociedade de parceria.

Como regentes das treze lunações, as Treze Matriarcas protegem a Mãe Terra e todos os seres vivos, seus atributos individuais sendo as dádivas trazidas por elas à Terra. O símbolo da Mãe Terra é a Tartaruga e seu casco, formado de treze segmentos, simboliza o calendário lunar.

Conta a lenda que, no início da no nosso planeta, havia abundância de alimentos e igualdade entre os sexos e as raças. Mas, aos poucos, a ganância pelo ouro levou à competição e à agressão, a violência resultante desviou a Terra de sua órbita, levando-a a cataclismos e mudanças climáticas. Em consequência, para que houvesse a purificação necessária do planeta, esse primeiro mundo foi destruído pelo fogo.


Assim, com o intuito de ajudar em um novo início e restabelecer o equilíbrio perdido, a Mãe Cósmica, manisfestada na Mãe Terra e na Vovó Lua, deu à humanidade um legado de amor, perdão e compaixão, resguardado no coração das mulheres. Para isso, treze partes do Todo representando as treze lunações de um ciclo solar e atributos de força, beleza, poder e mistério do Sagrado Feminino. Cada uma por si só e todas em conjunto, começaram a agir para devolver às mulheres a força do amor e o bálsamo do perdão e da compaixão que iriam redimir a humanidade. Essa promessa de perfeição e ascensão iria se manifestar em um novo mundo de paz e iluminação, quando os filhos da Terra teriam aprendido todas as lições e alcançado a sabedoria.

Cada Matriarca detinha no seu coração o conhecimento e a visão e no seu ventre a capacidade de gerar os sonhos. Na Terra, elas formaram um conselho chamado "A Casa da Tartaruga" e, quando voltaram para o interior da Terra, deixaram em seu lugar treze crânios de cristal, contendo toda a sabedoria por elas alcançada. Por meio dos laços de sangue dos ciclos lunares, as Matriarcas criaram uma Irmandade que une todas as mulheres e visa a cura da Terra, começando com a cura das pessoas. Cada uma das Matriarcas detém uma parte da verdade representada, simbolicamente, em uma das treze ancestrais, as mulheres atuais podem recuperar sua força interior, desenvolver seus dons, realizar seus sonhos, compartilhar sua sabedoria e trabalhar em conjunto para curar e beneficiar a humanidade e a Mãe Terra.
Somente curando a si mesmas é que as mulheres poderão curar os outros e educar melhor as futuras gerações, corrigindo, assim, os padrões familiares corrompidos. Apenas honrando seus corpos, suas mentes e suas necessidades emocionais, as mulheres terão condições de realizar seus sonhos.

Falando suas verdades e agindo com amor, as mulheres atuais poderão contribuir para recriar a paz e o respeito entre todos os seres, restabelecendo, assim, a harmonia e a igualdade originais, bem como o equilíbrio na Terra.
      Arte de  Sophie Jane Bridle
1.Primeira Lunação
 Plenilúnio em Câncer
    Lua da renovação da terra
    (Sol em Capricórnio)

"Aquela que fala com todos os seres", a guardiã do aprendizado da verdade, do tempo e das estações. Ela nos ensina nosso parentesco com todos os seres da criação e a necessidade de honrar a verdade de cada ser. respeitando os direitos de todas as formas de vida e abrindo o coração. Sua sabedoria esta na sintonia com os ritmos da vida e no uso dos quatro elementos para alcançar o equilíbrio. !

Esta Lua convida para um tempo de descanso e renovação. Ela não permite transparecer as emoções, mas sinaliza para interiorizar e descansar. Refletir as ações do passado, preparando-se para o futuro. Os nascidos nesta lua devem prevenirem-se para não ficarem bloqueados, perfeccionistas e para arrumar tempo para lazer. Ela pede para ser adaptável, flexível, prudente, correto na conduta.

