10 de julho - Calendário Mágico

Dia de Holda

Deusa germânica conhecida como Senhora das Bruxas.
Senhora da noite, da Lua e da feitiçaria, é representada sempre acompanhada de seu séquito de bruxas e pássaros noturnos.
Ela costumava ser identificada como Ártemis e pode nos ajudar a obter coragem e força em nossas batalhas.
Tambem conhecida como, Holde, Holle, Hulda (benigna), Bertha, Bertcha (Dama Branca). Nome germanico para Hel. "Dama Branca", "Mãe de Terra Negra", Deusa do inverno e da bruxaria , aspecto de Anciã da Lua.
Holda é a fada Rainha que rege os ventos e as tempestades de neve.
Também é considerada padroeira das mulheres que trabalham com a fiação.
Na Alemanha aparece como uma fada doméstica que ajuda as famílias nas casas onde vive.
Entre a s tribos germânicas, dizia-se que ela cavalgava com Odin nas caçadas selvagens
para recolher as almas errantes e leva-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.
Tal Caçada Selvagem pode ter ligações com as Valquírias lideradas por Freya em seu aspecto obscuro.
Ainda no sec X, dizia-se que as mulheres cavalgavam ao seu comando em galopes selvagens pela noite.
O azevilho era sua planta sagrada.
Seus seguidores normalmente confeccionavam seus bastões de magia com esta madeira.
Trabalhava sobre as artes, destino, carma, magia negra e vingança.
Ela é associada a lagos e regatos.
Quando nevava, os antigos diziam que Holda estava virando sua cama de penas.
Ela tambem é um deusa maternal, do lar, do tear e principalmente do cultivo de linho.
Normamente ela trabalha em cojunto com seus animais especias: os lobos.
Se sentir que esta sofrendo algum tipo de ataque psíquico, sendo bombardeado por pennsamentos negativos ou em perigo físico chame por ela e por seus lobos, eles irão lhe ajudar.

A Rainha Holda se mostra como uma mulher muito bela vestida de branco, mas se for insultada, pode mostrar-se tão feroz quanto as hárpias.
Holda favorece a tranqüilidade no lar, a prosperidade, o êxito rápido e a sorte com os negócios.
Holda reina sobre os Silfos, espíritos do ar e, fala para que deixes que o vento bata em teu rosto e abrace teu corpo, para que sintas o quanto é maravilhoso estar vivo!

Neste dia pegue um anel de prata e enterre-o na base de uma vela verde.
Acenda a vela e invoque a presença de Holda.
Quando a vela acabar, retire o anel e use-o sempre.
È um anel mágico que traz a força e a coragem para combater seus inimigos e transpor seus obstáculos do dia-a-dia.

Ritual para obter seus favores:
Compre um sino de metal e ate-o com uma fita azul no alto da porta de entrada.
Toda vez que uma visita indesejada for a sua casa, basta soar três vezes o sino para invocar Holda.
Depois, deves limpar o sino com essência de frutas em sinal de agradecimento por sua proteção.

Pesquisa da internet; sites http://juboop.blogspot.com e www.rosanevolpatto.trd.br


08 de Julho - Calendário Mágico


Dia de São Nunca

Hoje é o dia para fazer um ritual pedindo aquele desejo que parece impossível...
Reza a tradição popular que as coisas quase impossíveis só acontecerão no dia de São Nunca.
Vale a pena tentar.

07 de julho - Calendário Mágico

Tanabata Matsuri - A Lenda que deu origem à comemoração

Uma lenda inglesa conta a origem do festival Tanabata:

Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (織姫) a "Princesa Tecelã".
Certo dia Tenkou (天工) o "Senhor Celestial", pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (牽牛) o "Pastor do Gado" (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram fulminantemente.
A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.
Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.
A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime.
Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.
Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano:
Vega (Orihime) e Altair (Kengyu).

A celebração

Os japoneses escrevem seus desejos em cartões de papel (Tanzaku) e os penduram entre as folhas de bambú, orando para as estrelas.
Eles acreditam que ao orar fervorosamente todos os pedidos serão atendidos.
No Dia do TANABATA MATSURI, os "tanzaku" (papeletas) são amarrados nos "sassa-dake" (ramos de bambu) e colocados junto aos enfeites típicos.
Nessas papeletas, as pessoas escrevem seus pedidos, seus sonhos, suas esperanças, que serão levados até às estrelas pelos pássaros, os ajudantes alados.
O festival tem origem chinesa, mas foi incorporado pelos japoneses à mais de 1.300 anos. Algumas cidades japonesas fazem grandes festivais que demoram dias...
Enfeitam as ruas da cidadee colocam grandes mastros de bambu cobertos de pedidos.
Mas mesmo lojas do comercio e escolas pre-primárias também fazem as suas comemorações.
É comum ver pequenos bambus cheios de pedidos dos alunos e professores, ou mesmo funcionarios do estabelecimento quando passamos pela cidade.
O legal é ver que ali estão pedidos de várias nacionalidades.
Escritos em japonês, português, castelhano, inglês...todos pedindo às estrelas do céu!!
Atualmente o Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão.
É realizado em diversas cidades, o mais tradicional é o de Miyagui, que se realiza em agosto, aproveitando as férias de verão das escolas japonesas.

No Brasil é conhecido como o Festival das Estrelas, assim o Tanabata Matsuri é realizado na cidade de São Paulo, na Praça da Liberdade, no mês de julho, desde 1979.
Esta é a principal comemoração anual do bairro, incluída no Calendário Turístico do Estado e do Município de São Paulo.
As ruas a praça são decoradas com grandes ramos de bambu ornamentados por enfeites de papel colorido que simbolizam as estrelas; tanzaku (短冊), pequenos pedaços de papel onde as pessoas colocam seus pedidos, são pendurados nesses bambus; são realizados também apresentações de tambores Taikô, danças folclóricas e shows de cantores.

O significado do sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar Tanzaku

Assim como a Cultura Maia os costumes de Okinawa consideram a existência de uma relação entre a Lua e o Sol e observam a diferença de um dia entre estes dois calendários, que no Japão corresponde ao Tanabata.
A Lua gira em torno da Terra:
A cada ano 13 vezes em ciclos de 28 dias, completando um ciclo anual de 364 dias (dividido por 7 = 52 semanas)
A Terra gira em torno do Sol num ciclo que se completa em aproximadamente 365 dias
A diferença entre estes ciclos do Sol (365 dias) e da Lua (364 dias) corresponde a 1 dia "(neutro)".
Assim, o ano teria 52 semanas mais 1 dia neutro, o Tanabata, dia 07 do sétimo mês do calendário lunar.

Datas oficiais pelo calendário lunar

A data original do Tanabata é baseada no calendário lunisolar japonês, que é um mês atrasado que o calendário gregoriano.
Com isso, alguns festivais são realizados no dia 7 de Julho e outros nos dias próximos ao dia 7 de Agosto, enquanto outros continuam comemorando no sétimo dia do sétimo mês lunar do tradicional calendário lunisolar japonês, que normalmente é em Agosto no calendário gregoriano.

copiado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tanabata

05 de julho - Calendário Mágico

DIA DE ANGUS MAC OG

Na mitologia celta, Angus é o deus da juventude e beleza.
Segundo a tradição, neste dia Angus repartia suas qualidades com os mortais merecedores.
Faça este ritual: molhe as mãos e o rosto numa bacia com leite, mel e pétalas de rosa, pedindo para ter espírito jovem e alma bela.
Sua aparência física será um reflexo de como você é por dentro.
Angus Mac Oc , cujo nome significa O Filho Mais Jovem, era filho de Dagda e Boann e fazia parte dos Tuatha de Dannan.
Também é conhecido por Aengus ou Oengus e era, para os Celtas da Irlanda antiga, um deus da juventude, do amor e da beleza.
Possuía uma harpa dourada que produzia uma música de irresistível doçura e dizia-se que os seus beijos se transformavam em pássaros que transportavam as mensagens de amor.
Uma das lendas conta que Angus se apaixonou por uma jovem que apenas viu em sonhos. Decidido a encontrá-la acaba por descobrir que ela era filha de Ethal Anbuais, um Sidh que morava em Connaught.
Angus acaba por encontrar a sua amada perto de um lago como sendo a mais alta de um grupo de 150 jovens.
Ethal conta a Angus que a sua filha é vítima de um encanto que faz com que ela se transforme em cisne a cada dois anos (durante um ano permanece mulher e durante o ano seguinte permanece cisne).
Assim, para poder desposá-la, Angus precisava transformar-se em cisne, durante a noite do próximo Samhain.
Assim foi, nessa data, Angus deslocou-se ao lago onde se encontrava a sua amada.
Ao mesmo tempo que sua futura esposa se transformava em Cisne, juntamente com as restantes jovens, também Angus se transfigurou num belo cisne.
Os dois, juntos, voaram então, ao redor do lago por três vezes, cantando uma melodia que fez o mundo adormecer por três dias e três noites.

