dia 21 de Dezembro

21 de dezembro - quarta-feira
Celebrar Kupalo, a Deusa eslava do auge do verão, da água, da magia e das ervas

copiado de Cantinho dos Deuses

 Celebração da deusa eslava Koleda, também chamada de Kuntuja, na Rússia, comemorando a deusa Koliada, senhora do tempo, do Sol e da luz, personificando o próprio solstício de inverno.

Ela simbolizava o Sol, cercada pelas forças da escuridão, precisando de ajuda da humanidade para vencê-las.
Essa tarefa era executada pelas mulheres, que estimulavam, por meio de rituais, o poder procriador da Deusa.
Com o passar do tempo, Koliada foi transformada em deus e, nesta data, celebrava-se seu nascimento.
Koliada ou Kulada, permaneceu mas disfarçada na figura de São Nicolau, o velhinho bondoso que ajudava as mulheres no trabalhos de parto.

Na Rússia, celebrava-se também Maslenitza, a deusa da fertilidade e da agricultura.

Comemoração de Tonan ou Tlakatellis, uma das manifestações da Grande Mãe asteca. Ainda hoje o povo Nahua reverencia-a, colocando guirlandas de calêndulas e folhas em suas estátuas ou nas de sua “substituta” a Virgem de Guadalupe.

copiado de Teia de Thea

Na Rússia, este festival foi mais tarde aplicado à véspera de Navidade , mas a maioria das práticas perderam-se após a Revolução soviética.
Cada família levava uma fogata em seu lar e convidava seus deuses do lar a participar nas festividades.
Os meninos disfarçam-se nas tardes e ao anoitecer como Koledari, visitando casas, cantando desejos de boa sorte aos anfitriões.
Como recompensa, se lhes entregam poucos presentes em uma tradição chamada Kolyadovanie, ao igual que a antiga Tradição wassailing ou mummers.

copiado de encyclopédia Encydia

dia 20 de Dezembro

20 de dezembro - terça-feira

Festa de Ix Chel, a Deusa maia da fertilidade, da procriação, da cura e das profecias.
Ela tecia as teias da criação com fios do arco-íris, sendo representada como uma linda e sedutora mulher cavalgando uma grande águia o cercada de serpentes e de água, adornadas com libélulas. 

copiado de Cantinho dos Deuses


Deusa Ix Chel

Ix Chel, Deusa Maia.
Homenageava-se Ix Chel, a deusa Maia da Cura, também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.
Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.
Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.
É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.
O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.
A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse. 
 

IXCHEL, DEUSA-MÃE DA CIVILIZAÇÃO MAIA




DEUSA IXCHEL

Eu faço fios de energia
na teia da criação
Onde nada existia antes
do vazio
para o mundo
eu fio criando a vida
a partir da minha mente
a partir do meu corpo
a partir da minha consciência
do que precisa existir
Agora existe algo novo
e toda a vida é alimentada.

A "Senhora do Arco-íris" se chamava Ixchel, uma velha Deusa da Lua e da Serpente na mitologia maia. Os maias habitaram o sul do México e Guatemala. Viveram em torno de 250 d. C. e associavam os eventos humanos com as fases da Lua. Seu marido é o caritativo deus da Lua, Itzamna.

A Deusa Ixchel foi adorada pelos maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada. Ela ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é Deusa da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto. A libélula é seu animal especial. Quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.

O símbolo desta Deusa é o vaso emborcado do infortúnio. Sobre sua cabeça repousa uma serpente mortífera, suas mãos e pés têm garras afiadas de animais e seus traje é adornado com as cruzes feitas de ossos, emblema da morte.

Ixchel se apresenta como o arquétipo que contém os aspectos mais significativos da vida de uma mulher. É, por excelência, a Grande Mãe, a Senhora da Terra, que em suas representações das fases da Lua abrange tanto os aspectos femininos como os masculinos. É uma Deusa em perfeito estado de integração, atravessando através de suas representações os estágios da mulher jovem, madura e sábia anciã. Da luz provê o alimento, cuida na hora do parto, assume o arquétipo do casamento ao ser uma esposa, companheira do Deus sol, exercendo o poder para conseguir a abundância por intermédio da união sagrada.

Integra ainda, outros dois arquétipos como anciã sábia ao ser reconhecida como grande e poderosa Dama Velha, sua experiência leva-a a saber tecer da melhor maneira e reconhecer o momento propício para esvaziar seu jarro cheio de água sobre a terra. Em seus aspectos de Deusa jovem integra componentes e atributos que remetem ao início da vida, e em seus aspectos de Deusa anciã, é a mulher com experiência.

DIFERENTES REPRESENTAÇÕES DE IXCHEL
"A essência feminina, quando é comentada, não é mais a essência feminina".
Para as mulheres, a vida é cíclica. No curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam tanto na sua vida física quanto sexual e psíquica. Se uma mulher quiser viver em harmonia com o ritmo de sua própria natureza, ela deverá submeter-se à ela.

IXCHEL A DEUSA DA LUA


Em todas as épocas e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande-mãe que zela pela humanidade lá do céu. Este conceito pode ser encontrado em praticamente toda a religião e mitologia cujos conteúdos tenham chegado ao nosso conhecimento.

Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Mãe e Deusa da Lua. Os mitos da Deusa lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina.

No passado e nos nossos dias, a Lua representa a imagem do princípio feminino, que é uma função tanto do homem quanto da mulher.

Visualiza-se Ixchel como a Mãe-Lua que mergulha neste tempo e lugar trazendo das estrelas as energias de nossos antepassados.

Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas.



ARQUÉTIPO DE PROVEDORA DA FERTILIDADE



A Lua é uma força fertilizadora de muita eficácia. Faz as sementes germinarem e as plantas crescerem, mas seu poder não termina aqui, pois sem sua ajuda os animais não poderiam gerar filhotes e as mulheres não poderiam ter filhos.

Como o bem-estar de uma tribo pequena depende primeiro de seu contingente humano e, segundo, de seu suprimento de alimentos, imaginem a importância que se reveste a adoração da Deusa da Lua.

A Senhora da Lua senta-se sobre ela, enquanto percorre suas fases.

A Lua está diretamente associada aos mistérios da menstruação e aos ciclos da vida humana. Ixchel carrega seu coelho da fertilidade e da abundância.

O coelho sempre foi um amuleto muito estimado e é extremamente poderoso se o coelho tiver sido pego em um cemitério durante a lua cheia. Mas porque um coelho?



A lua cheia dá a chave do mistério. As marcas que visualizamos a olho nu na Lua são conhecidas como "a marca da lebre".

O Coelho da Páscoa contém um simbolismo que se aproxima dessas idéias. A Páscoa era originariamente uma festa da Deusa Lua.

Ixchel é a árvore da vida, provedora da fertilidade que garante a continuidade da vida, tanto animal quanto vegetal e humana.

Esta Deusa detêm os mistérios da vida e da sexualidade feminina. Ela é Deusa do amor, mas não do casamento.

É protetora das mulheres e das crianças. O leite nutritivo flui dos seus seios e o sangue sagrado da vida flui do seu útero. (Códice Madri).