Em Câncer, a Lua Cheia, senta-se no seu trono. Câncer é o signo da maternidade, e esta fase simboliza trazer ao mundo uma criança saudável. A energia é predominantemente feminina, fértil, uma Lua Cheia no auge. Favorece o crescimento dos frutos, vegetais, flores ou projetos. A Lua mais indicada para trabalhar as emoções. Nos convida para um tempo de descanso e renovação. Para refletir as ações do passado, preparando-se para o futuro. Esta é a posição para um potencial de grande poder, nos ensina a ser fluidos, mas corretos na conduta bem como tão claros, adaptáveis, prudentes e sábios.

Esta Lua Cheia afasta influencias antigas, nutre nossa criança interior, reavalia temas antigos, descarta o que não nos serve mais, harmoniza a vida familiar.

2.Segunda Lunação
Plenilúnio em Leão
(Sol em Aquário)

E a guardiã da sabedoria, a guardiã das tradições sagradas e da memória planetária. Ela nos ensina a encontrar a sabedoria, tornando-nos receptivos aos pontos de vista dos outros e aprendendo com as experiências alheias. Aceitando a verdade e o espaço sagrado de cada ser expandimos a noção da família planetária e reafirmamos nossos laços com todos nossos irmãos de criação.
 Esta lua tem a dádiva de fazer o coração ficar leve e ser brincalhão . Você pode realmente gostar de outras pessoas e de você mesmo. Ser humanitário. Também para a purificação..
Inspira a aperfeiçoar a comunicação, desenvolver o intelecto a transmitir mensagens de forma gentil e harmoniosa. Expande o poder intuitivo traz recordações de vidas passadas . Esta Lua ajuda a desenvolver habilidades psíquicas e para descobrir o aspecto corajoso e humanitário de nosso próprio ser.

3.Terceira Lunação
Plenilúnio em Virgem
Lua das Sementes
(Sol em Peixes)

E "Aquela que avalia a verdade", a guardiã da justiça que ensina os princípios da Lei Divina, a lei da ação e reação, o reconhecimento de nossa força e a aceitação de nossa fraqueza, mostrando-nos como avaliar as situações com imparcialidade, aceitando a verdade sem ferir ninguém.  Energia propícia ao plantio de novas sementes em nossa vida, flexibilidade, cura, percepção e aceitação.

Traz a dádiva natural de habilidades curativas e psíquicas. Para aprender sobre sensibilidade profunda e a descobrir o próprio poder natural, sobre os mistérios da vida e a necessidade de estabelecer um território seguro. Inspira a acessar poderes de fora do mundo ordinário, a expandir o dom natural para os mistérios da vida e do Universo.

Esta é também uma lua de mistério. Pede mudanças rápidas, e preparação para tempos de crescimento. Intensifica lado inquieto da natureza, aumenta a habilidade para lidar com energias próprias. Sua dádiva de pureza ajuda a ter pureza espiritual

4.Quarta Lunação
Plenilúnio em Libra
    Lua das Arvores que Crescem
    (Sol em Áries)

E "Aquela que vê longe", a guardiã dos sonhos. Ela nos ensina a usar a forca de nossos pensamentos e sentimentos para alcançar os resultados almejados. Ela também nos mostra o valor de nossos sonhos e nos guia para us armo s nossa habilidade no descobrimento e desenvolvimento de nosso potencial pessoal.

Esta lua tem a dádiva da liderança, da clareza de visão e adaptabilidade. Para aprender a temperar as energias de fogo, criar raízes e voar.

Esta Lua convida a encontrar meios de evolução pessoal para si e para os outro. Ensina sobre energia, intensidade, destemor. Ensina a canalizar energia, conter emoções e a ser pacientes com os outros. A temperar a energia que o fogo dá, para que o fogo interior possa trazer calor e luz para tudo o que e entrar em contato.
Energia propícia para renovação e crescimento

5.Quinta Lunação
Plenilúnio em Escorpião
Lua das Flores e do Retorno dos Sapos
    (Sol em Touro)


E "Aquela que ouve", a guardiã do silencio. Seu ensinamento é silenciar para ouvir as mensagens do nosso interior, da natureza, dos Mestres, do Criador Encontraremos, assim, a calma e a paz necessárias para avaliar, ordenar e transformar nossa vida
Esta lua tem a dádiva de poder tornar agradáveis os ambientes, de cada um se auto-sustentar e sustentar os outros: a estabilidade.