04 de Julho - Calendário Mágico


DIA DE PAX - deusa da Paz

Dia dedicado à deusa Pax da tradição romana.
Pax é "aquela que habita sem habitar" e devemos rezar pela paz e serenidade.
Pax era a antiga deusa romana e o espírito de paz, representado na arte como uma jovem mulher que ostentam uma cornucópia ou corno da abundância, assim como um ramo de oliveira e uma penca de milho.
Ela mais tarde se tornou conhecido como Pax Romana.
Pax ( "paz") foi reconhecida como uma deusa durante o Estado de Augustus.
Seu templo estava no Fórum Pacis (Templum Pacis) construído pelo imperador Vespasiano.
Ela foi retratada na arte com uma cornucópia e um cetro.



01 de Julho _ Calendário Mágico

DIA DAS DRÍADES

Assim como os Homens Verdes Celtas protegiam a Vegetação e Pessoas, existia para a Civilização dos Celtas, também um Espírito Feminino, Protetor em especial das Árvores, as Dríades, mulheres belas que emprestavam seus poderes aos druidas.
De acordo com estas antigas lendas as Dríades, nasciam com uma Árvore e a ela estariam intrinsecamente ligadas até a sua Morte.
Estas Belas Mulheres-Árvores, também eram receptivas ao Ser Humano de Coração Puro e a ele poderiam oferecer Proteção e atender pedidos, que há ninguém nem à Natureza pudessem prejudicar.
Para aqueles, que ainda hoje acreditam nos Poderes Divinos da Mãe Natureza, um pedido Digno e Nobre a uma Dríade, jamais deixa de ser atendido.
speça-se com um longo e caloroso abraço na árvore.
Vista-se de verde.

Faça uma pequena festa para elas para conseguir seus favores.
Num lugar verde, onde exista ao menos uma árvore, faça uma festa com um bolo, um pão, vinho e música alegre.
Antes de comer, dance com as dríades alegremente, visualizando-as à sua volta.
Ofereça então os alimentos que trouxe e coma também; a parte das dríades, deixe ao pé da árvore.
Após um Dia, retorne ao local e recolha os resíduos dos Alimentos adequadamente.

Julho - Seja bem vindo!!!

Mês de Julho

Em 46 a.C., no "ano da confusão", o imperador Júlio César resolveu reorganizar o caótico calendário romano.
Em sua homenagem, Quintilis, o nome original deste mês foi modificado.
O calendário juliano permaneceu válido pelos próximos mil e seiscentos anos, sendo substituído em 1582, pelo gregoriano.
O nome deste mês continuou, como prova de admiração pelo trabalho reformador de Júlio César.
Outros nomes antigos atribuídos a este mês foram:
na Irlanda, Iuil;
nos países anglo-saxões, Aftera Litha ou "após Litha", a celebração do solstício e nas regiões nórdicas, Maedmonath ou Hevoimonath.
Os povos nativos nomearam este mês de Lua das Plantas, Lua de Sangue, Lua da Benção, Lua do Trovão, Lua dos Prados e Mês do Feno.
No calendário sagrado druidico, a letra Ogham correspondente é Coll e a arvore sagrada é a aveleira.
Na Roma antiga, este mês abrigava dois grandes festivais: Nonae Caprotinae, dedicado à deusa Juno e Neptunália, celebrando o deus Netuno e a deusa Salácia.
Comemorava-se, também, o amor de Vênus e Adonis.
Os Gregos celebravam neste mês, as Olimpíadas, as famosas competições de atletismo, drama e música.
Os ganhadores eram muito aclamados e valorizados, pois uma vitória nas Olimpíadas era uma grande conquista, tanto para o indivíduo quanto para sua cidade.
Este festival era dedicado a Zeus, e no seu decorrer, nenhuma disputa era interrompida.
Neste mês celebrava-se, também, Panathenaea, o festival dedicado a deusa Athena e as procissões para a deusa Deméter.
No Egito, celebrava-se o casamento sagrado de Ísis e Osíris com o Festival Opet marcando o início do ano novo.
Havia, também, comemorações menores em homenagem aos aniversários de Ísis, Nephtys, Maat, Osíris, Seth e Hórus.
Nos países nórdicos, havia vários festivais e celebrações, como os da deusa celta Cerridwen, da deusa solar Sunna, da senhora do mundo subterrâneo Holda, da deusa do mar Ran e das três senhoras do destino, as Nornes.
Celebrações budistas e shintoístas no Japão honravam os espíritos dos ancestrais durante o Bon, o Festival das Lanternas.
Os templos, as casas e os cemitérios eram limpos e enfeitados com flores e lanternas.
Oferendas eram colocadas nos túmulos festejando a volta dos espíritos dos mortos para perto de seus familiares durante três dias.
Também no Japão, comemoravam-se as deusas Amaterasu, Fuji e Chih Nu;
na Índia o festival Naga Panchami homenageava a deusa Manasa Devi.
No hemisfério sul, os incas abençoavam a terra para um novo plantio com a cerimônia Chahua-huarquiz.
Os índios norte-americanos festejavam a colheita e a despedida dos Kachinas, enquanto os maias celebravam vários deuses e deusas no começo do seu ano novo.

30 de junho -Calendário Mágico


Dia da Gente Antiga

Na Cornuália, os pequenos seres que habitavam os bosques eram conhecidos como "gente antiga".
Traga a alegria deles para sua vida oferecendo um prato com doces, balas e miniaturas de objetos.
Deixe tudo num jardim ou em um lugar verde perto de sua casa.

30 de Junho - Calendário Mágico

Oferendas e rituais de agradecimento para Zaramama, a Mãe dos Grãos no antigo Peru. Acreditava-se que ela encarnava na terra na forma de espiga de milho com alguma característica especial, como espigas germinadas ou cores estranhas.
As pessoas ofertavam-lhes espigas, pendurando-as nas árvores, algumas delas “vestidas” como se fossem mulheres, com saias e xales.
Depois das danças ritualísticas ao redor das árvores enfeitadas com oferendas, as espigas eram queimadas para assegurar uma boa colheita e as pessoas festejavam bebendo cerveja de milho.

Dia de Aestas, a deusa do milho e do verão celebrada em Roma durante o festival de Aestatis.

Na mitologia de vários países encontra-se a personificação do milho como mulher, mãe ou donzela.
Em outras culturas, a Deusa manifesta sua essência na última espiga escolhida, que era guardada para ser misturada às sementes para serem usadas no próximo ano.

Os povos nativos norte-americanos veneravam as Mães do Milho (Corn Mothers), enquanto os europeus faziam oferendas às Korn Mutter e às deusas Ziza e Zytniamatka.

Honre, você também, as deusas dos grãos fazendo, pessoalmente, um pão ou um bolo. Reúna seus familiares ao redor de uma mesa enfeitada com espigas de trigo e de milho e faça uma oração de agradecimento pelo seu sustento.

Agradeça a Mãe Terra, às deusas dos grãos e frutos, aos Devas e a todos os seres elementais.
Peça para que jamais lhe falte alimento e lembre-se de todas as crianças famintas no mundo, mentalizando soluções para seu sofrimento.
Reparta o pão / bolo com seus familiares e leve um pedaço a uma árvore, junto com uma espiga ou um punhado de milho e uma fruta.
Ofereça-os com gratidão às deusas dos grãos e assuma o compromisso de ajudar as crianças carentes ou abandonadas.

copiado de Teia de Thea


Este dia também é consagrado às deusas pagãs e indígenas americanas:
Ceres, Mulher Mutável, Chicomecoatl, Mães do Milho, Deméter, Gaia, Gê, Héstia, Iatiku, Oréia, Pachamama, Mulher Aranha e Tonatzin.
  








29 de junho - Calendário Mágico

Ano Novo Rúnico

Primeiro dia do Ano Novo Rúnico, que é simbolizado por feoh , runa da fortuna e prosperidade.
Pegue esta runa de seu jogo e enterre-a junto com o seu desejo escrito em um papel.
A runa deve estar de pé e com o símbolo para cima.
Deixe por 3 dias e então desenterre.