ARQUÉTIPO DA VIDA E DA MORTE


A Deusa da Lua, assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, Deusa da morte.

Para nossa mentalidade ocidental é quase impossível conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor. Mas para os adoradores da Deusa da Lua não havia contradição, pois ela vivia em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares.

Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil. Na outra fase, correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má. Assim, a Deusa nos mostra primeiro sua face benéfica e depois seu aspecto raivoso.

Ixchel é a Grande-Mãe maia da Vida e da Morte. Ela derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós. Ixchel, também é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos. (Códice Dresden)
Ixchel é com certeza, a Grande-Mãe maia. Encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, "Rosto do Sol", que se confundia com Itzamna, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio.

Todos nós seres humanos possuímos os princípios femininos (anima) e masculinos (animus) dentro de nossos psiques. E, como Jung claramente já demonstrou, os deuses são forças que funcionam separadamente da vontade consciente do homem e cuja ordem ele precisa se curvar.



A TEIA DE IXCHEL

Ixchel, tecelã da teia da vida vem até nós para dizer que é hora de nos tornarmos mais criativas, deixarmos fluir a energia da criação e da ousadia. Crie a obra da sua vida, seja pintando um quadro ou tendo um filho, ou até plantando sua primeira árvore.

A criatividade é alimento, costura os rasgos da nossa vitalidade, é cura imediata. É sangue que nutri e nos faz felizes e saudáveis. Portanto, pare agora e se dê um tempo para ser criativa, tecelã de sua teia da vida.

Procure aquelas aquarelas esquecidas no armário da garagem e pinte o 7, ou até talvez um quadro para sua sala de visitas. Se não ficar muito bom, coloque na sala da TV, mas ponha toda sua energia de artista para fora. Não sabe pintar? Tudo bem, então dance ou cante, escreva um romance, ou uma singela poesia. Explore também sua sexualidade e espere seu amado com uma roupa nova e o cabelo arrumado. Tente ser feliz por um dia. Não deixe que nada a detenha, nem que a chamem que um pouco alegre demais. Não faça caso, crie da maneira que achar mais apropriada para você.

Você se sente tolhida na sua criatividade, por que acha que os outros são melhor que você? Pois saiba que ninguém é igual a você. Para de achar motivos para descobrir razões para não criar. Ixchel diz que a totalidade é satisfeita quando você abre seu coração para a criatividade e a vivencia.

É através da nossa conexão com o divino que nós encontramos maneiras de superarmos nossos medos e nos relacionaremos melhor com o mundo como um todo. Abrir-se para a beleza e a magia da Grande-Mãe, observando cada detalhe de sua Criação, nos fará entender as mudanças pelas quais também passamos. Este é o alimento que nutrirá nossa espiritualidade.

copiado de Alta Sacerdotisa

Magia com penas!!


Desde os tempos muito antigos, as penas eram coletadas após cairem voluntariamente das aves para usos mágicos.
Um dos encantos mais famosos usando penas é este móbile das bruxas.
Para fazer é preciso de três fios coloridos ou fitas que são trançados em conjunto em uma das extremidades, mas cada fio em um comprimento, para se diferenciarem na altura após pendurado.
As cores das fitas ou fios dependem do propósito da magia. 
Ou simplesmente usar o branco para a moça, o vermelho para a mãe e preto para a velha, (magia de poder Triplice).
Nove penas serão amarradas, três em cada fio. (seria perfeito se estas penas fossem achadas com o tempo, e não compradas…)
As qualidades mágicas das penas são determinadas pela sua cor dando o simbolismo.
Também pode adicionar em quaisquer das fitas ou fios, ervas. 
Acrescenta poderes, conforme seu tipo.
 
Penas e suas cores:

Branca- penas brancas simbolizam a purificação, a espiritualidade, a esperança, proteção, paz e as bênçãos da lua.
Vermelha – penas vermelhas simbolizam a vitalidade física, a coragem, boa sorte e a vida.
Azul - penas azuis dão habilidades mentais, paz e proteção, e a percepção psíquica.
Amarela - penas amarelas dão alegria, vivacidade mental, prosperidade e bênçãos do seu dom.
Verde - penas verdes simbolizam dinheiro, prosperidade, crescimento, saúde e fertilidade.
Verde e vermelho juntos na mesma pena, penas mistas afetam questões financeiras.
Laranja - penas lartanjas trazem atração, energia e sucesso.
Rosa – penas rosas atraem o amor.
Cinza – penas cinzas simbolizam a paz e neutralidade.
Marrom – dão estabilidade e respeito, simbolizam a casa e aterramento.
Marrons listradas de preto – como as penas da cauda de um faisão, dá um equilíbrio entre a vida física e espiritual.
Marrons em faixas ou misturada com branco trazem felicidade e dão um tipo de proteção que permite que se vá perto de quem iria prejudicá-los.
Marrom com tiras vermelhas misturadas trazem a cura para os animais.
Preta - penas pretas dão a sabedoria mística que vem com a iniciação espiritual, e a introspecção mística.
Preto e branco misturado trazem união e proteção.
Preta misturado com roxo significa a profunda espiritualidade.
Preto, branco e azul misturada trazem mudanças.
As negras são sagradas para o Deus por causa de sua semelhança com os chifres curvados do Deus Chifrudo. 
Elas também são um símbolo de virilidade masculina.
As brancas são sagradas para a Deusa porque se assemelham a ferramenta (a foice) com o qual o grão (sagrado para ela) é ceifado. Elas também lembram a fase crescente e minguante da lua.

Realizando seu móbile:

Pegue as 3 fitas ou fios (60cm, 80cm e 1m) de tamanhos diferentes e junte as pontas dando um nó…
Agora comece uma trança e faça por uns 10 cm, dê outro nó.
Enquanto trança, cante:

Fios de vermelho, preto e branco
Trabalhe sua magia, a magia desta noite.

Agora amarre 3 penas em cada fio, e cante:

Fita e pena, pena e fita, neste encanto
Quero proteção, felicidade e paz no meu coração

Então consagre seu móbile passando-o através da fumaça de um incenso, e diga:

Pelos nomes da Deusa e do Deus
Pelo Ar, Terra, Fogo, Água 
Eu consagro este encanto
De penas de nove e cabo de três
Como eu, que assim seja!

O Móbile da Bruxa pode ser pendurado em qualquer lugar em sua casa para promover uma atmosfera acolhedora e agradável trazendo sua proteção, ou em seu altar para auxiliar em trabalhos mágicos.

19 DE DEZEMBRO

Festa de Opália, celebrando o aspecto de fertilidade da deusa Ops, em Roma.
Ops era uma deusa da Terra, protetora de tudo o que é associado à agricultura. Como Ops Consiva, “A Senhora da Planta”, ela era reverenciada nos plantios e nas colheitas. 
Em seu aspecto de Opífera, era a padroeira dos partos e protetora dos recém-nascidos. 
Considerada um dos aspectos da Magna Mater, ela também era conhecida como a deusa Patella, “a que abria o invólucro das sementes para que o broto pudeesse sair” e a deusa Runcina, “a que facilitava o corte das hastes na colheita”.