Esta lua o encorajao para irem além do plano material a buscar qualquer iluminação espiritual que puder encontrar.
Ensina sobre perseverança, paciência, estabilidade e praticidade. Inspira a colocar a própria casa em ordem, para que possa ter um lugar tranqüilo e de contentamento.

6.Sexta Lunação
Plenilúnio em Sagitário
Lua dos Cavalos
(Sol em Gêmeos)

E "A Contadora de Historias" que, por meio de seus contos, ensina o relacionamento correto com nossos irmãos de criação, como usar o humor para afastar os medos, como equilibrar o sagrado e o profano e preservar a tradição oral de nossos ancestrais. A Energia propícia recolhimento e equilíbrio dos instintos, direcionamentos das energias, centramento.
Esta lua traz a dádiva das habilidades de cura se aprender a desenvolve-la. Para adquirir habilidades em qualquer área que queira trabalhar, aprender sobre a própria beleza , dos outros e do meio ambiente.

Esta Lua ensina sobre as próprias habilidades, a serem mais sensitivo, mais veloz, e apreciar a beleza em todas as suas formas. Revela forças e as fraquezas que vem da energia vital.

7.Sétima Lunação
Plenilúnio em Capricórnio
    Lua da Luz Forte e da Benção
    (Sol em Câncer )

E "Aquela que ama todas as coisas", a guardiã do amor incondicional. Ela ensina o amor e a compaixão em todas as manifestações da vida. Amar o self sem restrições, quebrar os padrões impostos de dependências, ajudara nossa criança a interior a aceitar e dar amor, curando as feridas do passado.
Esta lua tem a dádiva da intuição e inspira a ser amante da família. Para aprender sobre a importância das relações e a necessidade de um lar forte.

Esta Lua educa sobre a lei dos relacionamentos e sobre a família. Ela ensina sobre as necessidades de dar e receber amor. De seguir as próprias percepções e intuições, para aprender sobre o próprio sentido de segurança e encontrar uma direção espiritual que ajude a canalizar as energias da vida que sempre fluem através de todos nós.

8.Oitava Lunação
Plenilúnio em Aquário
Lua dos Frutos Maduros
(Sol em Leão)

E "Aquela que cura", a guardiã das artes curativas e dos ritos de passagem. Ela mostra a humanidade que cada ato da vida e um passo no caminho da cura. Abrindo mão dos julgamentos e condicionamentos do passado, seremos capazes de curar o medo do futuro e lniciar um novo ciclo por meio de um rito de passagem.

Energia propícia fortalecimento do valor absoluto, interação, iniciar novo ciclo.
Esta lua tem a dádiva de saber demonstrar afeição e de encarar temores. Deve aprender que o coração é a fonte de sua força e desenvolver habilidades de liderança.

Esta Lua ensina como a trabalhar o centro do coração, como demonstrar afeição, como encarar os medos, e como desenvolver habilidades de liderança. Ajuda a desenvolver a coragem e o poder.



9.Nona Lunação
 Plenilúnio em Peixes
Lua da Colheita
(Sol em Virgem)
E "A Mulher do Sol Poente", a guardiã das gerações futuras. Ela nos ensina a encontrar a verdade pessoal, encarando o futuro sem medo e manifestando nossas visões na Terra. Somos responsáveis pelas próximas sete gerações e não devemos lhes deixar um legado negativo, doentio ou fragmentado.

Esta lua tem a dádiva de tomar decisões justas, da perseverança e da habilidade para analisar . Poderá aprender os conceitos do dever e do trabalho, e adquirir bom senso e confiança.

Esta Lua ensina sobre justiça, discriminação, habilidades de raciocínio e análise.
Ensina a equilibrar suas próprias energias espirituais e físicas, dá habilidades para penetrar em regiões secretas do coração e da alma, e despertar a curiosidade

Energia propícia fertilidade, prosperidade, preparação para o futuro.
 
10.Décima Lunação
Plenilúnio em Áries
Lua do Vôo
(Sol em Libra)

E "Aquela que tece a teia", a guardiã da força criativa que nos ensina a desenvolver nossas habilidades, destruindo as limita,coes, saindo da estagnação e materializando nossos sonhos. Nossa criatividade e determinada por nossa capacidade de sonhar e usar nossa imaginação
Esta lua, tem a dádiva do equilíbrio e da harmonia, e de como entender as mensagens de seu coração, através de sua introspecção e força. Para aprender realmente o que é equilíbrio, mesmo que necessite sentir desconforto para fazer isso.