29 de junho - Calendário Mágico

Dia de São Pedro

Segundo a bíblia sagrada, antes de ser batizado, Pedro se chamava Simão e trabalhava como pescador.
Um dia Jesus pediu sua barca para falar a uma multidão de pessoas, na Galileia.
Após voltar, disse a Pedro que pescasse em mar mais profundo.
Como Pedro acreditava nas palavras de Jesus, tentou uma nova pesca, sendo abençoado com uma grande quantidade de peixes.
Após o batismo seu nome foi trocado, escolhido por Jesus, como Kepha, de origem aramaica, que significa pedra, rocha.
Traduzindo-o para o grego ou para o latim, temos petrus, o mesmo que Pedro.
Simão tinha o sonho de seguir os ensinamentos de Jesus, tornando-se um de seus apóstolos mais importantes.
Ao fazer a escolha, Jesus disse:
"És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".
Escolhido como o líder dos apóstolos, criou mais tarde a comunidade cristã de Roma, vindo a se tornar o primeiro papa da Igreja Católica.
Depois de sua morte, São Pedro, segundo a tradição católica, foi nomeado chaveiro do céu.
Assim, para entrar no paraíso, é necessário que o santo abra suas portas.
Também lhe é atribuída a responsabilidade de fazer chover, assim, quando chove muito, dizemos que está lavando o céu.
Quando começa a trovejar, e as crianças choram com medo, é costume acalmá-las, dizendo:
"É a barriga de São Pedro que está roncando" ou "ele está mudando os móveis de lugar".
Na igreja católica, no dia de São Pedro é feita uma comemoração com uma grande festa junina. Nesta acontecem várias queimas de fogos com danças e muitas comidas típicas.
São Pedro é considerado o mais sério dos três santos juninos.
Dizem que santo Antônio é o santo casamenteiro, mas é no dia de São Pedro que se escolhe o melhor pretendente.

É considerado o protetor das viúvas e dos pescadores, por isso no dia 29 de junho, acontecem grandes procissões marítimas em várias cidades do Brasil.
Em terra, os fogos e o pau-de-sebo são as principais atrações de sua festa.

No dia de São Pedro, todos os que receberam seu nome devem acender fogueiras na porta de suas casas.

Além disso, se alguém amarrar uma fita no braço de alguém chamado Pedro, ele tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele que o amarrou, em homenagem ao santo.

Simpatias para São Pedro Simpatia da chave debaixo do travesseiro

No dia de São Pedro, coloque uma chave nova debaixo do seu travesseiro.
Embrulhe-a em um papel branco com três pedidos e descreva como você desejaria que fosse sua nova casa.
Deite-se e mentalizando que São Pedro e seus anjos estarão durante a noite procurando a casa dos seus sonhos.

Simpatia da proteção da casa

No dia de São Pedro, coloque dentro de um copo com água a chave da porta de entrada da sua casa e diga:
"São Pedro, proteja minha casa, assim como protege de intrusos o céu;
afaste todo e qualquer mal da minha casa
e com a ajuda do anjo guardião,
não deixe entrar nenhum ladrão".



28 de Junho - Calendário Mágico

Dia de Hemera

Na mitologia grega, Hemera – filha de Nix (a noite) com Erebo (deus da escuridão) – era personificação do dia (a deusa é interligada ao fato mitológico de poder ter sido a primeira deusa a representar o Sol).
Teve um romance com seu irmão Éter e com ele teve uma filha, Tálassa.
Unida a este, também gerou seres não antropomorfizados:
Tristeza, Cólera, Mentira, etc.
A lista de Higino lhe atribue como filhos:
Oceanus, Témis, Briareu, Giges, Estérope, Atlas, Hipérios, Saturno (Pierre Grimal coloca a versão latina ao invés de Cronos), Moneta, Dione e as três Fúrias.
Hemera personificava a luz do dia e o ciclo da manhã.
Nasceu junto de Ether e das Hespérides.
Era personificação do dia como divindade feminina.
Algumas tradições colocam Éter e Hemera como pais de Urano e de Gaia — logo como a semente de quase todos os deuses gregos.
Mais tarde, passou a compor o séquito de Hélios ao lado das Hespérides.
Era também guardiã das fronteiras, entre o mundo onde chegava a luz e o mundo das sombras.
Segundo Hesíodo, Hemera habita junto com sua mãe além do Oceano, no extremo do Ocidente.
Lá, um grande muro separa as portas do Inferno do Mundo visível.
Atrás do muro há o grande palácio onde ambas residem, mas nunca as duas estão juntas.
Quando Hemera sai, sua mãe espera até a hora de lançar a noite sobre o mundo.
Quando Hemera retorna cruza por sobre o muro e cumprimenta sua mãe que saia para correr pelo Mundo.
Como diz Hesíodo: "Nunca o palácio fecha ambas".
Segunda outras tradições, Hemera junto de Éter concebeu Urano e Gaia.
Segundo a mitologia, momentos antes de Hemera conceber Urano e Gaia, ouviam-se grandes estrondos por todo Universo, como se o céu estivesse sendo influenciado pela deusa (é citado que isso se deve ao fato de Hemera ter uma forte ligação com Éter).

Texto copiado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemera

26 de junho - Calendário Mágico


Dia do Imperador Juliano

Considerado o padroeiro dos neopagãos e seguidores da Deusa, Juliano pode hoje ser lembrado em um ritual:
Acenda uma vela por todos os que sofreram e sofrem por causa da intolerância religiosa e peça a Juliano que a inspire a cumprir com coragem e sabedoria a sua missão de amor.

No dia 26 de Junho de 363 d.c., morreu, em combate contra os Persas, o imperador Juliano, cognominado, pelos cristãos, de «Apóstata» e, pelos pagãos, de «Grande».

Juliano foi um imperador romano, nascido em Alexandria (norte do Egipto) mas de ascendência ilírica (da Ilíria, povo indo-europeu ou ariano que será, eventualmente, antepassado dos modernos Albaneses).
Foi educado na cultura clássica greco-romana, por um lado, e no Cristianismo, por outro.
Cedo mostrou preferência pela primeira, recusando cada vez mais, à medida que crescia, os ensinamentos da religião invasora, isto é, a de Jesus, ao qual ele chamava «Galileu».
Leu os grandes filósofos pagãos, entre os quais Platão, e os neoplatônicos também, tais como Celso, Jâmblico, Porfírio.
Devido ao fato de que o Cristianismo tinha sido imposto e o Paganismo era já então perseguido, Juliano teve de esconder a sua veneração pelos Deuses antigos, até chegar a ser de fato imperador, em 361.
A partir daí, e tendo o apoio do seu exército - além de filósofo, era grande militar e cobriu-se de glória na campanhas bélicas que dirigiu - Juliano iniciou a restauração da religião pagã, renovando templos pagãos em ruínas que tinham sido saqueados por cristãos, realizando cerimônias religiosas por toda a parte, o que muito desagradou aos cristãos.
Diz-se que a morte de Juliano em combate não foi causada por um dardo do inimigo (persa), mas sim por um dardo que, no meio da refrega, lhe teria sido arremessado por um dos seus próprios soldados cristãos.
Um dos principais argumentos de Juliano contra o Cristianismo, baseava-se, em traços gerais, no seguinte: porque é que os Greco-Romanos devem aceitar com exclusividade o Deus dos Judeus e um dos seus profetas - Jesus - que diz ser de todos os homens?
Porquê abandonar os Deuses que foram realmente honrados pelos antepassados da Grécia e de Roma e honrar apenas uma Divindade do deserto semita?
Depois de ferido pelo dardo, falou, enquanto morria, com os seus homens, discursando sobre a morte e sobre o medo, afirmando, como Sócrates, que não havia motivo para temer o óbito.
A respeito desta última cena da sua vida, disseram os cristãos que as suas últimas palavras teriam sido «Venceste, Galileu!», mas nunca foi historicamente provado que o imperador pagão tenha mesmo dito isso.
Sem prejuízo do culto que prestava à generalidade dos Deuses, Juliano tinha especial veneração pelo Sol Invictus (Sol Invencível), por Zeus (Deus do Céu, do Raio e da Justiça, arquetipicamente indo-europeu ou ariano), por Apolo, por Mitra (antigo Deus ariano da luz e dos contratos) e pela Mãe dos Deuses.
Dizia ele «Fazer por zelo tudo o que está ao seu alcance, é, na verdade, uma prova de piedade», sendo a piedade aqui entendida, não no sentido cristão, que é «compaixão», mas sim no sentido original do termo, isto é, pagão-romano: Pietas é o dever religioso para com os Deuses e para com a Pátria.

Texto copiado do site: http://s2.excoboard.com/exco/thread.php?forumid=64668&threadid=462916

«No fim desta cerimônia, Juliano promulgou o seu primeiro Édito da Tolerância, pelo qual todas as religiões estariam no mesmo pé de igualdade. (...) ao mesmo tempo, para marcar a sua largueza de espírito, Juliano convocou ao palácio todos os bispos cristãos – arianos ou católicos – para lhes pedir que pusessem um termo às suas perpétuas dissenções e praticassem entre si esse espírito de tolerância que reclamavam aos outros e que, pela sua parte, desejava ver chegar a todos. (...)
A repercussão desse Édito foi inimaginável(...).
Letrados, teurgos e filósofos pensaram que a Primavera tinha realmente chegado, que se veria renascer na sua integridade “a grande ordem dos séculos” anunciada por Virgílio, e que Juliano era realmente o Mensageiro do Sol. (...)
A sua reputação expandia-se ao longe (...) todos os amigos das Musas e dos outros deuses acorriam para ele pelas estradas da terra e do mar, desejosos de o verem, de lhe falarem e de o ouvirem.
Uma vez junto dele, tinham dificuldade em partir, pois Juliano encantava-os como uma sereia, não só pela sedução dos seus discursos, mas também pelo dom natural que tinha em inspirar afeto.
Sabendo amar muito, ensinava os outros a amar da mesma maneira (...).»