Festival hindu Pongol, dedicado às deusas Sankrant e Sarasvati. 
Celebra-se, também, a proximidade do solstício e a volta das divindades que estavam dormindo nos últimos seis meses. 
As pessoas trocam presentes entre si e oferecem arroz, manteiga, especiarias, açúcar e espelhos para os Brahmanes que intercedem perante as divindades, garantindo, assim, uma vida plena e uma passagem pacífica. 
As vacas são lavadas com ervas e açafrão e cobertas com folhagens e frutas e, com os chifres pintados, desfilam pelas ruas.
As mulheres cozinham o Pongal – arroz com leite e especiarias – e, após distribuírem-no para a comunidade, oferecem também para as vacas.

Na China, as pessoas se reúnem nas cozinhas decoradas com flores, acendem velas, queimam incensos e festejam com pastéis , carne de porco e vinho de arroz, levando, depois, um pouco como oferenda para as árvores. 
Este dia é considerado muito favorável para noivados e casamentos.

Comemorações para as deusas romanas Sabina, da fertilidade e Orbona, a protetora das crianças órfãs ou com doenças terminais.

Dia dos Mortos no Egito. 
As pessoas deixam lamparinas acesas e comida nos túmulos em homenagem aos familiares falecidos.

copiado de Teia de Thea

18 DE DEZEMBRO

Nos países eslavos, festejava-se a deusa equina Epona, cujo culto foi mantido pelos romanos e sincretizado ao da deusa romana Ops.

Epona era considerada pelos romanos como a protetora dos cavalos, enquanto Bubona era a protetora do gado.
Epona era representada de três maneiras:
cavalgando uma égua branca;
em pé, cercada de cavalos ou
deitada nua sobre um cavalo.

Às vezes, segurava um cálice ou um prato redondo ou ainda uma cornucópia.
Segundo algumas fontes, Epona originou um verdadeiro culto ao cavalo, cujas reminiscências são encontradas nas gigantes reproduções de cavalos em várias colinas calcárias da Inglaterra e na frequência do nome Cavalo Branco para lugares, “pubs”, lendas (como a de Lady Godiva) e de “fantasmas” de mulheres a cavalo.
Epona detinha o poder sobre o ciclo da vida dos homens, do berço ao túmulo e por isso seus símbolos eram um pano branco e uma chave, que abria todas as portas do além.

Comemoração da antiga deusa equina irlandesa Etain, “A Veloz”, a padroeira da magia e da cura.
Etain era também uma deusa solar, padroeira irlandesa da medicina.
Filha do deus da cura Dian Cecht, ela casou-se com Ogma, o deus da literatura e da eloquência.

Celebrações de Consuália, homenageando os deuses romanos Saturno e sua consorte Ops, assinalando o fim do ano agrícola.

copiado de Teia de Thea

DEUSA ETAIN


Etain é a Deusa da graça, beleza e soberania. Heroína de um antigo mito, é um exemplo de reencarnação, renascida com a mesma identidade do seu "eu" original. Está associada com o Outro Mundo, uma portadora de éguas brancas, com olhos azuis e flores de maça

Ela, em sua primeira vida foi a segunda esposa de Midhir, um Deus Gaélico do Mundo Inferior. Midhir era o filho de Dagda e Boann, irmão de Angus, O Vermelho, Ogma e Bridgit. Era um "bard", ou seja, um jogador de xadrez que gostava de jogar com apostas altas. Rei das Terras Encantadas de Bri Leith, possuía três vacas, um caldeirão mágico e as "Três Garças da Negação e Rudeza". As três garças ficavam ao lado da porta de Midhir, e quando alguém viesse pedir abrigo, a primeira dizia:

-"Não venha! Não venha!".

Então a segunda garça dizia:

-"Vá embora! Vá embora!".

A terceira acrescentaria:

-"Passe ao largo da casa! Passe ao largo da casa!".

Etain é uma Deusa Celta, cujo nome significa "A Brilhante". De acordo com os mitos era extremamente linda e, por causa desse excesso de beleza foi punida e teve que passar por muitas transformações, pois era uma ameaça para as outras mulheres. Foi expulsa de Tir Nan Og (A Terra da Juventude) na forma de uma borboleta e em uma terra distante, começa uma nova vida com uma outra forma, agora no tempo linear mortal.. No entanto, nunca perdeu sua beleza ou deixou de "brilhar".


