Encantamento...

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Mirhyam
São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou alguém que se encanta pela vida no dia a dia, descobrindo sempre novas formas de agir, se melhorando e tentando melhorar o seu redor. Acreditando que a Luz está dentro de cada um e que ela deve iluminar sempre a caminhada. Descobrindo sempre mais e mais de vários mundos... Mundo terapêutico..., Mundo ideal...
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Agenda 2010 Viva o dia a dia de forma Mágica!!!

Agenda 2010  Viva o dia a dia de forma Mágica!!!
A função desta Agenda Mágica Semanal é restaurar através de ritos simples e de uma nova consciência, uma época arcana onde homens, plantas, animais e deuses conviviam em harmonia. Esta é uma Agenda para viver o ano de 2010 de uma forma poética e mágica!! A proposta é de viver o ano não só com o corpo, mas também com a alma. Por isso, aqui descobrirá não apenas como celebrar as festividades sazonais do ano, mas também um guia detalhado dos dias festivos ao longo dos 12 meses. Somente por encomenda via e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br e depósito antecipado no valor: R$ 44,00. Após 2 dias será enviada via correio para sua residência!!

10/07/2009

11 de julho - Calendário Mágico

Dia de Santa Clara

Clara era neta e filha de fidalgos guerreiros das mais ilustres e poderosas famílias de Assis.
Viviam num palácio na cidade, possuíam um castelo nos arredores e consideráveis propriedades.
O pai, Favarone Scifi, era conde e como todos os cavaleiros feudais deixava a educação das filhas a cargo de sua mulher e das numerosas damas do palácio.
Como guerreiro cabia-lhe também participar nas cruzadas contra os infiéis, mas a sua religiosidade não iria muito além destas belicosas investidas.
O avô de Clara pertencia à nobre família dos Offreducci.
Seu filho mais velho, Monaldo, tio de Clara, era um guerreiro brutal e sem escrúpulos, mas na família havia outros parentes cuja generosidade aquela menina loira e sensível iria imitar.
Ortolana Fiuni, antes mesmo da sua filha Clara nascer, pediu autorização ao marido para fazer uma peregrinação à Terra Santa, fato que era comum na época, principalmente na nobreza.
Foi acompanhada da sua grande amiga, Pacífica de Guelfuccio, e integradas num grupo maior de peregrinos.
Só a muita fé fazia esquecer a travessia do mar em más condições, as caminhadas longas sob diversos perigos, o calor, a escassez de água e alimentos.
Toda a adversidade era compensada pelo momento inesquecível da chegada a Jerusalém, e o privilégio de poderem ajoelhar-se perante o Santo Sepulcro.
Nessa viagem, Ortolana irá também a Roma.
Após o regresso a casa, sabe que vai ser mãe.
A lenda diz que a mãe de Clara de Assis ouviu um dia vozes que lhe anunciam que a criança que ia nascer iria ser um clarão de luz para todo o mundo...
Santa Clara de Assis (em italiano, Santa Chiara d'Assisi) nascida como Chiara d'Offreducci em Assis (Itália), no dia 16 de Julho de 1194, e falecida em Assis, no dia 11 de Agosto de 1253.
Segundo a tradição, o seu nome vem de uma inspiração dada à sua mãe, de que haveria de ter uma filha que iluminaria o mundo.
Aos doze anos era considerada de uma beleza fora do comum e os seus dotes artísticos eram o orgulho da mãe e do pai.
Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos.
Durante um ano, Clara vai à Capela de Santa Maria dos Anjos ouvir a pregação de Francisco e conversa com ele.
Vai vestida de maneira discreta, sobre a cabeça põe um manto pesado para não ser reconhecida e faz-se acompanhar de uma amiga de confiança.
Clara não mais vai esquecer essas conversas nem a forma humilde como ele se vestia - descalço, uma túnica de pano grosseiro, apanhada na cintura com uma corda e um cajado encimado de uma cruz e aquele olhar sereno e feliz.
Aquela felicidade que só alguns conseguem atingir.
Durante quatro anos, silenciosamente, sem mesmo dizer à mãe o que se passava no seu pensamento, Clara vai meditar na sua vida.

Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente indo ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por Francisco, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo, indo ao seu encontro na noite de 18 de março de 1212, acompanhada da amiga fiel, Filipa de Guelfuccio, descem a encosta até à Porciúnculadirige-se à humilde igrejinha de Santa Maria dos Anjos, aos pés do monte sobre o qual surge Assis, onde a aguardavam Francisco e seus frades.
Leva por baixo do manto um vestido de noiva, adornada com jóias: é o costume que ainda hoje se mantém nas tomadas de hábito das freiras que depois despem as vestes da “riqueza mundana” para envergarem o hábito da pobreza.
Neste caso a verdadeira pobreza franciscana — o véu branco da pureza e o negro símbolo da penitência.
Na cerimónia de profissão de fé de Clara, no mosteiro de Francisco, é e!e próprio quem lhe vai cortar os cabelos.
Diz-se que ao ver cair aqueles fios doirados no chão, o santo terá deixado rolar uma lágrima.
Em seguida Clara foi levada a um mosteiro beneditino...
A família, ao dar pelo desaparecimento de Clara, desencadeia as buscas, tendo à frente o tio de Clara que descobre que ela se recolhera junto da comunidade de Francisco.
Quando o tio chega ao mosteiro das beneditinas de S.Paulo, em Bastia, próximo de Assis, onde Clara se recolhera, vê a sobrinha descalça, vestida pobremente que com serenidade e segurança lhe diz que não mais voltará para casa dos pais, porque é aquela a vida que escolheu.
Fica indeciso. Ainda tenta forçá-la a segui-lo.
Porém, Clara — para que ele perceba que a sua opção não foi um impulso passageiro retira o véu e mostra-lhe a cabeça rapada.
O tio solta um grito de raiva.
Aqueles cabelos de oiro, elogiados por toda a cidade, já não cobriam a bela cabeça da sobrinha e, meio descontrolado, retira-se com os seus soldados.
Como a família de Francisco, também a de Clara teve de encarar a escolha da filha como algo mais forte que os poderes terrenos.

Mais tarde Francisco a tirou do mosteiro para conduzi-la ao paupérrimo convento de são Damião, destinado às monjas da Ordem Segunda franciscana, onde, juntamente com outras moças , deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas, da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina.
Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
A resposta da jovem Clara ao ideal franciscano de pobreza foi total.
Para estar em consonância com o mestre pediu e obteve o “privilégio da pobreza” que a privava também da possibilidade de ter qualquer coisa de seu.
Abandonando a rica morada, também a sua mãe, Ortolana, e as irmãs Beatriz e Catarina, ingressaram mais tarde no austero convento.
Clara permaneceu por toda a vida fiel e coerente com a Regra que ela havia ditado.
Não conhecia limites à caridade, ao serviço junto às irmãs, aceitando com alegria mesmo incumbência mais humildes.
Considerava honra lavar os pés das externas, quando voltavam ao convento.
Penitência e mortificação impõe a si mesma em medida tão dura que suscitava preocupação e advertências da parte de Francisco.
A moderação recomenda às outras, não a si mesma.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé.
Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro.
Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse:
"Confia em Deus!".
Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.



Em 1225, ano que precedeu sua morte, Francisco de Assis, doente e quase cego, tinha batido na porta do convento de são Damião, onde há muito tempo irmã Clara aguardava a consolação de sua visita, e pediu para ser hospedado.
Para respeitar a clausura, quis ser acomodado na terra nua numa cabana de palha, no quintal.
Foi aí que o trovador de Deus transbordou sua alma na oração de reconhecimento ao Senhor com o Cântico do Irmão Sol, o mais belo hino à alegria.
Com este gesto Francisco parece ter querido brindar a mais fiel e entusiasta intérprete do seu ideal ascético, Clara..

Oração a Santa Clara

Pela intercessão de Santa Clara,
ó Senhor Todo Poderoso
me abençõe e proteja;
volte para mim os seus olhos misericordiosos,
dê-me a paz e a tranquilidade,
derrame sobre mim as suas copiosas graças e,
depois desta vida,
aceite-me no céu em companhia de Santa Clara e de todo o santuário.

O MILAGRE DO SOL

Noutra ocasião, quando da invasão de Assis pelos sarracenos, Frederico II, com o seu exército composto por sarracenos, desde que fizera uma aliança com o sultão do Egito, aproxima-se do convento de S. Damião.
Na sua fúria contra a Igreja católica, tenta penetrar no mosteiro onde se encontra Clara e a sua comunidade.
Quando os soldados que tentavam o saque se aproximam, as freiras em pânico vão avisar Clara que, sem ter qualquer meio de defesa, vai à capela e pega na custódia, peça do culto onde se coloca a hóstia, normalmente de ouro ou prata, e empunhando-a com as duas mãos levanta-a de modo a que seja vista pelos invasores.
Santa Clara apanhou o cálice com hóstias consagradas dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles e, conta a lenda que, os raios de Sol, refletindo-se nela, teriam assustado os guerreiros que, em debandada, fugiram.
Por este milagre é que Santa Clara segura o cálice na mão.

“Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!
Na beleza deste nome um modo de ser.
Na grandeza deste nome a dignidade de ser mulher e santa.
Na força deste nome um programa de vida.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

1 comentários:

Camila M. disse...

OI Myriam,

Fiquei encantada com sua história pessoal. Estava procurando umas imagens dos Mestres e acabei entrando no seu blog e ficando, lendo e degustando.
Adorei visitá-lo!
Também possuo um e gostaria de sua visita algum dia lá.

O link é: www.acayra.wordpress.com

Fique bem na paz do Eu.

Camila Moreira

Minha história de realização

Vou contar a minha caminhada e espero que a minha história possa encorajar alguém a procurar e trabalhar para realizar seu sonho.