Benoist-Méchin

Página da Ésquilo: http://www.esquilo.com

25 de junho - Calendário Mágico

Dia das Almas gêmeas

Todo desejo de amor feito hoje tem poder ser concretizado se o amor for verdadeiro.
Num papel virgem, escreva tudo o que espera do amor de seus sonhos.
Depois o queime nas chamas de uma vela amarela e jogue as cinzas em água corrente.

24 de Junho - Dia de São João

Dia de São João Batista

Oração para conseguir encontrar um companheiro:

Nesta noite mística, meu São João,
em que elevo o meu pensamento ao Alto,
peço-te, meu pastor de ovelhas,
a tua proteção, a tua ajuda, a tua intercepção
para que eu possa demonstrar a minha fé em ti.

Peço-te, Santo,
que esta devota tenha o teu amparo quando pisar as brasas ardentes;
que o fogo não me queime,
assim como a iniquidade que havia ao tempo em que viveste
não queimou as virtudes que possuías;
assim como a ovelha indefesa encontra guarida nos teus braços,
quero também encontrar amparo na tua bondade;
assim como a ovelha tímida e humilde tem a tua protecção,
quero também que sejas o meu pastor.

Meu São João,
permite que nesta noite de mistério e poesia
eu saiba destinguir ou escolher aquele que será meu companheiro.

Assim como arde a fogueira em teu louvor,
que também a chama da paixão e do amor queime no coração do eleito,
de quem eu gostaria e pretendo faze-lo feliz sobre a tua protecção.

Noite fria; fria também é a minha Vida;
porém, quando invoco o teu bendito nome, a minha fé é quente
e percebo que a minha esperança também se aquece,
porque sei que nunca desamparaste uma ovelha tua

meu São João,
quando fito a fogueira em teu louvor,
a minha súplica é que os males que me afligem
se tornem cinzas como a sua lenha;

Que esta prece suba ao céu como a sua fumaça;
que o sofrimento que me fustiga se queime nas suas labaredas;
que ao apagar-se também se extinga o ódio, o ciúme, a inveja, a perseguição,
enfim a maldade dos meus adversários
e que no próximo ano,
eu acenda outra fogueira em agradecimento a ti,
pela graça que alcançarei ainda neste dia.

Para dar uma força na procura de um grande amor....

copiado do blog: : grimoiredomago.blogspot.com

24 de Junho - Calendário Mágico

Dia das Lanternas

No antigo Egito, as sacerdotisas de Ísis desciam ao templo carregando lanternas, simbolizando o momento em que a deusa chamou a lua para restaurar a vida de seu amado Osíris.
Use este ritual para reacender a chama de um velho amor.
Com uma vela na mão, chame a Lua e peça o mesmo brilho renovador pelo qual Ísis um dia esperou.

21 de junho - Tarde de Cirandda no Parque clic aqui e vá para o site da Cirandda da Lua









Domingo, dia 21 participei da Cirandda no Parque.
Foram momentos lindos ....
Obrigada Soraia por esse presente mensal...
Sempre que puder, irei participar, faz muito bem para a Alma
Veja uma ciranda:



Preparativos para a Festa de São João



A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, o homem que nasceu em 24 de junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que "devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz", sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.
Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos.
Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.
Na época da Festa de São João, no nosso hemisfério, vivemos o inverno e o frio que favorece o recolhimento, a meditação, a necessidade de ficar quieto e em silêncio e se respeitarmos os momentos de recolhimento natural das crianças, tomando o cuidado para que o ambiente da casa esteja aconchegante, então estaremos permitindo que a criança viva intensamente esta festa.
Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.

Festa juninas ou santos populares são uma celebração brasileira e portuguesa, de origem européia.
Historicamente, está relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João".
Ela festeja no Brasil importantes santos católicos: Santo Antônio (13 de junho) São João (24 de junho) São Pedro (29 de junho) São Paulo (29 de junho) e São Marçal (30 de Junho) .
Recebeu o nome de junina no Brasil (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque veio de países europeus cristianizados.
A festa foi trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Portugal, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu).
As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste.
Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras.
Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamento para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa.
Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras. Atualmente, os festejos ocorridos em cidades do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Aracaju em Sergipe; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará.
Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.
copiado do site: sapytaexclusiva.blogs.sapo.pt/

Costumes da Festa de São João

A fogueira

Vários costumes juninos representam atos em homenagem a São João.
A fogueira, por exemplo, lembra o anúncio do nascimento de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Virgem Maria.
Como era noite e Isabel morava em uma colina, esta foi a forma encontrada para o aviso.
Por este motivo, nas noites de junho são montadas fogueiras como forma de celebração.
Para a Igreja Católica, o acontecimento significa algo mais, o de preparar a vinda de Jesus.
No sertão, o batismo de João também é lembrado com banhos à meia-noite no rio mais próximo.

Quadrilha

De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia.
Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então.
Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.
O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva.
A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.
A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró.
Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.

Forró
Existem duas atribuições para a origem do nome forró.
Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração.
A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró.
A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica.
O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias.

Baião

Acredita-se que a palavra baião tenha surgido de bailão, fazendo alusão a "baile grande".
Esta dança popular do século XIX permite a improvisação, sendo mais rápido do que o xote que a torna mais viva.
A habilidade nos pés é maior, exigindo movimentos mais velozes do corpo.
Os passos são acompanhados por palmas, estalos de dedos e "umbigadas".
A marcação da dança segue a musicalidade dos cocos e da sanfona.

Fonte: © Hotsite São João Pernambuco.com

Comidas Típicas

Como a festa coincide com a colheita do milho, boa parte das guloseimas é feita a partir do grão, como pamonha, canjica, curau, pipoca e bolo.
Com o tempo, cresceu a participação das culturas negra e indígena, aumentando a variedade do cardápio com pinhão, pé-de-moleque, cocada, batata- doce, vinho quente e quentão.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR77767-6006,00.html


Músicas Juninas

Olha Pro Céu Meu Amor
Autores:José Fernandes e Luiz Gonzaga

Olha pro céu meu amor / Vê como ele está lindo /
Olha prá quele balão multicor / Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta / que tu me deste o teu coração/
O céu estava em festa / porque era noite de São João /
Havia balões no ar / xote, baião no salão /
E no terreiro o teu olhar / que incendiou meu coração.

Sonho de Papel
Autor: Alberto Ribeiro

O balão vai subindo/ Vem caindo a garoa/ O céu é tão lindo/ E a noite é tão boa/ São João, São João/ Acende a fogueira/ No meu coração.
Sonho de papel/ A girar na escuridão/ Soltei em seu louvor/ No sonho multicor/ Oh! Meu São João.
Meu balão azul/ Foi subindo devagar/ O vento que soprou/ Meu sonho carregou/ Nem vai mais voltar.

Capelinha de Melão
domínio público

Capelinha de melão / É de São João /
É de cravo, é de rosa / É de manjericão.
São João está dormindo / Não me ouve não /
Acordai, acordai / Acordai, João.

Pula a fogueira
Autores: Getúlio Marinho e João B. Filho

Pula a fogueira, Iaiá
Pula a fogueira, Ioiô
Cuidado para não se queimar
Olha que a fogueira
Já queimou o meu amor
Nesta noite de festança
Todos caem na dança
Alegrando o coração
Foguetes, cantos e troca
Na cidade e na roça
Em louvor a São João
Nesta noite de folgueto
Todos brincam sem medo
A soltar seu pistolão
Morena flor do sertão
Quero saber se tu és
Dona do meu coração


Isto é Lá Com Santo Antônio
Autor: Lamartine Babo
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isto é lá com Santo Antônio!
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
São João ficou zangado
São João só dá cartão
Com direito a batizado
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Disse o velho num sorriso:
Minha gente, eu sou chaveiro!
Nunca fui casamenteiro!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio

Noites de junho
(de João de Barro e Alberto Ribeiro)

Noite fria, tão fria de junho
Os balões para o céu vão subindo
Entre as nuvens aos poucos sumindo
Envoltos num tênue véu
Os balões devem ser com certeza
As estrelas aqui desse mundo
As estrelas do espaço profundo
São os balões lá do céu
Balão do meu sonho dourado
Subiste enfeitado, cheinho de luz
Depois as crianças tascaram
Rasgaram teu bojo de listas azuis
E tu que invejando as estrelas
Sonhavas ao vê-las ser astro no céu
Hoje, balão apagado, acabas rasgado
Em trapos ao léu.