copiado de Confraria de Bruxos 

Deusa Etain

MIDHIR E ETAIN
Etain dos Tuatha da Danann era a heroína da grande história de amor feérica, MIDHIR e ETAIN, que já inspirou muitos poemas e obras dramáticas.
A narração original está bem contada por Lady Gregory em "Gods and Fighting Men".
Etain foi a segunda esposa de Midhir, o rei da Colina Feérica de Bri Leith. 
A primeira esposa do rei, Fuamach, estava terrivelmente furiosa e, com a ajuda do druida Bresal Etarlain, logrou finalmente transformar Etain em uma mariposa e com um forte sopro, a expulsou da terra mortal da Irlanda, o que resultou um sofrimento para ambos lados durante sete longos anos.
Quando as malvadas ações de Fuamach foram descobertas, Angus Mac Og, filho de Dagda, lhe cortou a cabeça.
Ao cabo de sete anos de desgraça, Etain foi para no palácio onde Etar, de Inver Cechmaine, estava celebrando um banquete, e caiu dentro da taça dourada da esposa de Etar, que a engoliu junto com o vinho.
Nove meses depois, nasce como filha de Etar, e de novo recebe o nome de Etain. 
Ao crescer, tornou-se a mulher mais bela de toda a Irlanda. 
Com a maioridade, casou-se com o rei Eochaid, que tinha sua corte em Temhair (Tara).
Durante a festa do casamento, o irmão menor de Eochaid, Aillel, acabou subitamente preso ao amor e um desejo desesperado por Etain. 
Ao ser rejeitado, uma enfermidade mortal se apoderou dele. 
O médico do rei que ele sofria do mal de amor, mas Eochaid estava muito preocupado com o irmão.
Chegou um dia em que Eochaid teve que partir para fazer uma jornada por toda a Irlanda para receber a homenagem dos reis tributários, e entregou Ailell aos cuidados de Etain enquanto durasse a sua ausência. 
Etain fez tudo o que pode por Ailell, mas ele já estava às portas da morte. 
Ao fim descobriu descobriu que era o amor não correspondido por ela que o tornava enfermo. 
Então, muito triste, convenceu-se que o único modo de curá-lo seria ceder ao seu desespero, por isso marcou um encontro na manhã seguinte em uma colina fortificada fora da cidade.
Ailell estava em êxtase e passou quase toda a noite sem dormir, mas quase ao amanhecer o sono apoderou-7se dele e não acordou não conseguiu acordar para o encontro. Entretanto, Etain acordou cedo e foi para colina esperá-lo. 
E, no momento que havia combinado de encontrar-se com Ailell, viu um homem parecido com ele e que avançava até ela demonstrando muita dor e debilidade, mas quando ele chegou mais perto viu que não era Ailell. 
Se olharam um ao outro em silêncio, e o homem foi em seguida embora.
Etain aguardou mais um pouco e logo decidiu voltar à sua residência, onde encontro Ailell recém acordado e furioso consigo mesmo. 
Explicou a Etain o que tinha acontecido e marcaram novo encontro para a manhã seguinte, mas no dia seguinte ocorreu o mesmo. 
E na terceira manhã Etain falou com o estranho.
-"Tu não és o homem com o qual estou aqui para me encontrar", disse, "eu não venho aqui pelo passeio, mas sim para curar um homem que está enfermo por minha causa."
-"Seria melhor que venhas comigo, pois eu fui teu primeiro marido faz muito tempo." -"Qual teu nome?", perguntou ela
-"Isso é fácil de dizer. Sou Midhir de Bri Leith"
-"E como é que fui afastada de teu lado?"
-"Fuamach, minha primeira esposa, te lançou um feitiço e te expulsou da Terra de TIR NANOG. 
Queres voltar comigo Etain?"
-"Não posso abandonar Eochaid, o Rei Supremo, para partir com um estranho', afirmou Etain.
-"Fui eu quem colocou o desespero em Ailell e fui eu que o enfeitiçou para que ele não acorde, assim tua honra ficará a salvo."
E era fato, pois quando Etain voltou a encontrar-se com Ailell, o desespero lhe havia abandonado e estava totalmente curado. 
Contou-lhe então o que tinha acontecido e ambos alegraram-se por terem evitado uma traição contra Eochaid. 
Porém, depois que este regressou e lhe contaram tudo o que se sucedeu, ele agradeceu muita a Etain por sua bondade para com Ailell.
Mdhir apareceu mais uma vez a Etain e pediu-lhe mais uma vez para regressar com ele. Ela se negou a abandonar Eochaid.
-"Se ele te entregar a mim? 
Virás comigo?"
"Sim, irei", respondeu Etain.
Pouco depois, o estrangeiro se apresentou a Eochaid e o desafiou a três partidas de xadrez. Jogaram com apostas, porém, de acordo com o costume, àquelas eram fixadas pelo ganhador depois da partida.
Eochaid ganhou duas vezes, e impôs prêmios muito altos, o primeiro um grande tributo de cavalos, o segundo três tarefas cuja realização Midhir necessitou de todas suas tropas feéricas. 
Mas a terceira partida foi ganha por Midhir que pediu a esposa de Eochaid. 
Este se negou e Midhir modificou a proposta, pedindo somente o direito de abraçá-la e lhe dar um beijo. 
Eochaid concordou, mas lhe pediu um mês para satisfazer sua petição.
Ao finalizar esse tempo, Midhir se apresentou. 
Eochaid havia reunido ao seu redor todas as suas forças e guardou as portas, enquanto Midhir ia entrando, para evitar que se aproximasse de Etain. 
Midhir sacou sua espada com a mão esquerda e abrindo caminho chegou até Etain. 
Com o braço direito abraçou-a e a beijou. 
Logo ambos elevaram-se do chão e transformados em cisnes brancos, ligados por uma corrente de ouro, voaram sobre o Palácio de Tara até Bri Leith, (A Terra da Juventude).
Esse não foi o final da história, pois Eochaid não conseguia viver sem Etain e recorreu ao chefe dos druidas, que utilizando-se de toda a sua magia, descobriu que a jovem estava no centro da Irlanda, dentro da fortaleza do rei Midhir. 
Eochaid declarou guerra ao reino das fadas e dos elfos, causando grandes destruições, até que Etain lhe foi devolvida. 
Porém a cólera dos Tuatha de Danann contra Eochaid e todos os seus descendentes seguiu viva a causa do grande dano que haviam infligido a terra de Tir Nan Og (A Terra da Juventude).
Essa história é um exemplo do tratamento sutil e poético que recebem os temas dos Seres Feéricos Heroicos nas lendas irlandesas. 
O desafio em partidas de xadrez aparecem em muitas lendas e contos de fadas célticos. 
O tema da reencarnação também é bem frequente, nas lendas antigas.


LENDAS CELTAS IRLANDESAS - A HISTÓRIA DE ETAIN

A História de Etain


Etain no Mundo das Fadas

Midir (ou Miled), o Orgulhoso, filho de Dagda, era o príncipe da Terra da Juventude, e estava casado com Fuamnach, uma mulher bela mas muito ciumenta.
Conta a história, que um dia ele levou ao seu castelo outra esposa, uma mulher de beleza e graça incomparáveis chamada Etain, e que, como era de se esperar, Fuamnach ficou possuída pelo ciúme, sendo que a converteu em uma mariposa e convocou uma tempestade que a levou pelos ares durante aproximadamente 7 anos.
Finalmente, um tufão a deixou no palácio encantado de Angus, ele foi incapaz de desfazer o feitiço, mas lhe construiu uma casinha ensolarada, rodeada pelas mais exóticas flores e no segredo da noite, Angus podia devolvê-la a sua forma humana e assim desfrutava de seu amor.
Com o correr do tempo, Fuamnach descobriu seu refúgio e voltou a convocar a tempestade mágica que, desta vez, a levou para o palácio de Etar, um chefe de Ulster.
A mariposa Etain caiu na taça da mulher de Etar, justo quando essa estava bebendo, entrou por sua boca e se alojou em seu útero, e foi assim que a mulher de Etar concebeu, e deu a luz a uma menina aparentemente mortal.


A Guerra por Etain
Etain, tida por todos como filha do soberano Etar, cresceu com uma beleza invejável, e muitos a cortejavam, embora ela não entregasse seu coração a ninguém, até que Eochy, rei da Irlanda, que andava buscando uma boa mulher para casar-se, se apaixonou por ela logo depois de vê-la.
Ela aceitou sua corte e se casaram, passando muitos anos juntos; mas ocorreu que Eochy tinha um irmão chamado Ailill, e sucedeu pois que Ailill caiu enfermo e ninguém sabia a causa de seu mal.
Passado algum tempo ele confessou a Etain que a causa era seu amor por ela, e a convenceu de que se não chegassem a consumar esse amor ele morreria. Etain, com pena de que tão belo jovem morresse por sua causa marca um encontro com Ailill para amarem-se mas este não chega encontro.
Quem chega é Midir, o Orgulhoso, que lhe disse que ele havia enfeitiçado Ailill para poder encontrar-se nesse lugar com ela e lhe pede que se vá com ele a Terra da Juventude, pois Fuamnach já havia morrido.
Etain não entendeu nada, assim Midir teve que lhe explicar todo seu passado. 
Etain se convenceu de tudo que ele lhe dizia era verdade e pouco depois se foram os dois esposos imortais.
Eochy se enraiveceu muito ao saber da fuga de sua esposa, e foi a um famoso druida que lhe informou quem a havia levado e onde estava seu palácio, então Eochy e seu exército foram buscá-la na Terra da Juventude e encontraram forte resistência por parte da gente de Midir, que ao final ficaram encurralados e Midir teve que ceder e disse a Eochy que a entregaria.
Entretanto, Midir preparou um estratagema para enganar Eochy e ficar com Etain, sendo que, ante os olhos de Eochy desfilaram 50 donzelas tão igualmente belas como Etain e Midir disse-lhe:
-"escolhe a tua verdadeira esposa".
Eochy se viu numa difícil situação, pois todas elas eram tão belas quanto Etain, e ele não podia identificar sua verdadeira esposa, se diz que Etain lhe fez um sinal e só assim ele pode acertar na escolha. 
Etain então voltou a viver com Eochy e lhe deu uma filha a quem também chamaram Etain.

 
copiado de Caminho Celta 

17 DE DEZEMBRO




Início de Saturnália, os doze dias de festejos dedicados aos deuses romanos da agricultura Saturno e Ops.
Esse festival era marcado por extrema liberalidade e licenciosidade, com orgias, fantasias com máscaras, peças burlescas e troca de presentes entre amigos.
Por ser um tempo de transição entre a morte do velho ano e o nascimento do novo, havia um período de caos e abolição de regras e leis.
Donos e escravos trocavam de lugares, os prisioneiros eram libertados e todas as atividades públicas e julgamentos eram suspensos.
As crianças recebiam presentes e tinham várias regalias.
Esses festejos, precursores do Natal, existiam também em outras culturas, como Creta, Tessália e Babilônia.