Tudo começou na época do vestibular...fiz cursinho para prestar Fisioterapia para, no futuro, trabalhar com as crianças da AACD, mas essa faculdade ainda não era reconhecida e o curso só acontecia na USP, e existiam 20 vagas.

Para não ficar só na dependência dessa vaga, nas faculdades particulares, eu prestei para Medicina.

No mesmo dia em que saiu o resultado da USP, onde, graças a Deus, eu passei, também saiu o resultado da Faculdade de Medicina de Bragança Paulista (na época, Faculdade Bandeirante de Medicina), para azar meu, pois meu pai, com a melhor das intenções - afinal ele queria o melhor para mim - não deixou que eu fizesse a matrícula na USP, para que eu não fosse "massagista com diploma", e sim MÉDICA.

Foi um dia estranho..., enquanto todos os calouros choravam de alegria, orgulhosos, eu chorava por ter perdido a minha vaga na USP e por não querer morar longe de casa.

Na semana do trote, por intermédio de uma amiga que havia entrado no curso de Odontologia também em Bragança consegui conversar com o Diretor da Odontologia e mudei de curso, passando a freqüentar a Odontologia (que era noturno e possuía ônibus fretado para levar os alunos todas as noites).

E assim eu fiz, gostei do curso, me formei , fiz pós-graduação em Ortodontia, afinal o meu foco sempre foram as crianças...
Mas meu consultório nunca foi lotado, sempre trabalhei com consciência e sem coragem de cobrar muito caro.
Em 1986 me casei e no prazo de 4 anos tive os meus 3 filhos.

Desse modo, era muito mais prazeroso para eu ficar com meus filhos do que ir atender, não trabalhava de noite e nem aos sábados, porque para mim a minha família estava em primeiro lugar!!!

Enfim, trabalhava bem mas não havia paixão...só obrigação com o paciente.

E aos poucos os pacientes foram diminuindo, quando aparecia algum caso mais difícil, eu, por insegurança, preferia indicar algum colega mais competente...

Passei a ser um indicador profissional!!!

Até que, em 1996, tentando melhorar profissionalmente, fui fazer um curso de Prosperidade com o Marcelo Cotrim que era comunicador da Rádio Mundial...

Quando ele explicava a Roda da Fortuna, eu lhe perguntei:

- Se eu deveria colocar como figura uma agenda que representasse muitos pacientes para atender?

Ele me respondeu com uma outra pergunta:

- Se era isso mesmo que eu gostava de fazer?

Então tive a coragem de mudar o meu caminho!!!

Essa pergunta me fez vender tudo, os instrumentais, equipo, cadeira, enfim, deixei de ser Dentista, resolvi ser só mãe...

Em 1999 uma amiga me convidou para fazer o curso de Massagem Oriental, na AMOR (Associação de Massagem Oriental do Brasil).

Me encontrei, me achei, e depois de 20 anos, em 2001, recebi meu DIPLOMA DE MASSOTERAPEUTA!!!

Percebi como a vida dá voltas, e que agora eu estava na minha estrada.

Fiz a minha monografia sobre Shantala, dei aulas para deficientes visuais, enfim comecei a estudar e a me empenhar por prazer, tinha a satisfação em aprender e em atender os clientes.

Percebi também que apesar de ter conseguido acesso para cursar a Medicina e a Fisioterapia Ocidental, me encontrei justamente na filosofia holística da Medicina Oriental que vê o ser humano em sua totalidade de sentimentos, pensamentos e ações.

Nesse percurso, fiz Reiki, Radiestesia, Feng Shui e Acupuntura, pois os conceitos da Medicina Tradicional Chinesa eu já havia assimilado no maravilhoso curso da AMOR.

Hoje, atendo no mesmo local onde clinicava como dentista, com Acupuntura, Auriculopuntura, Acupuntura Estética, Shiatsu em senhoras e gestantes, Reiki, Shantala (curso para pais), Florais de Bach, Florais de Minas e Florais de Saint Germain sugeridos pela Radiestesia, Aconselhamento Metafísico (1ª consulta com duração de 90 minutos), Ortomolecular via derme (Oligoterapia catalítica- método criado por mim unido com a pesquisa radiestésica), Acupuntura sem agulhas (Stiper) etc.

Consigo atender até 7 pacientes no mesmo horário, em sistema de ambulatório, pois tenho uma sala com 6 macas e mais uma maca no térreo para pessoas que não podem subir escada, desse modo posso cobrar pouco de cada um, ganhar o que acho justo, ficar feliz e fazer a qualidade de vida dos outros um pouquinho melhor.

Associo Acupuntura sistêmica, Musicoterapia, Cromoterapia, Spiral Taping, Magnetoterapia e Auriculoterapia conforme a necessidade.

Estou feliz, me achei, achei meu lugar no mundo onde posso fazer o bem e fazer o que me faz bem.

com carinho,

muita Luz e Paz em seu caminho

Dra Mirhyam Conde Canto

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