Chegou a hora da fogueira
(Lamartine Babo)

Chegou a hora da fogueira
É noite de São João
O céu fica todo iluminado
Fica o céu todo estrelado
Pintadinho de balão
Pensando no caboclo a noite inteira
Também fica uma fogueira
Dentro do meu coração
Quando eu era pequenino
De pé no chão
Eu cortava papel fino
Pra fazer balão
E o balão ia subindo
Para o azul da imensidão
Hoje em dia o meu destino
Não vive em paz
O balão de papel fino
Já não sobe mais
O balão da ilusão
Levou pedra e foi ao chão
Fonte das imagens e das músicas: google.com

21 de Junho - Calendário Mágico

Yule - O Nascimento da Criança da Promessa

A palavra Yule (pronuncia-se "iúle") provavelmente vem da palavra escandinava "iul", que significa "roda".
Sua data não é fixa, pois depende das correspondências astrológicas e climáticas de cada ano.
No hemisfério sul, ocorre sempre por volta de 21 de junho, e no hemisfério norte por volta de 21 de dezembro.
Entre os povos asiáticos, o solstício era representado por um velho de barbas brancas e roupagem vermelha e branca.
Esse ser representava Deus na Terra e os asiáticos acreditavam que esse Deus encarnado trazia para a humanidade o seu filho sol.
Na astrologia esta data do solstício é reconhecida como o dia em que o sol atinge o seu grau mínimo de luminosidade na Terra.
Por esse motivo, os magistas e filósofos chamam esse dia de dia do renascimento da luz...
Depois do dia 21 de dezembro (HN) ou 21 de junho(HS), o Sol renasce e recomeça o seu ciclo em torno do planeta.
Os Egípcios festejavam o solstício com rituais de magia que envolviam os cultivos de sementes e as fecundações...
Os Indianos festejavam o solstício transcendendo os corpos em rituais dimensionais mágicos...
Os Maias elaboraram um perfeito calendário usando o solstício como o inicio do ciclo do Sol e da Lua na Terra...
Nos períodos de 21 de dezembro e 21 de junho, a radiação do sol na Terra atinge o seu momento máximo e os Maias projetaram esses ciclos num calendário que vai até o dia 21 de dezembro de 2012.
O Sol agora encontra-se em Nadir, por isso é a noite mais longa do ano.
Povos antigos notaram tais fenômenos e suplicaram às forças da natureza que aumentassem os dias e diminuíssem as noites.
É uma época de grande escuridão e este é o menor dia do ano, pois a partir desse momento os dias se tornarão visivelmente mais longos com o passar do tempo, mesmo com frio.

Outros Nomes: Alban Arthan (Luz do urso), Midwinter. Jul (nordico antigo), Saturnalia (Roma), Yuletide (Teutonico), Midwinter, Fionn's Day, Alban Arthuan (Druidico), Gehul (saxão), Häul (gallês), Zagmuk (mesopotanio), Dia das Mães (Anglo-Saxões), Natal (cristão), Xmas, Festival do Sol, Solstício de Inverno, Festival das Luzes, Winter Rite, MidWinter, Carr Gomm, Retorno do Sol, Dia de Fionn.

Correspondência de Yule
Cores: vermelho, verde, dourado e branco.
Deuses: recém nascidos, Mithra, Adonis, Apollo, Deus Cornudo, Hélios, Greenman, Lugh, Ra, Rei Carvalho, Odin, Dyonisio, Attis, Saturno, Cronos, Horus, Jesus, Balder, Santa Claus, Sol Invicta, Janus, Marduk… Todos os deuses do Sol
Deusas: Isis, Athena, Hathor, Hecate, Ixchel, Minerva, Démeter, Gaea, Diana, Brigid, Belisama, Artémis, Arianrhod, Skuld, Aradia, Selena, Sulis, Jeanne d'Arc, Daphne, Gwenhwyfar, Blodeuwedd, Rhiannon-Epona, Befana, Holda, Maria, Tonazin, Lucina, Bona Dea, Eva, Rainha das Neves, Hertha, Freya… Todas as Deusas virginais, das neves, do frio e deusas Mães
Runas: Perthro, Algiz, Sowilo
Plantas: Carvalho (rpresenta a vida), Cedro, Pinho, Visco, Azevinho, Hera, Cardo Santo, Loureiro (para a sorte e proteção), Pinhas, Gardênia, Rosmarinho, Juniperos, Rosas vermelhas e brancas, salgueiro, maçãs (representa imortalidade), Estrelas de Natal… todas as árvores perenes (que não perdem as suas folhas no Inverno) e todas as arvores coníferas.
Ervas: louro, alecrim, urze, cedro, pinho, Canela (para a prosperidade), Noz Moscada, Salsa, cardo santo, Sálvia, Camomila,cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, pinhas, alecrim e sálvia.
Incenso: Cedro, pinho, loureiro, canela, verbena, olibano, mirra, bulota triturada, carvalho, azevinho, maçã, sálvia, canela…
Animais: Veado, Renas, Lobo, Esquilos, Gato, Búfalo Branco, Urso
Seres Míticos: Trolls, Fênix, Duendes, Gnomos, Fadas das neves,
Carta de Tarot: A Temperança - Arcano Maior 14
Elemento: Terra
Planeta: Júpiter
Pedras: Rubi, Esmeralda, Diamante, Olho-de-tigre, Cristal , olho-de-gato, granada.
Símbolo: sempre viva, tronco de árvores
Incensos: louro, cedro, pinho, alecrim, Mirra, Absinto, Pinus, Almíiscar, Selo de Salomão, Hera, Escamônea, Estoraque e Incenso de Igreja. .
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.

Yule, festival das Luzes, o fria sente-se lá fora, mas no interior da Terra um burbulhar frenético está a despertar…

Primeiro mito de Yule: Nascimento do Deus Sol

É quando a Deusa se transforma na Grande Mãe dando a luz ao Deus que morreu no Samhain do ano anterior.
Desde Samhain o Deus permanece no outro mundo, o dia tornou-se mais curto e frio e a fauna e a flora dormem profundamente.
No entanto a Deusa grávida pressente o momento de seu filho renascer.
É então, que na noite mais longa do ano, em Yule, que fecundado no fogo da terra, do ventre materno, o Deus Sol renasce e as esperanças renascem com ele, e Ele trará calor e fertilidade à Terra, portador de promessas e esperanças…
Aqui, na noite mais escura e fria do ano, a Deusa dá nascimento à Criança do Sol e por isso Yule é o tempo de celebrar o Deus Cornífero.
Muitos pagãos celebram Yule com o festival da Luz, que comemora a Deusa como Mãe que dá nascimento ao Deus-Sol, a Criança da Promessa.
Entre os druidas o solstício era comemorado como o dia da fertilidade.
Muitas virgem escolhiam essa data para perderem sua virgindade e muitas mulheres tentavam engravidar no mesmo dia do nascimento do sol.
São também celebrados o amor, a união da família e as realizações do ano que passou.
Esse Sabbat representa o retorno da luz.
É o festival do renascimento do Sol e o tempo de glorificar o Deus. (O aspecto do Deus invocado nesse Sabbat por certas tradições wiccanas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.)
Os wiccanos ocasionalmente celebram o Yule pouco antes da aurora, e a seguir observam o nascer do Sol como um final apropriado para seus esforços.
Uma vez que o Deus é também o Sol, isto assinala o ponto do ano no qual o Sol também renasce. Assim, os wiccanos acendem fogueiras ou velas para saudar o retorno da luz do Sol.
A Deusa, inativa durante o período de Sua gestação, repousa após o parto.
Nesse dia, muitas tradições Pagãs se despedem da Deusa e dão boas-vindas ao Deus, que governará a metade clara do ano.

Segundo Mito de yule: “Mito do Rei do Carvalho e do rei do Azevinho”

Este mito divide a roda do ano em duas metades, a metade de Luz presidida pelo Rei Carvalho e a metade escuridão pelo Rei Azevinho.
Os Dois são Irmãos gêmeos e consortes rivais pelo o amor da Deusa, que preside sempre aos combates consciente que a Roda sempre continua a girar.
Nos seis primeiros meses do ano, é o Rei Carvalho (Luz) que preside no trono, com dias de Sol e quentes que vão crescendo até ao solstício de verão, onde já cansado, trava uma batalha ritual com o seu irmão Rei Azevinho (escuridão), que o mata e toma o seu lugar no trono, trazendo os dias mais curtos, onde a sombra instala-se com seu manto de frio.
Em Yule o Rei Carvalho que durante os seis meses sombrios pode repousar, revigorar-se e regenerar-se, regressa do outro mundo e reclama o seu trono.
Trava-se mais um combate ritual entre os dois irmãos e o Rei Carvalho, derrota o Rei Azevinho. E assim reina por mais seis meses dando continuidade ao circulo que se repete continuamente.
O rei Carvalho e o rei Azevinho são na realidade uma representação do próprio Deus Cernunos que enquando deus Carvalho revela-nos o aspecto de renascimento da Luz e enquando Rei Azevinho revela o seu aspecto de morte, de escuridão.
Algumas versões da lenda representam o Rei da Luz pelo Veado e o rei das sombras pelo Lobo.