Saturno era o deus invocado no plantio das sementes, enquanto que Ops era a deusa da fertilidade e prosperidade.
Por isso, este é um dia favorável para encantamentos que atraiam a prosperidade e também para rituais de banimento de tudo aquilo que escraviza ou impede você de crescer ou progredir.
Use os elementos correspondentes: sementes, azeitonas, lã, tesoura e vinho com especiarias para Saturno e arroz, essência de pinheiro, um véu, uma imagem de um campo de trigo e um pentáculo de prosperidade para Ops, abrindo sua percepção sutil e criando seu próprio ritual.

Celebração nórdica para Hlodyn ou Fjorgyn, a deusa primordial da Terra.
Ela era a personificação da terra primitiva, não cultivada e vazia.
Filha de Nat, a noite, e Annar, o deus da água, era uma das esposas de Odin e mãe de vários deuses.
Era reverenciada no topo das montanhas de onde, segundo o mito, ela esperava para unir-se com o céu.

copiado de Teia de Thea

16 DE DEZEMBRO

Festival de Sapientia, a Deusa da Sabedoria, em Roma.
Sapientia - do latim, Senhora Sabedoria, equivalente à grega Sophia - tornou-se uma deusa venerada pelos gnósticos, hermetistas, alquimistas, cabalistas e filósofos medievais.
Era representada, às vezes como a “Sereia dos Filósofos”, despejando o vinho branco do conhecimento e o tinto da iluminação de seus seios, surgindo do Mar Universal.
Os místicos renascentistas assemelham-na, às vezes, à sabedoria de Deus, à Deusa Interior, à Mãe Natureza ou à Virgem Maria.
Descreviam-na como a rainha querida de Deus, a fundação primordial de toda a criação, apresentada com uma tríade: Sapientia Greans, a criadora; Disponans, a que une todas as coisas em harmonia e Gubernans, a Divina Providência, ou seja, aspectos da tríplice manifestação da Grande Mãe.
Uma antiga deusa romana da sabedoria e das profecias era Egeria, cujo nome, ainda hoje, é usado para designar as mulheres conselheiras.
A lenda descreve-a como uma ninfa aquática que se apaixonou e casou com o rei Numa Pompilius, ensinando-lhe os rituais corretos de veneração da terra.
Também foi Egeria quem nos deixou de legado as primeiras leis de organização das cidades.
Mais tarde, ela tornou-se uma divindade completa, venerada pelas mulheres grávidas, que he pediam presságios e orientações sobre seus filhos.
Seu culto foi assimilado ao da deusa Diana, com quem dividia o altar e a fonte do bosque sagrado de Nemi.

Medite neste dia sobre aqueles aspectos de sua vida onde precise buscar ou demonstrar mais sabedoria.
Invoque as deusas da sabedoria – Athena, Minerva, Sofia, Kista, Sapientia ou A Mulher Coruja – e peça a seu animal totêmico ou à Coruja Branca, que intercedam perante às Deusas e lhe tragam mensagens esclarecedoras, sinais ou presságios sobre como agir com segurança e sabedoria.

copiado de Teia de Thea 




"Eu sou a Glória de sua Luz Interior".

Sophia ("Sabedoria"), também chamado de "Sophia" é a Grande Mãe gnóstica grega.
Ela é a Deusa do Céu e a Mãe das Estrelas e dos Hebdomas, os sete seres poderosos que criaram  o mundo.
Eles são chamados "anjos", mas são de caráter ambíguo, pois na crença gnóstica este mundo material é pensado para ser uma emanação menor do mundo divino, cheio de poderes hostis e do mal.
Gnosis significa "conhecimento profundo" ou "inteligência espiritual", e era geralmente entendida pelos gnósticos como "revelação".
Nossa palavra "conhecer" tem suas raízes na "gnosis".
Os gnósticos eram uma seita mística que existia anterior ao cristianismo, mas que foi muito influenciada por ele.
Sophia é considerado um dos Aeons, Anjos do pensamento manifestado, que criou todas as coisas. Ela é a mãe de Sophia-Achamoth (que representa a luz astral), Enthumesis ("Consideração" ou "estima") e os Elohim ("deuses").
Com Phronesia ("Objetivo" ou "sabedoria prática") e Dynamis ("Power") Ela criou os Anjos e os Principados (anjos Superior).
Chamado o Espírito de Deus, Ela também é dito às vezes ser sua mãe, e alguns chamam de Sua Esposa de Cristo.
Ela é representada aqui como tudo vê Sabedoria.
Hagia Sophia, a Igreja de Santa Sofia em Constantinopla, hoje Istambul (Constantinopla não - tem sido um longo tempo desaparecido), foi construída pelo imperador Constantino em honra dela e continua a ser um dos edifícios mais bonitos do mundo.
Sophia em uma leitura indica que a sabedoria e criatividade, inteligência e inspiração divina. Este tipo de sabedoria é capaz de compreender e ouvir com compaixão para os pontos de vista diferentes, e classificar a verdade entre eles. Este conhecimento divino é também capaz de compreender o paradoxo ea idéia de que dois pontos de vista opostos podem ambos ser a verdade.
Outros nomes: Sophia Prunikos
traduzido da internet

Oração de Agradecimento Wicca

Pelo Senhor e Senhora
Pelos poderes de três,
Obrigado por essas bênçãos
que depositaram em mim.

Obrigado Pela minha família,
e os amigos tão verdadeiros ...
Obrigado pelo conhecimento e fé

Obrigado pela comida colocada sobre a mesa
porque eu sei que só através de seu sindicato
podemos fazer a colheita tão abundante e capaz.

Obrigado pelos bons momentos da minha vida,
pois não posso apreciar a boa
sem conhecer a amargura da contenda.

Pelo Senhor e Senhora
e pelos poderes de Três
neste dia e todos os dias
 
Obrigado.
 
copiado de Andréia Hermann

15 DE DEZEMBRO



Dia de Halcyone, a linda mortal que, por amor a um pescador, foi transformada no alcião, uma ave aquática.
Seu nome foi dado à maior estrela da constelação das Plêiades.