Esta lua ensina sobre os paradoxos da própria vida, de uma maneira mais direta e intensa, pela própria experimentação. Ensina a mostrar a afeição fícsica e como se sentir confortável, tanto no Céu como na Terra, e a compreensão dos relacionamentos com grupos.

Energia propícia avaliação para o equilibrio e a harmonia, descoberta e a libertação.

11.Décima Primeira Lunação
Plenilúnio em Touro
Lua Escura das Folhas que Caem
(Sol em Escorpião)

E "Aquela que anda com firmeza", a Mãe da inovação e da perseverança. Ela nos ensina o uso adequado da vontade e do poder para modificar as circunstancias da vida pela ação pessoal, sem depender dos outros para agir, afirmando nossa auto-estima e auto-suficiência.Esta lua, tem a dádiva de inspirar um mensageiro para os aspectos espirituais da vida. A adaptabilidade e a capacidade de viajar em silêncio em lugares de maiores medos.

Para aprender a focalizar as energias, a ser mais sensível a elas e a desenvolver habilidades de cura .
Esta Lua ensina sobre a força de transformar o seu mais íntimo ser, trazendo todas as lições que se tenha aprendido. Ensina sobre a extensão da própria energia, habilidade para criar mudanças, curiosidade, desejo de verdade, adaptabilidade, paciência, tenacidade, ambição , poder e a deixar nossa marca bem penetrante.

12.Décima Segunda Lunação
Plenilúnio em Gêmeos
Lua dos Dias Sagrados
(Sol em Sagitário)

E "Aquela que agradece as dadivas", que nos ensina a agradecer por tudo que recebemos na vida, abrindo, assim, espaco para a futura abundancia. Não importam quais sejam as dificuldades ou desafios que enfrentamos, devemos agradecer por essas oportunidades que nos permitem desenvolver e revelar nossa força interior. Como a "Mãe da Abundancia", ela nos mostra o valor do dar para receber.
Esta Lua inspira a receber e a transmitir conhecimentos ancestrais, para meditar nos próprios dons, enxergar a vida com mais clareza. Permita que esta energia do Universo venha energizar os seus dons e assim poderá ter acesso, como um aparelho dos grandes poderes do Universo.

Esta Lua convida para um tempo de descanso e renovação. Ela não permite transparecer as emoções, mas sinaliza para interiorizar e descansar. Refletir as ações do passado, preparando-se para o futuro. Os nascidos nesta lua devem prevenirem-se para não ficarem bloqueados, perfeccionistas e para arrumar tempo para lazer. Ela pede para ser adaptável, flexível, prudente, correto na conduta.
Para trabalhar a concentração, pois pode gerar dispersão. Para trabalhar a comunicação consigo mesmo, o auto conhecimento, buscar o Eu Superior. Favorece a comunicação, o bom uso da palavra, energia para adatar-se às mais diversas situações. Saber também a hora certa de calar, de ouvir e de falar.

Para curar as más palavras que usamos contra nós mesmo, as limitações que nos impomos através da palavra. Trabalhar as afirmações positivas e curar suas programações negativas através delas. Para que façamos um balanço entre aquilo que falamos com aquilo que o nosso coração realmente sente. Sabermos honrar os compromissos feitos através da nossa palavra, da nossa comunicação.


13.Décima Terceira Lunação
A Lua Azul

O que é Lua Azul?
Chama-se Lua Azul a segunda lua cheia num mesmo mês do calendário gregoriano ou a Lua Cheia do décimo terceiro ciclo de lunação, fechando o ano solar.