Símbolos de Yule:
O Tronco de Yule, o pinheiro de Yule, castiçal de Yule, coroas de azevinho, enfeites visco, estrela de natal, flocos de neve, seiva, gelo, leite, poços, embrulhos de presentes, estrelas, sol, lua, sinos, pequeno povo, musgo, grinaldas, doces, pinhas, visco, hera, rodas solares
Há muitas práticas que são utilizadas por Cristãos hoje que possuem origens essencialmente pagãs.
A Árvore de Yule é um costume pagão que perdurou por séculos, tanto que foi incorporado nas celebrações natalinas realizadas no Solstício de Inverno, que no hemisfério Norte ocorre em dezembro, como parte integrante de suas Tradições.
As famílias traziam uma árvore verde (pimheiro) para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para permanecer durante o Inverno frio.
A árvore era sagrada e simbolizava a continuação da vida por suas folhas perenes e sempre verdes.
Sinos eram colocados nos galhos da árvore.
Os espíritos da Natureza eram presenteados e as pessoas pediam aos elementais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o Inverno como a árvore que recebia lindos enfeites.
O pinheiro sempre esteve associado com a Grande Deusa.
As luzes e os ornamentos, como Sol, Lua e estrelas que faziam parte da decoração das árvores, representavam os espíritos que eram lembrados no final de cada ano.
Presentes eram colocados aos pés da árvore para as Divindades oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio e isso resultou na moderna troca de presentes da atual festa natalina.
A Árvore de Yule é uma forma simples de homenagear os elementos e pedir proteção.
Para fazer a árvore você precisará de:
· Um pequeno pinheiro verde ou carvalho;
· Pequenas bolas multicoloridas de preferência pintadas por você;
· frutas pequenas,
· guirlandas de folhas e saches de ervas aromáticas (muito parecidas com as árvores de natal).
· Símbolos como Sol, Lua e estrelas;
· Pequenas velas.

Enfeite o pinheiro com as bolas coloridas, os símbolos de Sol, Lua, estrelas e espalhe as velinhas pelos ramos do pinheiro.
Na noite de Yule, acenda todas as velas da árvore, fazendo um pedido para cada vela acesa. Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e o Deus, a Sagrada Criança da Promessa, que nasce novamente nesse dia.
Nessa noite ofereça às fadas, duendes e gnomos biscoitos de gengibre e leite.

Esse Sabbath assinala o início do ciclo da vida e oferece um momento para repensarmos sobre nosso passado e presente, para que possamos seguir em frente em busca de um futuro melhor.

As guirlandas:
Era um tempo ideal para colher o visco, considerado muito mágico para os Antigos Druidas, que o chamavam de o “Ramos Dourado”. Os druidas acreditavam que o visco possuía grandes poderes de cura e possibilitava ao homem mortal acessar o Outro Mundo. Pendurar visco sobre a porta é uma tradições repleta de simbolismo pagão.
Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho.
O visco é um dos símbolos fálicos do Deus e possui esse significado baseado na idéia de que as bagas brancas representam o Divino sêmen do Deus, em contraste às bagas vermelhas do azevinho, semelhantes ao sangue menstrual da Deusa. O visco representa a simbólica substância divina e o senso de imortalidade que todos precisam possuir nos tempos de Yule.
A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal.
Hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.

Em tempos antigos, pequenas bonecas de milho eram carregadas de casa em casa com canções típicas de Yule.
Os primeiros Pagãos acreditavam que esse ato traria as bênçãos da Deusa às casas que fossem visitadas pelas Corn Dollies.

As cores tradicionais do Natal, verde e vermelho, também são de origem Pagã, já que esse é um Sabbat que celebra o fogo (vermelho) e usa uma Tora de Yule (verde).

Colocar bolos nos galhos das macieiras mais velhas do pomar e derramar sidra como uma libação consistiam num antigo costume pagão da época do Natal praticado na Inglaterra e conhecido como "beber à saúde das árvores do pomar".
Diz-se que a cidra era um substituto do sangue humano ou animal oferecido nos tempos primitivos como parte de um rito de fertilidade do Solstício do Inverno.
Após oferecer um brinde à mais saudável das macieiras e agradecer a ela por produzir frutos, os fazendeiros ordenavam às árvores que continuassem a produzir abundantemente.

Em Yule a casa era decorada com azevinho, representando a metade escura do ano, para celebrar o fim da escuridão da Terra.
Para os antigos celtas, celebrar o Solstício de Inverno era o mesmo que reafirmar a continuação da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessaremos até a chegada da Primavera.
É o momento de contar histórias, canta e dançar com a família, celebrando a vida e a união.
O tema principal desse Sabbat é a Luz em todas as suas manifestações, seja o fogo da lareira, seja de uma fogueira, de velas, etc.
A Luz nesse Sabbat torna-se um elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a Terra, para nossa vida, corações e mentes.

A Tora de Yule era um pedaço de tronco que havia sido preservado durante todo o decorrer do ano e neste dia era queimado, enquanto um outro novo era enfeitado e guardado para proteger toda casa durante o ano que viria.
Os troncos geralmente eram decorados com símbolos que representassem o que as pessoas queiram atrair para sua vida.
A tradição da Tora de Yule perseverou até os dias atuais entre os Wiccanos, que fazem três buracos ao longe de um pequeno tronco e colocam três velas, uma branca, uma vermelha e uma preta uma em cada buraco para simbolizar a Deusa Tríplice.
A Tora de Yule também é decorada com azevinho sempre verde para simbolizar a união da Deusa e do Deus.

Atividades:
Cantar,
Reuniões Familiares,
Queimar o tronco de Yule (em falta acenda três velas),
Enfeitar a casa,
Enfeitar o pinheiro de Yule,
Trocar e dar presentes (principalmente criados por nos próprios),
Fazer coroas de azevinho,
Representações solares,
Passear na natureza,
Fazer bonecos de neve,
Cozinhar,
Libações,
Oferendas aos deuses e ao pequeno povo,
Tocar sinos (para atrair as fadas),
Tambores (para acompanhar o nascimento do Sol),
Espalhar azevinho pela casa e beijar sempre que se passe por ele,
Fazer guirlandas de pipocas cobertas de mel e oferecer em arvores selvagens para alimentar as pequenas aves,
Deixar presentes na natureza, fazer,
fazer rodas do ano,
Decorar um tronco de yule,
Pendurar guizos nas janelas de casa,
Manter um fogo aceso até ao alvorescer,
Acender uma vela em todas as divisões da casa (para trazer luz em todas as divisões),

Sentido Simbólico em nosso ser:
Yule é o momento de renascer, de transformação, de fazer uma introspecção sobre nos próprios lembrando-se sempre que dias melhores virão.
Refletir sobre a humanidade e natureza, a importância de não olhar e pensar apenas em nos e reconhecer a humanidade e todos os seres vivos como um todo necessário e vivo.
Palavra-chave: Esperança, tal como acontece na natureza, que dorme calmamente pronta a despertar, mesmo sabendo que dias de frio ainda vêem pela frente sabem que persiste a esperança.
No Yule as roupas são sóbrias celebrando o inverno que chega.
Come-se frutas, bolos de castanhas embebidos em cidra, carne de porco, chás de hibisco ou gengibre.
Celebrava-se o nascimento da Criança Solar ou "Rei Sagrado".
É o dia mais curto do ano, onde se busca a criança interior em contato com a Deusa Mãe.

Fazendo uma Tora de Yule (Yule Log)

Uma Tora de Yule tradicionalmente é feita de carvalho, mas qualquer outro tronco de árvore pode substituí-lo.
Antigamente era utilizado para proteger a casa.
A tora do ano anterior era queimada na lareira, enquanto uma nova era decorada e colocada no lugar da antiga.
Para fazer uma Tora de Yule você vai precisar de:
· Uma fita vermelha, uma fita verde e uma fita dourada;
· Ramos verdes;
· Uma tora de madeira

Enfeite a tora com ramos verdes e amarre-os com as fitas vermelha, verde e dourada.
Enquanto enfeita a tora, peça à Deusa que o seu lar seja protegido e abençoado.
Guarde-a em um lugar de destaque em sua casa até o ano seguinte, no qual ela deverá ser queimada e substituída por uma nova.