No mito grego, as Plêiades ou Vergílias, eram as sete filhas da ninfa Pleione: Alcyone, Calaeno, Electra, Maia, Merope, Asterope e Taygete. Nascida na Arcádia, elas acompanhavam a deusa Ártemis em suas caçadas, até que a deusa transformou-se na constelação das Plêiades.
Segundo a lenda, deste dia até o sétimo após o solstício de inverno, a energia mágica do alcião contribuía para que o tempo transcorresse calmo e tranqüilo, já que o alcião fazia seu ninho no mar e acalmava o vento e as ondas com seu canto.

As Plêiades são um grupo de sete estrelas, também chamadas de Sete Irmãs, facilmente reconhecíveis no céu.
Sua aparição e desaparecimento coincidem com importantes fases climáticas, mudanças das estações e ritmos naturais.
Por isso, desde a antigüidade, as Plêiades serviram como ponto de referência para o cálculo dos calendários, marcação das celebrações, início ou fim das colheitas, fases propícias para caça, pesca ou plantio, festas e festivais.
Na antiga Mesopotâmia, as Sete Irmãs eram reverenciadas sob o nome de Kimah ou Aysh; na Índia eram as Krittikas e nas tribos norte-americanas, simplesmente as Sete Irmãs.
Nas lendas dos índios do Alto Amazonas, conta-se que Ceiuci, uma das Plêiades, veio para a Terra e criou todas as espécies de animais.
Na lenda dos tupi-guaranis, conta-se que Temiona, a criadora da vida, gerou uma filha, que tornou-se a constelação das Plêiades e um filho, que transformou-se na Estela Orion.

copiado de Teia de Thea

14 DE DEZEMBRO


Festival Soyal dos índios Hopi, celebrando o retorno do Sol e o renascimento.
A partir desta data e durante os próximos nove dias, os rapazes passavam por rituais de iniciação, a comunidade orando à Mulher Aranha, à Donzela Falcão e aos Kachinas pedindo saúde e prosperidade para o Ano Novo.
As celebrações eram feitas dentro das “Kivas”, as câmaras sagradas subterrâneas reservadas aos rituais e conselhos.
Festejava-se a criação e o renascimento, anunciado pela proximidade do solstício, que trazia o aumento dos dias e da luz solar.
Após cânticos e invocações às Direções, ao Grande Espírito, às Divindades e aos ancestrais, faziam-se oferendas de fubá e fumo, purificavam-se as pessoas com fumaça de sálvia e cedro e fumava-se o cachimbo sagrado.
Na noite anterior, as pessoas oravam e dançavam ao redor da fogueira ao som do tambor, purificando-se, depois, na ‘Sweat Lodge”, a Sauna Sagrada, preparando, assim, o corpo, a mente e o espírito para um novo ciclo em suas vidas.

Guie-se por esta antiga sabedoria e faça sua própria purificação e celebração.
Defume-se com sálvia, participe de uma Sauna Sagrada, reverencie o Grande Espírito, a Mãe Terra, a Vovó Lua, o Vovô Sol e todas as forças da natureza, oferecendo-lhes orações, canções, fubá e fumo.

copiado de Teia de Thea

Dia 13 de Dezembro


Festa da Belíssima, na Itália, celebração da antiga deusa Romana Juno Lucina, deusa da luz e do parto.
Seu emblema era o pirilampo e em suas festas realizavam-se procissões com velas.
As lendas diziam que a deusa, vestida de branco e coroada de luz, aparecia ao alvorecer, deslizando sobre a neve e trazendo comida para os pobres.
Neste dia, as “streggas” (bruxas) acendem fogueiras ou usam tochas em rituais para afastar o mal, a escuridão e para combater o “mal’occhio” (mau olhado).
Coroas de arruda amarradas com fitas vermelhas são confeccionadas; as pessoas então cospem três vezes através dela, invocando a proteção de Juno Lucina para afastar o mal de suas vidas.

Dia de Santa Lúcia, celebrada com um festival de luzes, na Suécia.
Neste dia, a filha mais velha, vestida com uma longa túnica branca e coroada com treze velas acesas, percorre toda a casa, oferecendo depois o desjejum a seus pais.
Esse costume perpetua os antigos símbolos da Deusa que trazia a luz e a comida.
Depois, todos os familiares se vestem de branco e vão para a igreja, assim como faziam seus antepassados, indo em procissão com velas para abençoar as comunidades e os campos.
As crianças, vestidas com túnicas brancas e cintos vermelhos, acompanham uma menina coroada com velas, escolhida entre as melhores alunas.
O prato típico desta festa é “Lussekatts” ou “gatos de Lúcia”, roscas com açafrão e passas, homenageando um dos animais totêmicos da Deusa (o outro era a joaninha).
Hoje, faça um bolo e coloque sobre ele uma coroa de velas.
No fim da noite, ofereça o bolo a todos os que vivem na casa, garantindo assim mais um ano de boa sorte e prosperidade. 
Por ser uma deusa dos partos, proibiam-se as mulheres trabalharem neste dia, fato este que poderia atrair o azar.

Este dia também era celebrado na Hungria e em outros países da Europa com procissões de velas e moças vestidas de branco, carregando velas e distribuindo biscoito e bebidas.

No Brasil, no sincretismo religioso, comemora-se Ewã, a deusa ioruba do céu, da terra, do vento, das nuvens e da água.
Seu nome significa “a que se banha nas águas doces”, sendo considerada “os olhos de todos os Orixás”, podendo, por isso, também ser chamada de Senhora dos Olhos.
De acordo com o mito, Ewã passa uma metade do ano como mulher e outra como serpente.
Invoque-a para melhorar e preservar sua visão.
Entoe seu nome como um sussurro, soprando para limpar sua aura durante um banho de purificação em uma cachoeira ou na chuva.

copiado de Teia de Thea

Orixá que protege as virgens e tudo que é inexplorável. Ewá tem o poder da vidência, Sra. Do céu estrelado rainha dos cosmos. Ela está o lugar onde o homem não alcança.
Seu símbolo é o arpão, pode também carregar um ofá dourado, uma espingarda ou uma serpente de metal. Às vezes, Ewá é considerada a metade mulher de Oxumarê, a faixa branca do arco-íris. Ela é representada também pelo raio do sol, pela neve.
As palmeiras com folhas em leque também simbolizam Ewá - exótica, bela, única e múltipla.

copiado de http://douglashartt.blogspot.com/2009/11/ewa.html


QUALIDADES DO ORIXÁ EWÁ

Posted by Administrador em setembro 13, 2009
Ewá Gebeuyin: A primeira a surgir no mundo. Faz os banhos de ervas darem positivamente e traz a abundância de alimentos. Veste vermelho maravilha e amarelo claro. Come com Omolu, Oyá e Oxum. Nas tempestades ela pode se transformar numa serpente azulada.
Ewá Gyran: É a deusa dos raios do sol. Controla os raios solares para que eles não destruam a terra. É a formação do arco-íris duplo que aparece em torno do sol. Metade é Ewá e a outra é Bessem. Platina, rubi, ouro e bronze vão em seu assentamento. Come com Omolu, Oxum e Oxossi.

dia 12 de dezembro - deusa romana Angerona

Angerona e o Silêncio.