 Lua Azul é regida pela Matriarca da 13 Lunação

Ela é “aquela que se torna a visão”, a guardiã de todos os ciclos de transformação, a mãe das mudanças. Esta Matriarca nos ensina a importância de seguir nosso caminho sem nos deixar desviar por ilusões que possam vir a interferir em nossas visões. Cada vez que nos transformamos, realizando nossas visões, uma nova pespectiva e compreensão se abre, permitindo-nos alcançar outro nível na eterna espiral da evolução do espírito. A última visão a ser alcançada é a decisão de simplesmente SER. Sendo tudo e sendo nada, eliminamos os rótulos e definições que limitam nossa plenitude.

“Com o surgimento do calendário Juliano, no início do cristianismo, o culto à Lua Azul passou a ser reprimido por ser considerado uma exacerbação da simbologia lunar, do poder feminino e do culto às Deusas, assuntos perseguidos e proibidos. Mesmo assim, permaneceu sua aura romântica e poética e a Lua Azul passou a ser associada à crença de que era propícia ao romance e ao encontro de parceiros. Surgiu o termo inglês blue moon, significando algo muito raro, impossível, dando origem a inúmeras músicas e poemas melancólicos ou esperançosos”. 
 
Copiado do Blog O êxtase da Deusa

Declaro-me vivo!



Saboreio cada momento.
Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam, e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me difamava.
¡Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
 Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.

 A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.
Sou guerreiro: a minha espada é o amor, o meu escudo é o humor, o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.

Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável, mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios, que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos, sem Amor corremos de novo o risco de estarmos caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante que apenas o Amor inspire as nossas ações.

Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.

A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar, apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilíbrio está garantido.

É possível que sejemos apenas água fluindo; o caminho terá que ser feito por nós.

Porém, não permitas que  o leito escravize o rio, ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade, que a sensação de felicidade lhes parece estranha.
 
As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.

Peço-lhes perdão, mas….

DECLARO-ME VIVO!


                             Chamalú.
                               Indio Quechua

Dia de Gwynn Ap Nudd - 08 de Novembro


Neste dia, pela tradição de Gales, celebrava-se o dia de Gwynn Ap Nudd, o lorde do país das Fadas que, nesse período, abre as portas do mundo mágico e permite que suas fadas realizem alguns desejos dos mortais que mereçam. Coloque 3 flores azuis em um vaso e um prato com mel na janela durante a noite. Escreva o seu desejo num papel azul e deixe sob o vaso e o pires.


Saiba como se conectar com o aspecto mágico de cada dia adquirindo sua
                                               Agenda Mágica Permanente !!!  




Magia da Deusa Tríplice

Ser como ter a Deusa Tríplice! São as fases da Deusa Mãe e Mulher.

A Deusa em mim habita em suas três diferentes formas.
  
Quando a Lua cresce no céu, 
sou Ártemis nos bosques.
Busco os caminhos virgens e neles mostro minha força em cada ramo.
Sou Ártemis quando busco os montes 
e anseio por novos rumos,
Quando repudio os limites e não existe o medo.
Sou Ártemis quando me lanço 
sem amparo do cume feito com todas as pedras que tentam,
inúteis, bloquear meus atos deliciosamente insanos.

Assim sou Ártemis.

Quando no céu a Lua e cheia 
sou Deméter de coração nos olhos.
Busco o amor imensurável 
e ofereço aquele que habita 
em meus infinitos braços.
Sou Deméter quando procuro meu filho 
em cada ser,
quando quero ser ave mãe 
e ninho em um só tempo.
Sou Deméer quando meu colo se torna morto 
e suplica dolorosamente,
pelo lançar de ancoras de todas as embarcações.

Assim sou Demeter.


Quando a Lua mingua, 
sou Hécate de toda a escuridão.
Busco a linguagem da alma 
e descubro ser eu mesma tudo aquilo que me ameaça.
Sou Hécate quando a solidão importa 
e quando fim torna-se causa e razão.
Sou Hécate quando penso na morte 
e encontro o que sou antes de tornar-me outra.

Assim sou Hécate.

E assim a Deusa habita em mim, através de suas três diferentes formas!!!!

copiado do site magia zen

02 de novembro -Ana Maria Braga mostra e fala da agenda!!!.AVI

Gratidão

Muuuuuito feliz...Hoje a Ana Maria Braga começou o programa coma aAgenda Mágica da Blessed nas mãos!!! Obrigada Ana por acreditar no meu trabalho!!!