Tora de Yule Alternativa

Esta Tora de Yule é ideal para enfeitar o Altar na celebração do Sabbat.
Você precisará de:
· Uma vela branca, uma vela preta e uma vela vermelha;
· Fitas verdes, vermelhas e douradas;
· Ramos verdes;
· Um tronco fino de aproximadamente 30 cm e com três furos subseqüentes ao longo da madeira.
Enfeite o tronco com as fitas e com os ramos verdes.
Coloque uma vela em cada furo.
Coloque a Tora de Yule sobre o Altar e acenda as velas como parte de cerimônia do Sabbat.

Ritual de Yule
Honra a Deusa Mãe, celebra o nascimento do Deus
Simbologias: Renascimento, Transformação, Luz, Inspiração, Criatividade, Regeneração, Beleza, Paz, Harmonia, Felicidade, Novos Recomeços, Crescimentos, Prosperidade, Crescimento Profissional, Cura, Proteção, Equilíbrio, Meditação, e rituais relacionados com mulheres grávidas e crianças recém nascidas.
Influencias: Moderação, Esperança, Temperança, Equilíbrio, Harmonia, Alegria, Paz…

Em YULE é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os Deuses rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas.
É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria.
Coloque flores e frutos da época no altar.
O altar é decorado com plantas como o pinho, alecrim, louro, zimbro, cedro, camomila, sálvia. Folhas secas também podem ser colocadas sobre o altar.
No interior do caldeirão coloque uma vela dourada.

Material necessário:
- Uma vela dourada;
- Uma vela branca;
- Uma vela verde;
- Uma vela vermelha;
- Folhas de louro;
- Um sino;
- Taça com vinho.

Procedimentos: Fixe a vela dourada no interior do seu Caldeirão.
Disponha a vela vermelha do lado direito do seu Altar, a vela verde do lado esquerdo e a branca ao centro.
Trace o Círculo Mágico e então diga:
Hoje, invoco os poderes do Espírito da luz.
Uno minha força mágica à energia da Criança da Promessa para que o Sol renasça.
Acenda a vela vermelha e diga:
Com esta vela eu honro todos os espíritos do Fogo.
Acenda a vela verde e diga:
Com esta vela eu honro todos os espíritos da Natureza.
Acenda a vela branca e diga:
Com esta vela eu celebro o Espírito do Inverno.
De pé, diante do caldeirão, contemple seu interior. Diga estas palavras:

" Não me aflijo, embora o mundo esteja envolto em sono
Não me aflijo, embora os ventos gélidos soprem
Não me aflijo, embora a neve caia dura e profunda
Não me aflijo, logo isto também será passado."

Acenda a vela do caldeirão. Enquanto as chamas crepitam, diga:

"Acendo este fogo em sua honra, Deusa Mãe.
Você criou vida a partir da morte; o calor do frio;
O sol vive novamente; o tempo de luz está crescendo.
Bem-vindo, Deus solar que sempre retorna!
Salve, mãe de Tudo!

Eleve os seus braços aos céus e diga:

Pelo chifre e pela luz
Celebro e dou boas-vindas à Criança da Promessa,
ao Sol renascido que nasce entre os vales, rios e montanhas.
Seja bem-vinda, Criança Divina.

Medite sobre o Sol, sobre as energias ocultas que adormecem durante o inverno, não apenas na Terra, mas em nós mesmos.
Pense no nascimento não como o início da vida, mas sim como sua continuação.
Dê as boas-vindas ao retorno do Deus.
Após algum tempo, pare e, novamente de pé diante do altar, diga:

"Grande Deus do Sol,
Saúdo o Teu retorno.
Que brilhes sobre a Deusa;
Que brilhes sobre a Terra,
Espalhando as sementes e fertilizando o solo.
A Ti todas as bênçãos,
Ó Renascido do Sol!"

Pegue as folhas de louro e macere-as em suas mãos, fazendo um pedido à Deusa e ao Deus Sol. Coloque-as no Caldeirão junto com a vela.
Toque o sino por três vezes e diga:

Abençoados sejam a Deusa e o Deus que giram mais uma vez a Roda da Vida.
Dou as boas-vindas a Yule e celebro o movimento eterno da Natureza.
Que a luz do Deus brilhe e que todos sejam por ela.

Eleve a Taça de vinho, dizendo:

Eu bebo este vinho em homenagem à Deusa e à Criança do Sol.

Beba o vinho e faça uma libação. Cante e dance em homenagem aos Deuses.
Destrace o Círculo.

Ceia de Yule

Deve haver fartura na mesa.
Os Celtas representavam os três mundos, agradecendo assim a caça e a pesca, representavam um prato com peixe (água), um prato com carne, geralmente assada, (terra) e um prato de aves (ar).
Todas as extravagâncias são permitidas, usem e abusem dos doces e das especiarias.

Alimentos: bolos de frutas, nozes e pães variados, Batatas, Cenouras, Alhos-Porros, Nabos, Queijos, Guizados, Frango, Perdizes, Peru, Porco, Leitão, Pombo, Coelho, Lebre, Javali, Salmão, Bacalhau

Frutas: uvas, maçãs, Peras, melões, ameixas, laranjas, frutos secos, nozes, castanhas, frutas como maçãs e peras,

Especiarias: Noz, Amêndoas, Gengibre

Comidas: bolos de castanhas embebidas em cidra, gemada e peru assado, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, Biscoitos em formas de estrelas, luas, animais, sol…, bolos, Tronco de natal, Rabanadas, Broas, Tortas, Pizzas (saliente-se que as pizzas e tortas tem a forma circular representando a roda do ano ou o próprio sol), Mel, Chocolates, Leite

Bebidas: Bebidas para aquecer, gemada e vinho quente com especiarias, vinho quente e frio, cerveja, cidra quente e fria, chás, egg-nog, leite com mel, leites quentes, ponches quentes, Chás de hibisco ou gengibre …

Receitas para o dia de Yule

Pão Árabe

Ingredientes:
- 650 g de farinha de trigo
- 1/2 colher (sobremesa) de sal
- 1/4 copo de óleo
- 2 ovos inteiros
- 1 colher (sobremesa) de açúcar
- 1 1/2 tablete ou 22.50 g de fermento biológico (para pão)
- 2 1/2 xícaras (chá) de leite

Modo de Fazer:
Junte todos os ingredientes, amasse bem e deixe descansar por 30 minutos.
Em seguida faça bolinhas que caibam na palma da mão, coloque-as em uma mesa polvilhada com farinha, abra-as com o rolo no formato de discos.
Em assadeira pré-aquecida no forno, coloque os discos para assar por cerca de 15 minutos.

Kleinur de Yule (biscoitos de raio de sol)

900 g de farinha de trigo;
240 g de açúcar branco;
60 g de margarina;
1 colher (chá) de essência de baunilha;
1/2 colher (chá) de soda (para alimentos);
5 colheres (chá) de fermento p/ bolos;
1/2 litro de leite;
1 ovo;
Bata a margarina e a farinha misturando aos outros ingredientes.
Faça um monte na massa, cave um buraco no meio e misture o leite de forma que a massa fique homogênea.
Misture bem até que fique uma massa lisa, sem caroços.
Deixe a massa descansar por duas horas e estique-a com o rolo de macarrão.
Corte em diamantes e faça um canal no meio dos biscoitos, bem de leve, só para decorar.
Se quiser pincelar com gema de ovo, só para dar um tom dourado, ficará bem bonito.
Unte a assadeira e leve ao forno até assar por completo.

Fatias Escocesas

Ingredientes:
- fatias de Pão
- azeite de oliva
- leite
- carne
- batatas
- cebolas
- temperos à gosto
Modo de Fazer:
Corte fatias de pão, forre uma assadeira untada com azeite de oliva e molhe as fatias com ½ copo de leite.
Cubra o pão com fatias finíssimas de carne temperada, batata e cebola.
Tempere com sal e cebola a gosto e leve ao forno por meia hora.

Bolo Tronco Licor de Yule

Ingredientes:
- 6 ovos
- ½ xícara de rum
- ½ xícara de whisky
- ½ xícara de licor de cacau ou creme irlandês
- 1 e ½ litro de leite
- 1 xícara de açúcar
Modo de fazer:
Bata as gemas com o açúcar e reserve.
Bata as claras em neve, adicione as gemas mexendo lentamente, adicione os outros ingredientes mexendo com cuidado.
Ao servir, salpique cada copo com nozes picadas.

Peru de Yule

Ingredientes:
- 1 peru (ou chester)
- champingons (cogumelos)
- sálvia
- cebola
- nozes picadas
- manjericão
- ovos cozidos
Modo de Fazer:
Se o peru ou chester não estiver temperado, temperar à gosto com seus temperos usuais e um pouco de vinho branco.
Para fazer o recheio, passe os cogumelos na manteiga e os tempere com sálvia.
Misture o resto dos ingredientes, bem misturados e recheie o peru ou chester.
Leve ao forno, até que fique dourado.
Eventualmente, banhe-o com manteiga.