O dia de hoje é consagrado à Deusa romana do Silêncio, Angerona. Em algumas pesquisas, também seria Deusa da Angústia e do Medo.

Além do Silêncio, esta Deusa promovia a ordem.

Em algumas de suas representações, tem um dos dedos sobre os lábios e em outras, sua boca aparece amarrada.

Há várias interpretações a respeito desses gestos de Angerona. Há filósofos que dizem que quem tem a paciência de ocultar suas preocupações consegue ser mais feliz. Outros filósofos a interpretam como a supressão simbólica dos gritos de angústia pois estes seriam presságios de má sorte.

Em outra interpretação, faz-se menção a uma época em que animais morriam de uma doença chamada Angina e que desaparecera logo depois pois sacrifícios foram feitos à Angerona. Talvez esta interpretação seja a mais próxima da verdadeira pois a palavra Angerona vem do verbo angere, que tem como origem o termo angina, e que por sua vez significa oprimir, apertar, atormentar.

Angerona costumava ser invocada para guardar segredos ou vencer os medos, restabelecendo assim o equilíbrio.

Aproveite o dia de hoje para se conectar com a energia desta Deusa pedindo-lhe para afastar seus medos e angústias. 
 


11 DE DEZEMBRO - honrando Arianrhod

Dia consagrado à deusa celta Arianrhod, a Rainha da Neve, senhora da Lua e da magia, guardiã da Roda de Prata, cuja morada celeste era na constelação de Corona Borealis.
Segundo as lendas, Arianrhod era uma pálida e linda mulher, filha preferida de deusa galesa Don, vivendo em seu castelo Caer Ariarnhod em uma ilha isolada.
Ela se apresentava de forma dupla, como Virgem e como Mãe, padroeira da Lua, da noite, do amor, da sexualidade, da magia, da justiça e do destino.
Mitos mais tardios apresentam-na como uma Deusa Mãe, girando a Roda de Prata e transformando-a em uma barca lunar.
Nela, Arianrhod transportava as almas dos mortos para a Lua ou para sua constelação. Outro mito também descreve-a como Morgause ou Morgawse, a deusa da Lua e da noite, transformada pelos romances medievais em uma simples feiticeira.

Comemoração japonesa da deusa Yuki One, “A Donzela de Neve”, o espírito da morte pelo frio.
Ela aparecia para aqueles que tinham se perdido nas montanhas geladas como uma mulher pálida e silenciosa, cantando suavemente para adormecerem, para que ela soprasse sobre eles o hálito frio da morte.

Em Creta, antes da chegada das tribos gregas patriarcais, reverenciava-se Britomartis que, apesar de ser originalmente uma deusa lunar, também estava associada à Terra, à natureza, às árvores e aos animais.
Como deusa telúrica, ela também era guardiã dos mortos, padroeira dos caçadores e pescadores.
Era reverenciada no monte Dikte, chamada por isso, às vezes, de Dictynna.
Após as invasões gregas, seu culto foi absorvido e adaptado ao de Ártemis.

Celebração de Bruma, a deusa romana do inverno.
Antigamente, neste dia, começavam as celebrações de Yule, marcadas pela runa Jera, simbolizando a complementação dos ciclos naturais e o casamento sagrado entre o Céu e a Terra.

copiado de Teia de Thea


Essa Deusa gaulesa é a figura primal de poder e autoridade feminina, considerada a Deusa dos Ancestrais Celtas.
Vive em um reino estelar, Caer Arianrhod, na constelação Corona Borealis, onde fica seu palácio, com suas sacerdotisas e de lá decide o destino dos mortos, carregando-os para a Lua ou para a sua constelação. 
A Deusa portanto, doadora de vida e administradora da morte.
É ainda, uma Deusa de tudo que é eterno. 
O espírito de Arianrhod é símbolo de profecia e sonhos. 
Ela controla a dimensão do tempo.




Prece a Deusa Arianrhod



Oh Arianrhod, donzela, mãe e anciã,

Senhora da Iniciação

Que nos destes nossos nomes

Que nos destes nossas armas

Para que pudéssemos ter uma nova vida.

De Ti nós viemos

E para teus braços retornaremos

Deusa resplandecente

Filha da grande Deusa Don

Nós convidamos-te a descer

de teu Palácio de estrelas e florestas selvagens

Junta-te a nós e inunde-nos com o teu poder

Abençoa-nos Arianrhod!
E ilumina nossos caminhos
Através da luz da Lua Cheia
faz que em nossos corações
Nasça a compreensão seguida do amor universal
Abençoa-nos Grande Mãe Frutuosa
Pois somos teus filhos mais amorosos!



ARIANRHOD, A DEUSA DA LUA CHEIA

Arianrhod a bela deusa da Lua Cheia, é descrita na coletânea de textos galeses “Mabinogion” como “A Senhora da Roda de Prata”. Vivendo na longínqua terra encantada de Caer Sidi, ela personificava uma antiga Deusa Mãe celeste, regente da constelação estelar Corona Borealis, cujo nome em galês era “Caer Arianrhod” , ou seja, “O castelo girante de Arianrhod”.

O mito de Arianrhod é muito complexo, com elementos contraditórios e de difícil compreensão, denotando as deturpações decorrentes da interpretação das antigas lendas da tradição oral dos bardos, pelos monges e historiadores cristãos.
Há, no entanto, uma passagem muito interessante que descreve de forma metafórica e pitoresca uma mescla de atributos da Deusa como Donzela e Mãe Escura. Filha da Deusa da Terra Don ou Dana. A grande mãe dos Thuata dé Dannan.

Na tradição celta, essa Deusa é vista como Virgem e Mãe, Padroeira da Lua, da Noite, da Sexualidade, da Justiça, da Magia e do Destino. Mais tarde, ela é apresentada como uma Deusa-Mãe, girando a Roda de Prata e transformando-a em uma barca lunar, que utiliza para transportar os mortos para os Jardins de Enmania, ou Terra da Eterna Juventude.

Como Deusa regente dos nascidos no signo de Touro, é um tipo de Deusa do Lar, inspirando seus tutelados a manterem um lar harmonioso, no qual impere o aconchego, amor e respeito entre os familiares.
É importante lembrar que cada aspecto da Deusa representa um aspecto que nós mulheres podemos reconhecer dentro de nós mesmas.
A conexão com a Deusa Arianrhod nos auxilia a compreender a tarefa histórica da iniciação feminina.
Enquanto Ventre do Tempo, Arianrhod é encontrada na direção Oeste para aqueles que buscam conforto na tristeza, ou o ordenar dos pensamentos. Nesta mesma direção ela pode ser encontrada sempre que haja necessidade de se compreender os Mistérios Profundos que envolvem a vida e o viver. O amor, a inspiração e a compaixão.

Sempre que necessitar do auxílio dessa Deusa Mãe, — e assim que a lua surgir no céu — verta água cristalina em uma taça transparente. Quebre o talo de um botão de rosa branca e coloque-o no interior da taça. Ao lado da taça, acenda um incenso de jasmim, hortelã ou lótus. Em seguida acenda uma vela prata ou branca. Quando a chama da vela se firmar, feche os olhos e faça seu pedido a Deusa. Não se preocupe com fórmulas. A melhor oração é aquela que nasce do coração.