Peru Vegetariano de Yule

Ingredientes:
- 3 xícaras de glúten moído
- 1 xícara de castanha-do-pará moída - alho
- cheiro verde
- louro moído
- 3 cebolas raladas
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 3 ovos
- 1 xícara de chá de farinha de rosca - manteiga
- sal a gosto
Modo de Fazer:
Misturar tudo, reservando uma clara.
Dar a forma de peru, untar esse peru com clara, farinha de rosca e manteiga.
Assar 1 hora e meia coberto com papel alumínio e depois descoberto.
Decorar com ervilhas, azeitonas e farofa com uvas passas.

Troncos de Queijo

Ingredientes:
- 2 pacotes de 180g de cream cheese
- 1 pote de queijo defumado em pasta - 1 pote de 300g de cheddar crremoso
- ½ colher (chá) de cebola picada
- ½ colher (chá) de Molho Worcestershirre (Molho Inglês)
- ¼ de xícara de leite em pó
- ½ xícara de nozes pecã ou nozes bem ppicadas

Modo de Fazer:
Deixe os quatro queijos em temperatura ambiente por cerca de uma hora.
Ponha-os numa tigela com cebola e molho Worcestershire.
Misture com um garfo até ficar cremoso e bem misturado (normalmente usa-se as mãos). Adicione o leite em pó, um pouco por vez, até misturar por completo.
Cubra e resfrie até ficar firme - normalmente quatro horas.
Forme rolos de cerca de 5cm de espessura.
Passe esses rolos de queijo sobre as nozes moídas.
Embrulhe em papel manteiga e resfrie até ficar pronto para servir com bolachas.

Shortbread (Amanteigado) Escocês

Ingredientes:
- 1½ xícara de farinha peneirada
- 1½ xícara de açúcar peneirado
- 1 xícara de manteiga

Modo de Fazer:
Peneire a farinha e o açúcar numa tigela média; misture a manteiga até que a mistura fique quebradiça.
Trabalhe a massa formando uma bola com suas mãos e bata por cerca de dez minutos.
Forme um retângulo de 0,5 cm de espessura por 35 x 30 cm numa fôrma grande sem untar. Corte quadrados ou losangos de 5,5 cm com uma faca afiada.
Decore com confeitos coloridos se desejar.
Asse por 45 minutos ou até ficar firme e levemente dourado.
Corte novamente o shortbread nas marcas e separe cuidadosamente.
Manuseie com extremo cuidado! Remova da fôrma.
Guarde num pote hermético com folhas de papel-manteiga em camadas.
Se armazenado por algumas semanas, esse shortbread assume um delicioso e delicado sabor.

LOMBO DE PORCO COM FRUTOS SECOS (Receitas de Yule)

Ingredientes:
- 6 ameixas secas;
- 8 alperches secos;
- Vinho branco;
- 750 g de lombo de porco ;
- 50 gr. de bacon em fatias;
- 100 gr. de margarina ;
- 0,5 dl de água ;
- sal; pimenta ;cravinho.
Modo de Fazer:
Coloque numa tigelinha as ameixas e os alpenses.
Cubra com vinho branco e deixe ficar assim durante a noite.
Tome o lombo de porco num só bocado e dê-lhe um golpe a todo o comprimento de modo a obter uma bolsa.
Polvilhe o interior com pimenta e a ponta de uma faca de cravinho.
Revista a parte interior da carne com as fatias de bacon.
Escorra os frutos, enxugue-os com papel absorvente e reserve o vinho onde estiveram de molho. Parta os frutos em bocados.
Recheie com eles a carne e cosa a abertura.
Tempere a carne com um pouco de sal (atenção, o bacon já tem sal).
Aqueça bem a margarina e doure a carne em fogo forte de todos os lados.
Reduza o calor e deixe cozer emfogo moderado cerca de 1 hora e 30 minutos.
Misture os 0,5 dl de água com 0,5, dl do liquido de debulhar os frutos regue a carne com esta mistura, a pouco e pouco, durante a cozedura.

Bolo da Bruxa

Ingredientes:
- 1 xícara de mel
- 1 xícara de açúcar
- 1 xícara de manteiga
- 5 ovos
- 2 xícaras de farinha de trigo
- 3 colheres de sopa de yogurte
- casca de limão ralado
- 1 pitada de manjericão
- 1 colher de sobremesa de fermento
- 2 maçãs cortadas em rodelas no sentido horizontal com casca
Procedimento:
Bater bem os três primeiros ingredientes, acrescentar os ovos e continuar a bater.
Colocar a farinha e os outros ingredientes, menos as maçãs.
Untar uma forma com manteiga, polvilhar açúcar com canela, colocar as rodelas de maçãs e jogar a massa por cima.
Assar em forno já aquecido.
Este bolo é ideal para ser utilizado nos sabás, ou quando quiser promover um encontro entre bruxas.
ESSA É UMA RECEITA COM INGREDIENTES PRÓPRIOS PARA O YULE.


COGUMELOS COM HIBISCOS DAS BRUXAS
Poucas pessoas hoje em dia têm tempo de preparar esta antiga receita grega de acordo com a original mas, se você tiver tempo, enrole a mistura em folhas de massa folhada.
Ingredientes:
- 1,3kg de cogumelos frescos
- 1/2 xícara de cebolas picadas
- 1 barra de margarina
- margarina derretida para dourar
- 1/2 xícara de parmesão ralado
- pimenta e sal a gosto
- 3/4 de xícara de farelo de pão
- 450g de massa folhada ou rolos de massa pronta
- hibiscos o quanto baste.
Procedimento:
Limpe os cogumelos e pique-os bem fininhos.
Doure a cebola na margarina até que todo o líquido desapareça.
Coloque um punhado de hisbiscos despetalados.
Remova do fogo e acrescente o queijo, o sal, a pimenta e o farelo de pão.
Separe a massa pronta.
Forme círculos com a massa, de espessura bem fina.
Use cerca de uma colher de chá do recheio em cada círculo.
Dobre a massa formando um semicírculo e feche as bordas com um garfo.
Coloque em uma forma antiaderente. Espalhe a margarina derretida sobre as massas.
Asse no forno a 170ºC durante 15 a 20 minutos, ou até dourar.
Coloque os hibiscos em volta.
Sirva quente.
Se não utilizar massa folhada, abra cuidadosamente uma folha de massa por vez e recheie. Dobre em formato triangular.


LICOR de ROSAS

Ingredientes
1 l de aguardente
0,5 kg de açúcar branco
pétalas de 5 ou 6 rosas
1 pau de baunilha
Preparação
Põe-se num frasco um grande punhado de pétalas de rosas vermelhas ou cor-de-rosa, enche-se de aguardente e deixa-se ficar 2 ou 3 dias.
Depois passa-se por um passador de rede fina e deita-se a aguardente por cima.
Como o açúcar deve ficar bem derretido, se for necessário passa-se várias vezes pelo passador de rede.
Finalmente junta-se um pau de baunilha.


Leite quente com whisky

Ingredientes:
2 Xícaras (chá) de leite
3 Colheres (sopa) de whisky
2 Colheres (sopa) de mel

Preparação:
Coloque o leite numa panela e leve ao lume para ferver.
Fique atento para não deixar vir por fora.
Desligue o lume e junte o whisky e o mel e misture bem.
Coloque em xícaras ou canecas e sirva bem quente.

Vinho Quente

1 litro de Vinho Tinto de boa qualidade
Brandy
2 Laranjas
1 Limão
Paus de Canela
Cravinho da Índia
Gengibre
Açúcar
Aquecer o vinho juntando o sumo de 2 laranjas e 1 limão, açúcar e as especiarias a gosto.
Não deixar o vinho ferver, mantendo sempre o lume brando.
Se quiser dar um gosto mais forte pode também juntar as cascas das laranjas à mistura, enquanto aquece, mas não se esqueça de as retirar antes de servir.
As especiarias são bastantes fortes, por isso não exagere, mas se tiver dúvidas vá provando para se certificar que está a seu gosto.
Antes de acabar junte um cálice ou copo de Brandy.
Ao servir, use um coador para filtrar o vinho das sementes se optar servir individualmente em cada copo, mas se preferir pode usar uma taça de ponche onde cada pessoa se poderá servir.
Espalhe paus de canela pela mesa: podem servir para decorar os copos onde se serve o vinho quente intensificando assim o seu sabor e deixam a sala ainda mais perfumada.
Agora é só relaxar e deixar-se ir ao sabor do vinho exótico que lhe vai aquecer a alma e apurar os sentidos...

UM BRINDE A YULE!

Que as Bençãos da Deusa e do Deus estejam com cada um nesse Yule e durante toda a roda do Ano.