Deixe a pequena oferenda da rosa por três dias no mesmo local.

Querendo você pode colocar um pequeno cristal transparente entre a taça e a vela, para que ele seja imantado pela energia amorosa da Deusa. Após o terceiro dia, carregue o cristal com você. Ou mantenha-o em seu quarto. Com certeza ele guiará seus passos no mundo do Bom Sonhar.




10 DE DEZEMBRO -


Deusa Danu da Blessed
Celebração de Danu, a Deusa Mãe irlandesa, guardiã do conhecimento, protetora das famílias e tribos, regente da terra, da água e da constelação de Cassiopéia, chamada Lys Don – a corte de Danu - em sua homenagem.
A mais importante das antigas deusas irlandesas, Danu era a dirigente de uma tribo de divindades nomeada Tutha de Danaan - o povo de Danu -, que depois foram diminuídos (pelos mitos posteriores às invasões dos povos celtas) a uma classe de fadas chamadas Daoine Sidhe.

Seu nome - “Dan” – significava conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto outras fontes equiparam-na à deusa Anu.
Segundo as lendas, os Tuatha de Danaan, exímios magos, sábios, artistas e artesãos, foram vencidos pelos rudes e guerreiros Milesianos, retraindo-se nos Mundos Internos da colinas, chamadas “shide”.

Reverencie a remota lembrança dessa Deusa, transportando-se para “Paps of Danu”, seu lugar sagrado, as colinas com formato de seios da Deusa.
Veja-se cercada de mulheres vestidas com túnicas verdes bordadas, longas tranças ruivas enfeitadas com flores, usando colares de âmbar e tiaras douradas, tocando harpas e dançando ao seu redor, pedindo-lhes, então, para levarem-na à presença da Deusa Danu.

Festival romano Lux Mundi, dedicado à Deusa Lucina, modernizado na França como um festival dedicado à Deusa da Liberdade, com procissões de velas e orações de esperança.

Rituais de purificação dos índios Inuit, do Alaska.
Em seguida, cerimônias noturnas honrando os espíritos dos animais mortos ao longo do ano nas caçadas, reverenciando Sedna, a deusa do mar e das baleias.

texto copiado de Teia de Thea

9 DE DEZEMBRO



Festa da Virgem de Guadalupe, no México.
Neste dia, pessoas de vários lugares vêm orar no templo da Virgem, pedindo sua bênção.
Esta era uma antiga data dedicada à deusa asteca Tonantzin, “A Mãe da Saúde”.
A Grande Mãe asteca tinha vários nomes e diferentes atributos, de acordo com os lugares e tribos que a veneram. Como Tonan, Tonantzin, Chihuatzin, Toci ou Tetuinnan, ela era a Mãe Sagrada e reverenciada, padroeira das parteiras e curandeiras, detentora dos poderes de regeneração e curandeiras, detentora dos poderes de regeneração e cura pela terra e pelas ervas.
Seu altar mais famoso era na colina de Tepeyac onde, no ano de 1531, ela apareceu perante os camponeses índios e pediu que seu altar fosse reconstruído, o que de fato aconteceu e a Igreja Católica dedicou-o à Virgem de Guadalupe.
Em seu aspecto de anciã, como Vovó Toci, era invocada nos rituais de purificação e reverenciada como a padroeira dos curandeiros, parteiras, xamãs, médicos e adivinhos, que dançavam calados - em estado de transe – por oito dias consecutivos defronte uma mulher coberta de flores, representando a Deusa.
Ore neste dia para a saúde ou a de seus entes queridos, pedindo intuição e orientação para encontrar as soluções adequadas para seu estado.
Invoque as Deusas Tonantzin e Toci, entregando a elas sua cura.

copiado de Teia de Thea

Tonantzin, a Mãe da Saúde.

Tonantzin também era chamada de A Grande Mãe Asteca e tinha diferentes atributos de acordo com os lugares e tribos que a veneravam.

Era Mãe sagrada e reverenciada, padroeira das parteiras e curandeiras. Seu poder de regenerar e curar através da terra e das ervas era grande.

Mais tarde, a Igreja Católica dedicou esse altar à Virgem de Guadalupe. Esta Virgem, além de incorporar o local de culto à Deusa, também incorporou a data de sua celebração, 9 de dezembro.

Hoje, no México, pessoas de vários lugares do mundo vêem visitar esse templo para fazerem orações e pedir a benção da Virgem de Guadalupe. 
Os descendentes de índios quando oram neste dia, sabem para quem estão fazendo suas orações. 
Mas ao final, tanto a Virgem, quanto Nossa Senhora , são a mesma Grande Mãe .
 
copiado de Agenda Esoterica 
 

RITUAL PARA A SENHORA GUADALUPE


Este ritual xamanista mexicano, baseado na tradição das curandeiras devotas de Tonantzin - a Grande Mãe, é um dos meios de honrar a Natureza e suas mensageiras.  

MATERIAIS NECESSÁRIOS :
Duas velas: uma azul e outra rosa, dois candelabros, incenso e um prato com frutas diversas.

INVOCAÇÃO (de pé):
Arrume tudo num altar coberto com uma toalha branca, acenda o incenso e as velas.

Voltado para o Norte diga:
Espíritos guardiães do Norte, sentinelas da terra, honramos TLAZOLTEOTL (a devoradora de impurezas) – manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam!  Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe. Salve amada Guadalupe, querida Toci!

Voltado para o Oeste diga:
Espíritos guardiães do Oeste, sentinelas da água, honramos IXCUINA (a de quatro faces) – manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam!  Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.

Voltado para o Sul diga:
Espíritos guardiães do Sul, sentinelas do fogo, honramos CIHUACOATLE (a mulher serpente) - manifestação da deusa TONANTZIN.  Ouçam! Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.

Voltado para o Leste diga:
Espíritos guardiães do Leste, sentinelas do vento, honramos TONANTZIN, nossa mãe. Ouçam! Cantamos o amor pela Senhora Guadalupe.
Ore por todas as pessoas necessitadas e doentes, pela Natureza e suas criaturas (coloque aqui também seus pedidos e intenções particulares).

COMUNHÃO (sentado):
Peça para Guadalupe-Tonantzin consagrar as oferendas sobre o altar. Faça alguns minutos de silêncio.
Levante-se e agradeça a presença das entidades espirituais invocadas e coma algumas frutas. 

BÊNÇÃO FINAL (de pé):
Reverencio Guadalupe-Tonantzin,
Rosa Celestial, Rosa Mística, Rosa de Tepeyac.
Que sua fragrância perfume minha alma e corpo.
Que seu poder me envolva de manhã e de noite.

Agora medite e recorde-se de suas ancestrais femininas. Lembre-se de suas avós ou bisavós. Imagine uma imensa fila de mulheres atrás de você, perdendo-se nas brumas do tempo.  No final desta milenar fila, veja com os olhos do coração a Grande Ancestral: TONANTZIN.

Terminado o ritual, deixe as velas queimarem até o fim.
 
 copiado de Espiritismo Verde